
A Justiça de São Paulo determinou a interdição civil do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em razão do agravamento de seu estado de saúde, marcado por um quadro avançado de Alzheimer. A decisão nomeia seu filho, Paulo Henrique Cardoso, como curador provisório.
O processo foi solicitado pela própria família, com o apoio das filhas Luciana e Beatriz Cardoso, e conduzido por advogados do escritório Bermudes Advogados. A medida é considerada comum em situações em que há perda progressiva da capacidade civil, garantindo proteção jurídica e pessoal ao paciente.
Embora a decisão tenha sido formalizada agora, Paulo Henrique já vinha assumindo, há alguns anos, a condução de questões financeiras e da rotina do ex-presidente, inclusive por vontade expressa do próprio Fernando Henrique. A decisão judicial, portanto, consolida uma realidade já estabelecida no âmbito familiar.
























