Futebol: Afogados anuncia saída de Pedro Manta

Técnico Pedro Manta.

Pedro Manta não é mais treinador do Afogados. O anúncio foi feito pela Diretoria da Coruja na manhã de ontem (26) e pegou os torcedores de surpresa. Além de Manta, deixam o clube o auxiliar técnico e o preparador físico.

A decisão vem após a eliminação do Afogados na Copa do Brasil. A Coruja perdeu por 2×0 para a Ponte Preta, na terça-feira (25). Confira a nota oficial do clube:

“A diretoria do Afogados da Ingazeira FC informa, que o Técnico Pedro Manta, o Auxiliar Técnico, Allan Max e o Preparador Físico, Deivison Combé não fazem mais parte do clube.

A decisão foi tomada em comum acordo em reunião realizada na manhã desta quarta-feira. O clube agradece aos profissionais pelos serviços prestados à instituição e deseja sucesso em suas carreiras.

Os três fizeram parte direta nas grandes conquistas do Afogados nos últimos anos, escrevendo seus nomes na história do nosso clube. OBRIGADO!”

Contudo, Manta informou ao Super Esportes PE que a decisão foi unilateral. “Me chamaram para conversar agora de manhã, mas tranquilo, cabeça erguida, fizemos história aqui com todas as dificuldades, todas as adversidades. Na verdade, a gente tira leite de pedra das equipes intermediárias. Cabeça erguida”, disse o treinador.

Depois da demissão de Manta, o goleiro Wallef também anunciou que deixou o clube. O arqueiro pediu seu desligamento da Coruja. Ainda não foi anunciado qual será seu futuro.

Em entrevista ao program Super Manhã da Rádio Jornal nesta manhã, Pedro Manta não descartou a possibilidade de voltar a comanda a equipe do Petrolina, no entanto a decisão deve partir da diretoria da Fera Sertaneja.

Decotelli entrega carta de demissão, diz blogueiro

(Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro. É o que informa o blog do Valdo Cruz, Comentarista de política e economia da GloboNews.

Até a última atualização da reportagem, não havia a confirmação de que Bolsonaro aceitou o pedido. A expectativa do governo é encontrar um novo nome para o posto ainda nesta terça.

Após a polêmica sobre títulos que diz possuir, desmentidos pelas instituições de ensino, a própria equipe do presidente aconselhou Decotelli a deixar o cargo.

Embora tenha publicado uma mensagem em rede social elogiando a capacidade do ministro, desde a noite desta segunda, o presidente já dava como insustentável a situação dele. Bolsonaro fez a publicação depois de ter se reunido com Decotelli e ouvido explicações.

São três os pontos questionados no currículo de Decotelli:

  • denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV);
  • declaração de um título de doutorado na Argentina, que não teria obtido;
  • e pós-doutorado na Alemanha, não realizado.

Na última quinta-feira, Bolsonaro anunciou e o “Diário Oficial da União” publicou a nomeação do ministro. Mas no fim de semana, após se tornarem públicas inconsistências em seu currículo, nem chegou a tomar posse.

Teich diz que escolheu sair, mas não explica o motivo

Ex-Ministro da Saúde, Nelson Teich.

Um dia antes de completar um mês no cargo e em meio à explosão de casos e mortes pela epidemia do coronavírus no país, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich afirmou nesta sexta-feira (15), em pronunciamento no Ministério da Saúde, que “escolheu” deixar a pasta. Ele fez a afirmação durante um rápido pronunciamento no auditório do ministério ao lado do secretário-executivo, general Eduardo Pazuello, e de técnicos da pasta. O ex-ministro não explicou o motivo que o levou a tomar a decisão.

“A vida é feita de escolhas. E hoje eu escolhi sair”, afirmou o ex-ministro.

Ele disse que não aceitou o convite pelo cargo. “Eu aceitei que achava que poderia ajudar o Brasil e ajudar as pessoas”, afirmou.

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Ministro da Saúde demite 13 funcionários; inclusive de áreas estratégicas

Ministro da Saúde, Nelson Teich. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O ministro da Saúde, Nelson Teich, exonerou 13 servidores da pasta nesta quinta-feira (7). As trocas já estavam previstas desde a saída de Luiz Henrique Mandetta (DEM) do cargo de ministro, em 16 de abril, e algumas mudanças foram feitas a pedido dos servidores.

A nova gestão tem loteado cargos estratégicos com militares e promete também espaços a partidos do Centrão, como PL e PP. Para gestores do SUS, Teich parece “tutelado” pelo Palácio do Planalto e pela ala militar do governo.

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Moro nega ter negociado cargo no Supremo com Bolsonaro

(Foto: Reuters)

Poucas horas após anunciar sua demissão, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, foi ao Twitter para negar uma acusação feita por Jair Bolsonaro. Em pronunciamento oficial, o presidente afirmou que ex-magistrado havia condicionado a demissão de Maurício Valeixo da Polícia Federal com uma indicação para o Supremo Tribunal Federal.

“O senhor pode tirar o Valeixo, sim, mas em novembro, depois que me indicar para o Supremo Tribunal Federal”, teria dito Moro, segundo Bolsonaro. O ex-magistrado, no entanto, negou que a conversa tenha acontecido. “A permanência do Diretor Geral da PF, Maurício Valeixo, nunca foi utilizada como moeda de troca para minha nomeação para o STF. Aliás, se fosse esse o meu objetivo, teria concordado ontem com a substituição do Diretor Geral da PF”, escreveu.

O então ministro da Justiça e Segurança Pública entregou o cargo após a demissão do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. A exoneração de Valeixo, que era homem de confiança de Moro, foi uma decisão de Bolsonaro e aconteceu sem o consentimento do agora ex-ministro. Ele foi pego de surpresa com a publicação da decisão no Diário Oficial nesta sexta-feira e disse que não assinou a exoneração.

Moro elogiou Valeixo, disse que só assumiu o cargo no Ministério porque Bolsonaro havia prometido carta branca e que interferências na PF não aconteceram nem durante a Lava-Jato. “Ontem veio a insistência do presidente [para trocar o comando da PF]. Eu disse que seria interferência política e ele [Bolsonaro] disse que sim”.

Após demissão de Moro, Bolsonaro fará declaração às 17h

(Foto: Internet)

O presidente Jair Bolsonaro anunciou uma coletiva para as 17 horas desta sexta-feira (24) para comentar o pedido de demissão de Sergio Moro, posteriormente o Palácio do Planalto anunciou um pronunciamento do presidente e não uma coletiva.

“Hoje às 17h, em coletiva, restabelecerei a verdade sobre a demissão a pedido do Sr. Valeixo, bem como do Sr. Sérgio Moro”, escreveu no Twitter.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, considerado um dos pilares do governo, anunciou sua saída nesta manhã alegando interferência política na Polícia Federal com a demissão de Maurício Valeixo.

Bolsonaro usou a palavra “a pedido” em seu Twitter, indicando que seu argumento será o de que não foi dele a iniciativa para a demissão de Valeixo.

Governo Bolsonaro desmente pedido de demissão de Sérgio Moro

(Foto: Carolina Antunes/PR/Flickr)

Após a Folha de São Paulo publicar uma matéria confirmando que o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, havia pedido demissão, o governo Bolsonaro desmentiu a informação.

Segundo a reportagem, Moro teria pedido para sair após ser avisado sobre a troca do diretor geral da Polícia Federal, cargo atualmente ocupado por Maurício Valeixo, feita pelo presidente da República.

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Mandetta é demitido por Bolsonaro e está fora do Ministério da Saúde

Ex-Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (Foto: Divulgação)

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro demitiu nesta quinta-feira (16) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A informação foi divulgada pelo próprio ministro em uma rede social.

“Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu Mandetta.

“Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo de ministro da Saúde. Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país”, prosseguiu.

Ex-deputado federal, Mandetta estava à frente da pasta desde o início do governo, em janeiro de 2019, e ganhou maior visibilidade com a crise provocada pelo novo coronavírus. Na tarde desta quinta, Mandetta foi chamado ao Planalto para uma última reunião com Jair Bolsonaro.

Nas últimas semanas, contudo, Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da Covid-19, doença provocada pelo vírus.

(Com informações do G1)

Mandetta diz que deve deixar o cargo “hoje ou amanhã”

(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

O anúncio foi feito durante live nesta quinta-feira (16) com profissionais de saúde. Diante dos colegas de profissão, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que deve ser exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro “hoje ou amanhã.

O embate entre ministro e presidente da República tornou-se público há alguns dias. Mandetta vem sendo criticado publicamente por Bolsonaro, que se incomoda com a popularidade e o entrosamento do seu subordinado com integrantes do Legislativo e do Judiciário.

A defesa do ministro em relação ao isolamento social e a quarentena da população também incomodam o chefe do Executivo. “Devemos ter uma situação de troca no ministério que deve se concretizar hoje ou amanhã”, disse o ministro.

O presidente se reuniu, nesta quinta-feira, com nomes de pessoas cotadas para o cargo. Um dos nomes que figuram entre os primeiros lugares da lista é do Oncologista Nelson Teich.3

Mandetta não aceita demissão de Secretário e diz que os dois vão sair juntos do governo Bolsonaro

Mandetta e Wanderson de Oliveira durante coletiva hoje a tarde. (Foto: TV Globo/Reprodução)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou na tarde desta quarta-feira (15) que ele e os secretários que o auxiliam entraram juntos no ministério e sairão juntos. Mandetta fez a afirmação durante entrevista coletiva ao lado do secretário-executivo do ministério, João Gabbardo, e do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Mais cedo, nesta quarta, Wanderson de Oliveira pediu demissão em razão da provável saída de Mandetta do ministério devido às divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre o isolamento social como forma de conter a epidemia de coronavírus – Mandetta defende um isolamento amplo; Bolsonaro discorda e quer a retomada das atividades econômicas.

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Secretário de Vigilância em Saúde, “braço de direito” de Mandetta, pede demissão do Ministério da Saúde

Secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. (Foto: TV Globo/Reprodução)

Considerado um dos “braços direito” do Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o Secretário de Vigilância em Saúde pediu demissão do cargo que ocupava no governo Bolsonaro, na manhã desta quarta-feira (15), em meio a crise da pandemia do novo coronavírus. A informação foi divulgada em nota oficial do ministério.

Wanderson Oliveira, assim como o ministro Mandetta, defende isolamento social para conter o coronavírus. A medida é criticada pelo presidente Jair Bolsonaro, que afirma que esta ação é prejudicial à economia, e vem sendo motivo de embate entre ele e o ministro Mandetta.

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Após dois empates consecutivos no Baianão, técnico da Juazeirense é demitido

Vladimir de Jesus (Foto: Carlos Humberto)

Fontes acabam de informar ao Blog Waldiney Passos que Vladimir de Jesus, técnico da Desportiva Juazeirense, foi demitido. A informação foi confirmada pelo time, em um comunicado divulgado nas redes sociais.

“Em reunião de avaliação, neste domingo (26), diretoria e treinador chegaram a uma conclusão que seria necessário implementar mudanças no comando técnico da equipe”, diz um trecho do informativo.

No Campeonato Baiano, o Cancão de Fogo tem na lista dois empates. O primeiro duelo foi contra o Bahia, a Juazeirense recebeu o time da capital em casa, mas mesmo com a força da torcida, não obteve o melhor placar, e o jogo terminou no 1×1.

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Governo Federal demitirá secretário da Cultura que parafraseou ministro nazista de Hitler

Roberto Alvim será demitido (Foto: Reprodução/Twitter)

A repercussão de uma fala divulgada na quinta-feira (16) custará o emprego do secretário especial da Cultura, Roberto Alvim. Ele fez um discurso semelhante ao do ministro da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels.

Assim como Goebbels havia afirmado no século passado que a “arte alemã da próxima década será heroica” e “imperativa”, Alvim disse – em um vídeo divulgado nas redes sociais da pasta – que a “arte brasileira da próxima década será heroica” e “imperativa”. Na manhã de hoje ele usou as redes sociais para dizer que a frase foi coincidência, mas o Planalto já avisou que irá demiti-lo.

https://twitter.com/CulturaGovBr/status/1217941233412321286

Segundo a Folha de São Paulo, membros do Governo Federal já teriam avisado aos líderes do Congresso sobre a demissão de Alvim. O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Ramos chegou a telefonar aos líderes do Congresso antecipando a demissão, prevista para ser formalizada ainda hoje.

Sob ordens de Hitler, Goebbels convocou a população alemã a boicotar negócios judeus, incentivou e organizou a queima de livros considerados “não alemães”, num período marcado por mortes e consequentemente pelo Holocausto.

Exclusivo: funcionário desmente nota do HDM e relata demissão por justa causa após gravar vídeo mostrando estragos causados por chuva

Funcionário acionou a Justiça para buscar direitos (Foto: Blog Waldiney Passos)

No dia 6 de janeiro, Petrolina registrou uma forte chuva durante a noite. Um funcionário do Hospital Dom Malan/IMIP fez um vídeo para mostrar a situação da unidade, que registrou alagamentos em algumas áreas. Dois dias depois das imagens circularem em grupos de WhatsApp, ele e uma colega de trabalho foram demitidos por justa causa.

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Em conversa com o Blog Waldiney Passos, o funcionário – que será mantido em sigilo – desmentiu a nota encaminhada pela assessoria do hospital que alegava não ter havido corte de profissionais. “Minha demissão e de minha amiga foi no dia 8 de janeiro. Fomos informados que agimos com improbidade ao fazer o uso do celular dentro do hospital e por causa do vídeo fomos demitidos por justa causa“, relatou à nossa equipe.

Ele e sua colega eram terceirizados pela Solunni Serviços Especializados, prestadora de serviços no HDM cuja sede é no Recife. O conceito de improbidade é “falta de honradez, de integridade, de lisura”. Ou seja, a empresa entendeu que os profissionais erraram ao mostrar a realidade do hospital.

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Unidade considerou notícia “inverídica” (Foto: Arquivo)

Um vídeo que mostra funcionários do Hospital Dom Malan/IMIP mostrando os estragos causados pelas chuvas dessa semana repercutiu nas redes sociais. Porém, a direção da unidade nega qualquer represália aos servidores e desmentiu a informação sobre demissões.

Procurado pelo Blog Waldiney Passos o o HDM respondeu em nota que “nenhum funcionário contratado em regime celetista pelo HDM foi demitido nos últimos dias. Desse modo, considera a informação equivocada”.

O vídeo em questão foi divulgado na noite de segunda-feira (6), quando uma forte chuva atingiu Petrolina e alagou alguns pontos da cidade. Funcionários apareciam usando rodos para puxar a água empoçada dentro da unidade médica.

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