
As defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros seis aliados têm até o fim desta quarta-feira (13) para entregar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais no processo que apura a chamada “trama golpista”.
O prazo, de 15 dias, começou a contar após a entrega da manifestação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator no caso. Por regra, réus não delatores apresentam suas alegações por último.
Essa etapa representa a última manifestação das defesas antes do julgamento final. Após a entrega, o relator, ministro Alexandre de Moraes, deve encerrar a fase de instrução processual, abrindo caminho para que o caso seja pautado para julgamento.
Não há data definida, mas a expectativa no Supremo é que a primeira ação penal sobre a tentativa de golpe seja julgada até o fim de setembro. O processo envolve militares e civis do alto escalão do governo Bolsonaro, apontados como integrantes do núcleo central do suposto complô.
O julgamento será colegiado, realizado pela Primeira Turma do STF, formada por cinco ministros: Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino.



