Número de mortes por H1N1 no Brasil chega a 679, diz Ministério

Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo o Ministério/Imagem ilustrativa

Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo o Ministério/Imagem ilustrativa

Neste ano, o número de mortes relacionadas ao vírus H1N1 no Brasil chegou a 679, de acordo com o último Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça. Em uma semana, foram 91 novos óbitos pela doença. Em todo ano de 2015, foram 36 mortes por H1N1 no país.

Até 23 de maio, foram registrados 4.153 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 3.518 foram por influenza A (H1N1) – 530 casos a mais que em comparação ao último boletim, divulgado há uma semana.

São Paulo foi o estado onde foram registrados a maior parte dos casos de morte por gripe A, com 45,6% dos casos (310/679). Rondônia, Acre, Roraima, Tocantins, Piauí e Sergipe não tiveram mortes registradas.

Vacina

Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo a pasta. O valor representa 91,7% do público-alvo, que é formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença.

Com informações do G1

Lançado edital para expansão de vagas em Medicina de Família

Médicos das UBS reunidos na Univasf

Instituições interessadas em expandir seus programas de residência em Medicina de Família e Comunidade já podem enviar suas propostas para abrir vagas em 2017. O novo edital foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (22/3) e proporcionará novas oportunidades de bolsas para médicos interessados em ampliar sua formação.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a ação faz parte do Pró-Residência, que, aliado ao Programa Mais Médicos, incentiva a expansão da formação de especialistas. As bolsas dos novos residentes, cujo valor foi reajustado em 11,9% na última semana – passou de R$ 2.976,00 para R$ 3.330, será custeado pelo Ministério da Saúde. O prazo para inscrições vai de quatro de abril à 31 de outubro.

Podem concorrer no edital, instituições públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal, e privadas sem fins lucrativos, exceto as federais vinculadas ao MEC e as privadas com fins lucrativos. Inicialmente, as propostas devem ser cadastradas no Sistema da Comissão Nacional de Residência Médica – SisCNRM, administrado pelo Ministério da Educação. E só após isso, a Instituição deve inseri-la na plataforma do Ministério da Saúde, SigResidências.

Assim como nos outros editais, as propostas serão avaliadas primeiramente pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), que analisará se a capacidade instalada das instituições comporta as expansões solicitadas. O Ministério da Saúde só vai custear as bolsas autorizadas pela CNRM. As vagas aprovadas serão ofertadas pelos programas de residência aos médicos interessados em 2017.

Pernambuco continua liderando o ranking de casos suspeitos de microcefalia

SECRETARIA SAÚDE PERNAMBUCO

O Ministério da Saúde divulgou ontem (8) o boletim epidemiológico registrando que Pernambuco permanece como o com o maior número de casos suspeitos de microcefalia, até o momento, são 804 casos suspeitos no Estado. O boletim é referente a casos até 5 de dezembro. Apesar do alto número, ainda não houve registro de morte.

Atrás de Pernambuco estão Paraíba, com 316; Bahia, com 180; Rio Grande do Norte, com 106; Sergipe, com 96; Alagoas, com 81; Ceará, com 40; Maranhão, com 37; Piauí, com 36; Tocantins, com 29; Rio de Janeiro, com 23; Mato Grosso do Sul, com 9; Goiás, com 3; e Distrito Federal, com 1.

Logo mais às 10h  a Secretaria Estadual de Saúde vai conceder uma coletiva de imprensa para detalhar o boletim e a situação das arboviroses (vírus que é essencialmente transmitido por artrópodes, como os mosquitos) no Estado.

Governo confirma relação entre zika vírus e microcefalia

aedes

O Ministério da Saúde confirmou ontem (28) que existe relação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia na região Nordeste do país. Segundo nota divulgada pela pasta, exames feitos em um bebê nascido no Ceará com microcefalia e outras malformações congênitas revelaram a presença do vírus em amostras de sangue e tecidos.

O resultado enviado pelo Instituto Evandro Chagas revelou, segundo o ministério, “uma situação inédita na pesquisa científica mundial”. O governo assegurou que vai dar continuidade às investigações para descobrir quais as formas de transmissão, como o vírus atua no organismo e qual período de maior vulnerabilidade para a gestante. “Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez”, complementou.

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