
(Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo)
Entre idas e vindas sobre as vacinas contra o novo coronavírus, o Governo Federal solicitou na sexta-feira (15) seis milhões de dose da CoronaVac ao Instituto Butantan. O órgão paulista respondeu positivamente e confirmou ao Ministério da Saúde que cederá o imunizante.
Esse é mais um capítulo na novela “vacinação no Brasil”. Vale destacar que a CoronaVac vem sendo constantemente criticada pelo próprio presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partida), que desdenhou dos dados apresentados pelo Butatan em relação à eficácia do imunizante.
No entanto, após falhar na aquisição de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, produzida na Índia, o Ministério da Saúde se viu obrigado a recorrer ao Butantan. A CoronaVac é desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac e chegou a ser apelidada pelo grupo do presidente Bolsonaro de “VaChina”.
O próximo passo na novela é a reunião da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que acontece neste domingo (17). A expectativa é pelo anúncio da liberação ou não das vacinas CoronaVac e da AstraZeneca.





O Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021, produzidas pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.





A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que os testes da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac para a Covid-19, serão retomados. O Instituto Butantan, responsável pela aplicação das doses no Brasil, disse que os estudos reiniciarão imediatamente, ainda nesta quarta-feira (11).


