Odacy Amorim ressalta visita de Lula e Dilma às obras da Transposição

Os petistas estiveram na Paraíba para fazer uma inauguração simbólica do eixo leste da Transposição do Rio São Francisco

Nesta terça-feira (21), o deputado Odacy Amorim (PT) usou o tempo dedicado à Comunicação de Lideranças para destacar a visita dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff ao município de Monteiro, na Paraíba, durante o último fim de semana. Os petistas estiveram no estado vizinho para fazer uma inauguração simbólica da recém-concluída obra do eixo leste da transposição do Rio São Francisco.

Para Amorim, a data foi marcada “pela alegria e satisfação da população”. “Parabéns ao Brasil e a quem teve a iniciativa de fazer essa obra, que beneficiará a atual e as futuras gerações”, afirmou o parlamentar, que valorizou a decisão política de Lula, em seu segundo mandato como presidente, de dar início ao projeto.

O deputado defendeu, por fim, que as políticas de combate à seca tenham sequência. “A transposição é o projeto macro. Agora, prefeitos e Governo do Estado precisam fazer ações para ramificar os canais, levando essa água a mais vilarejos e cidades”, pontuou. O parlamentar pediu, ainda, a instituição de uma política estadual que garanta o abastecimento de água por carros-pipa em localidades não atendidas pela transposição.

Lula e Dilma visitam obra do São Francisco na PB e fazem discurso

Lula e Dilma fizeram inauguração do eixo leste da transposição das águas do Rio São Francisco, na Paraíba/Foto: Wagner Ferreira/Futura Pressa/Estadão Conteúdo

Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff estiveram neste domingo (19) na cidade de Monteiro, no Cariri paraibano para, segundo a assessoria de comunicação do Instituto Lula, participar da “Inauguração Popular da Transposição do São Francisco”. A inauguração oficial do eixo leste da transposição do Rio São Francisco foi feita pelo presidente da República Michel Temer no dia 10 de março.

No discurso, Lula ressaltou que pretende disputar as Eleições em 2018. “Eu sou um homem que não tem ressentimento. Quando a gente chega aos 70 anos não temos como mais guardar ódio. Eu quero dizer para todo mundo que eu aprendi a andar de cabeça em pé neste país. Eu nem sei se estarei vivo para ser candidato em 2018, e sei que eles querem que eu não seja candidato. Eles peçam a Deus para eu não ser candidato, porque se eu for é para ganhar e trazer de volta à alegria deste país”, disse.

A integração do São Francisco tem como objetivo levar água a cerca de 12 milhões de pessoas que vivem no sertão de quatro estados – Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. O projeto se estende por 477 km e é dividido nos eixos leste, com 217 km, e norte, com 260 km.

Os debates para realizar a transposição começaram no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As obras tiveram início em 2007. A previsão inicial era que todo o projeto fosse concluído em 2012, ao custo de R$ 4,5 bilhões. Em 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff chegou a afirmar que as obras da transposição seriam concluídas naquele ano, porém somente em março deste ano o primeiro eixo está sendo inaugurado.

Os ex-presidentes chegaram à Paraíba na manhã deste domingo, após pousarem no Aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande. Uma comitiva, composta pelos ex-presidentes, pelo governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), pelos os governadores da Bahia, Rui Costa (PT); do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); do Ceará, Camilo Santana (PT); e do Piauí, José Wellington Barroso (PT); pelos senadores Lindbergh Farias (PT), Gleisi Hoffmann (PT) e Humberto Costa; pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e por deputados, prefeitos e vereadores de cidades da Paraíba e Pernambuco, saiu de Campina Grande pela BR-230 até a cidade de Monteiro.

Antes da chegada da comitiva no local, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou um engarrafamento na BR-412, que dá acesso ao município. De acordo com o órgão, entre o final da manhã e o início da tarde deste domingo, o congestionamento de carros e ônibus chegava a cerca de três quilômetros.

Segundo a assessoria de comunicação do Instituto Lula, a solenidade teve início na entrada da cidade, com o plantio de árvores por parte de Lula e Dilma, por volta das 13h. A comitiva seguiu em carreata até o centro da cidade, quando houve a “inauguração popular”, que teve início por volta das 16h.

Lula discursou sobre ‘povo pobre’

“O povo nordestino é o dono do Rio São Francisco e não apenas um estado. O povo tem que ter direito à água, não apenas para beber e dar pros seus animais, mas para plantar um pé de alface, um pé de feijão, um pé de milho ou um pé de macaxeira. […] Eu acho, companheiros e companheiras, que a esperança é a coisa que mais mobiliza uma sociedade. Não é possível um homem ou uma mulher sobreviver se não tiver esperança. Acabou o tempo de dizer que o Nordeste é um lugar que só tem pobre. […] A matemática é simples. Não precisa ser grande doutor. Nós já provamos no primeiro mandato que o pobre não é problema. O pobre é a solução”, disse Lula.

Dilma falou sobre importância da transposição

“Aqui em Monteiro nós estamos mostrando que o Rio São Francisco chegou aqui porque nós, tanto o presidente Lula, que teve a ideia e porque é daqui do Nordeste, porque sabe o valor da água para cada um nordestino, homem ou mulher, criança, bebê, ele sabia na carne esse valor e por causa disso foi o primeiro presidente a de fato ver que o Nordeste precisava da água para se desenvolver. […] O presidente Lula deixou o projeto pronto e eu tenho a honra de ter dado o prosseguimento”, disse Dilma.

Com informações do G1.

Ministros, senadores, deputado, Lula, Dilma e 2 ex-ministros estão na lista de Janot

(Foto: Internet)

Cinco partidos têm parlamentares na nova lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, divulgada na noite desta terça-feira (14). PMDB, PT, PSDB, DEM e PSD têm ao menos 14 políticos incluídos nos 320 pedidos feitos ao Supremo Tribunal Federal.

Cinco ministros do governo de Michel Temer estão na lista são eles: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações) e Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores).

Os pedidos são relacionados às delações premiadas de 77 delatores ligados à Odebrecht, segundo a PGR. Há, no entanto, mais um delator da Odebrecht, cujo acordo foi homologado pelo tribunal.

O material que chegou ao STF será catalogado, digitalizado e, somente depois, vai para as mãos do relator. Depois de receber os processos, Fachin vai analisar tudo para dividir o que fica no Supremo, por conta da regra do foro, do que será transferido para a primeira instância do Judiciário, em caso de indícios contra pessoas que não ocupam cargos públicos.

Veja a lista completa:

Aloysio Nunes (PSDB-SP), ministro de Relações Exteriores
Eliseu Padilha (PMDB-RS), ministro da Casa Civil
Moreira Franco (PMDB-RJ), ministro da Secretaria-Geral da Presidência
Gilberto Kassab (PSD-SP), ministro de Ciência e Tecnologia
Bruno Araújo (PSDB-PE), ministro das Cidades
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara
Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado
Edison Lobão (PMDB-MA), senador
José Serra (PSDB-SP), senador
Aécio Neves (PSDB-MG), senador
Romero Jucá (PMDB-RR), senador
Renan Calheiros (PMDB-AL), senador
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Dilma Rousseff (PT)
Antonio Palocci (PT)

Lula nega ter obstruído investigação da Lava Jato

(Foto: Internet)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta terça-feira (14). Em depoimento de cerca de uma hora, Lula negou que tenha atuado para obstruir a Operação Lava Jato.

Lula é um dos sete réus em ação penal que apura suspeita de obstrução dos trabalhos da Lava Jato. O processo, aberto em julho de 2016, verifica se houve uma tentativa do grupo de convencer o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró a não fechar acordo de delação premiada.

Esta é a primeira vez que Lula depõe como réu na Lava Jato. Questionado pelo juiz Ricardo Leite se os fatos presentes na denúncia são verdadeiros ou falsos, o ex-presidente respondeu que são falsos.

Veja parte do depoimento:

Acusado de tentar obstruir Lava Jato, Lula depõe hoje na Justiça Federal

A denúncia, a primeira em que Lula se tornou réu na Lava Jato, foi aceita em julho do ano passado. Todos os réus negam as acusações. (Foto: Internet)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva presta depoimento hoje (14) perante o juiz Ricardo Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, na ação em que é acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

A defesa do ex-presidente confirmou sua presença na Justiça Federal, em Brasília, às 10h desta terça-feira. Lula solicitou que o depoimento fosse prestado por meio de videoconferência, a partir de São Bernardo do Campo, onde mora, mas teve o pedido negado pelo juiz.

Como essa ação penal é pública, o depoimento não é fechado, mas a Justiça Federal do Distrito Federal (DF) resolveu montar um esquema especial para o depoimento de Lula, com maior rigor no controle de entrada ao prédio.

A Polícia Militar do DF decidiu interditar a rua adjacente ao tribunal. A Justiça Federal informou que a medida é para garantir a segurança e evitar manifestações a favor ou contrárias a Lula, muito próximas ao prédio.

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Em depoimento Meirelles afirma que não teve conhecimento de ação criminosa de Lula durante governo

Com um depoimento feito por meio videoconferência, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que não teve conhecimento de qualquer atuação criminosa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o governo petista. Ele foi ouvido hoje (10) pelo juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Meirelles contou que foi convidado pelo presidente Lula para comandar o Banco Central em um momento em que o país estava em crise. “Ele me perguntou se era possível enfrentar a crise e quais seriam as condições para eu aceitar [o convite]. Eu disse a ele que sim, que era possível contornar a crise, e que poderia aceitar, desde que o Banco Central tivesse independência de ação, e ele concordou”, relatou Meirelles.

O ministro acrescentou que sempre teve independência para tomar decisões, mesmo com as divergências que teve com outros representantes do governo. A defesa de Lula, então, perguntou a Meirelles se ele teve conhecimento de qualquer atividade suspeita ou ilegal do então presidente.

“A minha relação com o presidente era totalmente focada em assuntos relativos ao Banco Central e à política econômica. Nessa interação, nunca vi ou presenciei nada que pudesse ser identificado como algo ilícito”, respondeu o ministro.

Henrique Meirelles ressaltou ainda não ter percebido qualquer indício de compra de apoio parlamentar, ou mesmo da existência de uma estrutura criminosa comandada por Lula durante o tempo em que esteve no governo.

Com informações do EBC

Ministro do STJ nega pedido de Lula para suspender ação penal do caso tríplex

(Foto: Internet)

Nesta quarta-feira (8), o ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um pedido de medida liminar apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para suspender a tramitação de uma ação penal aberta contra o petista no caso tríplex de Guarujá.

Ao negar o pedido, Fischer pediu que o Ministério Público se manifeste sobre o caso. O mérito do habeas corpus ainda será analisado pela Quinta Turma do STJ. Ainda não há previsão de data para esse julgamento.

A defesa de Lula pede a nulidade absoluta do caso, sob a alegação de suspeição do juiz federal Sérgio Moro, acusado pelo petista de conduzir as investigações de modo parcial.

A defesa do ex-presidente elencou ao STJ uma série de fatos para criticar a conduta de Moro, como a condução coercitiva de Lula, a realização de busca e apreensão de bens na residência do ex-presidente e na sede do Instituto Lula, a quebra do sigilo telefônico e a divulgação de conversa entre o petista e a então presidente Dilma Rousseff.

Para a defesa do petista, Moro não apenas “nutre sentimentos ruins” em relação a Lula, como o tem como um “inimigo”.

Com informações do ME

Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar a sua pré-candidatura à presidência este mês

(Foto: Ilustração)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar a sua pré-candidatura à Presidência em um evento marcado para o dia 20 deste mês, na sede do PT de São Paulo. O evento deve contar com a presença de diversos intelectuais e artistas como Chico Buarque, além de dirigentes nacionais de partidos aliados, como PDT e PCdoB, estarão presentes na cerimônia.

Fazendo o anúncio um ano e sete meses antes das eleições de 2018, os petistas querem obter apoio popular e fortalecer a imagem do ex-presidente, envolvido em esquema de corrupção na Petrobras investigado pela operação Lava Jato.

De acordo com “O Dia”, as recentes pesquisas de intenção de voto para o pleito presidencial em que Lula aparece na liderança animaram a sigla.

Com informações de O Povo

Acervo da Presidência da República do ex-presidente Lula deve ser periciado pela PF

(Foto: Internet)

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, autorizou a Polícia Federal (PF) a executar perícia no acervo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Moro fixou prazo de 20 dias para que a Polícia Federal apresente as conclusões sobre a análise do material.

A força-tarefa da Lava Jato, investiga supostos pagamentos mensais da empreiteira OAS por serviços de guarda de objetos pessoais recebidos como presentes oficiais durante o período em que Lula esteve na Presidência da República, entre janeiro de 2003 e dezembro de 2010.

Conforme a decisão, datada do dia 17 de fevereiro, a PF está autorizada a abrir e analisar o conteúdo de duas caixas identificadas com as palavras “praia” e “sítio”, que estão apreendidas no galpão do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

O resultado das diligências poderá ser usado pela força-tarefa Lava Jato em outra investigação sobre supostas ilegalidades em uma proposta de compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista, e a respeito de reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), local frequentado pela família do ex-presidente.

Por meio de nota à imprensa, a defesa de Lula informou que recorreu da decisão e afirmou que o magistrado não tem competência legal para julgar questões referentes ao acervo da Presidência da República. Para os advogados, a decisão de Moro é ilegal e incompatível com os princípios constitucionais de impessoalidade e da legalidade.

Com informações do IG

Lula e Moro ficarão cara a cara pela primeira vez em 3 de maio

(Foto: Internet)

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e o juiz Sérgio Moro ficarão frente a frente pela primeira vez no dia 3 de maio, às 15h. O juiz marcou para esse dia a audiência com Lula, réu no processo que o investiga sobre a propriedade de um tríplex no Guarujá. O petista será o único réu ouvido nesse dia. Os outros seis serão ouvidos entre os dias 20 e 28 de abril.

Ao contrário de testemunhas, que são obrigadas a responder as perguntas, os réus podem optar por ficar em silêncio, responder apenas a perguntas da defesa ou responder a todas as perguntas.

A pedido da defesa de Lula, a ex-primeira-dama Marisa Letícia teve sua punibilidade extinta. Moro, no entanto, não aceitou o pedido de absolvição sumária feito pelos advogados do ex-presidente.

“Observo que, pela lei e pela praxe, cabe, diante do óbito, somente o reconhecimento da extinção da punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa ou inocência do acusado falecido em relação à imputação”, decidiu o juiz.

O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, será o primeiro réu a ser ouvido, no dia 20 de abril, ao lado de outro executivo da empreiteira, Agenor Medeiros. Paulo Gordilho, acusado de comprar a cozinha planejada utilizada nas reformas no tríplex, testemunhará no dia 26, mesmo dia de outros dois executivos da OAS, Fábio Yonamine e Roberto Ferreira.

O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, prestará seu depoimento no dia 28 de abril.

Com informações de O Globo

Lula e PT preparam proposta contra crise econômica

(Foto: Arquivo)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já afirmou que sua pré-candidatura ao Planalto em 2018 e prepara uma plataforma econômica para apoiar sua investida. Mesmo correndo o risco de ficar inelegível se for condenado em segunda instância, pois é réu em cinco ações, Lula avalia que o PT precisa se contrapor com mais vigor ao governo Michel Temer, lançando uma espécie de “programa nacional de emergência” para o País sair da crise.

O termo foi usado pelo próprio PT em fevereiro do ano passado, quando o partido apresentou à então presidente Dilma Rousseff uma lista com 22 sugestões de mudanças na economia.

Com um discurso em defesa de novas eleições diretas e disposto a antecipar o lançamento de seu nome ao Planalto, Lula tem aparecido em vídeos dizendo que Temer “só sabe cortar”. O foco de sua plataforma para 2018 vai na linha de que o País não conseguirá reduzir o número de 12,9 milhões de desempregados se não ampliar o crédito para a produção e o consumo.

Entre as propostas que Lula e a cúpula do PT defendem para enfrentar a crise estão a criação de um Fundo de Desenvolvimento e Emprego, reajuste de 20% nos valores do Bolsa Família e aumento real do salário mínimo, além da correção da tabela do Imposto de Renda, com teto de isenção superior ao atual.

Há um ano, o PT pressionou Dilma para que usasse parte das reservas internacionais na formação do Fundo de Desenvolvimento. Ela não concordou.

Foi no governo Dilma que a economia do País teve o seu pior desempenho. O ex-presidente sempre quis, sem sucesso, que ela nomeasse o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que comandou o Banco Central nos dois mandatos de Lula, de 2003 a 2010.

Em consonância com Lula, a bancada do PT no Senado também apresentará até abril um programa emergencial para a economia. “Estamos à beira de uma convulsão social”, disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

Quase 46% dos eleitores não votariam em Lula em 2018, diz pesquisa

Rejeição de 45,7% é a maior entre presidenciais, Aécio tem 25%/Foto: Ricardo Stuckert

Levantamento o instituto  divulgado nesta quinta-feira, 23, revela que o ex-presidente Lula (PT) tem rejeição de 45,7% dos entrevistados entre os possíveis candidatos para Presidente do Brasil em 2018. O senador Aécio Neves (PSDB) aparece em seguida, com 25% e, logo atrás está o atual presidente da República, Michel Temer (PMDB), com 24,4% de rejeição.

Confira a lista completa:

Não sabe: 4,4%;

Nenhum: 6,5%;

Lula (PT): 45,7%;

Aécio Neves (PSDB-MG): 25%;

Michel Temer (PMDB): 24,4%;

Jair Bolsonaro (PSC-RJ): 17,9%;

Marina Silva (Rede): 12,3%;

Roberto Justus: 9,9%;

Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP): 9,9%;

Ciro Gomes (PDT-CE): 9%; e

Ex-ministro do STF Joaquim Barbosa: 7,3%.

Foram entrevistadas pelo instituto Paraná Pesquisas 2.020 eleitores, com 16 anos ou mais, em 26 Estados e Distrito Federal e em 146 municípios entre os dias 12 e 15 de fevereiro de 2017.

Os entrevistados foram separados segundo sexo, faixa etária, escolaridade, nível econômico e posição geográfica. A pesquisa atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de 2,0% para os resultados gerais. A Paraná Pesquisas encontra-se registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/ 16 e é filiada à Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa – ABEP desde 2003.