
No dia 28 de outubro de 2017 a cidade de Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco, se chocou com a morte de Jean da Silva, servidor público que tinha 29 anos. Ele foi assassinado a pedradas durante a madrugada. E hoje (25) os dois acusados pelo crime serão julgados.
Segundo a Justiça de Pernambuco, Janderson Oliveira dos Santos e Matheus Bezerra da Silva, foram qualificados nos autos como os autores do crime. O homicídio foi praticado em um terreno baldio, por trás de uma loja de material de construções, no Centro da cidade.
“Os ora denunciados, utilizando-se de instrumentos contundentes, consubstanciados por paus e pedras, desferiram vários golpes contra a vítima“, consta da denúncia de homicídio qualificado (quando o autor ou autores têm, a intenção de matar por um motivo específico, seja por discriminação religiosa, racial ou sexual).

















Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais de Beatriz Angélica Mota, estão no Recife para acompanhar a coletiva de imprensa sobre o Caso Beatriz, nesta quarta-feira (12). Eles viajaram para a capital ainda na noite de terça-feira (11), após a Polícia Civil informar que havia prendido o possível autor do crime.
“Eu vivo pra garantir à Beatriz um inquérito justo“. É o desejo por justiça que move Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais de Beatriz Angélica Mota, morta no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, em 2015. Até hoje, mesmo com a repercussão do caso, ninguém foi preso ou julgado pelo crime.
O primeiro Fantástico de 2022 terá uma reportagem especial sobre o Caso Beatriz. O programa da TV Globo deste domingo (2) mostrará a caminhada de Lucinha Mota e Sandro Romilton, de Petrolina até a capital Recife. O trajeto foi concluído no dia 28 de dezembro, dia no qual o governador Paulo Câmara (PSB) assinou a demissão do perito Diego Leonel e também deu apoio à federalização do Caso Beatriz.