“Centrão” apoiará Alckmin, que terá o maior tempo na TV

(Foto: Marcelo Ferreira/DA Press)

Geraldo Alckmin (PSDB) oficializou o apoio do “Centrão”, bloco formado por DEM, PP, PR, PRB e SD à sua pré-candidatura à Presidência da República. O anúncio foi feito nessa quinta-feira (26) e confirma boatos iniciados na semana passada.

Com o apoio, o tucano será o presidenciável com maior tempo na propaganda na rádio e TV. O Centrão chegou a cogitar aliança com o PDT de Ciro Gomes, porém optou por Alckmin.

“Fui candidato em 2006, fui para o segundo turno, mas acabei não vencendo. Hoje, sinto um clima totalmente diferente e me sinto mais amadurecido. Tanto pela experiência, sofrimento e adversidade”, disse o tucano.

Em Pernambuco o presidenciável deve ter palanque aberto no grupo da oposição, após o pré-candidato a governador, Armando Monteiro (PTB) anunciar espaço para sua campanha no estado.

A decisão foi tomada para acalmar os nervos do PSDB estadual, que ameaçou se desligar da oposição depois de Bruno Araújo devolver sua indicação ao senado à sigla.

Bruno Araújo afirma que rusga na oposição é episódio superado

(Foto: Arquivo)

Depois de o pré-candidato a governador de Pernambuco pelo grupo da oposição, Armando Monteiro (PTB) reafirmar a importância do PSDB para o grupo, o deputado federal Bruno Araújo (PSDB) emitiu uma nota e disse ter superado a rusga política.

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Em nota, Armando afirma que PSDB tem palanque aberto dentro da oposição

Bruno é presidente estadual dos tucanos e retirou seu nome ao Senado Federal por descontentamento com Armando. Chegou-se a cogitar a saída do PSDB da oposição, depois de Armando elogiar Lula. Esse episódio provocou um desgaste, já que Geraldo Alckmin é pré-candidato pelos tucanos à Presidência da República.

Confira a nota assinada por Bruno Araújo:

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Em nota, Armando afirma que PSDB tem palanque aberto dentro da oposição

Armando (esq.) elogiou papel de Bruno na oposição de Pernambuco (Foto: Divulgação)

Os fatos dos últimos dias balançaram a parceria entre PSDB e PTB no grupo de oposição ao Governo de Pernambuco. Mas o pré-candidato a governador, Armando Monteiro Neto (PTB) voltou a destacar a importância dos tucanos no Pernambuco Quer Mudar.

Na sexta-feira (20) Bruno Araújo (PSDB) devolveu sua indicação ao Senado aos tucanos e o partido começou a desenhar uma saída da aliança. Hoje (24) Armando emitiu uma nota e destacou a importância do PSDB na formação do Pernambuco Quer Mudar.

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Citando Bruno e Geraldo Alckmin, Armando reiterou abertura do palanque aos tucanos em pernambuco e disse que o grupo não será afetado por “pontuais divergências”. A gota d’água para Alckmin foi o apoio de Armando ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já que o PTB foi o principal aliado do PSDB a nível nacional.

Leia a seguir a nota assinada por Armando Monteiro Neto:

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PSDB ameaça romper com PTB em Pernambuco

Depois de o deputado federal e presidente estadual do PSDB, Bruno Araújo anunciar sua retirada à disputa por uma vaga no Senado Federal, o partido ameaça romper com o PTB no estado.

Conforme apuração do jornal O Estado de São Paulo, o principal motivo é a aliança de Geraldo Alckmin com o chamado Centrão, que precisa de reajustes nos estados, entre eles Pernambuco.

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Bruno Araújo anuncia desistência a vaga no Senado Federal

A decisão de Armando Monteiro Neto (PTB) em apoiar o nome de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República não soou bem aos ouvidos tucanos, que agora querem lançar Bruno Araújo a governador, deixando o grupo Pernambuco Quer Mudar.

O impasse criado em Pernambuco coloca de um lado Araújo que foi ministro do governo de Michel Temer e do outro o então maior apoiador do PSDB a nível nacional, mas o PTB no estado tem se mostrado mais favorável a Lula do que a Alckmin.

Bruno Araújo anuncia desistência a vaga no Senado Federal

Presidente estadual do PSDB relatou incômodo com grupo político (Foto: Arquivo)

Conforme o Blog publicou mais cedo, a oposição de Pernambuco escolheu o dia 4 de agosto para confirmar a chapa majoritária ao Governo do Estado. Mas o grupo sofreu um abalo com anúncio feito pelo deputado federal Bruno Araújo (PSDB), que devolveu sua indicação ao Senado Federal aos tucanos.

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Em nota, Bruno Araújo credita à “dificuldade levantada em dar seguimento” ao seu nome como principal razão de sua retirada. O ex-ministro das Cidades no governo de Michel Temer agradeceu o apoio do partido e das alianças favoráveis à sua pré-candidatura.

Até o momento o grupo Pernambuco Quer Mudar tem dois nomes confirmados na chapa majoritária: o de Armando Monteiro Neto (PTB) ao Governo e Mendonça Filho (DEM) ao Senado Federal.

Confira a seguir a nota de Bruno Araújo:

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Criticado por sua parcialidade, Sérgio Moro posa ao lado de João Doria em evento

Durante um evento em Nova York, realizado na terça-feira (15), o pré-candidato ao Governo de São Paulo, João Doria (PSDB) e o juiz federal da Operação Lava Jato, Sérgio Moro posaram para uma foto com suas esposas. O registro publicado nas redes sociais de Doria e provocou críticas ao posicionamento de Moro.

Isso porque a foto vem dois dias após a publicação de uma pesquisa da CNT/MDA, na qual 90% dos brasileiros afirmaram não acreditar na imparcialidade da Justiça no país. O levantamento também apontou que a atuação da Justiça no Brasil é negativa para 55,7% (ruim ou péssima) dos entrevistados.

Moro já foi flagrado ao lado de outros políticos do PSDB, a exemplo de Aécio Neves. O juiz esteve em Nova York para receber o prêmio de Personalidade do Ano, por seu desempenho na Lava Jato.

 

Alckmin assume a presidência nacional do PSDB

(Foto: Arquivo)

Em convenção na manhã de hoje (9), PSDB elegeu o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin para a presidência do partido. A chapa encabeçada por Alckmin recebeu 470 votos a favor, 3 contra, e houve uma abstenção.

Em discurso logo após ser eleito, o tucano partiu para o ataque contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ou seja, meus amigos, ele quer voltar à cena do crime”.

“Fiquem certos de uma coisa, nós os derrotaremos nas urnas. Lula será condenado nas urnas pela maior recessão de nossa história. As urnas os condenarão pelos milhões de empregos perdidos, pelas empresas fechadas, pelos sonhos desfeitos”, discursou Alckmin.

“O acesso dos mais ricos a serviços públicos gratuitos precisa ser reavaliado”, diz PSDB em documento

O PSDB justifica que o “Estado brasileiro não pode mais ser vetor de distribuição de privilégios e concentração de renda nas mãos de ricos e poderosos”. (Foto: Ilustração)

A cúpula do PSDB elaborou um documento que será apresentado nesta terça-feira (28), onde defende uma reavaliação do acesso dos mais ricos a serviços públicos gratuitos. O documento também trata de assuntos como a desigualdade e distribuição de renda.

O texto “Gente em primeiro lugar: o Brasil que queremos”, que será apresentado em Brasília, traz diretrizes para o programa do partido e servirá para orientar a campanha eleitoral de 2018.

No documento, a sigla afirma que o “capitalismo de compadrio tem que acabar”. Entre os pontos citados, estão a defesa de critérios e metas para concessão de subsídios, renúncias fiscais e benefícios tributários, além do acompanhamento periódico do orçamento público.

“Em particular, o acesso dos mais ricos a serviços públicos gratuitos precisa ser reavaliado”, diz a carta.

Com informações do G1

Alegando falta de apoio, Bruno Araújo deixa o Ministério das Cidades

O movimento de Bruno Araújo abre caminho para a reforma ministerial. (Foto: Arquivo)

Nesta segunda-feira (13) o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), encaminho uma carta de demissão ao presidente Michel Temer (PMDB). O pedido de exoneração se deu em meio ao racha político no PSDB.

Na carta de demissão, o titular das Cidades agradece a oportunidade de comandar a pasta e justifica a saída do governo ao fato de, segundo ele, já não haver dentro do PSDB “apoio no tamanho que permita seguir nesta tarefa”.

O movimento de Bruno Araújo abre caminho para a reforma ministerial. A ideia do presidente da República era tirar dois ministros do PSDB, entre os quais Bruno de Araújo. A ministra de Direitos Humanos, Luislinda Vallois, também pode deixar o primeiro escalão.

Em Caruaru e Recife, PSDB busca renovar diretório neste final de semana

O encontro em Caruaru será presidido pela prefeita Raquel Lyra. (Foto: Arquivo)

Durante a manhã de hoje (7) o PSDB do Recife realiza a convenção municipal, que servirá para renovar o diretório da legenda na capital pernambucana.

Na sede do partido, serão eleitos além dos dirigentes municipais do diretório Recife, os integrantes do Conselho de Ética e Disciplina da legenda. A chapa “Unindo para Fortalecer” encabeçada pelo atual presidente Durval Lins foi a única inscrita no pleito, que deve arregimentar algumas das principais lideranças do partido.

A vice-presidência será ocupada por Antônio Xavier; a secretaria-geral por Renato Hayashi; a tesouraria por Pietro Duarte com Adriana Calado na 2ª tesouraria.

No domingo (08) será realizada a eleição da nova executiva municipal do PSDB de Caruaru, que será presidido pela prefeita Raquel Lyra. O encontro acontece a partir das 10 h no Empresarial Difusora. A legenda também elegerá os delegados para a Convenção Estadual e os integrantes do Conselho de Ética e Disciplina.

Com informações do FolhaPE

Sem consenso, PSDB ainda se mantém no governo

(Foto: Internet)

A reunião do PSDB para discutir a permanência no governo do presidente Michel Temer não terminou em consenso. Lideranças do partido se reuniram na última noite (10), no Palácio dos Bandeirantes, a sede do governo paulista, para discutir os rumos da legenda frente à crise política.

O presidente em exercício do partido, senador Tasso Jereissati (CE) disse que não existe uma posição única entre todos as lideranças. Tasso afirmou que observa que o partido, por si mesmo, está desembarcando do governo Temer independente de controle ou da vontade do senador.

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Em reunião PSDB decide seguir apoiando Temer

(Foto: Internet)

Na busca incessante de manter-se no governo o presidente Michel Temer, tem feito de tudo para não perder mais apoio, para isso tem buscado de todas as formas manter consigo os partidos que  lhe davam sustentação, atribuindo a tarefa de apaziguador ao ex-deputado Elton Rohnelt, ex-deputado federal nos anos 1990 e início dos anos 2000. Membro do Diretório Nacional do PSDB de Roraima, o tucano foi nomeado em maio como assessor especial de Temer e trabalha lado a lado do presidente no Palácio do Planalto.

Diante de um vácuo deixado por nomes como Geddel Vieira Lima, José Yunes e Tadeu Filippelli, todos eles alvos de investigações na Operação Lava Jato e já desligados do governo. O ex-parlamentar foi vice-líder do governo Fernando Henrique Cardoso e agora ajuda Temer em sua mais grave crise desde a posse na Presidência da República, em 31 de agosto do ano passado.

Elton Rohnelt participou da reunião dos tucanos e saiu com a notícia para repassar ao presidente de que o partido vai continuar no governo. “O importante são as reformas. O resto é secundário”, disse Rohnelt.

O assessor especial  de Temer é conhecido como o “homem da pistola de ouro”. Militar da reserva pela Aeronáutica, ele serviu na Região Norte e ganhou o apelido quando passou a atuar como garimpeiro do minério nobre na Amazônia.

Congresso em Foco

PSDB flerta com indireta para eleger FHC

Enquanto Temer resiste, tucanos procuram substituto e saída política

Cresce no PSDB a tese de que não dá para pressionar o presidente Michel Temer a deixar o cargo sem que esteja claro quem será o substituto e como isso será feito.

Nas conversas reservadas, caciques do partido continuam a dizer que será muito difícil a sobrevivência política do presidente, mas afirmam que não podem abandoná-lo agora sob pena de aumentar a crise, transformando um grande problema político num desastre econômico na hora em que havia sinais de recuperação nesse segundo campo.

Nesse contexto, o nome preferido no PSDB é o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que seria apresentado para uma eleição indireta no Congresso. FHC tem dito publicamente que não deseja voltar à Presidência, mas há tucanos que afirmam ter esperança de convencê-lo.

Se o plano falhar, há outros dois nomes aventados por caciques tucanos: o do atual presidente da sigla, o senador Tasso Jereissati, e o do ex-ministro do STF Nelson Jobim, que também foi ministro nos governos FHC e Lula. Os tucanos querem evitar eleição direta agora porque, se for aplicado o entendimento com regras mais rígidas, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria não poderiam ser candidatos.

Alckmin e Doria só poderiam concorrer num cenário em que fosse flexibilizado o prazo de seis meses para deixar o cargo a fim de disputar outro.

TSE desaprova contas de 2011 e aplica sanção de R$ 10 milhões ao PSDB

(Foto: Internet)

Em um de seus últimos atos como ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o jurista Henrique Neves não aprovou, no último dia 11 de abril, as contas do PSDB referentes ao ano de 2011.

Neves determinou que o partido devolva cerca de R$ 4 milhões ao erário, bem como que deixe de receber uma das doze parcelas mensais do fundo partidário referentes a 2017 o que, no caso do PSDB, corresponde a R$ 6,6 milhões. O diretório tucano também deverá destinar R$ 2,1 milhões para o incentivo à participação de mulheres na política.

Entre as principais irregularidades identificadas pelo ministro do TSE estão: despesas com passagens aéreas sem a comprovação de utilização dos bilhetes, despesas dos diretórios estaduais sem comprovação da prestação de serviços e da vinculação com atividade partidária, não apresentação de notas fiscais de hospedagem e pagamento de hospedagem sem utilização de diária, entre outros.

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TSE intima PSDB a explicar doações de empreiteira a Aécio em 2014

Azevedo afirmou que o valor total das doações da empresa à campanha de Aécio Neves foi de R$ 19 milhões, diferente do que havia afirmado. (Foto: Internet)

O ministro Napoleão Maia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o PSDB se manifeste sobre o depoimento do executivo Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, que disse ter feito doações não declaradas à campanha presidencial de Aécio Neves, em 2014.

O magistrado atendeu a uma petição feita pelo PT em dezembro, dentro do processo que julga as prestações de contas da campanha de Aécio Neves. A intimação do ministro do TSE foi feita depois de Azevedo, que é também um dos delatores na Operação Lava Jato, ter prestado depoimento dentro da ação que julga irregularidades da chapa Dilma-Temer, que é relatada pelo ministro Herman Benjamin.

Azevedo deu dois depoimentos perante Benjamin, um em setembro e outro em novembro do ano passado. Na segunda oitiva, o executivo afirmou que as doações eleitorais feitas pela Andrade Gutierrez tanto à chapa Dilma-Temer como à de Aécio Neves não estavam vinculadas a qualquer contrapartida, nem ao pagamento de propina.

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