
Compesa realiza obras complementares para antecipar a chegada da água nos municípios castigados pela seca antes da Transposição do Rio São Francisco
A Adutora do Agreste, a maior obra hídrica em execução no Brasil, ganhou um novo ritmo a partir desta segunda-feira (2). Os quatros consórcios envolvidos nas obras dos Lotes 1, 2, 3 e 4, além do início de mais uma frente de trabalho com o Lote 5, já começam a mobilizar equipamentos e profissionais para imprimir celeridade às intervenções. Isso será possível graças à retomada da liberação de recursos por parte do governo federal, que não estavam sendo repassados com a regularidade necessária para tocar o empreendimento.
Com a liberação do último aporte de 2016, no valor de R$ 42 milhões, na terça-feira (27) passada, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) fechou o ano com o montante liberado de R$ 142 milhões. A expectativa é que Toritama seja a primeira cidade a receber água pela Adutora do Agreste, em maio deste ano, seguida por Santa Cruz do Capibaribe, no mês de setembro.
Diante da necessidade urgente de levar água para os municípios do Agreste que sofrem com os efeitos do sexto ano consecutivo de seca, o governador Paulo Câmara solicitou à Compesa a realização de estudos e projetos para que fosse dada uma funcionalidade às tubulações da adutora já construídas. Na concepção original do projeto, a Adutora do Agreste seria alimentada pelo Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, quando fosse concluído o Ramal do Agreste, obra do governo federal que está prevista agora para ser finalizada só em 2022.
















Na oportunidade foi entregue também à comunidade mais uma AMME Saúde da Família, onde a população vai contar com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cirurgiões-dentistas, auxiliares de saúde bucal, recepcionistas, auxiliares de serviços e agentes comunitários de saúde.






De acordo com o responsável pela Unidade de Serviços do Departamento Nacional de Infraestrutura – DNIT em Euclides da Cunha, unidade responsável pela obra, Necivaldo Ferreira, a empresa executora da obra achou mais seguro proceder dessa forma e através de oficio solicitou a Polícia Rodoviária Federal. “Hoje inclusive as empresas, SVC Construções, juntamente com a Paviservice, estão recuperando alguns buracos existentes no trecho que está sendo usado para o desvio, no Distrito Industrial”, explica o funcionário do DNIT.
