Retrospectiva 2016: Combate ao Aedes aegypti é o maior desafio da saúde, afirma Ministro

“Cada cidadão é responsável pelo combate ao mosquito”(Foto: Internet)

Nesta segunda-feira (26), durante coletiva o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira atualmente. O ministro também reforçou as previsões do governo que apontam para um aumento de casos de infecção pelo vírus Chikungunya, em 2017.

Este ano, foram contabilizados 1,4 milhão de infecções por dengue e em 2015 o número de infecções foi ainda maior, 1,6 milhão.

“Temos que combater o mosquito. Esse é o grande desafio da saúde até que a gente consiga um controle adequado”, avaliou. Este ano, foram registrados 263 mil casos de febre chikungunya, contra 36 mil em 2015. “O mosquito pica, recebe o vírus e passa para outra pessoa. Como cresceu muito o número de pessoas que têm [o vírus], entendemos que haverá uma ampliação [de casos].”

 “Cada cidadão é responsável pelo combate ao mosquito. Não há força pública capaz de estar em todos os lugares eliminando os focos.”

Com informações do EBC

Repelentes para gestantes de baixa renda, ainda não têm prazo de entrega

(Foto: Internet)

Nesta segunda-feira (26) o ministro da Saúde, Ricardo Barros, informou que não há prazo para o início da distribuição de repelentes para gestantes. Em novembro, já com atraso de quase um ano, Barros havia dito que até o fim de dezembro os produtos já começariam a ser entregues.

Em dezembro de 2015, o então ministro da Saúde, Marcelo Castro, chegou a anunciar que distribuiria o produto para todas as gestantes atendidas na rede pública. Um mês depois, recuou da medida e anunciou a oferta apenas para as gestantes vinculadas ao programa federal.

O governo anunciou que os produtos seriam produzidos em laboratório do Exército – que negou. Em seguida, passou a convocar fabricantes, mas a negociação foi marcada por entraves. Houve uma tentativa de dispensa de licitação, mas fabricantes apareceram demonstrando o interesse, o que fez o Governo voltar ao pregão.

Cerca de 484 mil grávidas, aguardam a chegada do produto, para evitar exposição ao zika vírus. Desde outubro de 2015, foram 2.289 casos confirmados de microcefalia no Brasil.

De acordo com o balanço apresentado na segunda, 159 pessoas morreram por terem pego a doença. No caso de dengue, houve queda de 9,1% em relação a 2015 (1,4 bilhão contra 1,6 bilhão, aproximadamente) – 609 mortes foram confirmadas, 37,3% a menos do que no ano anterior. Como os registros de zika só começaram a ser feitos neste ano, não é possível fazer comparação com períodos anteriores. Em 2016, foram cerca de 211 mil casos prováveis no País – seis mortes.

Com informações do FolhaPE

Levantamento revela que 13% das ambulâncias do Samu no país não têm condições de funcionamento

O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) constatou que 13% das ambulâncias e 46% das motolâncias integrantes da frota das Unidades Móveis de Saúde (Samu) estavam sem condições de funcionamento entre os anos de 2013 e 2015 nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal.

A auditoria do ministério identificou também que houve um prejuízo de R$ 922 mil pela não comprovação da execução dos serviços de manutenção das ambulâncias pagas pelo Ministério da Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, o Samu tem 185 centrais de Regulação das Urgências, que atendem aproximadamente 2.944 municípios. O serviço é disponibilizado para cerca de 150 milhões de habitantes, o que corresponde a 74,59% da população brasileira.

Em 2015, conforme dados do Ministério da Saúde, o montante de recursos empenhados no Samu foi R$ 1,01 bilhão 4.338.455,10. O valor corresponde a recursos transferidos pela União aos estados e municípios a título de custeio das Unidades Móveis de Saúde habilitadas.

A auditoria apontou a necessidade de aprimoramento dos controles internos administrativos relativos ao cálculo dos valores a serem transferidos para custeio do Samu.

Com informações da EBC

Em nota, a Compesa afirma que houve uma falha no procedimento de análise das amostras coletadas pela própria empresa

(Foto: Internet)

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) determinou, nesta segunda-feira (19), que a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) forneça água dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação. A determinação foi feita depois da constatação de que a água distribuída na cidade é imprópria para o consumo.

Em resposta, a Compesa afirmou que água distribuída para a cidade está dentro dos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde, que o teste feito falhou ao analisar as amostras coletadas pela própria empresa e que a distribuição de água na região está dentro dos padrões de potabilidade exigidos pelo o Ministério da Saúde.

Confira a nota na íntegra:

A Compesa tranquiliza a população de Petrolina informando que a água distribuída para a cidade está dentro dos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde, de acordo com a portaria Nº 2914/11. A cidade possui três estações de tratamento de água que, juntas, produzem 1.600 mil metros cúbicos. A companhia investe R$ 850 mil apenas com produtos químicos, o que garante a produção de água com excelente padrão de qualidade. A água produzida na unidade da Compesa passa por um rigoroso controle operacional que monitora a cada duas horas todas as etapas do processo de tratamento. De acordo com os dados do monitoramento bacteriológico realizado na saída das estações de tratamento dos últimos 12 meses, os resultados foram satisfatórios. Em nenhuma das amostras foi detectada a presença da bactéria Escherichia Coli

A Compesa também realiza o monitoramento na rede de distribuição, diariamente, em vários pontos da cidade. Quanto à positividade de contaminação evidenciada pelo Ministério Público de Petrolina em algumas amostras da rede de distribuição, a Compesa esclarece que o fato decorreu de uma falha no procedimento de análise das amostras coletadas pela própria empresa. Porém, o caso já foi corrigido e a Companhia está à disposição das instituições que regulam o serviço para comprovar a nossa transparência”.

Reunião entre representante de Ministério da Saúde e Apami definirá verba repassada para a instituição

Apami

Reunião definirá o teto repassado pelo Ministério da Saúde pela instituição (Foto: arquivo)

Nesta quinta-feira (03), será realizada reunião entre  o secretário de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo O diretor-presidente da Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami). O principal foco da reunião é chegar a um consenso da verba repassada pelo Ministério da Saúde a Apami.

A instituição precisa com urgência da aprovação do teto para que possa continuar oferecendo os serviços em saúde. A visita está marcada para o Centro de Oncologia (Ceonco), às 17h, localizado no Bairro Gercino Coelho.

SUS incorpora medicamento para tratar fibrose cística

(Foto: Ilustração)

a fibrose cística é uma doença genética, crônica, que afeta principalmente os pulmões, o pâncreas e o sistema digestivo. (Foto: Ilustração)

Portaria do Ministério da Saúde, publicada hoje (27) no Diário Oficial da União, torna pública a decisão de incorporar a tobramicina inalatória para o tratamento de infecção crônica das vias aéreas em pacientes com fibrose cística.

De acordo com o texto, o relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) sobre o medicamento será disponibilizado no endereço eletrônico http://conitec.gov.br/. A portaria entra em vigor hoje.

A doença

De acordo com a Sociedade Brasileira de Assistência à Mucoviscidose, a fibrose cística é uma doença genética, crônica, que afeta principalmente os pulmões, o pâncreas e o sistema digestivo. Atinge cerca de 70 mil pessoas em todo mundo e é a doença genética grave mais comum da infância.

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Ministério libera R$ 1,5 milhão para hospitais da UFBA

ufba

O investimento faz parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais./ Foto: A Tarde

Nesta semana, o Ministério da Saúde (MS) liberou recursos da ordem de R$ 1,5 milhão para dois hospitais da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O objetivo é melhorar a qualidade nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).

O investimento faz parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) e já está disponível para  a Maternidade Climério de Oliveira (MCO) e para o Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (Hupes).

Para obter o crédito, as instituições têm que cumprir metas de qualidade relacionadas ao porte e ao perfil de atendimento,  como capacidade de gestão, desenvolvimento de pesquisa e ensino e integração à rede do SUS.

R$ 165,1 milhões são liberados pelo Ministério da Saúde para Pernambuco

(Foto: ilustração)

Em todo o país, foram disponibilizados R$ 3 bilhões. (Foto: Ilustração)

No dia 8 de julho, o Ministério da Saúde liberou R$ 165,1 milhões que devem ser destinados ao custeio de procedimentos ambulatoriais e hospitalares no estado de Pernambuco. Desses, R$ 68,7 milhões destinaram-se ao Fundo Estadual e R$ 96,3 milhões aos fundos municipais O total é referente ao pagamento de julho dos serviços realizados nos seus municípios.

Em todo o país, foram disponibilizados R$ 3 bilhões, sendo que R$ 1,9 bilhão foram repassados aos fundos municipais de saúde. Outros R$ 1,1 bilhão foram pagos aos 26 fundos estaduais e do Distrito Federal.

Segundo o Ministério, o cálculo para a divisão dos recursos de média e alta complexidade utiliza critérios como a oferta de serviços do SUS, a habilitação das Redes de Atenção à Saúde, reajuste e inclusão de procedimentos, ações, programas e incentivos implementados pelo Governo Federal.

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Número de mortes por H1N1 no Brasil chega a 679, diz Ministério

Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo o Ministério/Imagem ilustrativa

Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo o Ministério/Imagem ilustrativa

Neste ano, o número de mortes relacionadas ao vírus H1N1 no Brasil chegou a 679, de acordo com o último Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça. Em uma semana, foram 91 novos óbitos pela doença. Em todo ano de 2015, foram 36 mortes por H1N1 no país.

Até 23 de maio, foram registrados 4.153 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 3.518 foram por influenza A (H1N1) – 530 casos a mais que em comparação ao último boletim, divulgado há uma semana.

São Paulo foi o estado onde foram registrados a maior parte dos casos de morte por gripe A, com 45,6% dos casos (310/679). Rondônia, Acre, Roraima, Tocantins, Piauí e Sergipe não tiveram mortes registradas.

Vacina

Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo a pasta. O valor representa 91,7% do público-alvo, que é formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença.

Com informações do G1

Lançado edital para expansão de vagas em Medicina de Família

Médicos das UBS reunidos na Univasf

Instituições interessadas em expandir seus programas de residência em Medicina de Família e Comunidade já podem enviar suas propostas para abrir vagas em 2017. O novo edital foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (22/3) e proporcionará novas oportunidades de bolsas para médicos interessados em ampliar sua formação.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a ação faz parte do Pró-Residência, que, aliado ao Programa Mais Médicos, incentiva a expansão da formação de especialistas. As bolsas dos novos residentes, cujo valor foi reajustado em 11,9% na última semana – passou de R$ 2.976,00 para R$ 3.330, será custeado pelo Ministério da Saúde. O prazo para inscrições vai de quatro de abril à 31 de outubro.

Podem concorrer no edital, instituições públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal, e privadas sem fins lucrativos, exceto as federais vinculadas ao MEC e as privadas com fins lucrativos. Inicialmente, as propostas devem ser cadastradas no Sistema da Comissão Nacional de Residência Médica – SisCNRM, administrado pelo Ministério da Educação. E só após isso, a Instituição deve inseri-la na plataforma do Ministério da Saúde, SigResidências.

Assim como nos outros editais, as propostas serão avaliadas primeiramente pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), que analisará se a capacidade instalada das instituições comporta as expansões solicitadas. O Ministério da Saúde só vai custear as bolsas autorizadas pela CNRM. As vagas aprovadas serão ofertadas pelos programas de residência aos médicos interessados em 2017.

Pernambuco continua liderando o ranking de casos suspeitos de microcefalia

SECRETARIA SAÚDE PERNAMBUCO

O Ministério da Saúde divulgou ontem (8) o boletim epidemiológico registrando que Pernambuco permanece como o com o maior número de casos suspeitos de microcefalia, até o momento, são 804 casos suspeitos no Estado. O boletim é referente a casos até 5 de dezembro. Apesar do alto número, ainda não houve registro de morte.

Atrás de Pernambuco estão Paraíba, com 316; Bahia, com 180; Rio Grande do Norte, com 106; Sergipe, com 96; Alagoas, com 81; Ceará, com 40; Maranhão, com 37; Piauí, com 36; Tocantins, com 29; Rio de Janeiro, com 23; Mato Grosso do Sul, com 9; Goiás, com 3; e Distrito Federal, com 1.

Logo mais às 10h  a Secretaria Estadual de Saúde vai conceder uma coletiva de imprensa para detalhar o boletim e a situação das arboviroses (vírus que é essencialmente transmitido por artrópodes, como os mosquitos) no Estado.

Governo confirma relação entre zika vírus e microcefalia

aedes

O Ministério da Saúde confirmou ontem (28) que existe relação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia na região Nordeste do país. Segundo nota divulgada pela pasta, exames feitos em um bebê nascido no Ceará com microcefalia e outras malformações congênitas revelaram a presença do vírus em amostras de sangue e tecidos.

O resultado enviado pelo Instituto Evandro Chagas revelou, segundo o ministério, “uma situação inédita na pesquisa científica mundial”. O governo assegurou que vai dar continuidade às investigações para descobrir quais as formas de transmissão, como o vírus atua no organismo e qual período de maior vulnerabilidade para a gestante. “Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez”, complementou.

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