
Deputado João Rodrigues, PSD-SC. (Foto: Internet)
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (8), no aeroporto de Guarulhos (SP), o deputado federal João Rodrigues (SD-SC), condenado a cinco anos e três meses por dispensa irregular de licitação, um caso que se arrastava desde 2009 no Supremo Tribunal Federal (STF) e não tem ligação com a Operação Lava Jato.
A PF informou ter apurado, com apoio das suas adidâncias (representação de um órgão público em outro país) policiais nos EUA e no Paraguai, que o deputado “se encontrava no exterior e havia modificado seu bilhete de passagem, alterando o destino final do Brasil para o Paraguai”.
A PF informou ao ministro do STF Alexandre de Moraes que havia risco de a pena prescrever no próximo dia 12, e por isso o ministro autorizou a inclusão do nome do deputado na difusão vermelha da Interpol, o que permitiu a captura do parlamentar. Com a ordem do ministro, o deputado foi impedido de entrar no Paraguai e direcionado em um voo para Guarulhos, onde foi preso.
Rodrigues fora condenado em 2009 pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre (RS). No último dia 6, a Primeira Turma do STF não acolheu o último recurso do parlamentar e determinou a prisão.






Apontado como operador no esquema de corrupção da Petrobras, o luso-brasileiro Raul Schmidt foi preso por volta das 12h30 deste sábado (03), em Sabugal, aproximadamente a uma hora de carro da cidade de Lisboa, segundo informações da Polícia Federal.








Roberto José da Silva, de 43 anos, foi preso na noite deste domingo (28), em um hotel no centro de Petrolina (PE). Acusado de estuprar uma mulher em 2016, Roberto José era considerado foragido da justiça porque havia um mandado de prisão contra ele.
