O presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, foi vaiado nesta semana em um evento da chapa Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) com a presença de sindicalistas. Após o fato, a sigla adiou um ato no qual apoiaria publicamente a candidatura dos petistas e toda situação pode respingar em Marília Arraes (Solidariedade).
O Solidariedade agora analisa seu caminho e pode, inclusive, apoiar Jair Bolsonaro (PL), que tem voltado a crescer nas pesquisas eleitorais. Assim, Marília ficaria impossibilitada de vincular seu nome a Lula na sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco.




Após ser notificada pelo Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE), Marília Arraes (Solidariedade) informou que sua equipe jurídica cumprirá com o que for determinado pela justiça estadual, em relação à denúncia de campanha antecipada.


Pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade) foi entrevistada no programa Super Manhã com Waldiney Passos, nesta quarta-feira (13), e comentou sobre as afirmações de Humberto Costa (PT) sobre o fato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter apenas um palanque em Pernambuco: o de Danilo Cabral (PSB).











