‘Japonês da Federal’ retira tornozeleira eletrônica

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Japonês da Federal/ Foto: internet

O agente federal Newton Ishii, que se notabilizou como o “Japonês da Federal”, retirou, no início deste mês, a tornozeleira eletrônica que usava desde junho.

Ishii, condenado por facilitação de contrabando, cumpria pena em regime semiaberto desde junho.

Famoso por escoltar os presos da Operação Lava Jato, ele continuava cumprindo expediente na Polícia Federal em Curitiba, mas em funções internas já que não foi condenado à perda da função.

Por causa dos dias trabalhados, o agente teve a pena reduzida, e retirou a tornozeleira no dia 4 de outubro, pouco mais de duas semanas antes da data prevista.

Com a decisão, Ishii cumpriu o total da pena e está em liberdade.

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Analistas da Receita Federal entram em greve na segunda

(Imagem ilustrativa)

(Imagem ilustrativa)

A partir da segunda-feira (24), os analistas tributários da Receita Federal paralisam suas atividades em todo o País. Em Pernambuco, são 400 profissionais, que trabalham nas agências e delegacias do órgão. A interrupção dos serviços acontecerá até a próxima quarta-feira (26), afetando análises de processos, regularização de débitos, emissão de certidões e outros atendimentos ao público. Isso significa dizer que, pelo menos 500 atendimentos deixaram de ser realizados por dia em Pernambuco.

Nos portos, aeroportos e nas fronteiras, alguns processos aduaneiros também podem ser prejudicados, entre eles a verificação de mercadorias e bagagens. A categoria está mobilizada há mais de um ano, mas decidiu acirrar o movimento agora para forçar a aprovação de um substitutivo apresentado pelo relator do Projeto de Lei (PL) 5.864/ 2016, que trata das carreiras dos servidores da Receita. O substitutivo reconhece as atividades já desempenhadas pelos servidores, algo que não estaria contemplado no PL, alegam os analistas. 

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Juiz diz que Polícia do Senado atuava desde 2015 para atrapalhar Lava Jato

A PF apurou que a Polícia Legislativa fez varreduras em busca de grampos em endereços particulares de senadores para encontrar escutas ambientais e grampos telefônicos.

A PF apurou que a Polícia Legislativa fez varreduras em busca de grampos em endereços particulares de senadores para encontrar escutas ambientais e grampos telefônicos.

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, disse hoje (21) que a Polícia do Senado atuava desde 2015 para barrar as investigações de Operação Lava Jato contra senadores investigados. As informações estão na decisão em que o juiz autorizou a prisão temporária de integrantes da Polícia Legislativa.

De acordo com o magistrado, Pedro Ricardo Araújo de Carvalho, chefe da Polícia do Senado, que também foi preso, determinou, “cedendo a pedido ou influência de outrem”, ações de seus subordinados para “embaraçar conscientemente notória operação conduzida no âmbito do Supremo Tribunal Federal”.

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Polícia Federal investiga R$ 1,2 bilhão em fraude de contratos no Tocantins; Ex-governador foi preso

(Foto: Ilustração)

A PF cumpre 113 mandados judiciais, sendo 19 de prisão temporária, 48 de condução coercitiva e 46 de busca e apreensão. (Foto: Ilustração)

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta (13) a operação Ápia, para desarticular uma suposta organização criminosa que atuou no Tocantins nos anos de 2013 e 2014. Segundo as investigações, o grupo fraudou licitações e contratos de terraplanagem e pavimentação asfáltica em rodovias estaduais.

O ex-governador Sandoval Lobo Cardoso (SD) foi preso, e o ex-governador Siqueira Campos, que foi do PSDB até março passado, quando deixou o partido, foi levado coercitivamente para depor.

A PF cumpre 113 mandados judiciais, sendo 19 de prisão temporária, 48 de condução coercitiva e 46 de busca e apreensão. Os mandados estão sendo realizados nos Estados de Tocantins, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo e Distrito Federal.

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Ninguém assina recibo de corrupção, diz delegado da Lava Jato

(Foto: Internet)

Delegado da Polícia Federal, Marcio Anselmo. (Foto: Internet)

Em entrevista à Folha, o delegado da Polícia Federal, Marcio Anselmo, um dos principais nomes da Operação Lava Jato, afirmou que é muito difícil haver provas diretas em casos de corrupção e lavagem de dinheiro, mas um conjunto de indícios que é, sim, suficiente para incriminar alguém. “Ninguém vai assinar um recibo da corrupção”, disse.

Na investigação desde os primórdios da Lava Jato, Anselmo é referência em lavagem de dinheiro e cooperação internacional. Doutor em direito internacional pela USP, ele vai lançar um livro sobre delação nesta terça (11).

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URGENTE: PF indicia Lula por propina de R$ 20 mi da Odebrecht a sobrinho, afirma Época

(Foto: Internet)

Uma das provas apreendidas pela PF era uma espécie de diário no computador de sobrinho de Lula. (Foto: Internet)

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo crime de corrupção em razão de evidências de propina de R$ 20 milhões mascarada em contratos da empreiteira Odebrecht em Angola firmados com a empresa Exergia, cujo sócio era Taiguara Rodrigues, seu sobrinho.

Lula foi indiciado por corrupção passiva, porque a PF concluiu que os contratos de Taiguara só aconteceram em razão do parentesco e das relações da empreiteira com Lula, além dos documentos que citam o próprio ex-presidente no negócio. Seu sobrinho e sete executivos da empreiteira, incluindo Marcelo Odebrecht, foram indiciados por corrupção e lavagem.

O indiciamento ocorreu após cinco meses de investigação da operação Janus, que devassou contratos da empreiteira com a empresa Exergia. Em maio, a PF, com autorização da Justiça, cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços de Taiguara em Santos. Era uma mina de ouro para a investigação. A PF descobriu que Lula recebia três alcunhas nas conversas: tio, presidente e “chefe maior”.

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Candidato é encaminhado a PF para prestar esclarecimentos

Adalberto é encaminhado a PF para prestar esclarecimentos./ Foto: via Whats APP

Adalberto é encaminhado a PF para prestar esclarecimentos./ Foto: via Whats APP

Na tarde desta sexta-feira (30), o candidato a prefeito de Petrolina, Adalberto Cavalcanti (PTB), foi conduzido até a sede da Polícia Federal (PF), em Juazeiro (BA), após denuncias, para prestar esclarecimentos.

Segundo o advogado da coligação ‘Pra Frente Petrolina’, Marcos Antônio de Barros Júnior, o candidato foi abordado pelos policiais em sua residência, localizada na Avenida Cardoso de Sá, Orla de Petrolina, sobre a acusação de estar em posse de certa quantidade de dinheiro,porém  e Adalberto foi liberado em seguida.

Segundo a Polícia Federal, o caso poderá, ou não, ter algum desdobramento após as eleições.

Operação da PF investiga venda de decisões em Tribunal do Ceará

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Todos os envolvidos podem ser acusados de associação criminosa, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (28) a segunda fase de uma operação em Fortaleza (CE) que investiga a venda de decisões judiciais do Tribunal de Justiça do Ceará.

Batizada de Cappuccino, a ação tem como alvo 14 advogados, os desembargadores do tribunal de Justiça do Estado Francisco Teixeira e Sergia Maria Miranda e o desembargador aposentado Valdsen Pereira, que já havia sido alvo da primeira fase deflagrada em junho do ano passado.

Eles foram conduzidos coercitivamente para prestar depoimentos e suas casas foram alvos de busca e apreensão. No caso de Teixeira e Miranda, os seus gabinetes no tribunal também sofreram buscas.

As ordens foram determinadas pelo ministro do STJ Herman Benjamin que acatou parte da representação feita pela PF que apontava indicativos de conluio entre advogados e desembargadores para a liberação de criminosos por meio da concessão de habeas corpus impetrados principalmente em plantões judiciais.

Segundo a apuração da PF, mais de 300 pessoas foram beneficiadas pelos investigados também com a inclusão em quadros da administração pública no cargo de soldado da PM do Ceará entre 2011 e 2012 sem aprovação em concurso público.

O ministro também determinou o bloqueio de contas do desembargador aposentado e de um dos advogados do esquema.

Todos os envolvidos podem ser acusados de associação criminosa, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

Com informações da Folhapress

Ex-ministro Antonio Palocci é preso em nova fase da Operação Lava Jato

(Foto: Internet)

Para a PF, foram identificadas negociações quando Palocci era ministro que acabaram por beneficiar a empreiteira. (Foto: Internet)

O ex-ministro Antonio Palocci (PT) foi preso em São Paulo nesta segunda-feira (26) durante a 35ª fase da Operação Lava Jato, batizada de “Omertà”. Segundo a Polícia Federal (PF), ele “atuou de forma direta para propiciar vantagens” para a empreiteira Odebrecht quando estava no governo federal.

Palocci foi ministro da Fazenda (2003-06) do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da Casa Civil (2011) do governo Dilma Rousseff. Ele será levado para Curitiba, onde estão concentradas as investigações da Lava Jato. De acordo com a PF, o ex-ministro e “personagens de seu grupo político” foram beneficiados com vultosos valores ilícitos.

Para a PF, foram identificadas negociações quando Palocci era ministro que acabaram por beneficiar a empreiteira. “Foi possível delinear as tratativas entre o Grupo Odebrecht e o ex-ministro para a tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009 (que resultaria em imensos benefícios fiscais), aumento da linha de crédito junto ao BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] para país africano, com a qual a empresa tinha relações comerciais, além de interferência no procedimento licitatório da Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da camada pré-sal”.

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PF investiga desvio de mais de meio milhão de reais da Caixa Econômica Federal

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No total, foram cumpridos 13 mandados de busca apreensão: dez no Distrito Federal, dois em Goiás e um em São Paulo. ( Imagem de arquivo)

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (16) a Operação Patrocínio para identificar uma organização criminosa que movimentou mais de R$ 500 mil da Caixa Econômica Federal entre outubro de 2012 e abril de 2013.

Segundo a investigação, uma conta bancária foi invadida por meio de acessos ilícitos ao Internet Banking da Caixa Econômica Federal, e os suspeitos receberam transferências ilegais em suas contas.

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Operação Hashtag: MPF denuncia oito suspeitos de envolvimento com terrorismo

(Foto: Adriana Justi/G1)

O grupo foi descoberto a partir de um relatório do FBI americano sobre brasileiros envolvidos com células terroristas.(Foto: Adriana Justi/G1)

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou oito pessoas à Justiça Federal por envolvimento com organizações terroristas. Elas foram identificadas antes da realização dos Jogos Rio 2016, em ação da operação Hashtag, deflagrada em julho.

O MPF acusa Alisson Luan de Oliveira, Leonid El Kadre de Melo, Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo, Israel Pedra Mesquita, Levi Ribeiro Fernandes de Jesus, Hortêncio Yoshitake, Luís Gustavo de Oliveira e Fernando Pinheiro Cabral dos crimes de promoção de organização terrorista e associação criminosa. Cinco dos denunciados também vão responder por incentivo de crianças e adolescentes à prática criminosa.

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PF investiga fraudes nos quatro maiores fundos de pensão do país

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De acordo com a PF, as investigações começaram a partir de dez casos investigados que revelaram déficits bilionários nos fundos de pensão./ Foto: intenet

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (5) a Operação Greenfield, que investiga crimes de gestão temerária e fraudulenta em quatro dos maiores fundos de pensão do país: Funcef, Petros, da Petrobras Previ e Postalis. A operação conta com o auxílio técnico do Ministério Público Federal, da Superintendência Nacional de Previdência Complementar e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Ao todo, 560 policiais federais cumprem 127 mandados judiciais expedidos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Amazonas, além do Distrito Federal. A Justiça determinou ainda o seqüestro de bens e o bloqueio de ativos e de recursos em contas bancárias de 103 pessoas físicas e jurídicas que são alvos da operação, no valor aproximado de R$ 8 bilhões.

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Operação Águia de Haia: MPF denuncia deputado estadual e dois prefeitos de municípios baianos

(Foto: Divulgação PF)

De acordo com a procuradora, ainda que as escolas participantes da licitação tivessem recebido o serviço, o município teria um prejuízo de mais R$ 535 mil em superfaturamento (Foto: Divulgação PF)

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia por desvio de verbas e fraude em licitação contra o deputado estadual Carlos Ubaldino de Santana, a prefeita de Camamu (BA) Emiliana Assunção Santos e o prefeito de Ruy Barbosa (BA) José Bonifácio Marques Dourado. Foram denunciados ainda o líder do núcleo empresarial da organização criminosa, o empresário Kells Bellarmino, e mais seis pessoas por formação de quadrilha. A denúncia é um desdobramento da Operação Águia de Haia da Polícia Federal, que investiga desvio de verbas públicas do Fundo de Manutenção da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) em 20 municípios baianos.

O empresário Kells Bellarmino é apontado como chefe da quadrilha que vendia serviços educacionais de tecnologia da informação para as prefeituras por meio de processos licitatórios fraudulentos. As apurações revelaram tratar-se de um esquema bem montado de desvio de dinheiro público, corrupção de agentes políticos e servidores públicos. Para transmitir uma aparência de legalidade aos processos, a quadrilha utilizava empresas vinculadas à organização que competiam pela licitação entre si, configurando fraude na disputa.

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Preso mais um suspeito de planejar atos terroristas no Brasil

(Foto: Divulgação PF)

De acordo com a Polícia Federal, o suspeito também será encaminhado a um presídio federal após ser ouvido pelos agentes (Foto: Divulgação PF)

Um dos 12 brasileiros envolvidos na Operação Hashtag, que investiga um grupo virtual acusado de planejar atos terroristas no país, entregou-se no fim da tarde desta sexta-feira (22) a policiais federais em Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso.

Na quinta-feira (21), 10 pessoas foram presas em diferentes estados e encaminhadas para a Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

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PF investiga fraude superior a R$ 17 milhões no mercado clandestino de cigarros

(Foto: Divulgação PF)

Os nomes das pessoas e instituições envolvidas não foram divulgados pela Polícia Federal, porque o inquérito corre em segredo de justiça. (Foto: Divulgação PF)

Fraudes em transações financeiras no mercado clandestino de cigarros são o alvo da terceira fase da Operação Huno, deflagrada hoje (22) pela Polícia Federal (PF). Dessa vez, cerca de 30 agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul, sendo um em Porto Alegre, um em Passo Fundo, no norte do estado, e dois em Santa Cruz, na região central.

“Um dos contratos teria o valor de R$ 17 milhões. É um valor expressivo, mesmo em um mercado forte como o do tabaco, mais ainda em se tratando de alguém que tinha muitas dívidas. Não é normal que essa pessoa receba empréstimo de bancos”, esclareceu o delegado da PF Gustavo Schneider.

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