Dólar fecha abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em 28 meses

O mercado financeiro teve um dia de euforia nesta sexta-feira (8). O dólar fechou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024, e a bolsa recuperou parte das perdas da véspera.

Os mercados reagiram a dados do mercado de trabalho estadunidense e à redução dos temores de escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã.

O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 4,894, em baixa de R$ 0,029 (-0,60%). Esse é menor valor de encerramento desde 15 de janeiro de 2024.

No acumulado do ano, a moeda norte-americana registra queda de 10,84% frente ao real.

LEIA MAIS

Dólar fecha em leve alta com intervenção do BC; Ibovespa avança 0,50%

Cotação da moeda americana encerra a R$ 4,92, enquanto petróleo recua 7% após sinalizações diplomáticas envolvendo o Irã.

O mercado financeiro brasileiro apresentou tendências mistas nesta quarta-feira (6). Enquanto o dólar comercial encerrou o dia com valorização de 0,17%, cotado a R$ 4,921, o Ibovespa acompanhou o otimismo externo e registrou sua segunda alta consecutiva, fechando aos 187.690 pontos.

O dia foi marcado pela forte queda nos preços internacionais do petróleo e por intervenções estratégicas da autoridade monetária nacional.

LEIA MAIS

Dólar sobe a R$ 5 e bolsa cai 2% em dia de tensão global

O dólar fechou acima de R$ 5 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29), em um dia marcado por cautela nos mercados globais. As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%). A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,01.

LEIA MAIS

Ibovespa renova recorde aos 198 mil pontos e dólar cai abaixo de R$ 5,00

Acompanhando o otimismo externo após sinalizações de distensão entre EUA e Irã, moeda americana atinge menor patamar em dois anos; bolsa brasileira é impulsionada por commodities e fluxo estrangeiro.

O mercado financeiro brasileiro registrou um pregão histórico nesta segunda-feira (13). O Ibovespa, principal índice da B3, renovou sua máxima histórica ao fechar acima dos 198 mil pontos, enquanto o dólar rompeu a barreira psicológica dos R$ 5,00 pela primeira vez em mais de dois anos. O alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio e o forte fluxo de capital estrangeiro ditaram o ritmo dos negócios.

LEIA MAIS

Ibovespa – O que é e a sua importância no mercado


Pode até já ter ouvido falar da bolsa de valores e da métrica Ibovespa, mas qual será a sua importância? Se este é um assunto que lhe suscita algum interesse, mas não sabe onde procurar informação, este artigo vai ajudá-lo.

O que é Ibovespa

O Ibovespa é um dos principais indicadores da bolsa de valores brasileira. Podemos referir-nos a esta métrica como um termômetro usado pelos investidores para perceberem como está o cenário no mercado e se desejam atuar sobre ele.

LEIA MAIS

Saída de Moro provoca queda na bolsa brasileira

(Foto: Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)

Após a coletiva do agora ex-ministro Sergio Moro, a Ibovespa registrou forte queda nessa sexta-feira (24). Às 12h11, o principal índice brasileiro teve baixa de 8,64% e marcava 72.793,26 pontos.

A saída de Moro do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) já era cogitada desde a tarde de ontem e provocou reações na bolsa. Por um determinado momento cogitou-se o circuit break, para evitar mais perdas na manhã.

De acordo com o economista André Perfeito, o mercado receia uma possível saída de Paulo Guedes, ministro da Economia. Apenas em uma semana o Governo Federal fez trocas na Saúde e agora na Segurança. “O mercado fica com receio de até o Guedes estar fragilizado. O Pró-Brasil [também conhecido como ‘Plano Marshall brasileiro’], que organizaram sem o aval do ministério da Economia, aumenta as incertezas”, disse. (Com informações do Exame).