Pesquisa indica inflação de 1,63% no custo da cesta básica no mês de junho em Petrolina

O custo da cesta básica apresentou inflação de 1,63% no mês de junho, em comparação ao mês de maio em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Foi o que apontou a pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).

O preço estimado da cesta básica ficou em R$ 522,61 no mês passado. Os dados da pesquisa mostraram ainda que nos últimos 12 meses, os alimentos acumulam alta de 11,51% em Petrolina.

Segundo o estudo, no último mês, os itens que demonstraram maior aumento foram o leite integral (14,75%), pão francês (11,68%) e farinha (7,38%).

LEIA MAIS

Pesquisa da Facape mostra que cesta básica toma quase 50% do salário mínimo dos trabalhadores

Uma pesquisa recente do custo da cesta básica realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Petrolina (Facape), mostrou que o feijão carioca, o pão francês e o tomate foram os produtos que apresentaram maiores altas no mês de maio, em comparação com o mês de abril.

Os dados apontam que com o aumento do preço da farinha de trigo, principal insumo para o pão francês, o produto teve alta de 2,92%. Alguns produtos, como o feijão, tiveram aumento em função da menor oferta do produto nesse período. E apesar do aumento no preço do tomate em Petrolina, a cidade de Juazeiro apresentou uma forte queda e a expectativa é a diminuição dos preços no próximo mês.

LEIA MAIS

Pesquisa do Procon-PE indica alta na cesta básica em relação a abril

O Procon de Pernambuco realizou uma pesquisa entre 23 e 27 de maio e observou que a cesta básica teve aumento em relação ao mês de abril. Os fiscais observaram valores na Região Metropolitana do Recife (RMR) e nas cidades de Goiana, Gravatá, Vitória de Santo Antão, Carpina e Palmares.

O Sertão ficou de fora na pesquisa. De acordo com o Procon, na RMR, a cesta passou de R$ 630,66, em abril, para 641,54 no mês de maio, um aumento percentual de 1,73%, com impacto no salário mínimo do consumidor de 52,93%.

Entre os itens da cesta, o que mais variou de preço, mais uma vez, foi a farinha de mandioca, 180,60%. O quilo foi encontrado por R$ 2,99 em um local e R$ 8,39 em outro. Depois veio a salsicha, com 163,16% de diferença, o preço variou de R$ 7,98 a R$ 21,00.

“A pesquisa de preços faz um comparativo dos valores de vários produtos para o consumidor, identificando o mais caro e o mais barato, possibilitando uma economia na hora da compra”, afirma a gerente geral do Procon-PE, Ana Carolina Guerra.

Pesquisa aponta queda de 0,53% no custo da cesta básica no mês de março em Petrolina

O custo da cesta básica apresentou uma queda na inflação de 0,53% no mês de março de 2022, em comparação ao mês de fevereiro em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Foi o que apontou a pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).

O preço estimado da cesta básica ficou em R$ 498,72 no mês passado. Os dados da pesquisa mostraram ainda que nos últimos 12 meses, alguns alimentos sofreram aumento em Petrolina, como é o caso da carne com um aumento de 83,35%, maior aumento registrado entre os demais produtos.

Ainda em 12 meses, o café em pó e a margarina completam os três itens com maiores aumentos, com 50,64% e 26,53%, respectivamente. Especificamente em março, quando o custo ficou praticamente estável, o óleo de soja teve o maior aumento, com 3,18%.

LEIA MAIS

Custo da cesta básica aumenta em Juazeiro e Petrolina, segundo pesquisa da Facape

 

A pesquisa do Colegiado de Economia da Facape mostrou que o custo da cesta básica em Juazeiro de foi de R$ 460,41 e de R$ R$ 482,11 em Petrolina. Assim a cidade pernambucana ainda registra o maior custo para alimentos que são de uso básico na mesa do consumidor brasileiro.

Em comparação com o mês de outubro o aumento foi de 3,69% em Juazeiro enquanto em Petrolina o aumento foi de 2,01%. Considerando as informações das duas cidades agregadas, a inflação no período foi de 2,82%. Todos os alimentos que compõe a cesta básica tem valores acumulativos positivos, ou seja, apresentaram aumento de preço nos últimos 12 meses, com destaque em alimentos como o tomate, café em pó, margarina, óleo de soja e açúcar.

LEIA MAIS

Cesta Básica: Pesquisa da Facape aponta café como vilão nos preços dos alimentos em 2021

A pesquisa mensal do custo da cesta básica realizada pela Faculdade de Petrolina – Facape, através do Colegiado de Economia, constatou que o café nosso de cada dia, acumula a maior alta entre todos os produtos.

“Isso se deu devido a baixa oferta do produto por causa da geada que ocorreu no final de julho, somado com a crise hídrica que causou problemas na oferta nacional e como os preços internacionais estão elevados, os preços acabaram subindo bastante,” explicou o Coordenador da Pesquisa da Cesta básica, João Ricardo Lima.

Durante o mês de outubro, a pesquisa indicou aumento de 5,41% no custo da cesta  em Juazeiro e de 1,68% em Petrolina. Os resultados mostram que na cidade baiana, a cesta custa R$ 444,02 e em Petrolina, R$ 472,60.

LEIA MAIS

Custo da cesta básica em Petrolina acumula alta de 29% nos últimos 12 meses

A cesta básica em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, apresentou um aumento de 29,88% no acumulado dos últimos 12 meses. As informações foram divulgadas segundo pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Facape. Dentre os produtos que mais sofreram aumento, o óleo de soja segue disparado com 62,78%.

No mês de agosto, o custo da cesta básica em Petrolina ficou avaliado em R$ 476,32, com uma redução de 0,04% em relação ao mês de julho. O café em pó e a margarina foram os produtos com maior alta no mês e o tomate teve a maior queda de preço.

A pesquisa também aponta um aumento em todos os itens da cesta básica, com destaque para a carne, arroz, farinha, banana, óleo de soja, feijão, leite e açúcar.

O aumento dos produtos ocorre devido a alta demanda por matéria prima, baixa oferta e clima desfavorável. No caso do tomate, a redução no preço se deve a uma maior oferta de produtos com qualidade inferior, fazendo com que os preços diminuíssem.

A inflação no município, de acordo com a pesquisa é de -1,47%. Assim, um trabalhador de Petrolina que recebeu um salário mínimo no valor de R$1.100,00, gastou cerca de 40,4% da renda com a compra de produtos da cesta básica.

Cesta básica ultrapassa os R$ 460 em Petrolina

(Foto: Internet)

No mês de maio os alimentos que compõem a cesta básica, ficaram 4,62% mais caros, de acordo com a pesquisa da Faculdade de Petrolina – Facape. Segundo o Colegiado de Economia, o valor chegou a R$ 467,42 em maio em Petrolina (PE) e R$ 438,46 em Juazeiro (BA).

Os produtos que sofreram um acréscimo acentuado no seu preço foram o tomate, a carne e a margarina. O tomate teve um salto de 16,33% em decorrência do clima frio nas regiões de produção, o que influenciou na maturação do fruto reduzindo a oferta no mercado.

O aumento tem forte impacto no orçamento das famílias, principalmente aquelas com rendas mais baixas. A cada mês uma maior parte da renda acaba tendo que ser gasta com alimentos, sobrando menos recursos para todas as outras necessidades do mês”, explicou o Coordenador da Pesquisa da Cesta básica, João Ricardo Lima.

LEIA MAIS

Cesta básica em Petrolina é mais cara que em Juazeiro, diz pesquisa

A pesquisa faz um comparativo entre fevereiro e janeiro de 2021. (Foto: Arquivo)

Pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Petrolina (Facape) sobre o preço da cesta básica em Petrolina e Juazeiro aponta que na cidade baiana os alimentos estão mais baratos que na cidade pernambucana. Os resultados mostram que o custo da Cesta Básica em Juazeiro foi de R$ 417,72 e em Petrolina foi de R$ 444,09.

Sobre o comportamento em relação à janeiro, este foi de aumento de preços nas duas cidades, sendo 2,77% em Juazeiro/BA e de 1,27% em Petrolina/PE. Os coordenadores da pesquisa observaram que nos últimos seis meses do ano, em Juazeiro os alimentos acumulam alta de 14,77%. Em Petrolina, o acumulado é de 22,62%.

LEIA MAIS

Cesta básica está mais cara em Petrolina em relação a Juazeiro

(Foto: Internet)

A pesquisa realizada mensalmente pela Facape constatou que a cesta básica está mais cara em Petrolina, quando comparada a Juazeiro. O Colegiado de Economia da instituição, responsável pelos dados, fez a comparação entre os meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021 e chegou a conclusão que o custo da cesta básica em Juazeiro foi de R$ 406,46 já, em Petrolina, os mesmos alimentos não saem por menos que R$ 438,53.

Quando os economistas fazem a soma do acumulado dos últimos 5 meses do ano, em Juazeiro os alimentos acumulam alta de 12%. Já em Petrolina, o acumulado é de 21,36%. Os valores são considerados elevados pelo coordenador do boletim do custo da cesta básica, João Ricardo F. de Lima.

LEIA MAIS

Natal sem fome: campanha da LBV leva alimentos à famílias do Sertão baiano

O ano de 2020 está sendo de insegurança para milhares de brasileiros e, em todo o mundo, mas em regiões de extrema pobreza, o pouco que se tinha ficou ainda mais escasso. Por isso, a Legião da Boa Vontade (LBV) realizou uma grande mobilização com parceiros, colaboradores e voluntários na tradicional campanha ‘Natal Permanente’ da LBV – Jesus, o Pão Nosso de cada dia!.

A iniciativa sensibilizou o povo baiano, que aceitou a missão solidária de combate à fome e luta pela dignidade do nordestino. Foram arrecadadas 25 mil toneladas de alimentos, além de itens de limpeza que serão entregues às famílias do Sertão São Francisco.

LEIA MAIS

Pesquisa indica inflação de 8,15% na cesta básica de outubro em Petrolina

(Foto: Internet)

O custo da cesta básica apresentou inflação de 8,15% no mês de outubro, comparado ao mês de setembro em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Foi o que indicou a pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).

O preço estimado da cesta básica ficou em R$ 408,81 no mês passado. De acordo com o estudo, os itens que demonstraram grande aumento em outubro foram o óleo de soja (17,83%), o açúcar (15,67%), o tomate (15,22%) e o arroz (14,33%).

LEIA MAIS

Pesquisa aponta cesta básica mais cara em Juazeiro do que em Petrolina

O Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) realizou uma pesquisa para mostrar os valores das cestas básicas nas cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) no mês de setembro. O resultado do levantamento mostrou que o custo em Juazeiro foi de R$ 383,57 e  em Petrolina, de R$ 378,02.

Esses dados comprovam que o custo da cesta na cidade baiana é maior do que na pernambucana. Em relação ao aumento, quando comparado ao mês de agosto, Juazeiro apresenta 5,97% a mais no valor da cesta básica, enquanto Petrolina 6,07%.

Dentro da relação de produtos que tiveram aumento na cesta básica no mês de setembro há o óleo de soja, arroz, leite integral e carne. Os motivos do aumento são justificados pelo aumento de demanda interna, redução de oferta e aumento de exportações devido ao câmbio favorável, mesmos fatores responsáveis pelo aumento do mês de agosto.

LEIA MAIS

Preço da Cesta Básica em Juazeiro ficou mais alto que o de Petrolina no mês de agosto

(Foto: Internet)

A pesquisa do Custo da Cesta Básica de agosto, realizada pelo Colegiado de Economia da Facape faz comparação entre os preços, e foi realizada para agosto em relação à fevereiro, mês pré-pandemia do coronavírus no Brasil.

Os resultados mostram que o custo da Cesta Básica em Juazeiro/BA foi de R$ 361,96 e, em Petrolina/PE, foi de R$ 356,38. Assim, o custo na cidade baiana é maior do que na pernambucana. Em relação ao aumento comparado a fevereiro, este foi de 1,20% em Juazeiro/BA e de 4,17% em Petrolina/PE.

Contudo, estes valores refletem o forte impacto da redução do preço do tomate no período. No início do ano o tomate estava com um preço muito elevado e, em agosto, já não existia mais o desequilíbrio da oferta e demanda.

LEIA MAIS

Reforma tributária pode elevar valor da cesta básica brasileira

Especialistas ouvidos jornal pelo Estado de São Paulo afirmam que a proposta do Ministério da Economia para a chamada reforma tributária deve elevar o custo final dos itens da cesta básica. Eles seguem isentos, porém uma nova regra deve aumentar os preços.

Pelo projeto, as empresas isentas da nova Contribuição Social sobre Operação com Bens e Serviços (CBS) não poderão mais aproveitar créditos gerados ao longo da cadeia de produção para abater outros impostos. Ou seja, quantia deixada de fora nos componentes da cesta básica poderá incidir em outros tributos.

O texto como está não permite que a isenção do CBS seja usada para abater outras taxas, como acontece pela regra atual. Custos como embalagem e maquinário, por exemplo, podem ser taxados em 12% – alíquota proposta para o CBS. Sem a alternativa de abater esses valores, os produtores podem optar por repassar o custo para o consumidor final.

“É um tiro no pé”, diz Vinicius Jucá Alves, sócio da área tributária da Tozzini Freire Advogados. A consequência, segundo o especialista, será um aumento da carga tributária sobre esses produtos, que pode ser repassado para o consumidor final. Alves dá como exemplo um fabricante de massa que compra farinha de trigo, produto isento, mas também precisa de outros insumos e equipamentos que não têm isenção. Sem poder usar o crédito para abater os impostos, o fabricante tende a incluir no preço final os 12% que pagou do novo imposto sobre esses itens.

12345