Em Pernambuco pesquisa registra queda de mais de 40% nas compras de natal

(Foto: Ilustração)

O Fercomércio-PE divulgou uma pesquisa pouco animadora para os comerciantes, segundo os dados coletados, no estado de Pernambuco quase metade dos consumidores decidiu reconsiderar as compras de dezembro. Nos cenários mais otimistas da economia a média de aquisições, em 2016, deve se assemelhar ao desempenho de 2015.

A pesquisa feita com 1.400 consumidores, em todo o estado concluiu que a intenção de consumo das famílias para o fim do ano diminuiu de 62,4% para 57,9%.

Esse período de festas de fim de ano são o momento de maior intensidade no comércio e 2016 já é o segundo ano consecutivo de recessão na economia brasileira. Para o economista Rafael Ramos, do Instituto Fecomércio, os lojistas não fizeram investimentos otimistas neste ano. Isso significa que, além da baixa oferta de produtos, os preços não tendem a baixar, exceto em janeiro.

“As lojas já acumulavam a baixa nas vendas durante o ano inteiro e, por isso, não deve haver muitas promoções neste período. A única perspectiva de baixa é em janeiro, como tradicional”, disse Rafael.

Ele afirma que a expectativa de demanda era baixa e, por isso, o investimento foi bastante retraído. Ainda de acordo com a Fecomércio, uma pesquisa mostra que ao menos 46% dos empresários esperam vender menos em dezembro.

Com informações G1 Pernambuco

Santa Cruz projeta queda de mais da metade do orçamento para 2017

(Foto: Internet)0

Após a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro, o Santa Cruz projeta uma perca de mais da metade do seu orçamento atual. O clube, que já enfrentou uma grave crise financeira neste ano de 2016, terá que redobrar os esforços para manter o time.

“A gente, neste ano, chegou perto de R$ 30 milhões. Vamos trabalhar um orçamento de R$ 13, 14 milhões em 2017. É uma queda muito expressiva”, afirmou o presidente Alírio Moraes.

O clube pernambucano deverá restringir os seus investimentos, e, segundo Moraes, a equipe deve cortar despesas para tentar montar um time competitivo para as competições de início de ano.

“Essa queda para a Série B é uma queda, também, pedagógica. Muitas decisões que não foram tomadas e problemas que não foram enfrentados, agora terão que ser (encarados). Mesmo observando o lado social, ficar com um clube demasiadamente grande, sem condições de pagamento, não dá. O clube tem de se pagar inteiro. Só pode ter funcionário se tiver capacidade de pagamento”, disse.

Saída de Ministro da Cultura abre nova crise no governo

O governo interino foi ao Senado entregar a proposta de redução da meta fiscal (economia para pagar juros da dívida) deste ano, em meio à repercussão da divulgação de diálogo no qual Jucá aparentemente sugere a intenção de frear a Operação Lava Jato/Foto:arquivo

O governo interino foi ao Senado entregar a proposta de redução da meta fiscal (economia para pagar juros da dívida) deste ano, em meio à repercussão da divulgação de diálogo no qual Jucá aparentemente sugere a intenção de frear a Operação Lava Jato/Foto:arquivo

A saída do ministro da Cultura Marcelo Calero abriu nova crise no governo de Michel Temer. Um dos auxiliares mais próximos do presidente, o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, se tornou o pivô de questionamentos éticos que colocam o Palácio do Planalto “nas cordas”, segundo interlocutores de Temer.
Calero pediu demissão do cargo na sexta-feira (18). Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ele acusou Geddel de pressionar pela liberação da construção de um edifício residencial no centro histórico de Salvador, contrariando decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Deputada estadual quer posição do Governo sobre 13º salário dos servidores

Secretário afirmou que 13º não está garantido./ Foto: internet

Secretário afirmou que 13º não está garantido./ Foto: internet

Declarações do secretário estadual de Administração, Milton Coelho, sobre a situação financeira de Pernambuco renderam comentário da deputada Priscila Krause (DEM), durante a Reunião Plenária desta segunda (7). Na semana passada, Coelho afirmou à imprensa que o Estado não possuía recursos suficientes para garantir o pagamento do 13º salário aos servidores do Poder Executivo.

Para a democrata, a informação se opõe à apresentada, em outubro, pelo secretário da Fazenda, Marcelo Barros, durante audiência pública na Assembleia Legislativa. Na ocasião, a deputada perguntou ao gestor se o pagamento aos funcionários estaria assegurado. “Ele disse que sim, desde que não acontecesse uma queda brusca nas receitas”, rememorou.

“Registro meus cumprimentos ao secretário Milton Coelho pela sinceridade, mas fiquei surpresa ao ouvir que os recursos não estão garantidos”, disse. “Queremos um discurso único do Governo, uma resposta oficial em relação à situação do Estado, tanto para nós parlamentares quanto para os servidores.”

Pernambuco ainda não tem recursos para pagar 13º

(Foto: Internet)

Milton Coelho criticou os movimentos grevistas, afirmando que entidades sindicais não “atentaram para o tamanho da crise que o país vive” (Foto: Internet)

O secretario de Administração de Pernambuco, Milton Coelho afirmou que o Estado não reuniu valores suficientes para o pagamento do 13º salário dos servidores estaduais.

Há um mês, o secretário do Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni, garantiu que os servidores do Estado iriam receber o 13º salário do ano. Na ocasião, o Stefanni afirmou que a situação das finanças de Pernambuco permitia essa previsão e chegou a afirmar que apenas se acontecesse “uma queda muito brusca na arrecadação” a quantia não seria paga.

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A culpa não foi minha, diz Temer sobre crise e desemprego no Brasil

(Foto: Internet)

O presidente mencionou a inflação, que acelerou de 6% para 10% ao ano entre 2014 e 2015. (Foto: Internet)

Um país em profunda recessão, com desemprego crescente, inflação elevada e investimentos deprimidos. Esse foi o Brasil que o presidente Michel Temer disse que recebeu de Dilma Rousseff.

Temer, que foi vice de Dilma desde a primeira eleição, em 2011, afirmou, em discurso em São Paulo, que não tem culpa da gravidade do quadro que encontrou. “Vou cansá-los com dados para que daqui a dois, três meses não digam que o passivo é nosso”, disse.

O presidente mencionou a inflação, que acelerou de 6% para 10% ao ano entre 2014 e 2015, e uma queda do investimento de 25%. “Por trás desses dados estão homens e mulheres que pagam um preço inaceitável. Chegamos a quase 12 milhões de desempregados. E reitero que não foi culpa minha.”

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Maior seca dos últimos 100 anos provoca mudanças no uso da água no Ceará

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A pouca água acumulada nos reservatórios é um dos fatores que contribuem para a atual crise hídrica. (Foto: Internet)

Desde 1910, o Ceará não passava por uma seca tão severa como a dos últimos cinco anos, revela levantamento feito pela Funceme (Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos), com base nos volumes de chuva dos últimos 100 anos. Antes desse período de estiagem, somente a seca de 1979 a 1983 havia sido tão grave e longa: a média anual de chuvas registrada na época foi de 566 milímetros. De 2012 a 2016, a média caiu para 516 mm.

A pouca água acumulada nos reservatórios, chuvas abaixo da média histórica, o crescimento da população nas zonas urbanas e o incremento de atividades econômicas no estado são fatores que, aliados, culminam na crise hídrica atual.

Segundo o presidente da Cogerh (Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará), João Lúcio Farias de Oliveira, os 153 açudes monitorados pelo órgão tiveram recarga média de 890 milhões de metros cúbicos em cada um dos últimos cinco anos de seca.

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Petrolina está entre as dez cidades que mais criaram empregos na crise

oie_161130199O3SwRFDDe acordo com o Cadastro Geral de Desempregados e Empregados (Caged), o Brasil já soma 11,6 milhões de pessoas sem trabalho em todas as suas regiões. O alto número de desocupados pode ser atribuído à crise econômica e ao fechamento de postos de trabalho em todas as áreas. Algumas localidades do país, entretanto, continuam gerando oportunidades, embora em menor escala em comparação com períodos de bonança para o Brasil.

Entre o início de 2014 e junho deste ano, por exemplo, a cidade de Canaã dos Carajás, no Pará, foi o município com o maior número de contratações de carteira assinada (um total de 5,1 mil) em todo o Brasil. O principal motor do feito foi um investimento de US$ 8 bilhões que está sendo realizado pela Vale para implantação de um complexo minerário de ferro. A construção civil também impulsionou o número de contratações no período.

Pernambuco

Duas cidades pernambucanas também aparecem bem colocadas no ranking. São elas Goiana, com geração de 3.545 oportunidades entre 2014 e junho de 2016 (em sexto lugar no ranking) e Petrolina, que aparece na oitava colocação, com criação de 3.323 empregos. Na primeira localidade, pesaram a instalação da fábrica da Jeep e o polo vidreiro local. Já em Petrolina, a maior parte da geração de emprego é proveniente do cultivo e processamento de frutas.

Com informações do NE10

Náutico visa recuperação no Campeonato Brasileiro Série B

(Foto: André Nery)

O lateral Gastón tem se incomodado com a queda do Náutico na tabela de classificação. (Foto: André Nery)

Após a terceira derrota seguida (perdeu de virada para o Coritiba pelo placar de 4 a 2), o Timbu vai em busca de uma recuperação no Campeonato Brasileiro Série B contra o Avaí. O time pernambucano ocupa a 11ª posição e está a quatro pontos do primeiro time da zona de rebaixamento. Uma derrota contra o Avaí pode piorar ainda mais a crise que se instala na equipe.

O lateral Gastón tem se incomodado com a queda do Náutico na tabela de classificação da competição nacional. “A colocação incomoda. A gente fez o planejamento desse ano para conseguir o acesso. Ficar perto da zona de rebaixamento é complicado. A partida contra o Avaí vai ser muito importante para a gente virar o jogo”, disse o jogador.

O jogo acontece hoje (22), às 21h30, na Arena Pernambuco, em Recife. Com a vitória e uma combinação de resultados, o Timbu pode chegar a 6ª posição do campeonato.

Câmara, Senado e Executivo terão agenda de consenso para enfrentar a crise

(Foto: Internet)

“O mais importante hoje não é a construção de uma pauta, mas de um consenso para trabalharmos em conjunto”, disse Maia. (Foto: Internet)

Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Rodrigo Maia e Renan Calheiros, anunciaram na noite de terça-feira (19), após jantar com o presidente interino Michel Temer, a disposição de votar uma agenda de consenso das duas Casas e do Executivo, com o objetivo de enfrentar a crise econômica do País.

O jantar foi realizado no Palácio do Jaburu. Na saída, Rodrigo Maia e Renan ressaltaram que não há mais o clima de animosidade entre a Câmara e o Senado que impedia a votação de uma pauta consensual.

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Presidente da Câmara aponta superação da crise econômica como pauta prioritária

(Foto: Internet)

Segundo Rodrigo Maia, a PEC que estabelece o teto de gastos públicos é uma das prioridades. (Foto: Internet)

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reiterou na manhã desta sexta-feira (15) que a pauta prioritária, na sua gestão, será a superação da crise econômica. Ele concedeu entrevista ao programa da Rádio Câmara “Com a Palavra”.

“O endividamento das famílias e das empresas chegou a um patamar insustentável”, disse. “Nós temos que olhar as reformas para superar a crise sob o ponto de vista das despesas e não das receitas. Não dá mais para aumentar impostos”, salientou.

Segundo ele, a PEC que estabelece o teto de gastos públicos é uma das prioridades (PEC 241/16). De autoria do governo interino do presidente Michel Temer, esta proposta de emenda à Constituição será analisada inicialmente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que fará o exame de admissibilidade. Se for aprovada, segue para discussão e votação em uma comissão especial. A última etapa na Câmara é a votação em dois turnos no Plenário.

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Número de empresas no país cai pela primeira vez desde 2007

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,89% para 3,86%/Imagem ilustrativa

Foto: ilustração 

O Brasil perdeu 289 mil empresas em 2014, uma queda de 5,4% em relação a 2013 e a primeira desde o início da série histórica, em 2007, do Cadastro Central de Empresas (Cempre) divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As organizações formais ativas, 5,1 milhões, ocupavam 55,3 milhões de pessoas. O número representa aumento de pessoal ocupado de 0,2% (97,5 mil) e de pessoal ocupado assalariado de 0,8% (381,3 mil), comparado a 2013.

Uma das coordenadoras da pesquisa, Kátia Cilene Medeiros de Carvalho, explicou que a maioria das empresas que não resistiram à crise era de pequeno porte. “A maioria das empresas que fecharam era dos setores de comércio e da indústria de transformação, com até nove pessoas ocupadas. O aumento, embora pequeno, do pessoal ocupado sugere que, provavelmente, os trabalhadores que perderam seus empregos nas empresas que fecharam foram absorvidos por empresas maiores, já consolidadas, que têm mais condições de sobreviver a períodos de crise”, comentou Kátia.

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Crise: Petrolina é atingida pela baixa na intenção de compra dos consumidores

comercio de petrolina

Rua Souza Júnior- centro comercial de Petrolina- foto feita hoje pela manhã confirma queda na intenção de compra de consumidores,contrariando as expectativas dos comerciantes, já que junho é um dos meses mais esperados do ano para se efetivar bons negócios. Foto: WP

O mês de junho é considerado pelos comerciantes nordestinos como um dos mais promissores do ano para alavancar as vendas. Em Petrolina, no entanto, as expectativas para junho parece ter sofrido uma grande frustração. Hoje pela manhã nossa reportagem esteve no comércio da cidade e encontrou ruas e lojas vazias. Ao conversar com empresários a afirmação de que as vendas estão muito fracas como nunca visto antes, foi a queixa comum.

Quando questionamos os poucos consumidores que encontramos, o motivo de não estarem comprando, a resposta foi que os produtos estavam muito caros e o dinheiro estava pouco.

Isso demonstra que a intenção de consumo das famílias brasileiras teve mais uma queda em junho e chegou a um novo patamar mínimo histórico, de 68,7 pontos, em uma escala de 0 a 200. Os dados foram divulgados hoje (16) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e apontam uma queda de 1,7% na comparação com maio, e de 25,1% em relação a junho do ano passado.

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Quase 1 milhão de famílias desceu de classe social, em um ano

Imagem dinheiro

Só no último ano, quase um milhão de famílias desceram um degrau na escala social.Imagem:ilustrativa

Desde de 2008 foi a primeira vez que houve um movimento inverso ao da ascensão socioeconômica que vinha ocorrendo. Um estudo, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), mostra que, de 2015 para 2016, a classe que abrange famílias com renda média de R$ 4,9 mil (chamada de B2) perdeu 533,9 mil domicílios. A categoria dos que ganham R$ 2,7 mil (C1) encolheu em 456,6 mil famílias.

Ao mesmo tempo, as classes mais pobres ganharam um reforço. Na categoria em que as famílias têm renda média de R$ 1,6 mil (C2), o incremento foi de 653,6 mil domicílios. Outras 260 mil famílias passaram a fazer parte das classes D e E, com renda média de apenas R$ 768.

“Porcentualmente, esse movimento é pequeno. Mas, em termos absolutos, estamos falando em um acréscimo de mais de 910 mil famílias nas classes pobres em apenas um ano. É um número expressivo”, afirma Luis Pilli, da Abep.

Um resultado que chamou a atenção é que a classe A, a mais rica e que conta com reservas financeiras e de patrimônio para se defender da alta da inflação e do desemprego, cresceu em 109,5 mil famílias no período. Com isso, ao todo, 1,023 milhão de domicílios, ou cerca de 4 milhões de pessoas, se movimentaram de alguma forma na escala social por causa da crise – a maioria, porém, perdendo o status anterior.

Para confirmar dados desta matéria conversamos com Claudete Oliveira dos Santos, professora e jornalista que nos relatou que comprou um imóvel pelo Programa Minha Casa minha vida, com parcelas mensais de R$ 489,56, e que desde o final de 2014 não conseguiu mais pagar as parcelas para não sacrificar, alimentação, educação, e saúde dos demais integrantes da família, estando deste modo na iminência de perder o imóvel, pois segundo a professora as despesas são bem maiores que as receitas.

Com informações Veja on line

O aumento da violência em Pernambuco é assustador

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Em Pernambuco, os registros evidenciam que crise econômica  também contribui para este aumento da criminalidade. Somente no primeiro semestre de 2016, o aumento de crimes contra o patrimônio subiu para 37% e os homicídios o aumento foi de 8%.

O Estado tinha conseguindo em anos anteriores através do Programa Pacto pela Vida diminuir significativamente os números da criminalidade, contudo a escassez de recursos da máquina pública sofreu uma queda, e o atual governo não vem conseguindo manter a proposta do ex-governador Eduardo Campos que era investir em segurança e evitar o número excessivo de crimes no Estado.

O governador Paulo Câmara tem enfrentado dificuldade em relação a segurança, durante sua gestão já foram registradas rebeliões, paralisações das policias Civil e Militar, e os recursos do estado para serem investidos na segurança em anos anteriores eram bem maiores, pois o Produto Interno Bruto (PIB) estadual crescia 2,9%, mas o cenário atual é diferente.

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