Sintraf-Petrolina destaca saldo positivo durante participação no Bora Petrolina no N4

Atendimento jurídico e social marcou participação do Sintraf-Petrolina

O Sintraf-Petrolina avaliou de forma positiva sua participação na 22ª edição do programa Bora Petrolina, realizada no último sábado (23), no Projeto N4, no Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, em Petrolina.

Durante a ação, cerca de 100 agricultores familiares passaram pelo estande do sindicato e receberam orientações jurídicas e informações sobre diversos serviços voltados ao homem e à mulher do campo.

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Rendimento de trabalhador rural sobe 5,5% no 1º trimestre

O Anuário Estatístico da Agricultura Familiar contabiliza que o rendimento médio mensal dos trabalhadores da agropecuária cresceu 5,5% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado. Em termos absolutos, o salário de quem trabalha na agropecuária passou no período de R$ 2.022 para R$ 2.133.

O estudo é da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Abrange os empregados em atividades de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.

O rendimento médio resulta da grande variação do valor dos salários nas cinco grandes regiões brasileiras. No Norte, o incremento foi de 21%; no Nordeste, 7,5%; no Sudeste, 1,7%; e no Sul, 9,7%. Diferente das demais, o Centro-Oeste registrou perda de renda de 7,9%. A despeito do mal resultado, a região mantém o maior valor médio pago de salário R$ 3.492 – bem acima dos valores do Nordeste (R$ 1.081) e do Norte (R$ 1.997); e também superior ao Sudeste (R$ 3.147) e ao Sul (R$ 3.147).

De acordo com a presidente da Contag Vânia Marques Pinto, a finalidade do anuário é fazer o monitoramento das remunerações e direcionar a atuação da entidade. “A Contag vem pautando os entes federativos para rever e qualificar políticas públicas para os povos do campo, da floresta e das águas”, disse em nota à imprensa.

Trabalho feminino
O anuário também registra que houve, pelo terceiro ano consecutivo, redução do desemprego feminino no campo. Em 2024, a taxa foi de 7,6% – a menor desde 2015. Afora a aceleração da atividade econômica, que abre vagas para ambos os sexos e permite ganhos salariais, Contag e Dieese assinalam um fator não conjuntural para a melhoria da oferta de emprego entre as mulheres no campo: a qualificação da força de trabalho feminina.

“Segundo a pesquisa, o nível de instrução das mulheres acima de 15 anos que moram em zonas rurais avançou significativamente entre os anos de 2012 e 2024. O percentual das que possuem Ensino Superior triplicou, saindo de 2% para 6%. A fatia daquelas que concluíram o Ensino Médio também subiu significativamente, passando de 14% para 25% no período. Ao mesmo tempo, a população feminina rural sem instrução e com menos de um ano de estudo recuou de 14% para 10%, enquanto a parcela com Ensino Fundamental incompleto caiu de 50% para 38%”, registra a nota da Contag.

Agência Brasil

Campanha salarial é encerrada em Petrolina e salário de trabalhadores rurais chega a R$ 1.041

(Foto: Ascom)

Após 23 dias e nove rodadas de negociações, chegou ao fim nesta sexta-feira (15) a 25ª Campanha Salarial da Fruticultura Irrigada do Vale do São Francisco, com um acordo entre produtores e trabalhadores. Entre as cláusulas econômicas, um dos pontos mais importantes foi o anúncio do novo salário base, que ficou definido em R$ 1.041, retroativo a 1º de janeiro.

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2019) ocorreu no auditório do Petrolina Palace Hotel e mobilizou 17 entidades, a exemplo do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR) e representações patronais e de trabalhadores de 13 municípios: Petrolina, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Belém do São Francisco, Cabrobó e Orocó, em Pernambuco; e Juazeiro, Casa Nova, Sento Sé, Sobradinho, Curaçá e Abaré, na Bahia.

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Trabalhadores rurais de Petrolina ameaçam paralisar atividades

Durante os encontros, essas entidades apresentaram demandas de 130 mil trabalhadores rurais e de 3.500 pequenos, médios e grandes produtores agrícolas. Na convenção, foram negociadas 63 cláusulas de ordem econômica e social, como carga horária, aumento salarial e datas de pagamento.

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Trabalhadores rurais de Petrolina ameaçam paralisar atividades

(Foto: Arquivo ANPr)

Em negociação com o sindicato patronal desde o mês passado os trabalhadores rurais de Petrolina podem paralisar suas atividades, caso não haja avanço no diálogo entre as partes. O corte em 50% dos direitos garantidos na convenção trabalhista proposto pelos patrões é a principal queixa dos empregados.

Até o momento, segundo o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Petrolina (STTAR), já foram realizadas oito rodadas de negociação sobre a convenção que engloba também a Bahia. “Estamos na mesa, queremos negociar. Infelizmente a classe patronal nos deixem preocupados. A gente não tem notícias, isso nos deixa cada vez mais apreensivo”, disse Lucilene Lima, a Leninha, presidente do STTAR.

Avanço

A ameaça de paralisar as atividades, iniciada nessa semana, o sindicato patronal demonstrou interesse em negociar. Segundo o STTAR, os patrões sinalizaram aceitar as demandas da convenção trabalhista e está pendente um posicionamento a respeito do salário 2019.

Hoje (15) o patronal fez uma proposta de reajustar o salário em R$ 1.041, ainda abaixo do proposto pelos trabalhadores rurais que é de R$ 1.076. Até o momento não há informações se o STTAR aceitará a sugestão.

Produtores rurais podem negociar dívidas com o Banco do Brasil

(Foto: Ilustração)

A partir desta semana, os produtores rurais do Nordeste que possuem dívidas com o Banco do Brasil podem negociá-las junto a rede bancária. A novidade foi divulgada nesta quarta-feira (10) pelo o Deputado Federal Guilherme Coelho.

Segundo Guilherme Coelho, que esteve com o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, e o vice-presidente de Agronegócios, Tarcísio Hübner.

“Agora mais produtores vão limpar seu nome junto ao Banco, e poder fazer novos investimentos, trazendo mais trabalho e renda para a região”, declarou o deputado.

Agricultores já podem renegocias dívidas rurais com descontos de até 95%

(Foto: Divulgação)

Dando sequência as demandas da região o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, esteve nesta segunda-feira (13), no Projeto Senador Nilo Coelho. Na ocasião homologada a lei do K1 e a titulação dos produtores rurais.

A portaria estabelece novas regras operacionais para a renegociação de dívidas de agricultores em perímetros públicos irrigados sob gestão da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

Serão cerca de 12 mil agricultores beneficiados com a iniciativa, trabalhadores que foram atingidos pela seca prolongada em regiões do semiárido. Os débitos são relativos a vendas de lotes para titulação e uso de infraestrutura de irrigação, conhecidas como K1 O documento regulamenta o artigo 13 da Lei n. 13.340, de 28 de setembro de 2016.

“Hoje damos mais um passo para garantir a adimplência do produtor rural, para que ele possa ter preservado aquilo que é mais valioso, que é ter seu nome limpo e, dessa forma, possa continuar trabalhando com afinco para fazer o Nordeste e o Brasil crescerem”, destacou o ministro Helder Barbalho.

A renegociação é válida para parcelas de dívidas vencidas entre 31 de dezembro de 2006 e 31 de dezembro de 2011. Os pagamentos poderão ser quitados até 29 de dezembro de 2017 e os descontos variam de 15% a 95%, considerando o período do débito.

Prefeitura e Banco do Nordeste promovem encontro com produtores rurais em Petrolina

Nesta sexta-feira (03) o presidente do Banco do Nordeste (BNB), Marcos Holanda, o prefeito Miguel Coelho e o senador Fernando Bezerra promovem um encontro com trabalhadores rurais.

O tema do evento será a renegociação de dívidas rurais e uma abordagem dos aspectos da Lei 13.340, que autoriza a liquidação e renegociação de crédito rural. O evento acontece às 10h, no auditório do Sest/Senat, e é voltado para trabalhadores do campo no Vale do São Francisco.