
(Foto: Ilustração/Internet)
A estiagem prolongada em diversas regiões do estado tem provocado o racionamento de água em municípios baianos.
Em Itabuna (a 457 km de Salvador), a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) divulgou tabela com bairros abastecidos pelo rio Almada, que representam 75% das águas ofertadas à população local, indicando que em alguns locais a água chegará entre duas a três vezes por mês, apesar das reclamações da população.
Dos 366 municípios atendidos pela Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), quatro já estão em regime preventivo de racionamento: Vitória da Conquista, Belo Campo, Santa Luz e Queimadas.
Até o final de fevereiro, outras oito cidades abastecidas pela barragem de Ponto Novo têm previsão de início de racionamento. A informação deixou em alerta os moradores de Senhor do Bonfim, Jacobina, Jaguarari, Caldeirão Grande, Andorinha, Itiúba, Ponto Novo e Filadélfia.
















Durante discurso na tribuna da Casa Plínio Amorim, o vereador Zenildo do Alto do Cocar (PSB) fez uma reclamação sobre a falta de água no distrito de Rajada, em Petrolina (PE). De acordo com o parlamentar, existem famílias que chegam a ficar mais de cinco dias sem água. Zenildo aproveitou para pedir que o governo estadual tome alguma providência.
Mesmo sabedores de que as questões hídricas são de responsabilidade direta do governo federal via ministério da Integração Nacional que tem como gerenciadora, a Agência Nacional de Águas (ANA), sendo o governo estadual co-responsável, Vilmar Cappellaro e Ítalo de Vilma, prefeito e vice eleitos, da cidade de Lagoa Grande (PE), no Vale do São Francisco, estiveram reunidos esta semana com o secretário estadual da Agricultura, Nilton Mota, onde alertaram sobre o grave problema da seca na região e a falta do matadouro público na cidade.
