
O impasse entre o Governo de Pernambuco e os auditores fiscais do Estado atingiu um nível mais elevado de tensão nos últimos meses, com reflexos diretos na condução da política tributária e administrativa da Secretaria da Fazenda.
De acordo com o Sindicato dos Auditores Fiscais de Pernambuco, a categoria tem buscado abrir canais de negociação com o governo estadual, com o objetivo de discutir medidas relacionadas ao funcionamento da estrutura fazendária. No entanto, até o momento, não houve avanços significativos nas tratativas.
O cenário envolve divergências sobre decisões administrativas e operacionais que, segundo a entidade, impactam a atuação dos auditores fiscais e a dinâmica da arrecadação estadual. A situação também levanta preocupações quanto à estabilidade institucional da Secretaria da Fazenda e à continuidade das atividades ligadas à gestão tributária.










A decisão sobre a redução da vazão mínima da Bacia do Rio São Francisco foi adiada para próxima segunda-feira (24) depois que uma reunião sobre o assunto terminou sem acordo hoje (17), na Agência Nacional de Águas (ANA). A redução da defluência mínima foi solicitada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) por causa da queda na geração de energia. Atualmente, o patamar mínimo autorizado nos reservatórios de Sobradinho, na Bahia, e Xingó, em Alagoas/Sergipe, é de 800 metros cúbicos por segundo (m³/s).