Bolsonaro “intima” ministro da Saúde a desobrigar o uso de máscara por parte para quem já está vacinado

(Photo by EVARISTO SA / AFP)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou ter solicitado ao atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a desobrigação do uso de máscara a quem já está vacinado ou teve covid-19. A declaração foi feita na quinta-feira (10), durante um evento ligado ao turismo.

Segundo Bolsonaro, ele “vai ultimar parecer visando a desobrigar o uso de máscara por aqueles que estejam vacinados ou por aqueles que já foram contaminados”. Para o presidente da República, a medida visa “tirar esse símbolo, que obviamente tem a sua utilidade para quem está infectado”.

Medida vai de encontro a orientações médicas

No entanto, a atitude da maior autoridade política do país, vai de encontro às medidas sanitárias adotadas em várias partes do mundo. Em seu discurso, o presidente ainda insistiu no tratamento com hidroxicloroquina e ivermectina, que não têm eficiência científica comprovada contra a Covid-19.

Ministério da Saúde envia mais 4,04 milhões da AstraZeneca aos estados

(Foto: CASSIANO ROSÁRIO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)

O Ministério da Saúde distribuirá mais 4,04 milhões de vacinas contra a covid-19 aos estados e municípios. As doses devem ser despachadas nesta quinta-feira (10). Neste novo lote, constam apenas as do imunizante AstraZeneca/Oxford/Fiocruz.

No balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, até a semana passada a Fiocruz já havia superado a marca de 50 milhões de vacinas entregues ao Plano Nacional de Imunização (PNI). E ontem, o MS distribuiu mais 2,3 milhões de doses da vacina produzida em parceria pelas empresas Pfizer e BioNTech.

Segundo dados do LocalizaSUS, plataforma administrada pelo Ministério da Saúde, já foram aplicadas 74,5 milhões de doses em todo o país.

Auxílio Emergencial: Governo Federal deve prorrogar pagamentos até setembro

(Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil)

O pagamento do Auxílio Emergencial deve ser prorrogado até setembro. Apesar da boa notícia, os valores serão mantidos em R$ 150 e R$ 375. Segundo o Governo Federal, atualmente, o auxílio contempla cerca de 39,1 milhões de brasileiros.

O auxílio em vigência termina em julho. E a prorrogação deve ocorrer por medida provisória. A necessidade de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para isso, perdeu força porque esse tipo de crédito já fica fora do teto. Para bancar a prorrogação, a equipe econômica deve abrir um crédito extraordinário de aproximadamente R$ 12 bilhões.

A extensão da ajuda a vulneráveis é uma forma de manter a assistência às famílias em um cenário de risco de agravamento da pandemia de Covid-19 e também evita um “vácuo” até o lançamento da nova política social permanente do governo.

TCU desmente Bolsonaro e nega questionar 50% de mortes por covid

O Tribunal de Contas da União (TCU) desmentiu a afirmação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de que o órgão estava questionando algo em torno de 50% das mortes por covid-19 no país. O TCU alega que não há qualquer conclusão neste sentido.

“O TCU esclarece que não há informações em relatórios do tribunal que apontem que ‘em torno de 50% dos óbitos por Covid no ano passado não foram por Covid’, conforme afirmação do Presidente Jair Bolsonaro divulgada hoje”, afirmou o Tribunal em nota.

A versão de Bolsonaro

De acordo com o presidente o documento “não é conclusivo”, teria sido finalizado “há uns dias” e seria divulgado pelo Planalto na segunda-feira (7).

Após vídeo mostrando reunião do “gabinete paralelo”, CPI quer ouvir Osmar Terra

Vídeo divulgado na sexta-feira pode gerar novo capítulo na CPI

O vídeo de uma suposta reunião do chamado “gabinete paralelo” no Governo Federal, para debater as medidas no enfrentamento a covid-19, pode gerar um novo capítulo na CPI da Pandemia. Vice-presidente da Comissão, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou pedidos de convocação ao deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) e ao médico Paolo Zanotto.

Eles participaram da reunião do gabinete, orientando o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) para fazer uso da hidroxicloroquina no combate ao vírus, mas o medicamento até hoje não tem comprovação científica contra a covid. No vídeo, Terra é chamado de “assessor” por Bolsonaro.

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Governo Federal e entidades de agricultura e irrigação discutem ações para o novo Plano Nacional de Recursos Hídricos

Instituições representativas do setor de agricultura e irrigação participaram, nesta terça-feira (1º), de videoconferência com o Governo Federal para discutir a elaboração do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) para o período de 2022 a 2040. O encontro foi organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Esta é a terceira oficina setorial com o objetivo de estabelecer diretrizes, programas e metas para o PNRH, por meio de um processo de discussão com a sociedade civil. Os encontros são realizados às terças-feiras, desde o dia 18 de maio. Na próxima semana, o público-alvo será o setor de indústria e mineração.

Haverá, ainda, oficinas para os segmentos de transporte aquaviário e pesca e de lazer e turismo. Em seguida, será realizado um evento com membros da sociedade civil para discutir questões de gênero, juventude, povos indígenas e comunidades tradicionais.

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No bolso: Ministério das Comunicações reajusta tarifas dos serviços postais

As tarifas dos Correios ficarão mais caras. Na segunda-feira (31), o Ministério das Comunicações reajustou a tarifa dos serviços postais e telegráficos nacionais e internacionais prestados exclusivamente pelos Correios. A correção média autorizada para este ano é de 4,2915% aos serviços nacionais e internacionais.

O valor corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período de janeiro a dezembro de 2020. A portaria publicada ontem criou uma tabela de preços com base no peso do produto e de acordo com o país e localização do envio e destino.

Portanto, a nova tabela incidirá nos serviços como carta, telegrama, malote e Franqueamento Autorizado de Cartas (FAC) da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

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Petrolina recebe mil cisternas do Governo Federal

(Foto: Jonas Santos/Ascom PMP)

O Governo Federal doou 1 mil cisternas à Petrolina, através da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O programa representa a maior ação já realizada no município, para o combate à sede na zona rural.

Na quinta-feira (27), o prefeito Miguel Coelho (MDB) visitou o Distrito de Rajada, para juntamente com a Codevasf, entregar a primeira cisterna. Segundo a Prefeitura também serão entregues 1 mil reservatórios de água para moradores de várias regiões de Petrolina.

Cada reservatório tem capacidade para 15 mil litros. “Quem convive com a falta de água sabe a relevância dessas ações. O programa de cisternas é o maior que Petrolina já teve em sua história. Serão milhares de moradores da zona rural que terão acesso à água, à vida e a mais dignidade”, disse o prefeito Miguel Coelho (MDB).

Governo Federal libera R$ 57 milhões para perfuração de poços e implantação de cisternas no Nordeste

O Governo Federal liberou quase R$ 57 milhões, nesta quarta-feira (26), para a perfuração de 790 poços e implantação de 2.194 cisternas em 191 municípios nordestinos. Cerca de 50 mil pessoas em todos os estados da região serão beneficiadas com as novas estruturas.

As obras fazem parte da estratégia do Governo Federal para emancipação dos carros-pipa e serão executadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) empenhou cerca de R$ 39,4 milhões para a perfuração de poços e R$ 17,5 milhões para a implantação de cisternas nos nove estados nordestinos.

“Vários estados do Nordeste Setentrional vivem em um estado de emergência em relação à segurança hídrica. Estamos fazendo um trabalho de identificação das comunidades que têm a maior necessidade para levarmos ações, como a perfuração de poços e a instalação de cisternas, de maneira a emancipar esses locais da necessidade do carro-pipa”, destacou o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Foram beneficiados 29 municípios em Alagoas, 42 na Bahia, 12 no Ceará, 4 na Paraíba, 47 em Pernambuco, 3 no Piauí, 47 no Rio Grande do Norte, 3 em Sergipe e 4 no Maranhão.
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Após registro da cepa indiana no MA, Saúde envia 600 mil testes de covid ao estado

(Foto: Divulgação)

Após a identificação da cepa indiana no Maranhão, o Ministério da Saúde enviará 600 mil testes rápidos para detectar a presença da covid-19 no estado. O objetivo é aumentar a testagem no Estado em pontos estratégicos para realizar um bloqueio para tentar conter a variante indiana no país.

Segundo o ministro Marcelo Queiroga a prioridade, no momento, é realizar a vigilância da variante, o rastreamento e bloqueio sanitário no Maranhão para impedir uma transmissão comunitária da cepa indiana. Esse tipo de ação preventiva já estava sendo cobrada pelo secretário estadual de Saúde de Pernambuco, André Longo.

O Maranhão já registrou seis casos da cepa identificada na Índia. Todos são de passageiros que estavam em um navio ancorado no estado. Um dos tripulantes, um indiano de 54 anos, precisou ser intubado e está em estado grave.

Para Salles, PF agiu de forma exagerada em operação de quarta-feira

(Foto: Reprodução/TV Globo)

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles se manifestou sobre a Operação Akuanduba, deflagrada pela Polícia Federal na quarta-feira (19). De acordo com Salles, o inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) teria induzido o ministro a erro Alexandre de Moraes a um erro.

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Para Salles, a PF agiu de forma exagerada e “desnecessária”. “Esse inquérito foi instruído de uma forma que acabou levando o ministro relator, induzindo o ministro relator a erro, induzindo justamente a dar a impressão de que houve, ou que teria havido, possivelmente uma ação concatenada de agentes do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente para favorecer ou para fazer o destravamento indevido do que quer que seja. Essas ações jamais, repito, jamais aconteceram”, afirmou.

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(Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Alvo da operação Akuanduba, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (19), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles também teve seu sigilo bancário e fiscal quebrado. A determinação partiu do Supremo Tribunal Federal (STF), através do ministro Alexandre de Moraes.

Moraes autorizou a busca e apreensão em três endereços de Salles: na casa dele em São Paulo, no apartamento funcional em Brasília, e em um gabinete da pasta no Pará. Servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também tiveram seus sigilos quebrados por ordem do STF.

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Ministro da Saúde anuncia compra de mais 100 milhões de doses da Pfizer

(Foto: REUTERS/Dado Ruvic)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga informou, no final da tarde de terça-feira (11), que o Governo Federal adquiriu mais 100 milhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech. Elas serão utilizadas no Programa Nacional de Imunização (PNI), sendo investidos R$ 5,5 bilhões.

Cerca de R$ 1,68 bilhão serão destinado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), para a fabricação, em território brasileiro, de 50 milhões de doses da vacina da AstraZeneca. Os R$ 3,82 bilhões restantes serão usados na compra da Pfizer.

“O presidente me incumbiu de impulsionar nossa campanha de vacinação. E é isso que estamos fazendo. O Brasil já é o quinto país que mais distribui vacinas à sua população. Nas mais de 38 mil salas de vacinação, nós temos o potencial de vacinar mais de 2,4 milhões de brasileiros por dia“, disse o ministro.

Previsão de entrega

Na previsão do titular da Saúde, as doses devem ser entregues ainda em 2021. “Essas vacinas serão entregues ainda neste ano. Mais de 30 milhões no mês de setembro e as demais, até dezembro. Então, temos vacinas, de reconhecida eficácia, comprovadas pelas agências sanitárias mais rigorosas do mundo e vamos vacinar todos os brasileiros”, acrescentou.

Miguel visita Brasília, busca fortalecimento de candidatura e recursos para Petrolina

(Foto: Ascom)

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB) segue com agenda intensa para consolidar seu nome para as eleições de 2022. Na terça-feira (4) ele esteve em Brasília (DF) e se reuniu com o presidente nacional do partido, o deputado federal Baleia Rossi.

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) e o deputado federal Isnaldo Bulhões (AL) também estiveram no encontro. Durante a visita, Miguel reafirmou seu interesse de fortalecer o MDB como protagonista no pleito do próximo ano. “O MDB é um dos maiores partidos do Brasil. Conversei com os deputados Baleia, Isnaldo e o senador Fernando sobre a necessidade de Pernambuco ser discutido e reconstruído. Precisamos unir as forças políticas, prefeitos, parlamentares, acadêmicos, trabalhadores, para mostrar um caminho de recuperação para um Estado que está falido e agora andando para trás”, disse o prefeito.

Recursos para Petrolina

Ainda em Brasília, Miguel se reuniu com o ministro do Turismo, Gilson Machado. Ambos debateram a liberação de recursos já garantidos para requalificação de 15 praças públicas de Petrolina; e a revitalização do Centro de Convenções, que deve começar em 2022. O prefeito também esteve nos ministérios da Educação e de Desenvolvimento Regional, além da Codevasf para destravar recursos.

Ministério da Saúde atualiza cronograma de entrega das vacinas e anuncia redução de 22% do prometido

(Foto: Jonas Santos/PMP)

A imunização dos brasileiros contra a covid-19 vai demorar mais do que o esperado. No sábado (24) o Ministério da Saúde atualizou o cronograma de recebimento de vacinas e anunciou que 159,45 milhões de doses devem chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2021.

Em porcentagem, isso representa uma queda de 22,5% no esperado. O número é distante dos 205,89 milhões prometidos pelo ex-ministro Eduardo Pazuello. Só para o mês de maio, houve redução de 31% no número de doses previstas. Segundo a pasta, o país deve receber no próximo mês 32,4 milhões de imunizantes.

De acordo com a CNN Brasil, o número caiu porque o Ministério da Saúde não conta mais com a entrega de doses da Covaxin, que ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Até mesmo os imunizantes produzidos no Brasil, como CoronaVac e Oxford/AstraZeneca tiveram redução de entregas.