18 municípios pernambucanos receberão ajuda extra para enfrentamento ao coronavírus

Senador falou de ajuda extra a Pernambuco (Foto: Ascom)

Os municípios pernambucanos receberão uma ajuda de R$ 49,8 milhões para custear despesas no combate ao novo coronavírus. O repasse foi articulado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), juntamente ao Ministério da Saúde.

O dinheiro será repartido a 18 cidades, incluindo a Região Metropolitana do Recife que concentra a maior parte dos casos do novo coronavírus. “Os recursos que articulamos junto ao Ministério da Saúde é um importante reforço para as prefeituras investirem em leitos e equipamentos de proteção individual e contratarem pessoal. Sabemos que a principal medida para conter o avanço do coronavírus é o distanciamento social, mas os municípios precisam estar preparados para vencer esta primeira onda da pandemia e preservar o maior número de vidas”, explica o senador que é líder do governo no Senado.

O valor é um extra ao já liberado pelo Governo Federal. “O governo federal tem feito todo o esforço para ajudar estados e municípios neste momento de dificuldade, inclusive, liberando recursos para aliviar as finanças, que sofreram forte impacto com a perda de arrecadação. Os recursos do pacote de ajuda aprovado pelo Congresso Nacional devem chegar nos próximos dias, a tempo, portanto, do pagamento da folha e assegurando a manutenção de serviços essenciais”, destacou.

Covid-19: pesquisadores do Ibope continuarão trabalho em Petrolina na próxima semana

Os pesquisadores do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) voltarão a fazer uma pesquisa que analisa o cenário do novo coronavírus em Petrolina na próxima semana. O trabalho é financiado pelo Ministério da Saúde e coordenador pelo Centro de Epidemiologia da Universidade de Pelotas (UFPel).

“Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil” está sendo realizada em 133 cidades brasileiras e em Petrolina os pesquisadores voltarão às atividades em 4, 5 e 6 de junho. A terceira etapa da atividade seguirá entre 18 e 20/06.

A pesquisa é voluntária, ou seja, quem não quiser participar pode recusar. Os pesquisadores submetem um dos moradores da residência a testagem rápida para covid-19. Caso seja diagnosticado, os demais residentes receberão os testes e a Prefeitura será notificada sobre.

URGENTE: Ministro da Saúde, Nelson Teich pede exoneração do cargo

Nelson Teich não é mais ministro da Saúde do Brasil. Ele pediu exoneração nessa sexta-feira (15), antes mesmo de completar um mês na pasta. O Governo Federal confirmou a demissão em uma breve nota divulgada à imprensa e convocará uma coletiva ainda hoje.

“O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu exoneração nesta manhã. Uma coletiva de imprensa será marcada nesta tarde“, afirma a nota do Governo. Teich substituiu Luiz Henrique Mandetta, que já havia se desentendido publicamente com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre as ações federais durante a pandemia da covid-19.

Nessa semana Teich foi pego de surpresa em uma coletiva ao saber que Bolsonaro autorizou a reabertura de academias sem consultar a pasta. Outro ponto de divergência foi o uso da cloroquina, que Teich recomendou calma, mas o presidente insiste ser a cura do coronavírus.

Pesquisador afirma que número de casos de covid-19 no Brasil é 10 vezes maior que o oficial

Pesquisador alerta para subnotificação no país

Os números do coronavírus no Brasil podem ser maiores do que os atuais. O pesquisador Marcelo Gomes, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertou hoje (29) para a subnotificação no país. Segundo Gomes, há 10 vezes mais casos do que os oficiais.

Até terça-feira (28) o Ministério da Saúde tinha contabilizado 71.886 casos, mas para o pesquisador esse número supera 700 mil. “Infelizmente, o que a gente tem trabalhado é da ordem de dez vezes o número de casos confirmados. Um quadro bastante preocupante”, explicou à CNN Brasil.

Demora nos testes

A subnotificação é causada, de acordo com Gomes, pela demora nos resultados e atraso nas confirmações.  “Outro fator, que é mais importante, são os casos leves e assintomáticos, porque a gente está testando, prioritariamente, os hospitalizados, mas tem um conjunto muito grande dos que se infectam e transmitem, mas não chegam a ser hospitalizados e esses a gente não está detectando“, esclareceu.

Isolamento social

Para ele, o isolamento social continua sendo a principal arma para retardar o crescimento da doença no Brasil. “Se a gente não adotar o isolamento, muitas dessas infecções vão ocorrer simultaneamente, não vai ter leito nem respirador para todo mundo e a gente vai jogar no colo da classe médica ter que escolher quem vai receber leito e quem não vai, e  isso é uma carga emocional que ninguém deveria ter que enfrentar”, concluiu.

Brasil tem mais de 58 mil casos confirmados de covid-19

(Foto: Danny Lawson/AFP)

O Ministério da Saúde atualizou no início da noite desse sábado (25) os números do coronavírus no Brasil. São 58.509 casos confirmados da doença no país, com 4.016 óbitos. De acordo com a pasta, a taxa de letalidade da doença é de 6,9%.

Em comparação ao boletim de sexta-feira (24) são 346 novas mortes e 5.514 confirmações de pacientes infectados. São Paulo segue liderando o ranking nacional, seguido por Rio de Janeiro, Ceará e Pernambuco. A Bahia aparece em sétimo.

Acompanhe os números de hoje:

Ministério da Saúde corrige número de mortes pelo covid-19 no Brasil

Erro de digitação provocou alta nos números (Foto: Aílton de Freitas/Agência O Globo)

O Ministério da Saúde retificou o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil. De acordo com o Governo Federal, as vítimas fatais totalizam 113 e não 383, como a pasta divulgou na tarde de segunda-feira (20). Os óbitos no país já somam 2.575.

Em relação aos pacientes infectados, são 40.581 vítimas do covid-19. De acordo com o Ministério, houve um erro de digitação nos dados referentes ao Estado de São Paulo. No primeiro boletim foram contabilizados 1.307 óbitos em São Paulo, mas na verdade foram 1.037.

A letalidade da doença no Brasil de acordo com os dados do Ministério da Saúde, está em 6,3% dos casos confirmados da doença. Em uma semana o aumento de falecimentos representou 94% no país. A alta de pessoas infectadas teve alta de 73% no mesmo período.

Bolsonaro anuncia Nelson Teich como ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro e o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, durante pronunciamento no Palácio do Planalto.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, na tarde dessa quinta-feira (16), o médico Nelson Teich como novo ministro da Saúde, no lugar de Luiz Henrique Mandetta, que ficou pouco mais de 16 meses no cargo. Teich assume o cargo em meio à pandemia do novo coronavírus, que já infectou mais de 30 mil pessoas no país, levando cerca de 1,9 mil pacientes a óbito.

Em um pronunciamento no Palácio do Planalto, ao lado do novo auxiliar, Bolsonaro ressaltou que é preciso combinar o combate à doença com a recuperação econômica e garantia de empregos, e defendeu uma descontinuidade gradativa do isolamento social em vigor em todo o país.

“O que eu conversei com o doutor Nelson é que gradativamente nós temos que abrir o emprego no Brasil. Essa grande massa de humildes não tem como ficar presa dentro de casa, e o que é pior, quando voltar, não ter emprego. E o governo não tem como manter esse auxílio emergencial e outras ações por muito tempo”, afirmou.

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Demissão de Mandetta provoca panelaço em diversas cidades

(Foto: Brasil 247)

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro confirmava a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, nesta quinta-feira (16/4), diversas pessoas foram as janelas e reagiram com um panelaço à notícia. Em alguns lugares, além do panelaço, foram ouvidos gritos de “Fora Bolsonaro”. Em outros locais, gritos de “Bolsonaro genocida” também foram ecoados.

Mandetta sai do Ministério com 76% de aprovação. Em seu lugar, Bolsonaro anunciou o oncologista Nelson Teich.

Os registros foram feitos em lugares como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. Nos bairros de Higienópolis e Perdizes da cidade de São Paulo; em locais do Rio de Janeiro, como o bairro Glória, Laranjeira, Tijuca e Niterói.

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Conheça o novo ministro da saúde que vai comandar a crise do Coronavírus

Novo Ministro da Saúde, Nelson Teich.

Formado em medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Nelson Teich foi consultor informal para a área de saúde na equipe do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018. Fundador e presidente do grupo Clínicas Oncológicas Integradas (COI), ele também assessorou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, de setembro de 2019 a janeiro de 2020.

Em um artigo publicado no início de abril, intitulado “COVID-19: Como conduzir o Sistema de Saúde e o Brasil”, Teich afirma que “diante da falta de informações detalhadas e completas do comportamento, da morbidade e da letalidade da Covid-19, e com a possibilidade do Sistema de Saúde não ser capaz de absorver a demanda crescente de pacientes, a opção pelo isolamento horizontal, onde toda a população que não executa atividades essenciais precisa seguir medidas de distanciamento social, é a melhor estratégia no momento”. O oncologista acrescenta que “o isolamento horizontal é uma estratégia que permite ganhar tempo para entender melhor a doença e para implantar medidas que permitam a retomada econômica do país”.

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Mandetta é demitido por Bolsonaro e está fora do Ministério da Saúde

Ex-Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (Foto: Divulgação)

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro demitiu nesta quinta-feira (16) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A informação foi divulgada pelo próprio ministro em uma rede social.

“Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu Mandetta.

“Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo de ministro da Saúde. Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país”, prosseguiu.

Ex-deputado federal, Mandetta estava à frente da pasta desde o início do governo, em janeiro de 2019, e ganhou maior visibilidade com a crise provocada pelo novo coronavírus. Na tarde desta quinta, Mandetta foi chamado ao Planalto para uma última reunião com Jair Bolsonaro.

Nas últimas semanas, contudo, Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da Covid-19, doença provocada pelo vírus.

(Com informações do G1)

Casos confirmados de coronavírus em Ipubi sobem para oito

Município passou de dois para oito casos

O município de Ipubi, no Sertão de Pernambuco tem oito casos confirmados do novo coronavírus. Segundo o boletim divulgado pela Prefeitura no início da noite de quarta-feira (15), são três notificações descartadas e dos testes positivos, um já está recuperado.

Foram seis novos casos confirmados de terça-feira (14) para ontem. A Secretaria de Saúde não forneceu mais informações sobre a faixa etária e sexo dos pacientes, nem a respeito do estado de saúde das pessoas infectadas.

A Prefeitura também anunciou a ajuda de R$ 155.162,85 que chegou ao município, através do Ministério da Saúde. O recurso será aplicado de acordo com as prioridades estabelecidas pela secretaria municipal, no combate ao covid-19.

Mandetta não aceita demissão de Secretário e diz que os dois vão sair juntos do governo Bolsonaro

Mandetta e Wanderson de Oliveira durante coletiva hoje a tarde. (Foto: TV Globo/Reprodução)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou na tarde desta quarta-feira (15) que ele e os secretários que o auxiliam entraram juntos no ministério e sairão juntos. Mandetta fez a afirmação durante entrevista coletiva ao lado do secretário-executivo do ministério, João Gabbardo, e do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Mais cedo, nesta quarta, Wanderson de Oliveira pediu demissão em razão da provável saída de Mandetta do ministério devido às divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre o isolamento social como forma de conter a epidemia de coronavírus – Mandetta defende um isolamento amplo; Bolsonaro discorda e quer a retomada das atividades econômicas.

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Secretário de Vigilância em Saúde, “braço de direito” de Mandetta, pede demissão do Ministério da Saúde

Secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. (Foto: TV Globo/Reprodução)

Considerado um dos “braços direito” do Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o Secretário de Vigilância em Saúde pediu demissão do cargo que ocupava no governo Bolsonaro, na manhã desta quarta-feira (15), em meio a crise da pandemia do novo coronavírus. A informação foi divulgada em nota oficial do ministério.

Wanderson Oliveira, assim como o ministro Mandetta, defende isolamento social para conter o coronavírus. A medida é criticada pelo presidente Jair Bolsonaro, que afirma que esta ação é prejudicial à economia, e vem sendo motivo de embate entre ele e o ministro Mandetta.

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Com mais de 25 mil casos confirmados do novo coronavírus, Brasil ultrapassa 1.500 mortes, diz ministério

(Foto: Sajjad Hussain/AFP)

Os números divulgados nesta terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde em seu boletim diário assustam. O mais recente balanço sobre a Covid-19 traz dados que impressionam. Veja:

  • 1.532 mortes, eram 1.328 na segunda, aumento de 15%
  • 25.262 casos confirmados, eram 23.430 na segunda, aumento de 8%
  • São Paulo tem 695 mortes e 9.371 casos confirmados

Pernambuco continua entre os cinco estados do país com maior número de mortes. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta terça-feira (14), 13 novos óbitos, sendo 10 mulheres e três homens, com idades entre 45 e 95 anos. As mortes aconteceram entre os dias 3 e 13 deste mês. Agora, o estado totaliza 115 mortes pela Covid-19.

 Nas últimas 24 horas 130 novos casos da Covid-19 em Pernambuco foram confirmados. Com as novas confirmações, o estado totaliza 1.284 casos da doença.

Brasil já contabiliza 1.328 mortes pela novo coronavírus; Pernambuco está entre os cinco estados com mais óbitos

(Foto: Sajjad Hussain/AFP)

Dados do Ministério da Saúde divulgados no fim da tarde desta segunda-feira (13), mostram Pernambuco em uma situação nada confortável no ranking de mortos pelo novo coronavírus. O estado aparece com 102 óbitos, ocupando o terceiro lugar do país, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro (188) e São Paulo (608).

De acordo com boletim, os principais dados são:

  • 1.328 mortes, eram 1.223 no domingo, aumento de 9%
  • 23.430 casos confirmados, eram 22.169 no domingo, aumento de 6%
  • Em sete dias, total de mortes no Brasil subiu 99%
  • São Paulo tem 608 mortes e 8.895 casos confirmados
  • 36% das mortes ocorreram entre pessoas com menos de 60 anos
  • 35% das mortes ocorreram entre pessoas sem doenças pré-existentes (como cardiopatias ou diabetes)

Os estados com mais mortes confirmadas são: São Paulo (608), Rio de Janeiro (188), Pernambuco (102), Ceará (91) e Amazonas (71).