Marília Arraes cumpre agenda em Petrolina e concede entrevista à Rural FM

Entrevista vai abordar projetos políticos e pautas voltadas ao Vale do São Francisco

A pré-candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes (PDT), estará cumprindo agenda nesta sexta-feira em Petrolina.

Durante a passagem pela cidade, Marília participará de uma entrevista ao vivo no programa “Espaço Aberto”, da Rural FM 103,1, a partir das 7h da manhã.

Na entrevista, a pré-candidata deverá abordar projetos políticos, cenário eleitoral de Pernambuco e pautas voltadas ao desenvolvimento do Vale do São Francisco, além de temas ligados à infraestrutura, economia e geração de emprego na região.

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João Campos monta chapa ao Governo de Pernambuco e consolida aliança com PT e PDT

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), lança nesta quinta-feira (19), em evento no bairro do Pina, a chapa majoritária que disputará o Governo de Pernambuco nas eleições de 2026. A composição reúne o próprio João como candidato ao governo, o empresário Carlos Costa como vice, além de Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) como candidatos ao Senado.

A formação da chapa é resultado de semanas de articulação política, envolvendo negociações em Brasília e no cenário local, e reflete uma estratégia ampla de consolidação de alianças no campo da centro-esquerda.

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Marília Arraes deve se filiar ao PDT para disputar Senado

A pré-candidata ao Senado, Marília Arraes definiu sua saída do Solidariedade e deverá se filiar ao PDT nos próximos dias para disputar uma cadeira no Senado em 2026. Apesar de não haver confirmação oficial, é provável que a filiação aconteça dia 12 de março.

No último domingo (1º), Marília confirmou publicamente sua pré-candidatura ao Senado. “Hoje assumo a responsabilidade. Não tem volta atrás. Eu não tenho direito de fazer isso com mais de 40% da população de Pernambuco que quer que a gente esteja no Senado. Meu governador é João Campos. Meu presidente é o presidente Lula. A gente precisa ter força para aguentar a pressão. E quem não tiver força para aguentar a pressão, fique dentro de casa”, discursou.

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Eleições 2022: PDT condiciona incorporação de propostas de Ciro para confirmar apoio a Lula no 2º turno

O presidente nacional do PDT, partido de Ciro Gomes, condicionou o apoio ao PT de Luiz Inácio Lula da Silva a incorporação de pautas da campanha de Ciro no programa de governo do petista. As proposições são: o programa de renda mínima de R$ 1.000 por família, a renegociação de dívidas no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e o projeto de educação em tempo integral.

Nesta terça-feira (4), haverá uma reunião da Executiva Nacional às 11h30 para definir o posicionamento do PDT no segundo turno. Presidente do diretório de Minas Gerais, o deputado reeleito Mário Heringer afirmou que defenderá o apoio “crítico” a Lula.

Lula disputa o 2º turno contra Jair Bolsonaro (PL), atual presidente da República. O candidato do PL também trabalha suas articulações e na pauta está uma presença mais constante no Nordeste, onde Lula se saiu vitorioso.

Roberto Carlos deixa PDT e se filia ao PV

Conforme esperado, Roberto Carlos deixou o PDT. Na sexta-feira (1°), o deputado estadual anunciou sua filiação ao Partido Verde (PV). Com a mudança, Roberto encerra uma parceria de 32 anos, já que o PDT atualmente se aproxima do grupo de ACM Neto e se distancia do PT.

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“Se o PDT ficar na base de ACM Neto, eu não continuarei no PDT”, afirma Roberto Carlos

“Com o sentimento de dever cumprido, deixo o meu antigo partido para me filiar ao Partido Verde. Acredito nos ideias defendidos pelo PV, sobretudo, em defesa da nossa Bahia, através da criação de políticas que garantem a diminuição da desigualdade social“, anunciou o deputado.

Também pelas redes sociais, Roberto agradeceu ao PDT. Confira a nota a seguir:

Deputado Roberto Carlos avalia saída do PDT caso partido apoie ACM Neto nas eleições de 2022 

Em entrevista ao Programa Super Manhã com Waldiney Passos, nessa sexta-feira (10), o Deputado Estadual da Bahia, Roberto Carlos (PDT), afirmou que caso o seu partido faça aliança com a União Brasil (fusão entre o PSL e o DEM) ele deve deixar a legenda.

A União Brasil vai lançar o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, na disputa pelo governo da Bahia. No entanto, o deputado juazeirense Roberto Carlos, que tem uma relação de muita proximidade com o Governado Rui Costa (PT), afirmou estar disposto a deixar a legenda e apoiar o candidato do Partido dos Trabalhares que, ao que tudo indica, deva ser o ex-governador e senador Jacques Wagner (PT).

“Se realmente o PDT ficar com ACM Neto é muito difícil a minha permanência no PDT, lamento dizer isso, me corta um pedaço do meu coração”, afirmou.

O deputado ressaltou ainda ter esperança na reaproximação entre PDT e PT na Bahia. “Eu tem esperança que o PDT não se alie com o Carlismo na Bahia e volte ao apoio político ao grupo do PT”, argumentou.

 

O PDT foi o primeiro e único partido do deputado Roberto Carlos. Ele está na agremiação há mais de 30 anos.

Qual partido Roberto Carlos pode ir?

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Preterida pelo PT, Marília Arraes deve ir ao PDT

(Foto: Ascom)

Enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) articula a expulsão de Marília Arraes da sigla, a deputada federal pernambucana já tem um caminho traçado, caso realmente tenha que deixar o PT. De acordo com o jornalista Jamildo Melo, a petista deve ir ao PDT.

A sigla é a casa de Ciro Gomes, candidato a presidente em 2018. Marília inclusive teria se reunido com Carlos Lupi, presidente Nacional do PDT, em Brasília. A chegada da deputada ao novo partido faria com que Ciro ganhasse um importante “palanque” em Pernambuco.

Ciro apoiou João, que virou as costas para o PDT

Entretanto, na eleição municipal de 2020, Ciro trabalhou pela candidatura de João Campos (PSB). Após o pleito, os socialistas “viraram as costas” ao PDT e não querem embarcar no projeto do possível candidato a presidente no próximo ano.

“É nessa esperança (que a aliança se desfaça) que ela está conversando. Seria candidata a governadora pelo PDT. Ela foi procurar Lupi para essa conversa. Já deveria saber que iria sofrer na comissão de ética. Tá se mexendo pra sair”, afirma uma fonte da política.

Rompidos desde 2018, Lula e Ciro Gomes acertam trégua

Eles estavam brigados desde 2018 (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) estão se aproximando politicamente. De acordo com matéria publicada no jornal O Globo, nessa quinta-feira (29), a dupla fez as pazes e caminhará lado a lado no pleito de 2022.

Ciro rompeu com Lula e o PT nas eleições de 2018, quando Lula colocou Ciro em segundo plano e forçou a candidatura de Fernando Haddad (PT) a presidente. Eles fizeram as pazes em um encontro intermediado pelo governador do Ceará, Camilo Santana, filiado ao PT, mas aliado dos irmãos Ferreira Gomes em seu estado.

Ciro, que até então atacava o petista e o partido, mudou o tom das acusações e alfinetadas. A expectativa é que os dois caminhem juntos no próximo pleito. Ambos são críticos ao governo do atual presidente da República, Jair Bolsonaro.

Roberto Carlos responde a Paulo Bomfim: “Ser subserviente, não serei a ninguém”

Deputado afirmou que Bomfim governa com arrogância

O deputado estadual Roberto Carlos (PDT) rebateu a fala de Paulo Bomfim (PT) acerca do rompimento político dos dois. Novamente, Roberto criticou a falta de diálogo por parte do atual prefeito. Em entrevista à Rádio Jornal Petrolina, nessa quarta-feira (16), ele classificou como arrogante a postura do gestor municipal.

“Eles não querem aliados, não é só o prefeito Paulo Bomfim. Atrás dele ou na frente dele tem Isaac Carvalho. Eles não querem parceiros, querem subservientes. Ninguém vai calar minha voz e graças a Deus, ninguém calou a minha voz”, afirmou ao programa Super Manhã com Waldiney Passos.

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Na versão do deputado estadual, o divórcio político aconteceu porque o PDT estava dialogando com outros pré-candidatos, entre eles Joseph Baneira e Carlos Neiva. “Ele ficou chateado porque nós estávamos dialogando os pré-candidatos“, enfatizou.

“Chicote na mão”

Segundo Roberto Carlos, o prefeito não sabe dialogar. Por isso é importante “libertar” Juazeiro. “Quando fui ao projeto do prefeito Paulo Bomfim, fui consciente de ele iria dialogar com os partidos e lideranças políticas. Ele resolveu usar da arrogância e prepotência. As decisões, ele têm que tomar sim. Mas ele não tem o PDT como subserviente. Nós temos a ideia de ser parceiros. Ser subserviente, não serei a ninguém aqui da terra” salientou.

Rompido com Bomfim, Roberto Carlos e o PDT decidiram apoiar Suzana Ramos.”Por isso que Juazeiro tem que ser libertada. Nós estamos em pleno século 21 e não podemos aceitar ditadura. Esse modelo de chicote na mão e na outra o dinheiro acabou”, conclui.

“Ou é meu aliado 100% ou eu não tenho interesse”, afirma Paulo Bomfim sobre rompimento com Roberto Carlos

Segundo prefeito, faltou fidelidade do ex-aliado (Foto: Ascom PMJ)

Paulo Bomfim (PT) e Roberto Carlos (PDT) não caminharão lado a lado em 2020. O rompimento aconteceu no começo desse mês. E segundo o atual prefeito de Juazeiro (BA), a decisão de não estar com Roberto deu-se única e exclusivamente pela falta de compromisso.

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Durante uma participação no programa Super Manhã com Waldiney Passos, na Rádio Jornal Petrolina hoje (16), Bomfim explicou o que houve: faltou fidelidade. “O deputado não saiu do meu projeto, eu que não quis mais o apoio dele. Eu que disse ao deputado Roberto Carlos que não tinha mais interesse no apoio dele. Primeiro que eu que sou o prefeito de Juazeiro, quem tem que tomar a decisão sou eu. A decisão é minha, o povo me elegeu pra isso. Segundo, meu time está montado e Roberto Carlos ou qualquer outro que entenda de apoiar outro candidato, eu vou entender. Mas eu não quero aliado pela metade. Ou é meu aliado 100% ou eu não tenho interesse“, disse o prefeito.

Decisão necessária

De acordo com Bomfim, não há nada contra Roberto pessoalmente. Mas a decisão de romper com o deputado estadual veio num momento de escolha. “Se o deputado se chateou com a escolha da vice, nada posso fazer. Na política tem dessas coisas, mas chega um momento na vida da gente que a gente tem que fazer as escolhas. Eu optei por não continuar aliado do deputado Roberto Carlos e ele segue a trajetória dele”, ressaltou.

Paulo Bomfim foi confirmado como candidato do PT, no pleito de novembro. Ele terá ao seu lado o delegado Charles Leão (PP). Com isso, a coligação do atual prefeito conta com PT, PCdoB, Podemos, DC, MDB, PP, PSB, PSD.

Deputado Estadual Roberto Carlos declara apoio à ex-vereadora Suzana, em Juazeiro

(Foto: Ascom/PDT)

Depois de quase 12 anos ao lado do grupo do ex-prefeito Isaac Carvalho e do atual prefeito de Juazeiro (BA) Paulo Bomfim, ambos agora no PT, o deputado estadual Roberto Carlos, do PDT da Bahia, rompeu relações com a equipe e anunciou apoio a candidatura da ex-vereadora Suzana à prefeitura de Juazeiro.

Nesta segunda-feira (14), durante a convenção que homologou a candidatura da líder local do PSDB, Roberto Carlos declarou que não poderia seguir outro caminho, que não, o de fazer parte do acordo político, onde o ex-prefeito Joseph Bandeira indicaria o seu filho Leonardo Bandeira como candidato a vice-prefeito.

“Juazeiro nunca me faltou, e agora eu não poderia faltar a Juazeiro. Nossa cidade quer Suzana, eu tenho certeza que no dia 15 de novembro ela será eleita a primeira mulher prefeita de Juazeiro”, declarou Roberto.

“Uma cidade não vive só de concreto e de cimento. Precisamos cuidar de verdade das pessoas, investindo no bem-estar social, na geração de empregos, na saúde, etc. Estou com Suzana”, finalizou.

PDT confirma apoio à pré-candidatura de Miguel Coelho

PDT confirma apoio a Miguel (Foto: Ascom)

O prefeito Miguel Coelho (MDB) ganhou reforço para o pleito de 2020. O Partido Democrático Trabalhista (PDT) ratificou, na quinta-feira (10), apoio ao atual gestor de Petrolina. Com a chegada da legenda, Miguel já conta com 15 partidos na sua coalizão.

O PDT caminha ao lado do grupo Coelho há mais de 15 anos. Presidente municipal do partido, José Batista da Gama destacou que a renovação da parceria é um reconhecimento ao bom trabalho de Miguel. “O PDT voltou para onde nunca deveria ter saído. Toda Petrolina sabe do trabalho excelente do prefeito Miguel e nosso partido, que esteve sempre perto dos Coelho, vai novamente caminhar junto nessa jornada pela reeleição de nosso prefeito”, disse.

Reforço no grupo político

Pré-candidato, Miguel agradeceu pela parceria. “Quero agradecer ao deputado Wolney Queiroz, que foi sensível e fundamental para o PDT estar conosco. Estamos muito felizes porque é um grande partido, com muita tradição, bandeiras históricas e que chega para consolidar a nossa mensagem de união, fortalecimento de nossas propostas para educação, social e outros setores fundamentais para nossa cidade”, destacou.

Além do PDT e do MDB, DEM, PTB, PL, PV, PP, PSDB, PSC, Republicanos, Avante, PRTB, Patriota, PROS e Cidadania já haviam anunciado que caminharão ao lado do atual prefeito em 2020. Com isso, Miguel Coelho atinge a meta de ter 15 partidos na sua coalizão.

Juazeiro: Secretários do PDT deixam governo de Paulo Bomfim

Dois secretários deixaram suas pastas ainda ontem (Foto: ASCOM)

Após o anúncio de que o PDT não estará ao lado de Paulo Bomfim (PT) nas eleições de 2020, o deputado estadual Roberto Carlos afirmou que os secretários do partido não estão mais na equipe da Prefeitura. Isso significa que Sergio Fernandes e Celso Leal deixaram a Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo (SECULTE) e Secretaria de Serviços Públicos (SESP), respectivamente.

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“Ontem mandamos um ofício ao prefeito, agradecendo o tempo que estivemos juntos e solicitando a exoneração dos 26 cargos do PDT que nós temos na gestão. São dois secretários, um já estava afastado. A gente segue o nosos rumo e o prefeito segue o dele. No dia 15 de novembro a gente vê quem é quem”, afirmou ao programa Super Manhã com Waldiney Passos, na Rádio Jornal Petrolina.

Além dos dois secretários já citados, também integrava a equipe de Bomfim, Florêncio Galdino. Contudo, ele já estava afastado desde o primeiro semestre. Hoje (9) a Prefeitura de Juazeiro anunciou o substituto de Leal na SESP. O escolhido é Jorge Medrado.

PDT não apoiará Paulo Bomfim em Juazeiro, afirma Roberto Carlos

Deputado estadual pode sair como pré-candidato a prefeito (Foto: Redes Sociais)

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) de Juazeiro não caminhará ao lado do prefeito Paulo Bomfim (PT) na eleição de 2020. Durante entrevista ao programa Super Manhã com Waldiney Passos, o deputado estadual Roberto Carlos informou que a sigla ainda definirá se lançará candidatura própria ou apoiará outro pré-candidato no mês de novembro.

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“No último dia 7 o prefeito mandou uma nota à imprensa dizendo que descartava o apoio do PDT na eleição. Nós conversávamos com nossos candidatos a vereador e a nossa Executiva e decidimos acatar a sugestão. Estamos discutindo com o partido se devemos ter uma candidatura própria ou se devemos apoiar outro candidato a prefeito. Foi uma decisão unânime pela deselegância do prefeito Paulo Bomfim“, disse à Rádio Jornal Petrolina.

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Sem ficar em cima do muro, Zé Batista confirma saída do PDT: “Vou procurar um partido para me agasalhar”

Vereador comentou sobre obra na UPAE e seu futuro político (Foto: Blog Waldiney Passos)

“Tô pouco me lixando para isso”. Foi assim que o vereador José Batista da Gama hoje no PDT comentou a situação da sigla em Petrolina que agora tem como líder Edinaldo Lima, ex-vereador e candidato a prefeito pelo grupo de Julio Lóssio, oposição ao governo de Miguel Coelho, de quem Zé é aliado de longa data.

Na sessão de terça-feira (11) o vereador afirmou que está deixando o PDT porque não é de ficar em cima do muro. “Tomei conhecimento semana retrasada, boa viagem ao PDT e boa viagem a Edinaldo Lima. Tô pouco me lixando pra isso, tenho luz própria e posso muito bem me filiar a qualquer outro partido da base aliada. Vou procurar um partido para me agasalhar e agasalhar meu filho, Pé de Galo que será candidato a vereadora na próxima eleição”, afirmou.

Apesar do posicionamento de sair do PDT, Zé Batista destacou que ainda não escolheu sua próxima casa. “Não existe dono do nariz em política. A gente tem que ouvir as lideranças maiores, nós dependemos delas. Vou ouvir o senador, o deputado federal e o prefeito. O partido que a gente achar que vai ser mais conveniente para a gente, a gente vai se filiar. Existe o MDB, o PSL, o DEM que é minha origem, mas eu sou daqueles que não olha para partido, eu olho para a pessoa. Não é o partido que vai definir eleitorado”, ressaltou.

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