Atleta da APA Petrolina conquista dois ouros no Pan-Americano de Paraciclismo e celebra nova fase na carreira

O atleta José Cleber Silva, da Associação Petrolinense de Atletismo (APA Petrolina), conquistou duas medalhas de ouro no Pan-Americano de Paraciclismo 2026, realizado em Indaiatuba (SP). Clebinho competiu nas provas de estrada no sábado (28) e no domingo, dia 1º de março, garantindo o lugar mais alto do pódio nas duas disputas.

No sábado, na prova contra o relógio, modalidade em que cada competidor larga individualmente e vence quem completa o percurso no menor tempo, Clebinho competiu na categoria Tricycle MT1 (destinada a atletas que utilizam triciclo adaptado e possuem comprometimento severo de coordenação e equilíbrio). O petrolinense completou os 15 quilômetros com o tempo de 28min11s643, garantindo o título com vantagem expressiva de 3min34s863 sobre o segundo colocado, o mexicano Gilberto Anguiano Valenzuela, que registrou 31min46s506.

Já neste domingo (1º), Clebinho voltou a brilhar na prova de resistência (Road Race). Ele percorreu sete voltas, totalizando 29,680 km, com o tempo de 1h11min29s496. O brasileiro abriu 6min51s514 de vantagem sobre o mesmo adversário mexicano, confirmando o segundo ouro no campeonato.

Emocionado com a conquista, o atleta destacou que as vitórias marcam um momento especial em sua carreira, já que está em processo de transição do atletismo para o paraciclismo. “Esses ouros representam muito para mim. Estou vivendo uma fase de transição, aprendendo a cada treino e a cada prova. Ganhar um Pan-Americano logo no início dessa caminhada no paraciclismo me dá ainda mais confiança para seguir evoluindo”, afirmou Clebinho.

Ele também fez questão de ressaltar o apoio recebido pela APA durante todo esse processo. “A APA Petrolina sempre acreditou no meu potencial. Essa medalha é fruto de muito trabalho, dedicação e do suporte que tenho recebido por todos da equipe. Só tenho a agradecer.”

As conquistas representam ainda um feito importante para a APA Petrolina, que segue ampliando sua atuação no esporte paralímpico e investindo no desenvolvimento de atletas em diferentes modalidades. Recentemente, a equipe firmou termo de cooperação com a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), tornando-se referência do paraciclismo na região ao sediar um núcleo da Escola de Paraciclismo Brasil.

A APA – Localizada em Petrolina (PE), no coração do Vale do São Francisco, a APA é reconhecida como um case de sucesso e referência de impacto social e esportivo no Nordeste. O clube de atletismo do Sertão de Pernambuco é considerado nacionalmente como modelo de inclusão social e alto rendimento. Com 22 anos de atuação, já impactou mais de 2.500 pessoas, promovendo o atletismo desde a formação de base até o alto rendimento. A associação vem transformando o cenário esportivo e social da região, revelando grandes talentos, o que fez o nome da instituição ser colocado no hall das principais equipes do atletismo olímpico e paralímpico brasileiro.

Único clube de atletismo no Nordeste certificado pela Lei Pelé, a APA também se destaca na implementação de projetos financiados pela Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) do Governo Federal. Atualmente, a associação lidera quatro projetos: as Escolinhas de Atletismo Inclusivo e Escolinhas Sem Fronteiras, Canoagem Paralímpica e o Projeto Olímpico e Paralímpico do Sertão. As Escolinhas atendem 800 crianças, com e sem deficiência, em nove núcleos nas cidades de Petrolina, Bodocó, Lagoa Grande, Ouricuri, todas em Pernambuco, e Juazeiro e Remanso, na Bahia.

Ascom

Lucas Braathen se emociona após ouro nos Jogos de Inverno: ‘Ponto de inspiração para crianças’

Lucas Pinheiro Braathen deixou a emoção aflorar após conquistar a medalha de ouro no slalom gigante do esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. O brasileiro valorizou o apoio dos torcedores e disse ser impossível transformar em palavras a sensação de subir no lugar mais alto do pódio.

“Inexplicável. Totalmente inexplicável. Não sei como colocar palavras nas sensações agora. Agradeço a todos que torcem do Brasil. Pode ser um ponto de inspiração para crianças da próxima geração. Nada é impossível, não importa onde você está, suas roupas, a cor da sua pele. O que importa é o que está no coração Esquiei com meu coração, minha intuição e a força brasileira para levá-la ao topo do pódio”, disse Braathen ao SporTV

O brasileiro conquistou a primeira posição com o tempo total, na somatória das duas descidas, de 2min25s. Depois de liderar a primeira parte, teve mais dificuldades na segunda e, mesmo assim, faturou o ouro.

“Foi uma guerra. Eu estava puxando, puxando, tentando achar velocidade e flow para descer num ritmo bem rápido para ficar acima. Entre as descidas, a neve fica completamente diferente, está muito quebrada. Precisei ajustar e consegui achar o balanço, esquiei com o coração. Quando você esquia do jeito que você é, tudo é possível”, afirmou.

Quando terminou sua descida final, ecoou em Bormio, local da prova, o famoso “tema da vitória”, que embalava as manhãs de domingo com vitórias brasileiras na Fórmula 1, especialmente com Ayrton Senna. Lucas Braathen quer fugir de comparações ou se colocar no mesmo patamar de ídolos nacionais. “Única coisa que importa é continuar sendo quem sou. Um esquiador brasileiro que virou campeão olímpico”, concluiu.

Lula celebra ouro inédito de Lucas Pinheiro nas Olimpíadas de Inverno: “O esporte brasileiro não tem limites”

“Éourooooooooooooooooooooo!” Foi assim, vibrando como tantos brasileiros ligados na televisão neste sábado, 14 de fevereiro, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a conquista da primeira medalha da história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. O feito inédito foi protagonizado pelo esquiador Lucas Pinheiro Braathen, na pista de Bormio, na Itália, ao vencer a prova de slalom gigante nos Jogos de Milão-Cortina 2026.

Nas redes sociais, o presidente parabenizou o atleta e destacou o simbolismo da vitória, que transcende as pistas de neve e amplia os horizontes do esporte brasileiro. “O resultado inédito mostra que o esporte brasileiro não tem limites. É o reflexo de talento, dedicação e do trabalho contínuo de fortalecimento do esporte em todas as suas dimensões. Parabéns, Lucas Pinheiro, e toda a equipe envolvida nessa conquista histórica, que inspira novas gerações e amplia o horizonte do esporte nacional.”

Estadão Conteúdo/Secom Presidência

Flávia Saraiva garante ouro na Copa do Mundo de Ginástica Artística

A ginasta Flávia Saraiva brilhou neste domingo (28) ao conquistar Medalha de Ouro na final de trave da Copa do Mundo de Ginástica Artística de Szombathely, na Hungria. O resultado garantiu o lugar mais alto no pódio na etapa, com 13,800 pontos (5,7 de dificuldade) e corou uma campanha de seis pódios para o Brasil.

Além de Flavinha, o Brasil também brilhou em outras finais. No solo, Júlia Soares levou a prata (12,550) e Júlia Coutinho conquistou o bronze (12,250), completando a dobradinha verde-amaraela. Entre os homens, Caio Souza foi prata nas barras paralelas (14,150), apenas 0,1 ponto atrás do turco Ferhat Arican, campeão da prova. No sábado, Ana Luiza Lima já havia alcançado o bronze nas barras assimétricas, sua primeira medalha internacional.

O desempenho aumenta a confiança da equipe a menos de um mês do Campeonato Mundial de Jacarta, na Indonésia, que será realizado entre 19 e 25 de outubro. A competição serviu como último teste antes da definição da equipe que disputará o torneio. Agora, os nove atletas brasileiros que competiram na Hungria seguem direto para Doha, no Catar, onde farão aclimatação antes do embarque para a Indonésia. Eles receberão o reforço de Sophia Weisberg, Patrick Corrêa e Tomas Florêncio, que também disputam vaga no grupo final para o Mundial.

Pódio de Flávia Saraiva
Duas vezes finalista olímpica da trave, a brasileira já havia liberado a fase classificatória em Szombathely, com 14,250 pontos, e manteve a consistência na decisão, garantindo mais de meio ponto de vantagem sobre a espanhola Alba Petisco (prata com 13,250) e a húngara Greta Mayer (bronze com 13,100).

Pelo terceiro ano consecutivo, a ginasta sobe ao pódio na trave em etapas do circuito internacional. Ela foi bronze em Paris (2023) e prata em Antália, na Turquia (2024), consolidando-se como uma das principais especialistas do aparelho.

Correio Brasiliense

Estudantes do Recife conquistam ouro e vão representar Pernambuco na Olimpíada Brasileira de Robótica

A equipe Futurebot, da Escola Municipal Padre Antônio Henrique, conquistou o primeiro lugar na etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), realizada durante o Festival de Programação e Robótica do Recife (FPR) 2025. A vitória, alcançada na sexta-feira (29), garantiu aos estudantes Heitor Arantes e Adrielisson Lucas a classificação para a fase nacional, marcada para o segundo semestre, no Espírito Santo.

O festival foi sediado no Recife Expo Center e reuniu, ao longo de quatro dias, competições, oficinas e atividades voltadas para tecnologia e inovação. Na disputa da OBR, os estudantes da Futurebot venceram na categoria Resgate – Nível 1, resultado de meses de preparação.

Além da Futurebot, outras escolas da Rede Municipal também se destacaram. A equipe MMC3PO, da Escola Municipal Mário Melo, recebeu o troféu de Melhor Escola Pública. Já a equipe Robots, da Escola Municipal Antônio Farias Filho, foi premiada na categoria Robustez.De acordo com Marcelo Dantas, gerente geral de Inovação na Educação do Recife, o festival buscou estimular o aprendizado em tecnologia e programação, além de promover o trabalho em equipe entre os estudantes.

Diario de Pernambuco

Brasileiras brilham e conquistam inédita medalha de prata no Mundial de Ginástica Rítmica

O Brasil conquistou um resultado inédito, neste sábado, no Mundial de Ginástica Rítmica, que vem sendo realizado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. A equipe verde e amarela empolgou o público, cometeu poucos erros e terminou na 2ª colocação, com 55,250 pontos. Trata-se do melhor resultado do País na disputa por conjunto na história dos Mundiais, superando o 6º lugar obtido na edição passada da competição, na Espanha, em 2023. O Japão foi o campeão e o bronze ficou com a Espanha.

O conjunto brasileiro liderava a classificação do geral, após as duas rotações (disputa de fitas e conjunto misto de bolas e arcos), ao fim da disputa do Grupo A. Mas as japonesas fizeram uma apresentação impecável, sem erros na apresentação do conjunto, e buscaram o topo do pódio com alta nota de 28,350 e 55,550 no geral, 0,300 na frente das atletas do Brasil. As espanholas terminaram com 54,750.

Em busca de uma medalha inédita em Mundiais, o quinteto brasileiro foi o oitavo dos 18 conjuntos a se apresentar no Grupo A e, com uma coreografia vibrante, levantou o público presente na Arena Carioca 1 ao som da música Evidências. Duda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Nicole Pircio e Sofia Madeira fizeram uma apresentação segura na série com 3 bolas e 2 arcos e conquistaram a nota 27,850.

O resultado deu ao Brasil a liderança parcial da competição, superando a Polônia, outra favorita, por 1,150. Ao término da primeira rotação, as brasileiras somavam a melhor nota, à frente da forte China (27,650), atual campeã olímpica, que teve recurso indeferido para aumentar sua pontuação, e Itália (23,260), bronze nos Jogos de Paris-2024.

O ótimo desempenho na série mista animou as brasileiras para a apresentação com cinco fitas na segunda rotação. Embaladas pelas músicas O que é o que é?, Aquarela do Brasil, Come to Brazil e Samba do Brasil, percorrendo do samba ao funk, as anfitriãs novamente empolgaram no tablado e obtiveram outra nota alta – 27,400 -, somando 55,250 no total.

Restava secar as concorrentes dos outros 35 países para conquistar um lugar no pódio. Ao fim da disputa de todo o Grupo A, com as apresentações do conjunto misto bolas e arcos e das fitas, o Brasil liderava a classificação geral, gerando expectativas elevadas para a equipe da casa. “Estamos bastante felizes, as meninas tiveram um ótimo desempenho aqui no Mundial. Elas fizeram excelentes apresentações, o público nos encantou. Ficamos muito felizes, as meninas se sentiram à vontade. Foi exatamente como a gente sonhou. Então, muito obrigado à torcida!”, celebrou a técnica do conjunto, Camila Ferezin.

A capitã Duda Arakaki também celebrou as performances, antes ainda do resultado final. “Foi melhor do que a gente imaginava, fizemos duas séries muito boas e estamos muito felizes”, disse a ginasta ao canal SporTV. “Estávamos focadas em representar bem o nosso País no Mundial em casa, e fazer séries boas. A gente se entregou ao processo e deu o melhor todos os dias (de preparação)”, acrescentou.

“Tenho certeza que somos a equipe que mais se dedicou e se preparou para este Mundial. Trabalhamos muito e estávamos unidas Mantivemos a concentração e a torcida trouxe mais energia”, comentou Nicole Pircio. “Não tem cenário melhor que competir em casa e com a família acompanhando”, disse Sofia Madeira. As comandadas da técnica Camila Ferezin vinham de resultados consistentes na temporada tanto na prova mista de três bolas e dois arcos quanto na série simples de cinco fitas. As brasileiras conquistaram três medalhas de ouro no Challenge de Portimão, em Portugal, e um ouro e um bronze na Copa do Mundo de Milão, na Itália.

O resultado no Mundial do Rio reflete a evolução do Brasil na modalidade. Na sexta-feira, duas representantes do País pela primeira vez ficaram entre as 18 finalistas no individual geral. Bárbara Domingos terminou em nono lugar, melhor resultado de uma ginasta brasileira na competição, enquanto Geovanna Santos, a Jojo, ficou em 18º. Neste domingo, as principais ginastas do mundo voltam à quadra para as finais por aparelho, tanto nos conjuntos quanto no individual. O Brasil está classificado nas duas disputas do dia.

Diario de Pernambuco

Brasil chega a 6 ouros em Copa do Mundo de halterofilismo paralímpico

Um dia após subir seis vezes ao pódio, o Brasil assegurou mais nove medalhas – três delas de ouro – no segundo dia da etapa da Copa do Mundo de halterofilismo paralímpico, em Santiago (Chile), que serve de preparação para o Mundial da modalidade no Cairo (Egito), de 11 a 18 de outubro. O primeiro a vencer neste sábado (16) foi o pernambucano José Arimateia (categoria até 97 quilos) que levantou 211 kg na última tentativa. A prata e o bronze ficaram com os chilenos Frank Filio e Nicolas Carrillo, respectivamente. A competição em Santiago termina neste domingo (17).

Na categoria até 107 kg, quem brilhou foi o mineiro Jean Pereira (até 107 kg), que conquistou o ouro ao erguer 213 kg logo na primeira tentativa. Também teve prata na disputa masculina, com o carioca Gustavo Amaral levantando 241 kg na segunda tentativa

Na competição feminina da categoria acima dos 86 kg, teve dose dupla verde e amarela, com ouro da baiana Edilândia Araújo (categoria acima dos 86 kg) que ergueu 136 kg e bronze da potiguar Alane Dantas, com 117 kg levantados. A halterofilista Maka Kvinchia, da Geórgia, levou a prata.

As brasileiras emplacaram outras dobradinhas: na categoria até 61 kg, a paraense Naira Gomes levou a prata e Laira Silva o bronze. A vencedora foi a chilena Camila Campos. Já na disputa dos 86 kg, a brasiliense Gabrielle Diniz conquistou a prata ao levantar 115 kg e a baiana Valéria Alves dos Santos o bronze, com 100 kg erguidos. O ouro ficou com anfitriã Marion Guajardo (125 kg).

A delegação brasileira (nove mulheres e sete homens) estreou com pé direito na Copa do Mundo na sexta-feira (16), com direito a três ouros – um deles com recorde das Américas – uma prata e dois bronzes. Na categoria até 49 kg, Marco Túlio – estreante em competições pela seleção adulta – estabeleceu novo recorde continental ao levantar 169 kg, superando a marca anterior (165 kg) do chileno Enmanuel Gonzalez Rodriguez, obtida em junho em Pequim (China). A prata ficou ficou com o amazonense Lucas Santos (148 kg) e o bronze com o venezuelano José Monteiro Ortiz.

Na disputa feminina dos 45 kg, outra estreante da seleção, a paulista Brenda Pepe, assegurou o ouro após levantar 95 kg, superando a venezuelana Dilmary Perez (85 kg) que ficou com a prata, e a Amália Gonzalez, medalha de bronze.  Depois foi a vez da mineira Cristiane Alves Reis subir garantir o topo do pódio na categoria até 55kg. Ela levantou 109 kg na terceira tentativa, 52kg a mais que a cubana Daniuvis Labrada, que ficou com a prata.

Também na sexta (16), o Brasil conquistou uma prata com a piauiense Cleusa Angélica (na categoria até 41 kg) e dois bronzes: um com o paulista Bruno Carra (categoria até 65kg) e outro com o potiguar Júnior França (59 kg).

Agência Brasil

Isaquias Queiroz leva medalha de ouro na Copa do Mundo de canoagem

Após quase um ano fora, desde a Olimpíada de Paris-2024, Isaquias Queiroz começou bem em seu retorno às competições. O atleta do Flamengo venceu a prova do C1 500 metros da Copa do Mundo de canoagem velocidade, em Szeged, na Hungria, e conquistou a medalha de ouro.

Com o tempo de 1min47s80, o baiano superou Zakhar Petrov. O russo ficou com a prata, e o romeno Catalin Chirla completou o pódio, em terceiro lugar. O Brasil também foi representado por Gabriel Assunção, que cruzou a linha de chegada dois segundos e meio depois de Isaquias e terminou na quinta colocação.

Os dois voltam à água ao lado ainda neste sábado, para a disputa em duplas do C2 500m.A prova terá outra dupla brasileira, formada por Filipe Vieira e Jacky Godmann

Prata em Paris

A menos de um ano, Isaquias Queiroz ganhou medalha de prata na canoagem velocidade na prova C1 1000m, nos Jogos Olímpicos de Paris. Ele soma cinco medalhas olímpicas na carreira: uma de ouro, três de pratas e uma de bronze.

A Tarde

Mestra Maria Jacinta receberá Título de Cidadã Petrolinense e Medalha de Honra ao Mérito Dom Malan nesta quinta-feira, 27

A Câmara Municipal de Petrolina concederá, nesta quinta-feira (27), duas importantes honrarias do município à Mestra Maria Jacinta: o Título de Cidadã Petrolinense e a Medalha de Honra ao Mérito Dom Malan. As homenagens, de autoria do vereador Professor Gilmar (PT), serão entregues em cerimônia marcada para as 10h30 na Fundação Nilo Coelho, local onde as sessões legislativas estão sendo realizadas temporariamente.

Aos 100 anos, a mestra Maria Jacinta, tem uma trajetória marcada pela dedicação à cultura e à educação, contribuindo significativamente para o fortalecimento das tradições do Vale do São Francisco, especialmente em Santa Maria da Boa Vista. Seu trabalho como guardiã do patrimônio imaterial e da cultura popular a tornou referência na preservação da identidade cultural nordestina.

O Título de Cidadã Petrolinense e a Medalha Dom Malan são reconhecimentos pelos relevantes serviços prestados à educação e à cultura no município de Petrolina. Além dessas homenagens, a Mestra já possui outras distinções de grande relevância, como os títulos de Patrimônio Vivo de Pernambuco e Patrimônio Vivo da Cultura Brasileira.

Para o vereador Professor Gilmar, a entrega dessas honrarias “reforça a importância do trabalho da Mestra Maria Jacinta e a necessidade de valorizar a cultura popular e seus agentes, garantindo que seu legado permaneça vivo para as futuras gerações”.

Ascom

Baiana Ana Marcela faz história e soma 60ª medalha em Copas do Mundo

Campeã olímpica em Tóquio, a baiana Ana Marcela fez história mais uma vez. Na Copa do Mundo de Águas Abertas, a atleta garantiu a inédita medalha de prata ao Brasil no revezamento 4×1.500m, o que foi o seu 60ª pódio no Mundial.

Ao lado de Ana estavam Viviane Jungblut, Luiz Felipe Loureiro e Leonardo Brandt de Macedo, que juntos completaram a prova em 1h11min02s30. O tempo só ficou atrás da Austrália, que conquistou o ouro, e ficou na frente dos EUA, que completaram o pódio.

Na etapa de Hong Kong da Copa do Mundo de águas abertas, na manhã deste domingo, a baiana foi um grande nome para a primeira conquista do Time Brasil no revezamento, muito diferente da nadadora de 32 anos, que já soma 60 medalhas, com 29 ouros, 18 pratas e 13 bronzes, sendo a maior medalhista da história da competição.

Com quatro etapas disputadas, Ana Marcela é a atual líder do torneio, se aproximando de conquistar mais um título. Nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, a baiana terminou na 4ª colocação nos 10km, não conseguindo repetir o feito de 2021, quando foi campeã.

A Tarde

Águas abertas: Brasil leva prata e bronze em etapa da Copa do Mundo

O sábado (12) foi de dobradinha brasileira – prata e bronze – na etapa da Copa do Mundo de Águas Abertas em Setúbal (Portugal). A multicampeã Ana Marcela Cunha foi vice-campeã da prova feminina de 10 quilômetros ao concluir o percurso em 2h18m33s80, ficando três segundos atrás da vencedora, a alemã Lea Boy ( 2h18m30s70). A gaúcha Viviane (2h18m34s50 ) chegou na terceira posição e ficou com o bronze.

É a segunda vez que a baiana Ana Marcela e Viviane sobem juntas ao pódio em etapas da Copa do Mundo. Em maio, no Golfo Aranci (Itália), Ana Marcela conquistou o ouro e Vivane a prata na maratona de 10 km. Campeã olímpica em Tóquio e com sete títulos mundiais – cinco em provas de 25 km e dois em disputas de 5 km – Ana Marcela ficou fora do pódio nos Jogos de Paris, ao terminar na quarta posição na maratona de 10 Km.

Ana Marcela lidera com vantagem a classificação da Copa do Mundo, com 2000 pontos. Em segundo lugar com 1.650 pontos está a gaúcha Viviane Jungblut empatada com a italiana a italiana Bettina Fabian. As duas últimas etapas da Copa do Mundo de Águas Abertas ocorrerão em Hong Kong (26 e 27 de outubro) e na Arábia Saudita (22 e 23 de novembro).

A delegação brasileira feminina contou ainda com Cibele Jungblut – irmã de Viviane – e Lizian Sobral. Cibele terminou a prova em sétimo lugar, com o tempo de 2:18:37.60,  e Lizian (2:38:37.10) concluiu a disputa na 17ª colocação.

Na disputa masculina, o Brasil competiu com Matheus Melecchi (10º lugar com o tempo de 2:09:17.50), Bernardo Gavioli (12º/ 2:10:05.10), Leonardo Macedo (17º/ 2:13:19.70) e Henrique Figueirinha (18º /2:13:33.20).

Agência Brasil

Dilma recebe medalha de presidente chinês Xi Jinping

A ex-presidente Dilma Rousseff recebeu neste domingo (29) a Medalha da Amizade da China, maior honraria concedida pelo governo do país a um estrangeiro, por contribuições à modernização do país asiático, segunda maior economia do planeta, atrás dos Estados Unidos.

Dilma preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), vinculado ao grupo dos Brics, com sede em Xangai, desde 2023. A honraria foi assinada e concedida pelo presidente chinês Xi Jinping, por ocasião do 75º aniversário da fundação da República Popular da China.

“Eu me sinto muito honrosa e orgulhosa por receber a Medalha da Amizade de um país que tem uma história milenar e que hoje obteve realizações tão importantes”, disse a presidente do NBD, segundo a agência estatal de notícias Xinhua.

“Dificilmente em algum momento no passado um país conseguiu se transformar em 75 anos na segunda maior economia do mundo, no país que conseguiu elevar o nível educacional do seu povo para competir com os níveis dos países desenvolvidos, (no país) que lidera hoje em ciência e tecnologia e na aplicação de inovações em todos os campos e áreas, especificamente na indústria”, acrescentou a ex-presidente brasileira.

Desde 2009, a China é o maior parceiro comercial e uma importante origem de investimentos para o Brasil, que, por sua vez, é o maior parceiro comercial do país asiático na América Latina. Em agosto, Brasil e China celebraram o 50º aniversário das relações diplomáticas.

Agência Brasil

Pernambucana Carol Santiago é ouro nos 100m costas e bate recorde das Américas

A nadadora pernambucana Carol Santiago conquistou o ouro nos 100m costas nos Jogos Olímpicos de Paris, neste sábado (31). Além do incrível resultado, a recifense também bateu o recorde das Américas na prova de natação, com o tempo de 1min08s23.

A atleta compete pela classe S12, para pessoas com deficiência visual. A medalha foi a sexta dela em Paralimpíadas – a quarta dourada. Ela já havia vencido três ouros, uma prata e um bronze, em Tóquio 2020. Com o resultado, Carol se igualou à velocista Ádria Santos como maior medalhista de ouro brasileira na história dos Jogos Paralímpicos.

Em entrevista para o SportTV na saída da prova, a atleta comemorou a medalha. “Foi incrível, foi uma sensação que nem consigo descrever. É a primeira vez que estou vivendo isso, nadar com essa torcida”, disse.

Ao todo, ela disputa sete provas em Paris. Até aqui, além do ouro, ela ficou em décimo nos 100m borboleta S13, prova na qual não é especialista. Após a festa neste sábado, Carol vai ter ainda muitos compromissos pela frente. A pernambucana volta à piscina em mais cinco oportunidades, inclusive para defender seus títulos em Tóquio. No momento, ela segue como uma das principais esperanças para o Brasil avançar ainda mais no quadro de medalhas, e, inclusive, se isole como a maior medalhista brasileira em Paralimpíadas.

Confira, abaixo, as próximas provas de Carol Santiago nessas Paralimpíadas.

2/9 – 50m livre S13
3/9 – 200m medley SM13
4/9 – 100m livre S12
5/9 – 100m peito SB12
Revezamento 4x100m livre (49 pontos).

Folha PE

Júlio Cesar conquista ouro no atletismo e bate recorde mundial

O Brasil conquistou seu primeiro ouro no atletismo na Paralimpíadas. Nesta sexta-feira, 30, Júlio Cesar não deu chance para os adversários e foi campeão dos 5000m da classe T11. De quebra, Júlio ainda bateu o recorde mundial, somando 14min48s85. O Brasil também conseguiu uma dobradinha no pódio, com Yeltsin Jacques levando o bronze.

Julio se manteve na liderança durante praticamente toda a prova. O atleta começou com um ritmo mais contido, mas logo ganhou velocidade e assumiu a primeira colocação. Restando três voltas para o fim, a vantagem só aumentou.

“Obrigado a todos pelo carinho. Para mim, é uma emoção muito grande. Isso mostra o poder que a gente que saiu da periferia tem. Quando comecei a correr, só tinha um campinho de futebol e a minha determinação. Com muita força de vontade cheguei aqui. Não tive força nenhuma da minha cidade. Espero que agora eles arrumem aquele campinho. Não quero repercussão para mim, e sim fazer a diferença para o meu bairro e para a sociedade. É muito importante ter o esporte na nossa cidade, no nosso bairro. Que essa medalha seja para aquelas crianças. É possível sofrer com tantas dificuldades na vida e ser campeão paralímpico. Isso mostra o quanto o periférico sabe que sua hora vai chegar”, falou o campeão olímpico e recordista mundial após a prova.

A Tarde

Nadador Gabriel Araújo conquista 1º ouro do Brasil na Paralimpíada

O primeiro ouro do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris não tardou. Nesta quinta-feira (29), dia de abertura das competições na França, o nadador mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, venceu os 100 metros nado costas da classe S2 (atletas com grande comprometimento físico e motor), com o tempo de 1min53s67. Esta é a quarta medalha paralímpica da carreira do atleta, de 22 anos, que conquistou dois ouros e uma prata – nesta mesma prova – em Tóquio.

Gabrielzinho, atual campeão mundial nos 100 metros costas, não foi incomodado durante toda a prova, terminando quase oito segundos à frente do medalhista de prata, o russo Vladimir Danilenko, que competiu sob bandeira neutra. O terceiro colocado foi o chileno Alberto Abarza Diaz.

O mineiro, nascido em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, ainda tem mais quatro provas para nadar em Paris: os 50 metros costas e 200 livre na classe S2, além dos 50 livre e 150 medley na S3, classe com atletas com um grau de comprometimento menor que a S2.

O nadador é uma das principais protagonistas do esporte paralímpico brasileiro, tendo inclusive sido porta-bandeira do país na cerimônia de abertura dos Jogos, na última quarta (28). Gabrielzinho nasceu com focomelia, doença congênita que impede a formação normal de braços e pernas. Ele começou a nadar em Juiz de Fora (MG).

Agência Brasil

Brasil inicia Jogos Paralímpicos em busca de campanha histórica

O Brasil inicia a disputa dos Jogos Paralímpicos de Paris (França) com a meta de realizar a campanha mais vitoriosa de sua história. Para isto, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) enviou para a capital francesa a maior delegação brasileira da história da competição: o total de 280 atletas, sendo 255 com deficiência, 19 atletas guia (18 para o atletismo e 1 para o triatlo), três calheiros da bocha, dois goleiros do futebol de cegos e um timoneiro do remo.

“Temos, no nosso plano estratégico, formulado em 2017, a meta de conquistar entre 70 e 90 medalhas e de ficar entre os oito primeiros. Mas a nossa real expectativa é de que o Brasil possa fazer em Paris a melhor campanha de todos os tempos”, declarou o presidente do CPB, Mizael Conrado, sobre a expectativa de campanha do Brasil nos Jogos de Paris, que serão realizados entre a esta quarta-feira (28) e o dia 8 de setembro.

O objetivo é ultrapassar as campanhas dos Jogos do Rio (2016) e de Tóquio (2020), nos quais, em cada, o Brasil conquistou o total de 72 medalhas. Porém, foi no Japão que o país estabeleceu o recorde de ouros, 22, superando a marca dos Jogos de Londres (2012), quando 21 brasileiros subiram ao lugar mais alto do pódio. Em 2016 foram conquistados 14 ouros.

E as possibilidades de cumprir uma campanha inesquecível na capital francesa serão inúmeras, pois o Brasil estará representado em 20 das 22 modalidades: atletismo, badminton, bocha, canoagem, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de cegos, goalball, hipismo, halterofilismo, judô, natação, remo, tênis em cadeira de rodas, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, tiro esportivo, triatlo e vôlei sentado. Só não haverá brasileiros no basquete em cadeira de rodas e no rúgbi em cadeira de rodas.

Em busca da medalha 400
Na história dos Jogos Paralímpicos, que teve sua primeira edição em Roma (1960), o Brasil tem um total de 373 medalhas (109 ouros, 132 pratas e 132 bronzes). Assim, faltam 27 pódios para a conquista de número 400.

A Cerimônia de Abertura dos Jogos de Paris será realizada a partir das 15h (horário de Brasília) desta quarta. O evento será realizado de maneira inédita fora de um estádio, com o desfile dos atletas partindo da parte inferior da avenida Champs-Elysées se estendendo pelo coração da capital francesa até a icônica Place de la Concorde.

Agência Brasil

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