Sem acordo, policiais civis decretam paralisação nesta quinta (26) em Pernambuco

A Polícia Civil de Pernambuco anunciou uma paralisação de 24 horas marcada para esta quinta-feira (26/03) em um movimento que escancara o clima de insatisfação da categoria com o Governo do Estado.

De acordo com os policiais, a decisão foi tomada após sucessivas frustrações nas tentativas de diálogo com a gestão da governadora Raquel Lyra. A categoria afirma que houve promessa de negociação e até o agendamento de uma reunião no Palácio do Campo das Princesas, mas o encontro não aconteceu, aumentando o sentimento de desrespeito entre os profissionais.

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Curaçá: corpo esquartejado é encontrado em área de matagal e causa revolta na população

Um crime brutal chocou os moradores da zona rural de Curaçá, no norte da Bahia, na manhã do último sábado (8). Por volta das 11 horas, moradores da comunidade de Riacho Seco, conhecida como Terra do Vaqueiro, encontraram um corpo esquartejado dentro de um saco plástico preto, em uma área de matagal.

Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas e confirmaram a veracidade da denúncia. A área foi isolada para os primeiros levantamentos, enquanto o Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia e a remoção do corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da região para identificação.

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Tragédia no Rio: operação policial deixa dezenas de mortos e gera crise entre governo estadual e federal

Nesta terça-feira, 28 de outubro de 2025, o Rio de Janeiro viveu um dos capítulos mais violentos de sua história recente: uma operação policial de grande escala contra a facção Comando Vermelho (CV) resultou em confrontos intensos, dezenas de mortes e acusações entre o governo estadual e a União.

O que aconteceu

Batizada de Operação Contenção, a ação teve como palco os complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio. Cerca de 2.500 agentes entre Polícia Militar, Polícia Civil e forças especiais foram mobilizados para cumprir mandados de prisão e desmantelar estruturas da facção em até 26 comunidades.

Os confrontos foram violentos: barricadas erguidas nas vias, disparos intensos, uso de artefatos explosivos, e até drones para lançamento de cargas explosivas por parte de membros do CV contra equipes de segurança.

O resultado até o momento: 64 pessoas mortas — inclusive policiais — e dezenas de presos.  Em relatórios preliminares, fala-se em mais de 100 presos e apreensão de armas de grosso calibre, como fuzis.

A operação está sendo considerada a mais letal da história do estado do Rio, eclipsando episódios anteriores de grandes confrontos.

Muitas comunidades ficaram em situação de isolamento. Escolas suspenderam aulas em determinados bairros da Zona Norte, rotas de ônibus foram interrompidas e moradores relataram pânico diante dos tiroteios constantes nas ruas.

Confronto entre governo estadual e federal

Além da violência nas ruas, o episódio desencadeou um embate político entre os governos estadual e federal sobre responsabilidade, recursos e apoio nas operações de segurança.

Fala do governador do Rio de Janeiro

O governador Cláudio Castro usou tom duro em coletiva, afirmando que o Rio está “sozinho nesta guerra” e que não teria recebido o respaldo necessário da União. Ele reclamou que o estado teria solicitado reforços e equipamentos que foram negados.  Em suas palavras:

“Não temos ajuda das forças de segurança [federais], nem [da] Defesa. É o Rio de Janeiro sozinho.”

Essa acusação incendiou o debate político entre os poderes.

Nota do governo federal

O Ministério da Justiça e Segurança Pública reagiu prontamente por meio de nota, classificando a declaração de falta de apoio como “infundada e politicamente motivada”. Segundo a nota, o governo federal “tem atendido, prontamente, a todos os pedidos do Governo do Estado do Rio de Janeiro para o emprego da Força Nacional no Estado”. A nota ainda menciona que o Estado recebeu cooperação técnica e logística, além de acordos para atuação integrada com a Polícia Federal.

Declaração do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski

Em contraposição ao governador, o ministro Ricardo Lewandowski afirmou que não recebeu pedido formal do governo do Rio para apoio específico na operação atual. Ele posicionou que o ministério está sempre à disposição dos estados, mas que, naquele caso, a acusação de omissão não procedia:

“Não procede a afirmação de que houve ausência de colaboração.”

Lewandowski também enfatizou que há cooperação contínua entre instituições federais e estaduais no combate ao crime organizado.

Panorama e implicações

  • Escala e gravidade: A operação marca uma escalada significativa no confronto entre Estado e facção armada — com uso de drones, armas pesadas e múltiplos pontos de choque — tudo sob um ambiente urbano densamente ocupado.

  • Vítimas civis e policiais: A contagem oficial indica mais de 60 mortos — entre eles policiais — e dezenas de detidos. A quantidade exata ainda pode variar conforme a investigação final.

  • Batalha institucional: O episódio escancarou divergências sobre quem deve prover apoio logístico e recursos em operações de segurança. A polêmica das acusações entre estado e União pode afetar a coordenação futura de ações integradas.

  • Impacto social: Moradores das favelas e comunidades atingidas sofreram com interrupções de transporte, aulas suspensas e medo constante. Em muitas áreas, o direito de ir e vir ficou comprometido.

  • Possível repercussão política: O tema da segurança pública volta a ganhar força nacional, e já há articulações para acelerar projetos como a PEC da Segurança Pública, que pode ampliar poderes federais no combate a organizações criminosas.

Caso Alícia Valentina: polícia apreende adolescente envolvido em agressão contra menina de 11 ano

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) apreendeu um adolescente suspeito de participar da agressão que resultou na morte de Alícia Valentina, de 11 anos, em Belém do São Francisco, no Sertão de Pernambuco.

De acordo com a PCPE, a equipe da Delegacia de Belém de São Francisco cumpriu mandado de internação provisória do suspeito por ato infracional análogo ao crime de lesão corporal seguida de morte.

O adolescente apreendido, que não teve a idade revelada, foi localizado próximo ao distrito de Nazaré, na zona rural do município de Floresta, também no Sertão.

A Polícia Civil comunicou que o adolescente passou por exame traumatológico e, em seguida, foi encaminhado para internação.

Relembre o caso

A menina Alícia Valentina foi espancada na Escola Municipal Tia Zita, no dia 3 de setembro.

Após as agressões, a garota foi encaminhada para o Hospital Municipal de Belém do São Francisco, com um sangramento no nariz.

Alícia foi para casa e passou a ter um sangramento no ouvido.

A menina foi para um posto de saúde da cidade. Ela foi novamente atendida e liberada.

Quando estava retornando até sua casa, Alícia passou a apresentar vômitos com sangue.

A jovem passou pelo Hospital Municipal de Salgueiro e Hospital da Restauração (HR), na capital pernambucana. Ela não resistiu e veio a óbito no dia 7 de setembro.

FONTE: A FOLHA DE PERNAMBUCO

Morte de empresário piauiense em Petrolina: últimos suspeitos se entregam

Empresário piauiense Erlan Oliveira

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) confirmou que os dois últimos foragidos investigados pela morte do empresário piauiense Erlan Oliveira se apresentaram nesta quarta-feira (13), em Petrolina.

Um deles, de 35 anos, conhecido como “Júnior da D20”, é apontado como um dos principais envolvidos no crime. O outro é um jovem de 21 anos. Ambos eram considerados foragidos desde o início das investigações.

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Operação conjunta entre PE e PI prende quatro homens e apreende 83 kg de maconha na divisa dos estados

Foto: Ascom/PCPE

Uma ação integrada das Polícias Civis de Pernambuco e do Piauí, junto com o 20° BPM do Piauí, resultou na prisão em flagrante de quatro homens e na apreensão de aproximadamente 83 quilos de maconha, na madrugada desta terça-feira (15). A operação ocorreu na BR-407, na divisa entre Afrânio (PE) e Acauã (PI).

As prisões são fruto de meses de investigação que monitoravam o constante transporte de drogas entre Petrolina e a cidade de Paulistana. Com base em novas informações, as equipes intensificaram o trabalho na região de fronteira e conseguiram interceptar o veículo utilizado pelos suspeitos. Na abordagem, foram encontrados 41 kg de maconha.

Em continuidade à operação, os policiais localizaram mais 42 kg do entorpecente escondidos em uma plantação. Também foram apreendidos um carro modelo Fiat Argo e uma moto Honda 160, que eram usados no transporte da droga.

Os presos foram levados para a delegacia de Paulistana (PI), onde foram autuados em flagrante por tráfico. O trabalho conjunto reforça o combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas na região que liga o Sertão de Pernambuco ao interior do Piauí.

Polícia prende mais um suspeito de envolvimento na morte de empresário piauiense espancado em bar de Petrolina

A Polícia Civil de Pernambuco prendeu, nesta quinta-feira (27), mais um suspeito de envolvimento no homicídio do empresário Erlan Oliveira, de 28 anos, natural do Piauí, que morreu após ser brutalmente espancado em um bar de Petrolina, no Sertão do estado. A vítima teve morte encefálica após a agressão.

A prisão foi realizada durante a Operação Fúria Cega, deflagrada pela Delegacia de Homicídios de Petrolina, que investiga o caso. Com esta nova prisão, cinco dos seis suspeitos já foram identificados e localizados. Um continua foragido, com mandado de prisão expedido pela Justiça.

Outras três pessoas já haviam sido presas na última segunda-feira (23).

Após as audiências de custódia, os suspeitos tiveram os seguintes destinos:

  • Um homem foi encaminhado para o Presídio Dr. Edvaldo Gomes,

  • Uma mulher foi levada para a Cadeia Pública Feminina de Petrolina,

  • A terceira suspeita recebeu o direito de prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, por ser mãe de uma criança menor de idade.

A Polícia segue com as diligências para localizar o sexto envolvido no crime, que causou grande comoção na cidade e mobilização nas redes sociais.

Esquema ilegal de licenças-prêmio é descoberto na Polícia Civil de Pernambuco

Investigação identificou 9 policiais civis e um perito envolvidos na inserção de dados falsos para conseguir benefício. MPPE denunciou grupo à Justiça

Um esquema ilegal de concessão de licenças-prêmio foi descoberto na Diretoria de Recursos Humanos da Polícia Civil de Pernambuco. Nove policiais civis e um perito papiloscopista que teriam sido beneficiados foram denunciados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) à Justiça.

A coluna Segurança, deste JC, teve acesso com exclusividade aos detalhes da investigação conduzida pelo Grupo de Operações Especiais (GOE). Segundo a denúncia, o agente de polícia Dario Gomes da Paz, lotado na Diretoria de Recursos Humanos, recebia propina em dinheiro para beneficiar profissionais que não atendiam aos requisitos da licença-prêmio estabelecidos em lei estadual.

“Dario Gomes da Paz inseria dados falsos no sistema eletrônico da Administração Pública, alterando informações essenciais para viabilizar as concessões ilegais. Ele omitia registros de faltas graves nos históricos dos servidores para que estes fossem favorecidos”, explicou a denúncia assinada pelo promotor José Edivaldo da Silva.

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‘Eu só queria brincar o carnaval’: mulher denuncia agressão de policiais militares em Olinda

A publicitária Leila Perci denunciou ter sido agredida por policiais militares durante o desfile do bloco Homem da Meia-Noite, na madrugada do domingo (2), em Olinda. Ela afirma que foi empurrada e atingida com um cassetete na cabeça, costas e braços após entrar sem perceber no cordão de isolamento do bloco.

Leila registou boletim de ocorrência na Delegacia do Varadouro e passou por um exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) de Santo Amaro, no Recife. “A polícia, que deveria me proteger, me agrediu”. A publicitária conta que estava aproveitando o bloco quando, sem perceber, acabou entrando no cordão de isolamento. Ao notar que estava dentro da área restrita, foi abordada de forma agressiva.

“Eu estava no meio do bloco, já dentro do cordão de isolamento, e um policial veio até mim, me empurrou e foi extremamente grosso. Eu falei, ‘calma, meu amigo’. Quando meu amigo tentou intervir, três policiais começaram a bater nele com cassetetes”, conta Leila. Ela continua: “Quando vi o que estava acontecendo, fui até eles pedindo para pararem, e foi quando me agrediram. Eles me empurraram, me bateram com o cassetete na cabeça, nas costas, nos braços”.

Leila levou três pontos na testa. “Olhei no espelho e vi meu ombro roxo e as minhas costas com a marca de cassetete. O policial que me atendeu na delegacia até me disse que eles são orientados a não bater na cabeça, porque é muito perigoso. Mas o que me atingiu fez isso sem hesitar”, afirma. Além das marcas físicas, Leila diz que a agressão a deixou emocionalmente abalada. “Estava saindo de um tratamento contra a depressão e, agora, sinto que voltei à estaca zero”.

Ela também afirma que seu amigo, que tentou defendê-la, está machucado, mas ainda não registou boletim de ocorrência. Apesar da violência, Leila recebeu apoio imediato dos paramédicos da Prefeitura de Olinda. “Os paramédicos me deram toda a atenção, enfaixaram minha cabeça e me levaram para a UPA. Hoje (4), entraram em contato comigo oferecendo suporte psicológico através da ONG Livre de Assédio”, explica.

Leila cobra justiça e afirma que o episódio vai além da sua própria dor. “O que aconteceu comigo foi uma violência gratuita. A policia deveria estar lá para nos proteger, mas agiu com brutalidade.”, concluiu.

O que diz a Polícia Militar

O g1 procurou a Polícia Militar de Pernambuco, que se pronunciou em nota, afirmando que:  O efetivo empregado no carnaval é orientado a atuar dentro da legalidade, respeitando os cidadãos e garantindo a segurança de quem está nos polos de animação; Não há registro de denúncia formal sobre o caso; Vítimas podem formalizar a queixa junto à Corregedoria da PM, presencialmente, na Avenida Conde da Boa Vista, 428, no bairro da Boa Vista, pelo e-mail [email protected] e pelo pelo telefone (81) 3184-2772.

G1 Pernambuco

 

Homem suspeito de tráfico de drogas morre após confronto com policiais militares em Juazeiro

Um homem suspeito de tráfico de drogas morreu após confronto com policiais militares, na madrugada deste sábado (1°), em Juazeiro. Segundo informações da Polícia Militar, o homem, identificado como Cleoncio José Souza Silva, tinha passagens na polícia por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, roubo, associação criminosa e suspeito de homicídios na região. Ele estava em regime semiaberto, que permite ao condenado trabalhar ou estudar fora da prisão durante o dia, mas obrigando-o a regressar à unidade prisional para dormir.

Conforme a PM, equipes receberam a denúncia de moradores, que um homem teria envolvimento com o tráfico de drogas. Ao chegaram no local, foram surpreendidos por tiros. Houve o revide e o suspeito foi atingido pelos disparos. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Foram apreendidos um revólver, munições e porções de maconha e cocaína.

G1 Bahia

Pai denuncia filho de 14 anos por participação em grupos neonazistas

Um adolescente de 14 anos foi denunciado pelo próprio pai à polícia por participação em grupos neonazistas. Bandeiras com a suástica, livros sobre nazismo e o celular do jovem foram apreendidos no começo de setembro. A família é de Vila Velha, na Grande Vitória.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil na quinta-feira (26), as investigações vão continuar para tentar descobrir se outras pessoas no Brasil estão envolvidas no mesmo esquema do jovem. Praticar, incitar ou induzir a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime pelo artigo 20 da Lei de Crimes Raciais. A pena é de reclusão de um a três anos e multa.

O adolescente está em liberdade devido ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O Ministério Público deverá fazer os devidos encaminhamentos do caso.

Investigações

As investigações do caso começaram em março, após um Boletim de Ocorrência (BO) ter sido registrado pelo pai do adolescente. No BO, o homem disse ter descoberto no telefone do filho grupos que faziam referência ao nazismo e adoração a Adolf Hitler. Ele também alegou ter encontrado bandeiras com a suástica que o jovem teria comprado na internet.

O adolescente foi ouvido na delegacia. Ele afirmou que inicialmente tinha apenas interesse histórico sobre o tema, mas que começou a gostar mais dos ideais nazistas após um acontecimento na escola.

Conforme o chefe da Divisão Patrimonial (DRCCP) e titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), delegado Brenno Andrade, o jovem disse que começou a nutrir um sentimento de ódio contra quem não fosse branco depois de um colega negro da escola ser “preconceituoso” com pessoas brancas.

O jovem ainda relatou ter conhecido uma pessoa em uma rede social que o encaminhou para os grupos neonazistas. A maioria dos integrantes são de outros países e as conversas são realizadas em inglês e alemão.

Correio Braziliense

Israel: polícia entra em confronto com manifestantes que pedem eleições antecipadas

A polícia israelense entrou em confronto com manifestantes que pediam por eleições antecipadas e pela libertação dos reféns capturados em outubro, aumentando a pressão sobre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Foram utilizados cassetetes e canhões de água para dispersar os protestos que, segundo a polícia, bloqueavam uma rua principal em Tel Aviv. Pelo menos 21 pessoas foram presas ou levadas para interrogatório, mas todos foram libertados na manhã de domingo, segundo organizadores.

O governo, uma coalizão frágil construída em torno da aliança de Netanyahu com partidos de extrema-direita e ultraortodoxos, ainda tem cerca de três anos no poder antes de ser obrigado a convocar uma eleição.

Mandato
Analistas políticos estão divididos sobre se o governo pode resistir à pressão para convocar uma votação antecipada, mas Netanyahu disse que falar de eleições enquanto Israel ainda está lutando contra o Hamas prejudica a guerra, e que espera cumprir seu mandato completo.

Antes do ataque do Hamas, que matou cerca de 1,2 mil pessoas e provocou a invasão de Gaza pelos israelenses, Israel tinha sido consumido por um longo período de turbulência.

Por meses, centenas de milhares de manifestantes foram às ruas em todo o país para protestar contra o plano de Netanyahu de reformar o sistema judicial, temendo que isso minasse o caráter democrático do país ao diluir um dos poucos controles sobre o poder do governo. Esses protestos em massa desapareceram após

Estadão

Mais de 60% das mortes cometidas por policiais não são investigadas

Entre as mortes cometidas por policiais no estado do Rio de Janeiro, 61%  não são investigadas. A conclusão é apontada no estudo Letalidade Policial no Rio de Janeiro e Respostas do Ministério Público.

Os dados são do Fórum Justiça, uma articulação de integrantes do sistema judiciário com membros da sociedade civil. O grupo apurou que mais da metade dessas ocorrências, quando não são apoiadas no argumento da legítima defesa, são arquivadas por falta de provas.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), no ano de 2021, mais de 87% das mortes nessas ações foram de pessoas negras, que representam 52% da população. No mesmo ano, a taxa de mortalidade em ações policiais diminuiu 30% em relação às pessoas brancas e aumentou 5,8% em relação às negras.

A pesquisa do Fórum Justiça leva à conclusão de que mais de 90% dos inquéritos de homicídios envolvendo agentes de segurança estavam sob sigilo e que menos de 9% resultaram em denúncia pelo Ministério Público do Rio.

O levantamento baseou-se em casos entre 2011 e 2021, porém as mortes de mais de 23 mil pessoas ocorreram entre 1993 a 2021. O pesquisador Pablo Nunes, que assina o relatório com Jonas Pacheco, cita o que precisa melhorar em relação às investigações de mortes decorrentes da violência policial. “Aprimorar os mecanismos de transparência para que a população possa, não só acompanhar o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público, mas também cobrar que o trabalho seja feito, que o controle da atividade policial seja feito de forma mais eficiente, tendo em vista o caso problemático que o Rio de Janeiro tem em relação à letalidade policial”.

A conclusão é de que a ausência de informações sobre os processos sigilosos impediu que as análises fossem feitas com mais segurança e que, para isso, é necessário compreender como as informações produzidas pelo Ministério Público são produzidas, sistematizadas e disponibilizadas.

Em nota, o MP informou que reforça o compromisso de aprimorar a sua atuação dentro dos limites constitucionais e legais de sua atribuição. E que a área de segurança pública é foco da atuação institucional e envolve, também, a atuação dos poderes e de outras instituições.

Fonte – Agência Brasil

Polícia Militar realiza treinamento de salvamento aquático em Juazeiro com uso de helicóptero

O Grupamento Aéreo da PMBA realizou, nesse domingo (05), o treinamento da equipe de Pilotos e Tripulantes Operacionais para situações de resgate aquático no Rio São Francisco. O exercício aconteceu na orla de Juazeiro (BA) com o lançamento, direto do Helicóptero, de um tripulante simulando uma vítima de afogamento e de um outro atuando como resgatista.

Ainda da aeronave, foi lançada uma corda permeada com comprimento de 15 metros com um equipamento na extremidade denominado SLING. Com a habilidade dos pilotos, o equipamento alçou o resgatista e a vítima da água, sendo levados para uma área segura. Essa foi a primeira vez que um treinamento do tipo foi realizado na região.

Mulher mata o próprio irmão a facadas no Agreste de Pernambuco

(Foto: Ilustração)

Um homem foi morto a facadas na madrugada desse domingo (23), no bairro Bom Conselho, no município de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. O crime aconteceu em um bar.

A vítima, identificado como Jakson Eduardo de Siqueira Liberal, de 39 anos, estava no local, quando a suspeita, que é sua irmã, lhe pediu dinheiro. Após a negativa do irmão, a suspeita desferiu golpes de faca contra Jakson.

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