Um grupo de músicos foi até a Câmara de Vereadores de Petrolina, nesta terça-feira (2), para pedir apoio das autoridades durante a pandemia da covid-19. Eles estão impedidos de atuar em bares, restaurantes e afins, assim como de se apresentar nos shows. Sem emprego não há dinheiro e a classe clama por mais atenção.
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“A gente entende o que está passando nesse país, mas nós não podemos esquecer que nossas famílias estão passando fome, literalmente. Se nós, da classe musical, não morrermos de covid, morreremos de fome. Há um ano nós estamos impedidos de ganhar o nosso pão de cada dia”, disse Bia, empresária do Trio Granah.
Em seguida ela relatou as dificuldades enfrentadas pelos músicos. “Não temos como comprar o gás, como pagar água. A maioria dos nossos vendeu instrumentos. Nós vivemos de emoção, de passar alegria para vocês. E nesse momento de pandemia é a nossa maior tristeza. A gente não aguenta mais, a gente não sabe a quem recorrer“, desabafou Bia.







A quinta-feira (11) começou com manifestação dos funcionários da Atlântico Transportes, empresa responsável pelo transporte coletivo em Petrolina. Antes do sol raiar os servidores paralisaram as atividades para cobrar o pagamento de direitos, a exemplo do adicional noturno. Mas a Prefeitura de Petrolina alertou em nota que a categoria pode ser penalizada (leia a nota ao final da matéria).







Uma carreta marcada para este sábado (23) reforçará o pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). O ato de Petrolina está marcado para 9h30, na Orla da cidade. A manifestação é organizada pela União dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco (UESPE) e pela Frente Popular.



