
Mesmo com a apresentação do possível suspeito de ter assassinado a menina Beatriz Angélica Mota pela Secretaria de Defesa Social (SDS) nesta quarta-feira (12), a mãe de Beatriz Mota, morta a facadas há seis anos, em Petrolina, diz que ainda é preciso mais evidências, embora acredite na “prova incontestável” que é o exame de DNA.
De acordo com Lucinha ao Jornal do Commércio, na conversa que teve com o secretário, não foi esclarecido a ela a motivação do crime, descrita na coletiva de imprensa como a forma encontrada pelo suposto criminoso para silenciar Beatriz após ela ter se assustado com o “contato” do suspeito. Segundo Lucinha Mota, o processo de federalização da investigação continua.









Com mais de 1h de atraso, a Polícia Civil de Pernambuco promoveu a esperada coletiva de imprensa sobre o Caso Beatriz, nesta quarta-feira (12). De acordo com as informações repassadas pelo titular da Secretaria de Defesa Social (SDS), Humberto Freire, Marcelo da Silva é o homem que desferiu as 42 facadas em Beatriz Angélica Mota.
A quarta-feira (12) é de protesto em Petrolina. O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) promove nesta manhã, o Ato das Cruzes, na Praça da Catedral, no Centro da cidade. O objetivo é chamar a atenção da população e das autoridades sobre o alto índice de homicídios no Estado.






