Caso Master: operação da PF mira ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro

Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes no Banco Master pelo Rioprevidência

O ex-governador Cláudio Castro (PL) é alvo, nesta terça-feira (26), da 8ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Master.

Nesta etapa, a PF apura aportes de R$ 3 bilhões de recursos públicos do Rio de Janeiro para o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro, em diferentes ocasiões. O dinheiro, segundo a investigação, partiu do Rioprevidência, fundo que gere os benefícios de 235 mil aposentados e pensionistas do estado.

Agentes saíram para cumprir 10 mandados de busca e apreensão no RJ e no DF, expedidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O advogado Carlo Luchione, que faz a defesa de Cláudio Castro, informou que o ex-governador acompanhava as buscas “com serenidade”.

É a 2ª vez, em menos de 15 dias, que a PF bate na porta de Castro. Em 15 de maio, agentes cumpriram na casa dele um mandado de busca na Operação Sem Refino, contra supostas fraudes fiscais na Refit, a antiga Refinaria de Manguinhos.

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Ex-governador Cláudio Castro é alvo de operação da PF no Rio

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (15), durante a Operação Sem Refino, deflagrada para investigar suspeitas de irregularidades envolvendo um grupo econômico do setor de combustíveis.

A ação tem como objetivo apurar a atuação de um conglomerado suspeito de utilizar estruturas societárias e financeiras para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública, nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e no Distrito Federal. As medidas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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CPI do Crime Organizado cancela reuniões desta semana; Raquel Lyra e Cláudio Castro seriam ouvidos

CPI do Crime Organizado cancelou as reuniões marcadas para esta semana. Na reunião prevista para esta terça-feira (10), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o secretário de Defesa Social do estado, Alessandro Carvalho de Mattos seriam ouvidos pela comissão.

Na quarta-feira (11), ocorreriam as oitivas do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e a do secretário de Segurança Pública fluminense, Victor Cesar Carvalho dos Santos.

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Após megaoperação, governadores de oposição vão ao Rio para apoiar Castro.

Líderes de direita se reuniram na capital fluminense, em demonstração de unidade sobre ação policial contra o Comando Vermelho que deixou 121 mortos

O encontro reuniu os governadores de oposição, Romeu Zema (Novo) de Minas Gerais, Ronaldo Caiado (União Brasi) de Goiás, Eduardo Riedel (PP) do Mato Grosso do Sul, Tarcísio de Freitas (Republicanos) de São Paulo — por videoconferência — e a vice-governadora do Distrito federal, Celina Leão (PP), representando Ibaneis Rocha (MDB). Os aliados de Castro elogiaram a megaoperação de terça-feira (28) contra o crime organizado nos complexos da Penha e do Alemão.

A reunião terminou com a promessa de criação do que foi chamado de “Consórcio da Paz”, uma iniciativa para que os estados compartilhem experiências e informações no combate ao crime organizado. O governador do Rio, Cláudio Castro, voltou a cobrar a classificação das facções criminosas como organizações narcoterroristas. “Terrorismo é pela ação e não pela motivação. Se a ação é terrorista, aquilo é terrorismo, não importa a motivação”, afirmou.

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Castro e Lewandowski anunciam criação de escritório emergencial após megaoperação contra o CV

A medida foi anunciada em coletiva de imprensa realizada na noite desta quarta-feira (29/10), no Palácio Guanabara

Em coletiva de imprensa realizada na noite desta quarta-feira (29/19), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciaram a criação de um escritório emergencial para o combate do crime organizado. A medida é implemetada após o Rio de Janeiro (RJ) registrar a operação mais letal da história do estado. A ação policial terminou com 119 mortos, dos quais quatro eram policiais

O acordo foi feito durante uma reunião, realizada antes da coletiva, que contou com a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antonio Fernando Oliveira.

“Independente de erros ou acertos, saímos daqui hoje com uma grande oportunidade”, declarou o governador Cláudio Castro.

O ministro da Justiça detalhou que o escritório funcionará como um fórum de diálogo, no qual decisões serão pensadas rapidamente. Lewandowski informou que o efetivo federal no estado também será ampliado.

Ministros de Lula devem se reunir com Castro no Rio nesta quarta-feira (29)

Megaoperação no Rio de Janeiro já deixa mais de 64 mortos e se torna a mais letal da história do estado

Em meio à crise desencadeada pela operação policial realizada nos complexos da Complexo do Alemão e da Complexo da Penha — que deixou pelo menos 64 mortos — o governo federal decidiu enviar uma comitiva ao Rio de Janeiro para reunião emergencial marcada para esta quarta-feira (29).

A delegação será composta pelos ministros Rui Costa e Ricardo Lewandowski, entre outros, e atende a um pedido formalizado pela Casa Civil para um encontro com o governador do Estado do Rio, Cláudio Castro (PL).

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