Rebeca Andrade é ouro no Pan do Rio, após pausa de quase dois anos

Maior medalhista olímpica brasileira, ginasta executa melhor salto do dia e conquista o ouro no Pan-Americano de ginástica artística

Na manhã deste domingo (21), Rebeca Andrade voltou a subir no pódio da ginástica artística. Depois de uma pausa de quase dois anos, para cuidar da mente e do corpo, a maior medalhista olímpica do Brasil conquistou a medalha de ouro no salto no Pan do Rio e levou a torcida à loucura.

O primeiro salto da ginasta foi executado praticamente sem falhas, e já valeu a nota mais alta da disputa, com 14.433. Precisando da maior média entre duas tentativas, Rebeca acabou saindo um pouco da linha na chegada na segunda chance, mas o resultado final não foi comprometido.

Com a nota 13.700, a maior campeã do Brasil na ginástica voltou a subir ao lugar mais alto do pódio, com a média de 14.266, e conquistou a primeira medalha do país no salto em um Pan-Americano.

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Lucas Braathen se emociona após ouro nos Jogos de Inverno: ‘Ponto de inspiração para crianças’

Lucas Pinheiro Braathen deixou a emoção aflorar após conquistar a medalha de ouro no slalom gigante do esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. O brasileiro valorizou o apoio dos torcedores e disse ser impossível transformar em palavras a sensação de subir no lugar mais alto do pódio.

“Inexplicável. Totalmente inexplicável. Não sei como colocar palavras nas sensações agora. Agradeço a todos que torcem do Brasil. Pode ser um ponto de inspiração para crianças da próxima geração. Nada é impossível, não importa onde você está, suas roupas, a cor da sua pele. O que importa é o que está no coração Esquiei com meu coração, minha intuição e a força brasileira para levá-la ao topo do pódio”, disse Braathen ao SporTV

O brasileiro conquistou a primeira posição com o tempo total, na somatória das duas descidas, de 2min25s. Depois de liderar a primeira parte, teve mais dificuldades na segunda e, mesmo assim, faturou o ouro.

“Foi uma guerra. Eu estava puxando, puxando, tentando achar velocidade e flow para descer num ritmo bem rápido para ficar acima. Entre as descidas, a neve fica completamente diferente, está muito quebrada. Precisei ajustar e consegui achar o balanço, esquiei com o coração. Quando você esquia do jeito que você é, tudo é possível”, afirmou.

Quando terminou sua descida final, ecoou em Bormio, local da prova, o famoso “tema da vitória”, que embalava as manhãs de domingo com vitórias brasileiras na Fórmula 1, especialmente com Ayrton Senna. Lucas Braathen quer fugir de comparações ou se colocar no mesmo patamar de ídolos nacionais. “Única coisa que importa é continuar sendo quem sou. Um esquiador brasileiro que virou campeão olímpico”, concluiu.

Lula celebra ouro inédito de Lucas Pinheiro nas Olimpíadas de Inverno: “O esporte brasileiro não tem limites”

“Éourooooooooooooooooooooo!” Foi assim, vibrando como tantos brasileiros ligados na televisão neste sábado, 14 de fevereiro, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a conquista da primeira medalha da história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. O feito inédito foi protagonizado pelo esquiador Lucas Pinheiro Braathen, na pista de Bormio, na Itália, ao vencer a prova de slalom gigante nos Jogos de Milão-Cortina 2026.

Nas redes sociais, o presidente parabenizou o atleta e destacou o simbolismo da vitória, que transcende as pistas de neve e amplia os horizontes do esporte brasileiro. “O resultado inédito mostra que o esporte brasileiro não tem limites. É o reflexo de talento, dedicação e do trabalho contínuo de fortalecimento do esporte em todas as suas dimensões. Parabéns, Lucas Pinheiro, e toda a equipe envolvida nessa conquista histórica, que inspira novas gerações e amplia o horizonte do esporte nacional.”

Estadão Conteúdo/Secom Presidência

Flávia Saraiva garante ouro na Copa do Mundo de Ginástica Artística

A ginasta Flávia Saraiva brilhou neste domingo (28) ao conquistar Medalha de Ouro na final de trave da Copa do Mundo de Ginástica Artística de Szombathely, na Hungria. O resultado garantiu o lugar mais alto no pódio na etapa, com 13,800 pontos (5,7 de dificuldade) e corou uma campanha de seis pódios para o Brasil.

Além de Flavinha, o Brasil também brilhou em outras finais. No solo, Júlia Soares levou a prata (12,550) e Júlia Coutinho conquistou o bronze (12,250), completando a dobradinha verde-amaraela. Entre os homens, Caio Souza foi prata nas barras paralelas (14,150), apenas 0,1 ponto atrás do turco Ferhat Arican, campeão da prova. No sábado, Ana Luiza Lima já havia alcançado o bronze nas barras assimétricas, sua primeira medalha internacional.

O desempenho aumenta a confiança da equipe a menos de um mês do Campeonato Mundial de Jacarta, na Indonésia, que será realizado entre 19 e 25 de outubro. A competição serviu como último teste antes da definição da equipe que disputará o torneio. Agora, os nove atletas brasileiros que competiram na Hungria seguem direto para Doha, no Catar, onde farão aclimatação antes do embarque para a Indonésia. Eles receberão o reforço de Sophia Weisberg, Patrick Corrêa e Tomas Florêncio, que também disputam vaga no grupo final para o Mundial.

Pódio de Flávia Saraiva
Duas vezes finalista olímpica da trave, a brasileira já havia liberado a fase classificatória em Szombathely, com 14,250 pontos, e manteve a consistência na decisão, garantindo mais de meio ponto de vantagem sobre a espanhola Alba Petisco (prata com 13,250) e a húngara Greta Mayer (bronze com 13,100).

Pelo terceiro ano consecutivo, a ginasta sobe ao pódio na trave em etapas do circuito internacional. Ela foi bronze em Paris (2023) e prata em Antália, na Turquia (2024), consolidando-se como uma das principais especialistas do aparelho.

Correio Brasiliense

Pernambucana Carol Santiago é ouro nos 100m costas e bate recorde das Américas

A nadadora pernambucana Carol Santiago conquistou o ouro nos 100m costas nos Jogos Olímpicos de Paris, neste sábado (31). Além do incrível resultado, a recifense também bateu o recorde das Américas na prova de natação, com o tempo de 1min08s23.

A atleta compete pela classe S12, para pessoas com deficiência visual. A medalha foi a sexta dela em Paralimpíadas – a quarta dourada. Ela já havia vencido três ouros, uma prata e um bronze, em Tóquio 2020. Com o resultado, Carol se igualou à velocista Ádria Santos como maior medalhista de ouro brasileira na história dos Jogos Paralímpicos.

Em entrevista para o SportTV na saída da prova, a atleta comemorou a medalha. “Foi incrível, foi uma sensação que nem consigo descrever. É a primeira vez que estou vivendo isso, nadar com essa torcida”, disse.

Ao todo, ela disputa sete provas em Paris. Até aqui, além do ouro, ela ficou em décimo nos 100m borboleta S13, prova na qual não é especialista. Após a festa neste sábado, Carol vai ter ainda muitos compromissos pela frente. A pernambucana volta à piscina em mais cinco oportunidades, inclusive para defender seus títulos em Tóquio. No momento, ela segue como uma das principais esperanças para o Brasil avançar ainda mais no quadro de medalhas, e, inclusive, se isole como a maior medalhista brasileira em Paralimpíadas.

Confira, abaixo, as próximas provas de Carol Santiago nessas Paralimpíadas.

2/9 – 50m livre S13
3/9 – 200m medley SM13
4/9 – 100m livre S12
5/9 – 100m peito SB12
Revezamento 4x100m livre (49 pontos).

Folha PE

Nadador Gabriel Araújo conquista 1º ouro do Brasil na Paralimpíada

O primeiro ouro do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris não tardou. Nesta quinta-feira (29), dia de abertura das competições na França, o nadador mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, venceu os 100 metros nado costas da classe S2 (atletas com grande comprometimento físico e motor), com o tempo de 1min53s67. Esta é a quarta medalha paralímpica da carreira do atleta, de 22 anos, que conquistou dois ouros e uma prata – nesta mesma prova – em Tóquio.

Gabrielzinho, atual campeão mundial nos 100 metros costas, não foi incomodado durante toda a prova, terminando quase oito segundos à frente do medalhista de prata, o russo Vladimir Danilenko, que competiu sob bandeira neutra. O terceiro colocado foi o chileno Alberto Abarza Diaz.

O mineiro, nascido em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, ainda tem mais quatro provas para nadar em Paris: os 50 metros costas e 200 livre na classe S2, além dos 50 livre e 150 medley na S3, classe com atletas com um grau de comprometimento menor que a S2.

O nadador é uma das principais protagonistas do esporte paralímpico brasileiro, tendo inclusive sido porta-bandeira do país na cerimônia de abertura dos Jogos, na última quarta (28). Gabrielzinho nasceu com focomelia, doença congênita que impede a formação normal de braços e pernas. Ele começou a nadar em Juiz de Fora (MG).

Agência Brasil

Nadadora Patrícia Santos fatura primeiro ouro do Brasil no Parapan

A nadadora capixaba Patrícia Santos ganhou a primeira medalha de ouro da delegação brasileira nos Jogos Parapan-americanos de Santiago, no Chile, neste  sábado (18).

A atleta foi a mais rápida na prova dos 50m peito da classe SB3 (lesionados medulares) com a marca de 58.19s. Além do ouro, a brasileira quebrou o recorde parapan-americano.

A outra brasileira, Lídia Cruz, também foi ao pódio. Ela foi a terceira mais rápida, com a marca 1:08.49. A medalha de prata ficou com a mexicana Nely Miranda.

A equipe verde e amarela de natação paralímpica foi a Santiago com 38 atletas. A modalidade é uma das mais vitoriosas da história brasileira em Parapans. Somente em Lima, no Peru, na edição de 2019, o Brasil faturou 127 pódios nas piscinas.

Agência Brasil

Rebeca Andrade ganha medalha de ouro no salto e faz história em Tóquio

Rebeca Andrade é ouro nas Olimpíadas. (Foto: Ricardo Bufolin/Panamerica Press/CBG)

A ginasta Rebeca Andrade conquistou medalha de ouro na manhã deste domingo (1) no salto sobre a mesa e se tornou a primeira brasileira a ganhar duas medalhas em uma única edição de Olimpíada. Rebeca já havia ganhado medalha de prata na ginástica artística e ainda tem mais uma final do solo pela frente, na segunda-feira (2).

Neste domingo, com uma pontuação de 15.083, ela superou a americana Mykayla Skinner que ficou com 14,916 (prata) e a sul-coreano Yeo Seojeong com 14,733 (bronze). Paulista de Guarulhos, Rebeca é atleta do Flamengo.

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