Uneb oferta capacitação de práticas de desenvolvimento sustentável em Irecê e Senhor do Bonfim

educação ambiental meio ambiente

Capacitar agentes populares para identificar e refletir criticamente as questões socioambientais em seu território.

Esse é o objetivo do curso de Formação de Agentes Populares de Educação Ambiental na Agricultura Familiar que será ofertado pela UNEB, em parceria com Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF), do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O projeto do curso, elaborado pelos analistas universitários Sílvia Karla dos Santos e Anderson Viana, contou com o apoio da Secretaria Especial de Articulação Institucional (Seai), da Assessoria Especial para Projetos Estratégicos de Articulação da Educação Superior com os Territórios de Identidade do Estado da Bahia e da Coordenação Geral de Educação do Campo da UNEB.

A iniciativa, voltada para agricultores, agentes comunitários, agentes públicos e jovens moradores de áreas rurais, visa promover a mobilização e sensibilização social para a realização de ações que resultem na melhoria da qualidade de vida e conservação dos recursos.

O curso, que será ofertado na modalidade semipresencial, terá duração de cinco meses e carga horária de 180 horas.

“A estrutura do ambiente virtual e materiais didático serão disponibilizados pelo Ministério do Meio Ambiente. A UNEB vai contribuir significativamente para fortalecer o aprendizado da agricultura familiar por meio de práticas de desenvolvimento sustentável”, explicou Sílvia Karla dos Santos, que também é coordenadora pedagógica do curso.

As inscrições para o processo seletivo estão previstas para o início o de março por meio de análise curricular. Serão oferecidas 45 vagas, distribuídas em duas turmas nos campi da UNEB das cidades de Irecê e Senhor do Bonfim.

Estudantes da Facape já podem participar da mobilidade discente na Univasf

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Os alunos da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) que desejam estudar na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) já podem se inscrever no Programa de Mobilidade Estudantil, instituído a partir de um convênio firmado entre as Instituições de Ensino Superior (IES) da região – Facape, IF Sertão-PE, Uneb e Univasf.

Os interessados devem se inscrever em suas próprias IES até o dia 11 de março. Na Facape, as inscrições são realizadas na Central de Atendimento ao Discente (CAD). No ato, os alunos devem levar toda documentação exigida no edital, que está disponível em anexo e no site da autarquia.

Para participar do processo seletivo, os estudantes devem atender aos seguintes requisitos: estar regularmente matriculado no semestre 2015.2 ou 2016.1, ter integralizado todas as disciplinas previstas para o 1° e 2° semestres letivos do seu curso, não ter participado anteriormente deste mesmo programa de mobilidade por três vezes consecutivas ou alternadas, entre outras exigências contidas no edital.

O resultado será divulgado a partir do dia 4 de abril e a matrícula dos contemplados será realizada presencialmente na Univasf, entre os dias 7 e 8 do mesmo mês (abril). Segundo o diretor acadêmico da Facape, Antonio Habib, cada instituição irá elaborar e definir as regras para ingresso por meio de edital, como fez a Univasf. Para ele, a mobilidade discente é um marco histórico na educação no Vale do São Francisco.

Universitários do Vale do São Francisco podem cursar disciplinas em outros Campus da região

Estudantes-universidade

O Programa de Mobilidade Estudantil foi instituído a partir do convênio firmado entre a Univasf, a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a Universidade de Pernambuco (UPE), Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), por meio do Termo de Cooperação Técnica Nº 5/2015, publicado no Diário Oficial da União de 5 de outubro de 2015.

A Universidade Federal do Vale São Francisco (Univasf), por meio da Pró-Reitoria de Ensino (Proen), lançou nesta quarta-feira (24) o edital do processo seletivo para o Programa de Mobilidade. A seleção visa proporcionar aos estudantes de graduação regularmente matriculados nestas Instituições de Ensino Superior (IES) a oportunidade de cursar disciplinas em cursos da Univasf no semestre letivo 2016.1. As inscrições devem ser realizadas até 11 de março na IES de origem do discente.

Para participar, os candidatos precisam estar matriculados nos semestres 2015.2 ou 2016.1 num curso de graduação ofertado por uma das IES que integram o convênio de mobilidade acadêmica regional. Os interessados devem procurar o setor responsável na sua IES para realizar a inscrição, conforme lista abaixo. O processo seletivo para participar da mobilidade na Univasf é coordenado pelo Departamento de Programas Especiais de Graduação (DPEG), da Proen.

Os pré-requisitos são: ter integralizado todas as disciplinas previstas para o 1º e o 2º semestres letivos do seu curso de graduação, não ter participado anteriormente deste programa de mobilidade por três vezes, consecutivas ou alternadas, independente das IES nas quais tenha ocorrido a mobilidade, estar apto a iniciar as atividades acadêmicas da mobilidade no primeiro semestre letivo de 2016 da Univasf, e não exceder o limite semestral de carga horária de matrícula em disciplinas, previsto no regimento de sua IES de origem, devendo ser considerada a matrícula na IES de origem e a pretensão de disciplinas a serem cursadas na Univasf.

Outras informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas na Diretoria de Programas Especiais de Graduação da Univasf, pelo e-mail [email protected] e pelo telefone (87)2101-6758. 

Locais de inscrição nas IES: 

Uneb – Secretaria do colegiado do curso no qual está matriculado, junto ao Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS-III), ou ao Departamento de Ciências Humanas (DCH-III)
UPE: Coordenação de Graduação, das 14h30min às 21h
IF Sertão-PE: Secretaria de Controle Acadêmico de cada Campus
AEVSF-FACAPE: Central de Atendimento ao discente.

Cronograma: 

Período de inscrição na IES de origem – 24 de fevereiro a 11 de março
Análise dos pedidos de mobilidade pela IES de origem – 14 a 22 de março
Remessa das inscrições qualificadas pela IES de origem à Univasf – até 23 de março.

Análise das solicitações pela Univasf – 28 de março a 1º de abril
Divulgação do resultado do processo seletivo – a partir de 4 de abril
Matrícula presencial na Univasf – 7 e 8 de abril.

Investigação criminal e eficiência

Reginaldo Gomes 1

Por Reginaldo da Silva Gomes

“…a morte de uma criança no interior de escola indica muitas omissões…”

A harmonia social é um “estado de coisas” muito frágil e constantemente sujeito ao risco de sucumbir diante dos conflitos. Esse risco é diminuído com implementação eficiente e eficaz de mecanismos de controle social que se somam, visando o ideal permanente de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, na qual o valor fundamental seja a dignidade da pessoa humana. Quando há comportamentos abusivos ou afrontosos à expectativa de segurança pessoal ou grupal, todos os seres sociais se veem imediatamente investidos no mandato de defesa do interesse público. Ocorrido o crime, por exemplo, a dor da vítima ou de sua família ecoa na sociedade, fazendo todos se inquietarem com a sensação de insegurança. Eis uma razão para estar escrito na Constituição da República que segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos; deve ser exercida para preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas, além do patrimônio (art. 144). Mas a própria Constituição definiu órgãos com poder de gestão desses interesses e obrigação de produzir resultados. Logo, há uma precedência do Estado no cumprimento desse dever.

Garantir a segurança de todos deveria ser uma atribuição cumprida de forma muito eficiente pelo Estado. Não é por outra razão que a eficiência é um dos seus princípios vetores, ao lado de outros (legalidade, imparcialidade, moralidade e publicidade – artigo 37 da CF/88). Ineficiência estatal é afronta à sociedade e descumprimento da Constituição Federal. Se o Estado não consegue atender às demandas que lhe são apresentadas, assume feição de um corpo doente que deve ser tratado; e se não receber cuidados vai gerar sério risco para quem depende dele. É preocupação importante porque modernamente todos dependem do Estado, direta ou indiretamente. Quanto mais intervencionista na vida da sociedade, mais cartorial e invasivo se torna; até chegar ao ponto de nada se poder fazer sem a benção do “grande irmão” estatal. À autoridade e poder do Estado deveriam ser correlatos os deveres. Aos muitos tributos cobrados da sociedade, deveriam corresponder serviços e respostas na mesma proporção. Não é o que acontece na saúde, educação, transporte, segurança…

Exemplo dessa dívida acalentada pelo Estado é o fenômeno criminalidade. Sem adentrar aos aspectos da “teoria do delito”, cabe dizer que crime é problema social muito complexo, fruto de inúmeras causas sociais, gerado no comportamento psicossocial de nossas comunidades. O crime é decorrente de antagonismos e pressões que a sociedade tem dentro de si, tendentes a se transformar em violência, terrorismo, corrupção; todos esses são fatores desordenadores do corpo social (Dias, E. 1982:167).

Os mecanismos de controle social obedecem a uma hierarquia visando o desestímulo de práticas não toleradas. Há os mecanismos mais simples, como as regras de comportamento social (etiqueta social, por exemplo); avançam para limitações e orientação de comportamento, como as ditadas por religiões; até chegar ao último estágio, que é a ação do Estado, usando seu aparato jurídico-repressivo. Este aparato é dotado de uma complexidade de órgãos, agentes e atribuições, indo do agente fiscalizador (ex.: policial) até a autoridade judiciária. Estes agentes do poder público manejam instrumentos jurídicos com incumbência de coerção (poder intimidativo e desestimulador), sanção (resposta dada à conduta) e coação (punição efetivada).

A gradação de atribuições e cuidados para evitar o ato lesivo ao interesse público permite constatar que um crime é consequência de muitas omissões. Imagine um crime brutal ocorrido no interior de uma escola e que tenha vitimado alguém que foi àquele lugar acreditando estar seguro. Afinal, a escola sempre foi um templo do saber, do conhecimento, do crescimento. Os responsáveis por ambientes com tal sacralidade estão obrigados a cuidados que vão além do normal; é esta a razão de terem estudado e se preparado ao longo de toda uma vida. Receberam a incumbência de guiar vidas. Esta escola deveria estar preparada para recepcionar grande número de pessoas e monitorá-las de forma eficiente, visando a segurança de todos. Não é diferente quando ocorre uma morte num ambiente festivo ou esportivo. A autorização para pensar assim pode ser buscada no “princípio da confiança” (Der Vertrauensgrundsatz), enquanto critério de interpretação e fixação dos limites do dever objetivo de cuidado. Este princípio foi criado pela jurisprudência alemã, desenvolvido pela doutrina jurídica e já tem larga aplicação no direito brasileiro. (apudJuliano Augusto Dessimoni Vicente)

No exemplo da morte ocorrida no ambiente escolar também há substancial parcela de responsabilidade pela omissão no policiamento preventivo, ostensivo, tendente a inibir a ação criminosa (CF/88, artigo 144, §5º). É inegável que a presença física ou sentida (v.g., monitoramento por câmeras) de um policial ou qualquer agente fiscalizador, produz significativo resultado intimidativo no delinquente, que sempre considera a impunidade e o risco de sua atividade. Há, então, um segundo nível de responsabilidade a ser apurada.

Diante da dupla ineficiência por omissão e ocorrida a lesão social (crime), surge a esperança de punição/responsabilidade do criminoso. É atribuição exclusiva do Estado, porque a ninguém é permitido fazer justiça com as próprias mãos ou exercício arbitrário das próprias razões (Código Penal, artigo 345). Para esta função há um aparato composto pela policia judiciária (civil e federal), sob um controle externo do Ministério Público (CF/88, artigos 144, §§4º e 1º; 129, VII). Quando este terceiro nível fracassa e mostra que não está preparado para as altas atribuições que a sociedade lhe delegou, a impunidade é coroada e resulta no incentivo para cometimento de outros crimes. A demora na punição do criminoso já é intolerável e representa uma dupla punição para a vítima ou seus familiares.

Para evitar a frustração da expectativa do cidadão que espera eficiência em todas essas funções do Estado, o legislador fez muitas normas e a administração pública é repleta de escolas de formação; além de  ser rigorosa na seleção de pessoas para estas atividades. Os concursos são disputados entre candidatos com nível superior de instrução, bom preparo físico e saúde comprovada. Os cargos são bem remunerados. Mas a prática destoa da teoria e os números brasileiros entristecem; especialmente quando comparados com países como Estados Unidos, Japão, Inglaterra… A sensação de insegurança que o brasileiro tem amargado há muitos anos mostra que falta muito para ser alcançada a tão sonhada eficiência estatal no combate ao crime.

Embora tenha incumbência de controle externo da atividade policial, o Ministério Público depende da correta atuação da policia judiciária para oferecer acusação perante o Poder Judiciário, que sempre julgará o acusado com base na prova que foi juntada aos autos e respeitando o devido processo legal. Esta ordem e definição de atribuições aumenta a importância da atividade técnico-científica de investigação policial, que parece ser esquecida ou negligenciada até por seus executores. Sem um bom inquérito e uma eficiente investigação é grande a chance de o criminoso ficar impune, zombando da sociedade, da vítima e do Estado.

Luiz Carlos Rocha (1998:5), seguindo lições de Coriolano Nogueira Cobra, ensinou/escreveu que investigação é um conjunto de regras positivas e práticas a serem empregadas no caso concreto. Acolhe, na sua dinâmica, métodos específicos e do planejamento racional de hipóteses e suposições aplicados, sem dispensar a experiência e intuição do profissional. É trabalho que exige inteligência, experiência e interesse. Sem estes atributos de um investigador, ficam inúteis a policiologia, antropometria, datiloscopia, balística, documentoscopia, química e bioquímica forense, levantamento topográfico forense e de locais de crime, criminalística geral, coleta de dados, recognição visiográfica, exames e pesquisas laboratoriais, trabalho de campo na obtenção de informes e informações, técnicas de interrogatório, métodos de vigilância e monitoramento, infiltração, elaboração de perfis psicológicos etc. Investigar é vocábulo com origem latina, indica indagação com cuidado, observar detalhes, examinar com atenção, seguir vestígios, descobrir. Logo, não é atividade burocrática, a ser cumprida em horário de repartição pública. É ocupação pautada pelo binômio ideal e carisma. Ser investigador não é só uma ocupação profissional; é um estilo de vida pautado na crença de que não existe crime perfeito, mas sim crime mal investigado.Quem exerce atividade desse porte não admite ser menos inteligente do que um criminoso covarde que, escondido na própria insignificância, rompe com a paz social, acaba com a alegria de família(s), destrói lares e comete crimes que não devem e não podem ficar impunes.

Ao lado de exigir seriedade e profissionalismo na relevante atividade técnica, cabe salientar que o inimigo da sociedade é o criminoso e não o policial. O agente estatal, em sua árdua missão de garantir a paz social, enfrenta tantas dificuldades quanto qualquer outro trabalhador. A tudo isso ele suporta com coragem; mas o maior desgaste e fator de desestímulo funcional é constatar que pessoas de bem, por equívoco, hipotecam solidariedade a criminosos, enquanto criticam quem mata e morre para manter a ordem na sociedade.

Reginaldo da Silva Gomes é professor na Universidade do Estado da Bahia, advogado, mestre em direito.

Estudante e professor da Facape são aprovados em mestrado

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Os estudantes e professores da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) continuam se destacando nas seleções e concursos pelo país afora. Desta vez, um aluno e um docente do curso de Direito foram aprovados para o mestrado.

Enos André de Farias é estudante do 6º período e já garantiu a vaga como aluno regular no Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA), na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro. O discente de Direito da Facape ficou em primeiro lugar na seleção, concorrendo com professores e alunos de todo o Vale do São Francisco e norte baiano.

Já o professor Phablo Freire, que também é ex-aluno da autarquia, foi aprovado no Mestrado em Psicologia pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). O processo seletivo foi realizado em várias etapas, desde uma prova escrita de metodologia à defesa do pré-projeto e prova de idioma.

“A seleção foi bastante rígida e mais de 40 pessoas foram eliminadas nas primeiras fases. Na prova escrita de metodologia, por exemplo, o candidato deveria produzir um projeto com o tema sorteado no momento da prova, atendendo a todos os requisitos previstos no edital”, explicou.

Uneb Juazeiro abre inscrições para estudantes da terceira idade

Alunos UATI Uneb Juazeiro 2

Estão abertas de 15 a 24 de fevereiro as inscrições para os idosos que pretendem buscar o saber no Programa Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI). O curso é organizado pelo Departamento de Ciências Humanas – Campus III da Universidade do Estado da Bahia UNEB, em Juazeiro, local das aulas.

Os interessados podem obter outras informações na Secretaria da UATI, localizada no prédio do DCH III, na Avenida Edgar Chastinet, sem número, Bairro São Geraldo, no horário das 14h00 às 18h00 de segunda a sexta-feira.

O início das atividades está previsto para o dia 15/03/2016. Telefone para contato 3611-5617 ou 3611- 6483.

Uneb oferece 60 vagas em cursos para alunos especiais

A Coordenação do Programa de Pós-graduação – Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos – PPGESA informa a todos os interessados que oferecerá no semestre 2016.1 60 (Sessenta) vagas a condição de aluno especial do PPGESA, distribuídas nas seguintes disciplinas:

DISCIPLINA

HORÁRIO Nº DE VAGAS
FORMAS DE ESCOLARIZAÇÃO E SISTEMAS DE ENSINO TERÇA-FEIRA

Das 08h:00minh às 12:10h

17
EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS NO SEMIÁRIDO TERÇA-FEIRA

Das 08h:00 às 12:10h

13
ESTUDOS CULTURAIS E MÍDAS TERÇA-FEIRA

Das 08h:00 às 12:10h

14
MEIOS, MEDIAÇÃO E REDES SOCIAIS TERÇA-FEIRA

Das 08h:00 às 12:10h

16
TOTAL

60

  1. DAS INSCRIÇÕES:

 2.1. As inscrições serão realizadas por meio eletrônico, através de ficha de inscrição preenchida on line e impressa no sitio http://www.ppgesa.uneb.br no período de 15 a 19/02/2016 ou diretamente no site: http://siae.uneb.br/?id=PPGESA20161 no horário das 08h30min às 12h30min.

2.2. O candidato poderá concorrer nas 02 (duas) disciplinas ofertadas, desde que pague o valor individual da taxa de inscrição para cada disciplina ao qual concorre e apresente 2 (duas) cartas de intenção, uma para cada disciplina, contudo, caso seja aprovado, só será admitido em uma única disciplina como aluno especial no semestre 2016.1;

2.3. A seleção tem validade apenas para o Semestre 2016.1.

  1. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA A INSCRIÇÃO

3.1. Formulário de inscrição, devidamente preenchido e impresso, (disponível no sítio www.ppgesa.uneb.br), contendo os seguintes anexos por disciplina: 3.1.1. Carta de Intenção justificando a importância da disciplina para o seu aperfeiçoamento profissional/acadêmico;

3.1.2. Cópia da carteira de identidade;

3.1.3. Cópia do CPF;

3.1.4. Cópia do Diploma de Graduação ou Certificado de Conclusão emitido pela instituição; 3.1.5. Cópia do diploma de pós-graduação (Especialização e/ou Mestrado), se possuir;

3.1.6. Curriculum Lattes impresso diretamente da Plataforma Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

3.2. Comprovante de transferência ou pagamento identificado (original) da taxa única de inscrição: no valor de R$ 80,00 (Oitenta Reais) por disciplina, no Banco do Brasil S/A, Agência 3832-6, Conta Corrente 991808-6, ou, se funcionário da UNEB, cópia do contracheque de um dos três últimos meses, comprovando vínculo com a UNEB, para a dispensa de pagamento da taxa. No depósito, o código identificador é o nº do CNPJ da UNEB: 14.485.841/0001-40 e o CPF do candidato. Não serão aceitos comprovantes de depósitos realizados em caixas eletrônicos.

3.3. Não haverá conferência de quaisquer conteúdos constantes no envelope no ato da inscrição, sendo de responsabilidade do candidato a inclusão de todos os documentos exigidos no item 3 deste edital. A ausência de quaisquer dos documentos listados acima eliminará automaticamente o candidato do Processo Seletivo.

Outras informações: www.ppgesa.uneb.br ou pelos telefones: 74-3611-5617/74-3611-6860/ 74-3611- 6463 – ramal: 228.

Político faz Enem na prisão e vai cursar universidade em Alagoinhas  

O ex-deputado Luiz Argôlo, pensando no futuro, fez o ENEM na prisão, e também se inscreveu no SISU (Sistema de Seleção Unificada),  com a nota alcançada no certame ele foi selecionado para o curso de licenciatura em Matemática, na UNEB em Alagoinhas, curso em que as aulas é na parte da manhã.

Com isso cabe agora à Justiça autorizar sua saída da penitenciária para assistir às aulas na faculdade, e se autorizar, ele deverá ser transferido do Paraná para a Bahia.

A Nota de corte do curso que ex-deputado conseguiu a vaga foi de 622,12, para a Ampla Concorrência, e era somente 9 vagas em disputa.

1.441 vagas estão disponíveis pelo sistema de seleção do MEC, SiSu, na UNEB

Sisu 2016

As inscrições para o SiSU estão abertas a partir desta segunda-feira (11). A UNEB, que participa pela décima vez do Sistema de Seleção Unificada, do Ministério da Educação (MEC), está oferecendo 1.441 vagas, distribuídas entre 107 opções de cursos presenciais nos 24 Campus da universidade.

Para concorrer às vagas, os alunos devem se inscrever gratuitamente através do site http://sisu.mec.gov.br, até o dia 14 de janeiro, podendo escolher até duas opções de cursos oferecidas pela instituição. O Sistema do MEC fará a seleção dos inscritos de acordo com o desempenho que obtiveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015.

O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro na página do SiSU e no portal da UNEB. As matrículas ocorrem nos dias 22, 25 e 26 de janeiro.

Os interessados podem consultar o edital, as vagas disponíveis, o termo de participação da UNEB no SiSU, informações sobre os cursos e turnos das aulas, além dos documentos necessários para matrícula, no site www.uneb.br/sisu.

Curso de Agricultura Orgânica da UNEB Juazeiro supera expectativas

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O Centro de Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável (Caerdes), do DTCS da UNEB, Campus III, recebeu 3.818 inscrições para a primeira edição do curso em Agroecologia e Agricultura Orgânica, no formato de Ensino à Distância (EaD). O número de inscritos superou as expectativas, que era de formar uma turma composta por 30 alunos, com solicitação de todo o Brasil e também do Paraguai.

Pessoas de instituições como a Universidade Nacional de Assunção, assim como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Instituto Regional de Pequena Agropecuária (IRPA) realizaram inscrição.

De acordo com o coordenador do Caerdes, professor Jairton Fraga Araújo, o grande público é a novidade do curso, que também é promovido pelo Centro presencialmente, com a capacitação tecnológica de estudantes, agricultores e empresários da região, visando buscar relações socioeconômicas que promovam o desenvolvimento das pessoas, do território e de sistemas agrícolas com baixo impacto ecológico.

As videoaulas estão sendo disponibilizadas há 15 dias por meio de link exclusivo enviado aos participantes. Ao final das aulas, os participantes realizarão prova objetiva, que garantirá o certificado aos aprovados. A previsão de entrega dos certificados é para o dia 30 de janeiro de 2016. A carga horária do curso é de 40h.

Mais uma instituição de ensino se solidariza com família de Beatriz

O brutal assassinato da menina Beatriz Angélica, de apenas 7 anos, durante a festa de formatura de uma escola privada de Petrolina deixou todos os moradores da região revoltados e perplexos. Vários órgãos de Petrolina e região estão emitindo notas de pesar pela morte da garota.

Neste sábado (12) o Diretor do DTCS/Campus III – Uneb Juazeiro, Jairton Fraga Araújo, enviou nota de pesar pela menina.

“A Direção do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS), do Campus III, da UNEB, em Juazeiro, e toda a sua comunidade acadêmica, expressam seu pesar, angústia e tristeza pelo ocorrido com a menina Beatriz Angélica, na vizinha cidade de Petrolina (PE). Consternados, estendemos nossa solidariedade à família e nos juntamos a toda população do Vale do São Francisco que também compartilham esse momento de dor”, diz a nota.

55 anos de história do 1° curso de agronomia do Vale será comemorado no sábado (12)  

 

1ª turma de agrônomos da Uneb (Foto: arquivo Dtcs)

1ª turma de agrônomos da Uneb (Foto: arquivo Dtcs)

Os ex-alunos da 1ª Faculdade de Agronomia do Médio São Francisco (Famesf), sediada na Universidade do Estado da Bahia (Uneb) estão com encontro marcado no próximo sábado (12/12) na instituição, para comemorar e lembrar das histórias e os desafios do curso na região. O evento acontecerá no Auditório Antônio Carlos Magalhães do Dtcs, a partir das 8h.

Serão homenageados os alunos da primeira turma do curso de Agronomia, que completará 50 anos de formados; o Diretório Acadêmico Livre (D.A.L.A) que comemora 52 anos de história, na Famesf e no Dtcs; e o Bororó, primeiro ônibus da Instituição, adquirido em 1965.

Consta na programação a apresentação musical da banda Blues Angel’s, criada na década de 1960 por seis egressos e o lançamento do livro Novos Baianos: a história do grupo que mudou a MPB, do ex-aluno Luiz Dias Galvão.

História da Famesf

Fundada por estudantes em 1960, a Famesf surgiu da necessidade de implantar no Vale do São Francisco um curso de nível superior que atendesse a demanda agrícola da região. O ex-aluno Bartolomeu Venâncio de Souza contou que a Escola de Agronomia surgiu do entusiasmo de estudantes que faziam o terceiro ano em uma escola técnica na cidade e se questionavam como seriam seus destinos após o término do curso e contou também com o apoio de autoridades locais, professores, profissionais ligados a área das ciências agrárias, além da população de Juazeiro.

As primeiras aulas começaram no Clube de Artífices Juazeirenses, local onde hoje funciona a Escola Edson Ribeiro. Em 1962 a Escola de Agronomia foi incorporada à Faculdade de Agronomia do Médio São Francisco (Famesf). Ainda na década de 1960 a instituição passou a funcionar nas instalações do antigo Horto Florestal, local onde hoje funciona o Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (Dtcs).

Na década de 1980 a Faculdade foi incorporada à Superintendência Estadual de Ensino Superior (Seseb). Alguns anos depois, passou a fazer parte da Universidade do Estado da Bahia. A nomenclatura Famesf foi alterada passando a ser Dtcs, no final dos anos de 1990.

Programação:

 8h- Abertura (DTCS);

8h20- Palestra do Sistema CONFEA/CREA;

9h-  Palestra sobre o Diretório Acadêmico de Agronomia;

9h30 – Homenagem aos primeiros agrônomos da Famesf- Turma de 1965 e lançamento do livro Novos Baianos: a história do grupo que mudou a MPB, do ex-aluno Luiz Dias Galvão;

12h30- Almoço de confraternização e Show musical com a banda Blue Angel’s, com participação do cantor e compositor Gustavo Tiné;

18h – Encerramento.

Uneb terá curso em EaD voltado para Agroecologia e Agricultura Orgânica em Juazeiro 

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O Centro de Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável (Caerdes), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Campus Juazeiro, deu início nesta terça-feira (08) ao I curso de Agroecologia e Agricultura Orgânica, na modalidade de Ensino à Distância (EaD). A ação, que visa capacitar, de forma gratuita, estudantes, agricultores e demais públicos interessados em conhecer modos de produção sustentável, recebeu mais de 3 mil inscritos de todo o Brasil.

O curso é ministrado pelo professor da Uneb e coordenador do Caerdes, Dr. Jairton Fraga Araújo. Na primeira aula, disponibilizada aos alunos através de e-mail, são apresentados os conteúdos a serem trabalhados no decorrer do curso que segue até janeiro de 2016. Ao final será realizada uma avaliação que garantirá certificado aos participantes.

A aluna Ioná Pereira é presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar de Juazeiro e se inscreveu por considerar a temática relevante e que pode contribuir com seu trabalho. “Fiquei muito feliz com a proposta deste curso. Espero que seja o primeiro de muitos, pois estes espaços que trazem o conteúdo teórico, também são um reforço de peso na nossa luta pelo fortalecimento e valorização da agricultura familiar e das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional em nosso país”, reforça Ioná.

A proposta faz parte do Projeto “Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia e Agricultura Orgânica no Submédio São Francisco”, desenvolvido no Caerdes e é a primeira experiência em EaD, realizada na Uneb, voltada à Agroecologia.

“Acredito que essa é a maior experiência em EaD que o Departamento da Uneb de Juazeiro já realizou em toda a sua história e com o maior número de candidatos. Isso me traz uma grande e grata surpresa, pois, significa que pessoas de todo o país estão acompanhando a discussão científica da Agroecologia e da Agricultura Orgânica que estamos fazendo”, comemora o professor Jairton. ( Asscom)

 

Workshop sobre educação contextualizada no semiárido está com inscrições abertas

O 5º Workshop Nacional de Educação Contextualizada e a 3ª Sessão Especial do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação Contextualizada (NEPECSAB), que nesta edição traz o tema Decolonialidade e Territórios de Autonomia, acontece entre os dias 9 e 11 de dezembro no Departamento de Ciências Humanas (DCH) da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro, região Norte do Estado. As inscrições continuam abertas para ouvintes até o dia 09 de dezembro, condicionadas a disponibilidade de vagas. O valor da taxa varia entre R$40 e R$60.
O evento é promovido em parceria com o Programa de Pós-graduação Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA) do DCH, NEPEC-SAB e o Projeto Reflexão dos Referenciais da Educação Contextualizada. De acordo com a comissão organizadora, a iniciativa faz parte da trajetória de estudos e pesquisas destas instâncias que buscam afirmar a necessidade de uma educação contextualizada e de colonial como estratégia de fortalecimento dos territórios de autonomia e de resistência.
A programação conta com mesas redondas, sessões coordenadas, sessões especiais e grupos de trabalhos envolvendo teóricos, pesquisadores, estudantes de graduação, de pós-graduação, dos centros e núcleos escolares e não escolares que estão atuando com pesquisas e metodologias fundamentadas nas categorias Contextualidade, Territorialidades, Interculturalidades e Educomunicação.
A proposta do evento é problematizar questões emergentes voltadas a Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido Brasileiro. Mais informações disponíveis no site.

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