PSB pede que filiados não participem de atos por temor de instrumentalização por Bolsonaro

A direção do PSB decidiu solicitar aos seus afiliados e apoiadores que não participem das manifestações em defesa da democracia marcadas para o domingo (7) em diversas cidades pelo país.

Em nota assinada pelo seu presidente, Carlos Siqueira, e intitulada “Ainda não é hora de tomar as ruas”, o partido diz que sua decisão é embasada pelas limitações sanitárias exigidas e também pelo temor de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aproveite as manifestações para ter uma reação radical e antidemocrática.

A nota destaca que a realização de grandes aglomerações no momento pode fazer com que a disseminação do novo coronavírus piore, o que seria preocupante “diante da flagrante fragilidade da atenção à saúde”, diz a nota.

O PSB pondera que grupos infiltrados podem criar situações que favoreceriam uma “repressão proporcional aos movimentos” e também “uma reação governamental, que pode implicar o uso de medidas de exceção, o que este governo autoritário demonstra ser de seu interesse”.

O pedido do partido, então, é para que as manifestações em defesa da democracia sejam mantidas nas redes sociais, “que tem sido até aqui o principal e mais efetivo veículo para a mobilização dos democratas”.

“Para vencer neste momento delicado da vida política nacional, o campo democrático deve ser o mais amplo possível e articular estratégias próprias, evitando cair nas armadilhas que propõem os defensores do arbítrio. Neste momento eles desejam disseminar a desordem, e nós precisamos, ao contrário, da serenidade firme e do comedimento dos que sabem que são maioria”, conclui a nota.

Covid-19: Brasil registra mais 1.473 mortes, total de casos chaga a 614.941

O balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde trouxe 30.925 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 614.941. O resultado marcou um acréscimo de 5% em relação a ontem (3), quando o número de pessoas infectadas estava em 584.016.

A atualização do Ministério da Saúde registrou 1.473 novas mortes, chegando a 34.021. O resultado representou um aumento de 4,3% em relação a ontem, quando foram contabilizados 32.548 falecimentos por covid-19.

Do total de casos confirmados, 325.957 estão em acompanhamento e 254.963 foram recuperados. Há ainda 4.159 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (8.560). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (6.327), Ceará (3.813), Pará (3.416) e Pernambuco (3.134).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.183), Maranhão (1.062), Bahia (790), Espírito Santo (737), Alagoas (531), Paraíba (438), Rio Grande do Norte (378), Minas Gerais (323), Rio Grande do Sul (265), Amapá (254), Paraná (215), Piauí (202), Distrito Federal (196), Rondônia (194), Sergipe (186),  Acre (181), Goiás (164), Santa Catarina (156), Roraima (127), Tocantins (87), Mato Grosso (82) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (129.200), Rio de Janeiro (60.932), Ceará (59.795), Pará (48.049) e Amazonas (46.473). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (40.629), Pernambuco (37.507), Bahia (23.463), Espírito Santo (16.894) e Paraíba (17.579).

Brasil registra mais de 31 mil mortes por covid-19

O balanço diário divulgado hoje (2) pelo Ministério da Saúde trouxe 28.936 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 555.383. O resultado marcou um acréscimo de 5,4% em relação a ontem (1º), quando o número de pessoas infectadas estava em 526.447.

A atualização do Ministério da Saúde revelou 1.262 novas mortes, chegando a 31.199, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia. O resultado representou um aumento de 4,2% em relação a ontem, quando foram contabilizados 29.937 falecimentos por covid-19.

Em geral, aos domingos e segundas os números são menores em razão das limitações de alimentação do banco de dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana e são maiores às terças-feiras pelo acúmulo de registros dos dias anteriores.

Do total de casos confirmados, 300.546 estão em acompanhamento e 223.638 foram recuperados. Há ainda 4.312 óbitos sendo analisados.

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Covid-19: Brasil chega a 526,4 mil casos e 29,9 mil mortes

O balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde trouxe 12.247 novas pessoas infectadas pela covid-19, totalizando 526.447. O resultado marcou um acréscimo de 2,2% em relação a ontem (31), quando o número de pessoas infectadas estava em 514.819.

A atualização do Ministério da Saúde registrou 623 novas mortes, chegando a 29.937. O resultado representou um aumento de 2,1% em relação a ontem, quando foram contabilizados 29.314 falecimentos por covid-19. Geralmente, os dados são menores aos domingos e segunda, quando há menos alimentação do banco de dados, e maiores na terça-feira, quando há acúmulo de novos dados do fim de semana.

Do total de casos confirmados, 285.430 estão em acompanhamento e 211.080 foram recuperados. Há ainda 4.412 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (7.667). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.462), Ceará (3.188), Pará (2.925) e Pernambuco (2.875).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.071), Maranhão (976), Bahia (701), Espírito Santo (614), Alagoas (461), Paraíba (370), Rio Grande do Norte (323), Minas Gerais (278), Rio Grande do Sul (232), Amapá (228), Paraná (190), Distrito Federal (171), Piauí (168), Sergipe (166), Acre (161), Rondônia (159), Santa Catarina (146), Goiás (127), Roraima (116), Tocantins (76), Mato Grosso (66) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (111.269), Rio de Janeiro (54.530), Ceará (50.504), Amazonas (41.774) e Pará (38.046). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (35.297), Pernambuco (34.900), Bahia (18.898), Espírito Santo (14.069) e Paraíba (13.695).

Ex-assessor de Geddel é nomeado para chefiar gabinete no Iphan

(Foto: Internet)

Ex-assessor do ex-ministro Geddel Vieira Lima, Marco Antonio Ferreira Delgado foi nomeado para assumir o cargo de chefe de gabinete, código DAS 101.4, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A informação consta na edição desta quinta-feira (28) do diário oficial da União. A nomeação foi assinada pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, pasta a qual o Iphan está vinculada. A informação foi inicialmente veiculada pelo colunista Bernardo Mello Franco, do jornal O Globo.

Delgado foi nomeado por Geddel como assessor do Gabinete da Secretaria de Governo em maio de 2016. Ele permanceu na pasta com a saída do chefe e a entrada de Carlos Marun, até ser exonerado em maio de 2018. O assessor também atuou no governo de Dilma Roussef (PT), passando pelo Ministério do Turismo e pela secretaria de Aviação Civil.

Em 2016, quando era ministro-chefe da Secretaria de Governo na gestão de Michel Temer (MDB), Geddel tentou interferir numa decisão do Iphan na obra do Edifício La Vue, em Salvador, em 2016. À época, o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, indicou que Geddel tentou pressioná-lo junto ao Iphan para liberar parecer favorável à construção do empreendimento.

Em março deste ano, o ex-ministro foi condenado pela Justiça Federal de Brasília por improbidade administrativa no caso (leia mais aqui). A decisão determinou que ele fique proibido de exercer função pública por cinco anos e pague uma multa de 10 vezes o valor do salário que recebia enquanto ministro da Secretaria de Governo. Atualmente, Geddel cumpre pena 14 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, pelo caso do bunker de R$ 51 milhões, encontrado em um apartamento na Graça, na capital baiana, em 2017.

No vídeo da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril, e divulgado na última sexta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sugere que o Iphan  “para qualquer obra do Brasil”. Ele atacou a atuação do órgão após uma obra do seu amigo pessoal e apoiador, Luciano Hang, dono da Havan, ter sido paralisada. Na última quinta-feira (21), Hang foi alvo de uma operação da Polícia Federal. Ele é investigado no âmbito do inqúerito Supremo Tribunal Federal (STF) que apura um suposto esquema de financiamento de disparo de fake news. Ele também é acusado é investigado por ataques contra a Suprema Corte.

Brasil passa de 411 mil casos e 25 mil mortes por Covid-19

Depois de quase uma semana, o Brasil voltou a registrar mais de 20 mil novos casos (20.599) de Covid-19 em apenas um dia, o que não acontecia desde o dia 22. O boletim desta quarta-feira (27) do Ministério da Saúde também aponta o segundo registro seguido de mais de mil novas mortes (ao todo, 1.086 mortes).

Com os novos números, o país registra 411.821 casos confirmados e 25.598 mortes. As mortes registradas no boletim diário se referem às confirmações das últimas 24 horas, independentemente da data em que tenham ocorrido.

O Brasil é o segundo país com mais casos confirmados da doença, segundo a Universidade Johns Hopkins, atrás apenas dos Estados Unidos (1,6 milhão). Em relação às mortes, o número registrado é o sexto maior do mundo, atrás de Estados Unidos, Reino Unido, Itália, França e Espanha.

O Ministério da Saúde informa que 166 mil brasileiros já se recuperaram após contraírem a doença do novo coronavírus, mas pondera que esta é uma estimativa sob revisão. Outras 4.108 mortes estão em investigação para a possibilidade de relação com a Covid-19.

O estado de São Paulo é o que reúne o maior número de casos (89.483) e mortes (6.712). Na sequência, aparecem o Rio de Janeiro (42.398 casos e 4.605 mortes) e o Ceará (37.275 casos e 2.671 mortes). O Amazonas tem 33.508 casos e 1.891 mortes, o Pará tem 31.033 casos e 2.545 mortes e Pernambuco, 29.919 casos e 2.468 mortes.

A região Norte segue sendo aquela com o maior índice proporcional de casos e mortes por habitantes. São, em média, 471 casos e 27,3 mortes a cada 100 mil habitantes. A média nacional é de 196 casos e 12,2 mortes a cada 100 mil habitantes.

Modelo usado pela Casa Branca eleva para 125 mil projeção de mortes por Covid-19 no Brasil até agosto

Um dos principais modelos utilizados pela Casa Branca para monitorar números sobre o coronavírus atualizou com piora o cenário no Brasil e agora projeta mais de 125 mil mortes no país até agosto.

No meio de maio, quando o IHME, instituto de métrica da Universidade de Washington, divulgou pela primeira vez dados sobre o Brasil, a previsão era de que 88.305 pessoas morressem por Covid-19 até 4 de agosto no país.

Nesta segunda-feira (25), porém, após o crescimento vertiginoso de casos e mortes em território brasileiro nas últimas semanas, e o país ter passado a ser o epicentro da pandemia, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o instituto americano também atualizou os números para pior.

O modelo usa uma janela de intervalo ampla, que no caso brasileiro variava de 30.302 a 193.786. Agora, esse intervalo está entre 68.311 e 221.078 mortes até 4 de agosto, indicando que a curva continua subindo até lá.

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 13 de julho, com 1.526 óbitos em 24 horas. Antes, o pico era em 1 de julho, com 1.024 mortes em apenas um dia. A partir de agosto, então, a curva de mortes diárias começa a descer, mas ainda na faixa de quase 1,4 mil a cada 24 horas naquele mês.

Com mais de 370 mil casos confirmados, o Brasil escalou para o segundo lugar em diagnósticos no mundo, atrás somente dos EUA, que tem mais de 1,6 milhão.

São mais de 23 mil mortes hoje no território brasileiro. Caso as projeções do IHME se confirmem, o Brasil terá taxa de mortalidade de 63,85 mortes por 100 mil habitantes, atrás apenas de países da Europa que já foram o epicentro da pandemia, como Itália e Espanha.

O cenário é pior que o dos EUA, onde são projetadas 43,71 mortes por 100 mil habitantes. O instituto fez levantamentos em estados brasileiros como Rio, Bahia, Amazonas, Pernambuco, e também registrou pioras em grande parte das regiões desde o meio do mês. Em São Paulo, por sua vez, as projeções melhoraram e foram de 36 mil para 32 mil mortes esperadas até agosto.

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Covid-19: Brasil tem 391.222 casos confirmados e 24.512 mortes

O Brasil registrou 1.039 novas mortes por covid-19, chegando ao total de 24.512. O resultado representou um aumento de 4,4% em relação a ontem (25), quando foram contabilizados 23.473 óbitos provocados pela doença. Os números foram divulgados no balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (26).

Foram incluídas nas estatísticas 16.324 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, somando 391.222 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 4,3% em relação a ontem, quando o número de pessoas infectadas estava em 374.898.

Do total de casos confirmados, 208.117 estão em acompanhamento e 158.593 pacientes se recuperaram. Há ainda 3.882 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.423). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.361), Ceará (2.603), Pernambuco (2.328) e Pará (2.469).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (1.852), Maranhão (817), Bahia (495), Espírito Santo (487), Alagoas (354), Paraíba (286), Minas Gerais (234), Rio Grande do Norte (220), Rio Grande do Sul (203), Amapá (173), Paraná (159), Rondônia (133), Distrito Federal (124), Santa Catarina (121), Piauí (119), Sergipe (116), Acre (105), Goiás (104), Roraima (102), Tocantins (64), Mato Grosso (43) e Mato Grosso do Sul (17).

Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (86.017), Rio de Janeiro (40.024), Ceará (37.021), Amazonas (31.949) e Pernambuco (28.854). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (28,6 mil), Maranhão (24.278), Bahia (14.566), Espírito Santo (10.889) e Paraíba (8.919).

OMS suspende teste com cloroquina em pacientes com covid-19

(Foto: Reuters)

Um ensaio clínico do medicamento contra malária cloroquina em pacientes com a covid-19 foi suspenso por questões de segurança, informou nesta segunda-feira o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“O grupo executivo implementou uma pausa temporária do braço da hidroxicloroquina no ensaio Solidariedade, enquanto os dados de segurança são revisados pelo conselho de monitoramento de segurança dos dados. Os outros braços do ensaio continuam”, disse Tedros em entrevista online.

A decisão acontece após a revista The Lancet, uma das mais importantes publicações científicias do mundo, publicar um estudo alertando sobre os riscos da utilização do medicamento.

Brasil tem novo recorde diário de mortes pela Covid-19

Nesta quinta-feira (21), foram registrados 1.188 novos óbitos em decorrência da doença provocada pelo Sars-CoV-2

O Brasil registrou, nesta quinta-feira (21), um novo recorde diário de mortes em decorrência da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Foram 1.188 óbitos registrados no boletim oficial do Ministério da Saúde, subindo o total de vítimas no País para 20.047. Antes, o maior número diário de óbitos havia sido 1.179, do dia 19 de maio.

Foram contabilizados ainda mais 18.508 casos de infecção pelo Sars-CoV-2 com diagnósticos laboratorial. Agora, o País já soma 310.087 pessoas expostas ao vírus com confirmação oficial.

Mega-Sena acumula em R$ 5,5 milhões para este sábado

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.263 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta-feira (30) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 33 – 43 – 49 – 57.

A quina teve 36 acertadores; cada um receberá R$ 40.048,08. Já a quadra teve 2.492 acertadores; cada um levará R$ 826,49. O próximo concurso (2.264) será no sábado (23). O prêmio é estimado em R$ 5,5 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

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Ministério da Educação adia o Enem 2020

Enem foi adiado devido à pandemia. (Foto: Internet)

O Ministério da Educação (MEC) decidiu adiar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 em função dos impactos da pandemia do novo coronavírus. “As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais“, diz nota conjunta do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O cronograma inicial previa a aplicação do Enem 2020 impresso nos dias 1º e 8 de novembro. Já os participantes da versão digital, fariam a prova nos dias 11 e 18 de outubro. mais de 3,5 milhões de candidatos se inscraveram para o exame.

Para definir a nova data, o Inep promoverá uma enquete direcionada aos inscritos do Enem 2020, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante. As inscrições para o exame seguem abertas até as 23h59 desta sexta-feira, 22 de maio.

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Senado aprova proposta de adiamento do Enem

Além do Parlamento, a Justiça também se debruça sobre o tema. (Foto: Internet)

O Senado aprovou nessa terça-feira (19) um projeto de lei (PL) que adia a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em virtude da pandemia do novo coronavírus. O PL teve 75 votos favoráveis e um voto contrário. O projeto não firma um novo prazo para realização das provas, ficando dependente da evolução da situação epidemiológica. O texto segue para a Câmara.

O Enem teve, até agora, 3,5 milhões de inscrições , e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, defende a realização da prova na data prevista. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as inscrições vão até a próxima sexta-feira (22).

As provas do Enem estão marcadas para 1º de novembro (linguagens, códigos e suas tecnologias; redação; ciências humanas e suas tecnologias) e 8 de novembro (ciências da natureza e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias). Também serão previstas provas digitais, nos dias 11 e 18 de outubro.

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Curso de Oratória é disponibilizado online gratuitamente

Quem tem medo de falar em público e deseja aproveitar a quarentena para desenvolver suas habilidades na comunicação pessoal, terá a oportunidade de participar de um curso básico de Oratória totalmente online e gratuito. Após o término, o aluno receberá o certificado de participação.

O curso será ministrado pelo professor Paulo Ricardo Moreira, ao vivo, no próximo domingo (24) às 19h. Para se inscrever basta clicar aqui. O curso não ficará disponível para acesso depois.

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Brasil registra 1.179 mortes por Covid-19, recorde para um único dia

(Foto: Internet)

O Ministério da Saúde registrou nesta terça-feira (19) os números mais altos de casos e novas mortes por Covid-19 para um único dia no país. De acordo com a pasta, são 1.179 mortes e 17.408 novos casos registrados da doença.

Ao todo, são 17.971 mortos pela Covid-19 no Brasil, com 271.628 casos confirmados. Outras 106.794 pessoas se recuperaram após contraírem o novo coronavírus. Ao todo, 146.863 pacientes estão em acompanhamento.

Os casos contabilizados de um dia para o outro não necessariamente ocorreram nas 24 horas anteriores, já que os resultados de testes podem demorar dias ou até semanas para chegar.

O número de mortes “em investigação”, aguardando testes laboratoriais para identificar ou não a Covid-19, subiu 50% em um dia, de 2.277 para 3.319. Casos sejam confirmados como relacionados ao coronavírus, esses óbitos são registrados e integrarão as estatísticas oficiais dos próximos dias.

Estado com o maior número de casos, São Paulo tem 65,9 mil casos e 5,1 mil mortes, seguido pelo Ceará (28.112 casos e 1.856 mortes), o Rio de Janeiro (27.805 casos e 3.079 mortes), o Amazonas (22.132 casos e 1.491 mortes) e Pernambuco (21.242 casos e 1.741 mortes).