Ibope: WhatsApp teve pouco impacto no primeiro turno das eleições

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

Uma pesquisa realizada pelo Ibope a pedido dos jornais O Estado de São Paulo e TV Globo apontou que o WhatsApp teve pouca influência no primeiro turno da eleição. Para os eleitores, o aplicativo de mensagens teve impacto limitado e pode ter afetado Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) de forma igual.

A pesquisa identificou que três em cada quatro eleitores ouvidos não receberam mensagens desfavoráveis a nenhum presidenciável na semana anterior ao primeiro turno. As respostas referentes a exposição a propaganda negativa no segundo turno não indicaram que um candidato tenha sido mais afetado que o outro.

Decisão do voto

Dos eleitores ouvidos pelo estudo, 73% afirmam não ter recebido conteúdo negativo sobre nenhum dos candidatos no WhatsApp. 18% receberam críticas ou ataques contra Bolsonaro, enquanto 14% contra Haddad. Mesmo entre os 25% de eleitores que afirmaram ter recebido críticas ou ataques, o impacto das mensagens parece ter sido limitado.

Pesquisa é inconclusiva

O Ibope também questionou  aos entrevistados se para eles, o conteúdo replicado nas mensagens interferiu na decisão do voto. 75% disseram não e 24% sim. Apesar dos resultados, o instituo concluiu ser difícil tirar definições conclusivas sobre a forma como o aplicativo é utilizado. Foram ouvidas 3.010 pessoas, entre 21 a 23 de outubro.

Com informações do JC Online

Bolsonaro diz que não existe ameaça de fechar Supremo

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesse domingo (21) que “se alguém falou em fechar o Supremo Tribunal Federal (STF), precisa consultar um psiquiatra”. A declaração foi feita depois que um vídeo, noticiado pela imprensa, mostra seu filho Eduardo Bolsonaro, eleito deputado federal por São Paulo, dizendo que bastariam um cabo e um soldado para fechar o STF.

Jair Bolsonaro conversou com jornalistas na casa do empresário Paulo Marinho, onde gravou programa eleitoral neste domingo. O candidato a presidente disse desconhecer o vídeo com as declarações de seu filho e afirmou que alguém tirou as falas de contexto.

“Não existe isso de crítica e fechar STF. Se alguém falou em fechar o STF, tem que consultar o psiquiatra”, afirmou. “Eu desconheço, duvido. Alguém tirou de contexto”.

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Com presença de membros do MBL, juazeirenses realizam ato pró-Bolsonaro

Se do lado petrolinense a tarde foi marcada por um ato democrático em apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) para presidente da República, em Juazeiro (BA) os eleitores se reuniram em prol do nome de Jair Bolsonaro (PSL), deputado federal que lidera as intenções de voto no segundo turno das eleições 2018.

A concentração da “Jornada Patriótica” estava marcada para o Vaporzinho, na Orla de Juazeiro, mas precisou ser modificada e os apoiadores de Bolsonaro se encontraram próximo ao Parque Lagoa de Calu, na BR-235. O Blog Waldiney Passos acompanhou a concentração, mas não conseguiu conversar com a organização.

Saída do grupo em carreata (Foto: Reprodução/Internet)

Enquanto os simpatizantes de Bolsonaro chegavam ao ponto de saída, frases contra o comunismo, o PT e a corrupção eram entoadas nos alto-falantes em músicas e nos comentários dos integrantes do movimento.

Por volta de 17h20 a carreata teve início, contando com a presença dos integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri, Fernando Holliday e Arthur Melo do Val.

“Nós estamos firmes e fortes, não vão conseguir puxar o nosso tapete” afirmou um dos simpatizantes de Bolsonaro durante a concentração. Não foi informado o percurso da manifestação, porém segundo informações das redes sociais, era esperada a vinda da carreata para Petrolina.

Datafolha: 48% do eleitorado de Bolsonaro tem certeza no voto, Haddad apenas 33%

O Datafolha divulgou o resultado de uma pesquisa na qual perguntou aos eleitores em quem eles votariam no segundo turno das eleições 2018. E os apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) são os mais decididos no voto. O levantamento foi realizado nos dias 17 e 18 de outubro e publicado ontem (19).

O instituto perguntou: “E entre esses candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”. 48% responderam que votariam com certeza em Bolsonaro, 10% talvez não e apenas 1% não souberam responder.

Para Haddad a resposta foi:  33% votaria com certeza, 12% talvez votasse e 54% não votaria de maneira alguma no candidato petita. 56% dos eleitores masculinos têm certeza do volto no deputado federal e 34% rejeitam o nome de Bolsonaro.

Entre as mulheres, Haddad tem 36% dos votos e Bolsonaro chega a 41%. O deputado federal fica em desvantagem no Nordeste, onde apenas 31% votariam nele, enquanto Haddad tem 49%.

Final de semana será marcado por atos de apoiadores de Bolsonaro e Haddad

Manifestações públicas marcam o final de semana que antecede o segundo turno das eleições. Apoiadores de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) estão organizando atos em favor dos seus candidatos em todo o país. No Vale do São Francisco, o ato em favor da democracia acontece na tarde de hoje (20).

A concentração será em Petrolina, a partir das 14h30 e em seguida os manifestantes seguirão para Juazeiro, onde acontecerá o grande ato. Ainda hoje, apoiadores de Bolsonaro irem às ruas. A partir das 16h o público chegará ao Parque Lagoa de Calu e seguirão pelas ruas das cidades.

Nas duas manifestações são esperadas a participação de políticos conhecidos a nível nacional: a candidata a vice na chapa de Haddad, Manuela D’Ávila (PC do B) que já esteve na cidade e em Juazeiro, membros do Movimento Brasil Livre (MBL), como o deputado federal Kim Kataguiri.

TSE abre investigação sobre disparos de mensagens pelo WhatsApp

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Jorge Mussi abriu na noite de sexta-feira (19) uma ação para investigar o esquema de disparos de notícias falsas no WhatsApp que favorecem o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).

Mussi acatou o pedido feito pela campanha de Fernando Haddad (PT), adversário de Bolsonaro no segundo turno das eleições. No entanto, o ministro não aceitou a solicitação dos petistas para quebrar o sigilo bancário, telefônico e realizar prisões dos envolvidos.

A suposta divulgação de matérias falsas contra Haddad foi revelada pelo jornal Folha de São Paulo nessa quinta-feira (18), onde a investigação aponta a participação de empresas bancadas por empresários ligados a Bolsonaro para a divulgação dos boatos. Em sua decisão Mussi concedeu prazo para que a campanha de Bolsonaro possa apresentar defesa prévia.

Empresas bancam disparos de mensagens contra PT e a favor de Bolsonaro

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

Uma reportagem do jornal Folha de São Paulo publicada na manhã dessa quinta-feira (18) afirma que empresas estão financiando a propagação de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e a favor de Jair Bolsonaro (PSL) no WhatsApp.

Os contratos, segundo a Folha chegam a R$ 12 milhões e uma das principais compradoras dos disparos é a Havan, cujo dono é apoiador de Bolsonaro. A prática é considerara ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedado pela legislação eleitoral.

Ainda segundo o jornal, a medida pode ser considerada como verba não declarada, configurando outro crime. Dono da Havan, Luciano Hang afirmou à Folha não saber “o que é isso” e que “não temos essa necessidade”.

A ação

Segundo a Folha, o disparo em massa contratado pelas empresas é feito usando o banco de dados de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências digitais (algo considerado crime). Entre as agências prestando esse tipo de serviços estão a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market.

Os preços variam de R$ 0,08 a R$ 0,12 por disparo de mensagem para a base própria do candidato e de R$ 0,30 a R$ 0,40 quando a base é fornecida pela agência.

“Nós estamos com uma mão na faixa”, afirma Bolsonaro

Líder na intenção de votos e com uma ampla vantagem em relação a Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL) está confiante de que será eleito presidente da República. Em visita à Polícia Federal no Rio de Janeiro, o deputado federal afirmou que “está com uma mão na faixa”.

“Nós estamos com uma mão na faixa, é verdade. Pode até não chegar lá, mas estamos com uma mão na faixa. [Haddad] não vai tirar 18 milhões de votos de agora até daqui a dois domingos. Não vai tirar isso”, afirmou o candidato à Presidência da República.

Bolsonaro disse ainda que, mesmo sendo liberado pelos médicos para participar de debates, pode ser que não compareça por “estratégia”. Ele também rebateu as críticas por estar “fazendo papel de vítima” sobre sua saúde.

“Eu levei uma facada, não foi… Não era rinite, igual o Haddad teve e ficou sete dias sem ir (à prefeitura) de São Paulo. Perdi dois litros de sangue, cortou o intestino grosso, fezes se espalharam por todo meu organismo. Fui submetido a uma segunda cirurgia no dia 12, que começou às 9h da noite e terminou às 5h da manhã. Não foi uma brincadeira. Eu perdi 15 quilos, foi um atentado”, destacou.

Em pesquisa da BTG, Bolsonaro aparece com 59% das intenções de voto

Haddad e Bolsonaro vão ao segundo turno das eleições. (Foto: Reprodução)

O Instituto FSB Pesquisa/BTG aponta que Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% das intenções de voto no segundo turno das eleições. Ele aumentou sua vantagem para 18 pontos, em relação a Fernando Haddad (PT), que tem 41%.

Levando-se em consideração apenas votos válidos, Bolsonaro soma 51% e Haddad 35%. Brancos e nulos chegam a 4%, os que não votam em nenhum dos dois, 6% e 10% não sabem em quem votar.

A pesquisa apontou ainda que 94% dos eleitores de Bolsonaro têm certeza do voto e não o trocarão até o dia da eleição. 89% de quem vota em Haddad também não deve escolher outra opção.

Quando questionada a rejeição, 53% falaram que não votariam no petista, enquanto 38% não votariam em Bolsonaro.

“Hoje morre isso no Carnaval e não se fala nada” afirma Bolsonaro sobre mortes durante a Ditadura Militar

(Fernando Frazão/Agência Brasil)

Candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) comparou as mortes durante a Ditadura Militar com as ocorridas durante os festejos do carnaval. A declaração do político que é líder na intenção de votos veio durante uma entrevista à rádio CBN.

“Desapareceram 400. Morreram pessoas em que circunstâncias? Hoje morre isso no Carnaval e não se fala nada”, comentou o deputado federal. Ele voltou a defender o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado de vários assassinatos durante o regime.

“[Ele] não teve nenhuma condenação transitada e julgada. Você não pode acusá-lo disso. Agora, o outro lado que cometeu barbaridades vocês nunca condenam“, afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro aparece 16 pontos percentuais a frente de Fernando Haddad (PT) na disputa do segundo turno. Nessa sexta-feira (12) começa a propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, que terminará dois dias antes do pleito do dia 28 de outubro.

Nordeste é a única região na qual Haddad vence Bolsonaro

(Foto: Internet)

A pesquisa do Datafolha divulgada na quarta-feira (10) revelou que, apesar de estar em segundo lugar nas intenções de voto para a Presidência da República, Fernando Haddad (PT) lidera no Nordeste. Ele tem 52% dos votos totais, contra 32% de Jair Bolsonaro (PSL).

O melhor desempenho de Bolsonaro é no Sul com 60% contra 26% do ex-ministro da educação. O sudeste elegeria o candidato do PSL com 55% a 32% dos votos totais. A pesquisa ouviu 3.235 eleitores em 227 municípios do país.

Segundo o Datafolha, Bolsonaro lidera com vantagem de 16% percentuais, somando 58% contra 42% de Haddad. A votação do segundo turno acontece no dia 28 de outubro, enquanto isso os políticos buscam alianças políticas.

De volta à Câmara, Cristina Costa espera uma “guerra da paz” entre apoiadores de Bolsonaro e Haddad

Edil visitou Blog e disse esperar debate propositivo com opositores (Foto: Blog Waldiney Passos)

Licenciada para disputar as eleições de outubro, a vereadora Cristina Costa (PT) deve fazer seu retorno à Casa Plínio Amorim nesta quinta-feira (11) em meio ao segundo turno para presidente. Entrevistada pelo Blog nessa semana, a edil foi questionada sobre o que esperar dos colegas durante essa “guerra” entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e prezou pelo respeito mútuo.

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“Eu espero que a gente possa, nesse clima de guerra, fazer uma guerra da paz. Que a gente possa debater as propostas, vamos respeitar quem apoia Bolsonaro, o processo democrático é isso. Eu encontrei muita gente que votava em mim, mas não votava no presidente Haddad, encontrei muita gente que votava em Bolsonaro, mas não votava nos candidatos apoiado por Jair Bolsonaro”, disse a vereadora.

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Médicos de Bolsonaro vetam participação em debate

Candidato mais votado a presidente da República no domingo (7), Jair Bolsonaro (PSL) não deve participar do primeiro debate do segundo turno. Ele foi avaliado por seus médicos na manhã de hoje (10) e recebeu orientações de não realizar atividades até a próxima semana.

Dessa forma, Bolsonaro não deve ir ao debate na Rede Bandeirantes, nesta sexta-feira (12). Segundo os médicos, o deputado federal perdeu 15 kg desde o atentado sofrido em setembro e no dia 18 desse mês, Jair será submetido a novos exames para avaliar sua saúde.

De acordo com os médicos, a cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia está prevista para ser realizada a partir do dia 12 de dezembro. A recuperação para esse tipo de procedimento é de aproximadamente duas semanas.

Novo e PP decidem não declarar apoio no segundo turno das eleições

Partidos ficarão isentos sobre apoio a Haddad e Bolsonaro (Foto: Reprodução)

Diferentemente do PSOL que na segunda-feira (8) oficializou apoio a Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições, o Novo e o Partido Progressista declararam hoje (9) posição neutra no pleito do dia 28. Os anúncios vieram através de nota oficial enviada à imprensa.

Segundo o Novo, cujo candidato à Presidência no primeiro turno foi João Amoêdo, demonstrou postura contrária ao PT. “O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias práticas opostas às nossas”, disse a nota.

Já o PP deixa na mão do eleitor a decisão final de quem terá o voto: Haddad ou Jair Bolsonaro (PSL). “O eleitor quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha”, afirmou a Executiva Nacional.

Terceiro colocado na votação de domingo (7), Ciro Gomes (PDT) já havia sinalizado apoio a Haddad e nessa semana uma reunião deve fechar a aliança. A Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, PSDB (Geraldo Alckmin) e MDB (Henrique Meireles) ainda não oficializaram seus posicionamentos.

Horácio Freire se despede da Câmara de Vereadores e faz um alerta sobre Bolsonaro

Sargento Horácio deixa Casa Plínio Amorim para retorno de Cristina Costa (Blog: Waldiney Passos)

Suplente da vereadora Cristina Costa (PT) que se licenciou para disputar as eleições de outubro, Horário Freire (PMN) fez seu discurso de despedida na Câmara de Vereadores de Petrolina nessa terça-feira (9). Apesar do pouco tempo de mandato – apenas 45 dias – ele disse que sai da Casa Plínio Amorim com muito aprendizado.

Antes de encerrar sua rápida fala de despedida, Horário fez uma avaliação das eleições do final de semana e pede mais serenidade aos eleitores no segundo turno. “Um candidato a presidente totalmente desequilibrado que é o senhor Jair Bolsonaro. Ele não tem condições nenhuma de governar um país como o nosso” disse o edil, que foi eleito na coligação do PMN e PT.

“Por ter conhecido de perto, vejo que ele não tem condições e equilíbrio para pacificar esse país. Espero que a sociedade faça essa reflexão”, afirmou. Horácio que é policial militar encerrou sua fala pedindo paz e respeito. O retorno de Cristina Costa deve acontecer ainda nessa semana, reassumindo sua cadeira na Câmara.