Janja interrompe jornalistas que tentam falar com Lula e os chama de ‘vira-latas’

Presidente Lula e a Primeira-dama Janja – Foto: reprodução/redes sociais.

A primeira-dama Janja protagonizou mais um momento constrangedor nesta quarta-feira (9) interrompendo com a frase “cadê meus vira-latas” o momento em que jornalistas questionavam o presidente Lula (PT) sobre as novas tarifas que os Estados Unidos pretendem impor a produtos brasileiros. A declaração foi feita enquanto o petista deixava o Palácio do Itamaraty, após almoço com o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto.

A jornalista tenta falar com o presidente, mas Janja interrompe a pergunta e repete a frase “cadê meus vira-latas” duas vezes, com o intuito de impedir pergunta e resposta. A assessoria da primeira-dama negou que ela tenha se dirigido a profissionais da imprensa e que o alvo seriam supostos “bolsonaristas”, apesar de nenhum bolsonarista estar presente no momento da intercorrência.

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Trump cumpre promessa e anuncia tarifa de 50% para produtos do Brasil

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – Foto: reprodução redes sociais.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras a partir de 1º de agosto, e alegou desequilíbrio comercial e práticas desleais por parte do governo brasileiro. Em uma carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Trump justificou a medida com duras críticas ao atual estado da relação bilateral, tanto na esfera econômica quanto institucional.

Segundo o presidente americano, o Brasil impõe há anos barreiras tarifárias e não tarifárias que prejudicam os Estados Unidos e desequilibram o comércio entre os dois países. “Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco”, afirmou Trump, ao destacar que a tarifa de 50% é, na verdade, “muito menos do que seria necessário para termos igualdade de condições”.

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PT de Petrolina se pronuncia sobre desfiliação de Odacy e Dulcicleide Amorim

A Direção Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Petrolina emitiu nota oficial nesta semana, após tomar conhecimento, por meio da imprensa, da desfiliação do ex-deputado estadual Odacy Amorim e da ex-deputada estadual Dulcicleide Amorim. Ambos ingressaram na sigla nos anos de 2011 e 2013, respectivamente, e encerram uma trajetória de mais de uma década no partido.

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Aumento de Deputados: Senado ameaça promulgar lei caso Lula não sancione

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que irá promulgar o projeto de lei que amplia o número de deputados federais de 513 para 531, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não sancione o texto até o prazo legal.

A proposta foi aprovada com ampla maioria na Câmara (361 a 36) e com margem apertada no Senado (41 a 33) no último dia 25 de junho.

A iniciativa visa ajustar a representação proporcional dos estados com base nos dados do Censo de 2022, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou necessária a atualização da composição da Câmara.

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Miguel Coelho é confirmado como prioridade do União Brasil para o Senado

O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, oficializou nesta semana a pré-candidatura de Miguel Coelho ao Senado Federal nas eleições de 2026. Rueda destacou que o ex-prefeito de Petrolina será a principal aposta da legenda no estado e receberá total apoio da executiva nacional.

Segundo Rueda, Miguel Coelho é considerado “prioridade absoluta” do partido no pleito de 2026. O dirigente também afirmou que o projeto contará com o respaldo de importantes lideranças políticas, como o senador Davi Alcolumbre (AP) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (BA), ambos com forte influência dentro do União Brasil.

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Editorial – A conta do populismo está chegando, e até a Europa já percebeu

Não é mais apenas uma percepção interna: o Brasil tem sido alvo de críticas contundentes vindas de fora, mostrando como o governo do presidente Lula (PT) tem perdido credibilidade até mesmo entre seus antigos entusiastas no exterior. Uma reportagem recente do prestigiado jornal alemão Die Welt expôs de forma direta o que muitos brasileiros já sentem na pele: a Europa errou ao apostar em Lula, que agora é chamado abertamente de “populista de esquerda”.

O editorial do jornal europeu destaca que o governo Lula tem sido uma frustração para quem esperava compromisso com responsabilidade fiscal, estabilidade institucional e segurança jurídica. Segundo o texto, os europeus fecharam os olhos para as contradições do petista por considerarem Bolsonaro um “populista de direita”, mas hoje reconhecem que o Brasil sob Lula enfrenta problemas tão ou mais graves.

E não é só na visão estrangeira que Lula decepciona. Uma pesquisa divulgada recentemente mostra que, em comparação com Bolsonaro, o governo atual apresenta pior desempenho em três áreas sensíveis para o cidadão comum: gastos públicos, segurança e carga tributária. A máquina estatal voltou a se agigantar, com déficits recordes e aumento do peso dos impostos sobre famílias e empresas. Na segurança, os índices de criminalidade não caem no ritmo esperado, e o governo federal não tem apresentado um plano nacional consistente para enfrentar o crime organizado.

É necessário dizer com todas as letras: o Brasil está pagando caro por discursos cheios de promessas fáceis, mas pobres em execução responsável. O populismo, seja de direita ou de esquerda, cobra um preço alto, e quem paga é o povo, com mais impostos e ruas perigosas.

Fica aqui o nosso alerta e o nosso chamado às autoridades para que abandonem a retórica eleitoral e passem a governar com seriedade. O Brasil precisa urgentemente de equilíbrio fiscal, incentivos claros ao setor produtivo e de um programa firme de combate à violência. Enquanto isso não acontece, seguimos perdendo credibilidade internacional e, o que é pior, vendo o futuro dos brasileiros comprometido pela velha política de gastar muito e resolver pouco.

Waldiney Passos

Bolsonaro e Lula empatam tecnicamente em nova pesquisa da AtlasIntel

Levantamento divulgado nesta terça-feira (8) pela AtlasIntel, em parceria com Latam Pulse e Bloomberg, aponta um cenário de empate técnico entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso as eleições presidenciais fossem realizadas hoje com os mesmos candidatos de 2022.

Segundo os dados, Bolsonaro teria 46% das intenções de voto, contra 44,4% de Lula. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, o que coloca os dois dentro do limite de empate técnico.

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Modelo de Raquel Lyra na divisão da Compesa reduz repasses e penaliza municípios do Sertão

O modelo definido pelo governo de Raquel Lyra (PSD) para dividir os recursos da concessão da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) deve resultar em repasses bem abaixo do que os prefeitos pernambucanos esperavam. Enquanto cidades populosas como Recife e Jaboatão dos Guararapes vão receber menos da metade do valor inicialmente previsto, o impacto será ainda mais duro nos pequenos municípios do Sertão, que perderão quase 70% do montante estimado.

Granito, Terra Nova e Verdejante, por exemplo, são casos preocupantes. Com menos de dez mil habitantes e poucas fontes de receita, essas cidades deveriam receber R$ 21,3 milhões, mas, pelo critério fixado pelo governo estadual, vão ficar com apenas R$ 6,8 milhões — uma queda de 68% em relação ao cálculo anterior. Santa Cruz e Santa Filomena também vão amargar reduções semelhantes: o repasse que seria de R$ 23,2 milhões cairá para R$ 7,8 milhões.

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Trump defende Bolsonaro e Lula rebate: “Ninguém está acima da lei”

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a manifestar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (7), classificando as investigações contra o brasileiro como uma “caça às bruxas”.

A declaração foi feita por meio da rede social Truth Social, onde Trump comparou a situação de Bolsonaro aos próprios processos que enfrenta na Justiça americana.

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Governo e Congresso em rota de colisão: embate pelo IOF pode redefinir alianças políticas em Brasília

O impasse entre o Executivo e o Congresso Nacional em torno da reoneração do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ganhou novos desdobramentos e pode comprometer a meta fiscal do governo para 2025.

Após derrotas tanto na Câmara quanto no Senado, o Palácio do Planalto busca reverter os efeitos das decisões no Supremo Tribunal Federal (STF).

A reoneração do imposto garantiria uma arrecadação de aproximadamente R$ 20,5 bilhões, considerada essencial para o cumprimento do arcabouço fiscal e da meta de déficit zero.

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Moraes suspende decretos sobre IOF e marca audiência de conciliação entre Executivo e Congresso

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (4) os efeitos dos decretos presidenciais e legislativos que tratam do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A decisão, em caráter liminar, atinge os Decretos Presidenciais nº 12.466/2025, 12.467/2025, 12.499/2025 e o Decreto Legislativo nº 176/2025, aprovado pelo Congresso Nacional para derrubar o aumento das alíquotas do tributo.

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Flávio Dino critica politização do STF e minimiza polêmica sobre IOF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta quinta-feira (3) a judicialização de temas que, segundo ele, deveriam ser resolvidos no campo político.

Durante sua participação no Fórum Jurídico de Lisboa, em Portugal, Dino afirmou que a controvérsia em torno do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), revertido pelo Congresso, é uma questão “rasa” do ponto de vista jurídico.

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Editorial: Proposta de Alcolumbre para limitar ações de partidos no STF fortalece o Congresso e a vontade popular

Nós entendemos que a proposta do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de restringir quais partidos podem acionar o Supremo Tribunal Federal para questionar leis aprovadas pelo Congresso é não apenas legítima, mas também necessária. O Brasil vive hoje um cenário de intensa judicialização da política, onde qualquer partido, mesmo com representação mínima, consegue travar no STF decisões que foram amplamente debatidas e aprovadas pelo Legislativo, que é a casa do povo.

É claro que o controle de constitucionalidade é fundamental para proteger a democracia e impedir abusos. Mas o que temos visto é o uso excessivo e, muitas vezes, estratégico de ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) por partidos nanicos, que não conseguem aprovar suas pautas no voto e tentam barrar no tapetão do Judiciário o que foi decidido pela maioria dos representantes eleitos. Isso desequilibra o jogo político e afronta o princípio da soberania popular.

A proposta de exigir um piso mínimo de representação, como ter ao menos 15 deputados ou um percentual relevante no Congresso para ter legitimidade ativa no STF, faz todo sentido. Não se trata de calar partidos pequenos, mas sim de garantir que o Supremo seja acionado para discutir grandes temas nacionais por partidos que realmente representam parcelas expressivas do eleitorado e do Parlamento.

É uma forma de respeitar a vontade popular expressa nas urnas, fortalecer o Congresso Nacional e diminuir o ativismo judicial, que tantas vezes paralisa o país. Por isso, apoiamos a iniciativa e esperamos que ela avance no Senado, trazendo mais responsabilidade e equilíbrio para as relações entre Legislativo, Judiciário e os partidos políticos.

Waldiney Passos

Governo e Congresso iniciam trégua após crise provocada por aumento do IOF

(Foto: Reynaldo Stavale)

Após uma semana marcada por tensões entre o Executivo e o Legislativo, governo federal e Congresso Nacional começaram a adotar medidas de reaproximação.

A crise política ganhou força com a votação que derrubou o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o que gerou desconforto entre os Poderes.

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Pesquisa aponta que quase metade dos deputados federais veem STF invadindo competências do Congresso

(Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Segundo levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (2), 49% dos deputados federais entrevistados acreditam que o Supremo Tribunal Federal (STF) invade “sempre” as competências do Congresso Nacional.

Para 28%, essa interferência acontece “às vezes”, enquanto 12% consideram que ela é “rara”. Apenas 5% disseram que isso “nunca” ocorre e 6% não souberam responder.

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