Radialista de afiliada da Globo chama Bíblia de “livrinho idiota” e ataca religiões ao vivo

José Carlos Magdalena, da rádio EP FM de Araraquara, gerou polêmica ao criticar duramente o livro sagrado e classificar a religião como “demoníaca”.

O jornalista José Carlos Magdalena, apresentador da rádio EP FM (afiliada do Grupo Globo em Araraquara, SP), protagonizou um momento de forte tensão durante uma transmissão ao vivo. Ao responder ao comentário de um ouvinte sobre a visão bíblica do matrimônio, o radialista disparou ofensas contra a fé cristã e a validade das Escrituras.

O estopim da discussão
A polêmica começou quando Magdalena leu a mensagem de um ouvinte que defendia a união exclusiva entre homem e mulher baseando-se em preceitos religiosos. Contrariado, o jornalista reagiu de forma incisiva:

“A Bíblia é um cacete, é um livrinho idiota. A religião é um demônio que infelizmente está no meio social. A religião é demoníaca”, afirmou.

Críticas diretas ao texto sagrado
Prosseguindo com o desabafo, o radialista questionou a composição histórica da Bíblia e defendeu a liberdade individual acima de dogmas religiosos, utilizando termos de baixo calão:

Sobre o conteúdo: “A Bíblia está errada. A Bíblia é uma bost*, se você quiser saber. Ali tem um monte de criação, cada um colocou uma coisinha a mais.”

Sobre a felicidade individual: “Se as pessoas são felizes […] o que as pessoas têm a ver com isso? Tá fazendo algum mal pra você? ‘Ah, mas Deus’… Deus o cacete, cidadão!”

Alerta sobre intolerância religiosa
Mesmo após ser alertado por um colega de bancada sobre o risco de suas declarações configurarem crime de intolerância religiosa, Magdalena não recuou. Pelo contrário, o jornalista reforçou sua postura, sugerindo que a religião deveria ser “banida” da sociedade.

“Livrinho idiota! Eu li muito! É tudo besteira isso aí! Tudo palhaçada! Tudo idiotice!”, reiterou o apresentador antes de encerrar o assunto.

O que diz a lei?
Vale lembrar que, no Brasil, a Lei 7.716/1989 prevê punições para crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, o que inclui a prática de discriminação ou preconceito contra religiões. A pena pode variar de multas até a reclusão, dependendo da gravidade e do alcance da ofensa.

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