Tiririca opta por não revelar como votará no domingo

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Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR), eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com mais de um milhão de votos, tem sido discreto como sua atuação parlamentar  quando o assunto é  impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

O deputado Tiririca se limitou a falar que todos saberão da sua opção quando for chamado ao plenário para efetivar seu voto.

Eleito em 2014, o deputado tinha como slogan da sua campanha “pior do que tá não fica”, agora será a vez de Tiririca provar se seu bordão de fato deve ser cumprido ou se pode mudar.

Dilma cancela pronunciamento sobre impeachment

Dilma Coletiva sexta

AGU avaliou que fala da presidente poderia ter problemas jurídicos

A presidente Dilma Rousseff cancelou o pronunciamento que faria em cadeia nacional de rádio e televisão nesta sexta-feira (15) para pedir apoio contra o impeachment de seu mandato.

Dilma decidiu seguir orientação da AGU (Advocacia-Geral da União), que avaliou que a fala da presidente poderia ter problemas jurídicos, já que o conteúdo do discurso seria eminentemente político para um espaço dedicado a discursos institucionais. Além disso, alguns auxiliares da presidente acreditavam que um discurso desse tipo às vésperas da votação no plenário da Câmara, marcada para domingo (17), poderia surtir efeito ruim para o governo.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República avalia uma veiculação neste sábado (16) ou somente nas redes sociais, como era a ideia inicial do governo. A oposição chegou a entrar com uma ação na Justiça Federal de Brasília para barrar o pronunciamento, alegando que não há justificativa para a medida que seria para uso pessoal.

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Deputado Adalberto Cavalcanti (PTB) afirma que vai votar contra o impeachment

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Decisão do deputado foi tomada agora à noite por entender que Dilma continua sendo a melhor opção para o país

Em conversa com este blogueiro o deputado Adalberto Cavalcanti (PTB) acabou de confirmar sua decisão de votar contra o processo de admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O parlamentar disse que “na vida pública todos têm que ter lado e que o seu era ao lado do povo, daqueles que reconhecem os avanços de Pernambuco nos últimos anos, principalmente nas gestões da petista”.

Adalberto criticou ainda o senador Fernando Bezerra. “Eu não sei cuspir no prato que comi como é o caso do senador Fernando Bezerra que foi ministro de Dilma e agora está contra ela”, ressaltou.

Humberto Costa diz que Dilma não pode ser afastada por uma gangue de ladrões

“Essa mulher, que não tem contra ela nenhuma denúncia, nenhum inquérito que a acuse de corrupção, está para ser julgada por aqueles que têm contra si as acusações mais escabrosas que existem”, disse Costa

“Essa mulher, que não tem contra ela nenhuma denúncia, nenhum inquérito que a acuse de corrupção, está para ser julgada por aqueles que têm contra si as acusações mais escabrosas que existem”, disse Costa

Em discurso na tribuna do Senado, o líder do Governo na Casa, Humberto Costa (PT-PE), atacou o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff que a Câmara dos Deputados decidirá pela abertura no próximo domingo.

Citando um artigo do jornal americano New York Times, Humberto Costa afirmou que “Dilma, que não roubou, está ameaçada de ser afastada do cargo onde chegou pelo voto por uma gangue de ladrões”.

“O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), condutor do golpe contra Dilma, é réu no STF e investigado em uma série de denúncias, entre elas as que identificaram mais de 15 contas ilegais no exterior de que ele é titular”.

Humberto Costa disse que, nesta mesma sexta-feira (15), veio à tona uma delação premiada que aponta Eduardo Cunha como beneficiário de propina no valor de R$ 52 milhões pagos em 36 parcelas em contas no estrangeiro.

“Essa mulher, que não tem contra ela nenhuma denúncia, nenhum inquérito que a acuse de corrupção, está para ser julgada por aqueles que têm contra si as acusações mais escabrosas que existem”, disse Humberto Costa.

Prefeito de Sobradinho emite nota de pesar pela morte do ex-prefeito de Casa Nova, Neco Beato

 

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Luiz Vicente Berti, profundamente consternado com o falecimento do ex-prefeito de Casa Nova, Manoel Batista de Castro, mais conhecido como Neco Beato, ocorrido nesta sexta ( 15), solidariza-se com a família enlutada e com todo o povo casanovense, manifestando seu reconhecimento à contribuição deste político nobre e comprometido com o desenvolvimento do Vale do São Francisco.

Da Assessoria

 

Betão afirma vestir a camisa do prefeito Júlio Lossio e alfineta FBC

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“Votei em Júlio Lossio na primeira eleição a pedido do grupo de Fernando” afirma vereador Adalberto Bruno (Betão)

De corpo e alma, sem titubear, a adesão do vereador Adalberto Filho (Betão) ao grupo liderado pelo prefeito Júlio Lossio (PMDB) foi pra valer. “Hoje eu visto a camisa do prefeito Júlio Lossio e vou fazer o possível para contribuir com o governo para que a gente traga o melhor para a nossa cidade”, comentou ao justificar o porquê do rompimento com o grupo de Fernando Bezerra.

Betão disse ainda que não se considera um traidor e alfinetou o senador FBC. “Não traí ninguém de forma alguma, a gente não pode dizer isso, até por que tem essas coisas na política, o senador foi ministro até o ano retrasado, foi ministro de Dilma, hoje pede a cabeça dela e nem por isso a gente tá tratando ele como traidor ou como uma pessoa que tá sendo infiel, na verdade é uma questão da sobrevivência política, da prerrogativa que cada um tem”, justificou.

Quanto ao fato de está agora com Júlio Lóssio, Betão disse que na primeira eleição do prefeito votou nele a pedido do próprio Fernando Bezerra “depois, em um outro momento, ele já estava unido com o deputado Gonzaga Patriota, então é assim, não tem que ter nenhum ressentimento de ninguém, pois a política tem essa dinâmica”, disse.

Odacy afirma que se pudesse só se reuniria hoje com os votantes do impeachment de domingo

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O dia do começo da “Decisão Final” está próximo. Isso porque sendo aprovado no Congresso Nacional, será de fato, aberto o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, sendo encaminhado para o Senado. Para que haja a abertura do processo, dois terços dos deputados (342 de um total de 513) devem votar a favor. O membros do PT correm contra o tempo para que o processo pare na Câmara dos Deputados Federais.

Somente esta semana, o deputado Odacy Amorim (PT) deu várias entrevistas em rádios do seu eleitorado a fim de sensibilizar, não só a população da região, mas aqueles que aqui tem representatividade de voto efetiva no Congresso Nacional. Somente no Vale do São Francisco, são três os votantes no próximo domingo (17): Adalberto Cavalcanti (PTdoB) , Gonzaga Patriota (PSB) e Fernando Filho (PSB).

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Apenas seis deputados pernambucanos devem votar contra o impeachment

Com a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em voltar atrás na ordem de chamada de votação para o processo do impeachment da presidenta Dilma Rousseff os deputados de Pernambuco serão praticamente os últimos a votar.

A expectativa é que apenas seis parlamentares votem contra a admissibilidade do processo: Silvio Costa (PTdoB), Wolney Queiroz (PDT), Eduardo da Fonte (PP), Zeca Cavalcanti (PTB), Adalberto Cavalcanti (PTB) e Luciana Santos (PCdoB).

Entrevista: vereador Betão explica por que rompeu com FBC

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Vereador Adalberto Bruno Filho (Betão) é mais um a deixar o grupo liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho.

Insatisfação, falta de coerência  e agradecimento ao apoio recebido aos seus pleitos por parte do prefeito Júlio Lossio (PMDB), foram algumas das motivações que levaram o vereador Adalberto Bruno Filho (Betão), a romper com o grupo político liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB).

A decisão, que caiu como uma bomba, foi a terceira perda seguida de FBC somente na Câmara Municipal de Petrolina já que ele não conseguiu segurar nos últimos dias a permanência dos vereadores Ronaldo Cancão, que declarou apoio ao deputado Adalberto Cavalcanti (PTB), e Major Enfermeiro que foi para os braços do prefeito.

Em entrevista exclusiva a este Blog, Betão disse que o principal motivo do rompimento foi a filiação do colega Edilsão do Trânsito ao PRTB, partido ao qual está filiado juntamente com Ibamar Fernandes.

“O que mais influenciou foi o fato de terem colocado o meu amigo pessoal, tenho como um irmão, meu amigo de 30 anos, Edilsão no PRTB, a gente já havia conversado anteriormente, eu já tinha dito até a ele ‘se você vier para esse partido eu saiu, porque não tem condições de eleger nós dois lá dentro’, já tem o companheiro Ibamar, aí fica difícil, fica complicado”, salientou Betão acrescentando que sequer foi consultado. “Nem eu, nem o vereador Ibamar, quando a gente soube eles já tinham filiado ele pelo Recife”.

A discussão do assunto gerou até um mal estar entre Betão e Edilsão que ficou enfurecido com a posição do colega sendo obrigado a turma do deixa pra lá intervir. “Houve esse stress,  mas nós já resolvemos isso, conversamos, mas eu achei assim que faltou um pouco de respeito, de atenção, para com a minha pessoa”, lamentou Betão.

Apesar da mudança de lado, o edil afirmou não guardar rancor e não ter raiva de ninguém. “Eu tenho é gratidão a todos eles, Miguel, Fernando e Fernandinho”.

Disse ainda que chegou a ligar por várias vezes para fazer o comunicado da decisão, mas não foi atendido. “Liguei por várias vezes para Miguel e ele não atendeu, liguei por várias vezes para Fernandinho e ele não atendeu, liguei por várias vezes para o senador e ele também não me atendeu. Depois que eu mandei uma mensagem para um dos assessores, informando que eu não ficaria mais no grupo, o deputado Miguel Coelho me ligou e eu comuniquei essa minha decisão de sair do grupo e de ingressar no grupo do prefeito Júlio Lossio”, disse.

Votação do impeachment começa com deputados do Norte; Nordeste fica por último

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mudou seu entendimento sobre a ordem de votação do processo de impeachment, o que gerou bate-boca no plenário. O primeiro-secretário da Casa, Beto Mansur (PRB-SP), leu no início da tarde desta quinta-feira, 14, a decisão de que a votação se dará alternando Estados do Norte com Estados do Sul e, em seguida, o inverso. Com isso, os estados do Nordeste, onde o governo tem mais votos, continuam a se manifestar somente ao final da votação.

A sequência será a seguinte: RR, RS, SC, AP, PA, PR, MS, AM, RO, GO, DF, AC, TO, MT, SP, MA, CE, RJ, ES, PI, RN, MG, PB, PE, BA, SE e AL. Em cada Estado, será seguida a ordem alfabética dos nomes dos deputados.

A decisão gerou bate-boca no plenário. “Essa votação tem que começar dos Estados do Norte e seguir até o último Estado do Sul Qualquer coisa diferente desse método é mais uma manobra de Eduardo Cunha. Ele tenta induzir o plenário desta Casa com mais uma manobra”, disse Orlando Silva (PCdoB-SP).

 “Está claro o regimento. O PT espalha todo dia que tem 200 votos Se tem 200 votos, por que está com medo? O regimento é claro. A decisão tomada pelo presidente Eduardo Cunha está correta. Não há dúvida. O resto é esperneio, desespero do Partido dos Trabalhadores”, disse Mendonça Filho (DEM-PE).

Cunha pretendia começar a votação pelos Estados do Sul, cujos deputados são majoritariamente favoráveis ao impeachment. O PT, no entanto, apresentou ontem uma questão de ordem questionando o procedimento.

Estadão Conteúdo

Frente Brasil Popular realiza ato político cultural em Petrolina

Dr. Ari Cardona

Médico e professor Ari Cardona / Foto Waldiney Passos

A Frente Brasil Popular vai realizar às 19h, desta quinta-feira (14), em frente a biblioteca da Univasf, um ato político cultural que deve reunir além de alunos da instituição, artistas, poetas e cantores da região que vão manifestação a defesa pela democracia.

“Agente vive um momento muito complicado em nosso país com os ânimos muito acirradas e é até natural que de certa forma isso aconteça, mas é hoje à noite vamos realizar um ato pra mostrar que as coisas podem ser diferentes”, comentou o médico e integrante do movimento Ari Cardona ao reforçar o convite para o movimento.

Senado aprova novas regras para precatórios e acata emenda de Fernando Bezerra

Plenário do Senado durante sessão deliberativa ordinária. Participam: senador Renan Calheiros (PMDB-AL); senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE);  senador José Agripino (DEM-RN);  senador Vicentinho Alves (PR-TO);  senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Plenário do Senado durante sessão deliberativa ordinária. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Proposta de Emenda à Constituição 152/2015, que cria novo regime especial para o pagamento de precatórios (débitos públicos decorrentes de condenações judiciais) foi aprovada pelo Senado, na noite desta quarta-feira (13). A matéria foi aprovada acolhendo emenda apresentada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), que reduz o percentual que estados e municípios das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste terão que recolher.

De acordo com esta emenda, que também beneficia os estados e municípios cujo estoque de precatórios pendentes das administrações direta e indireta corresponder a até́ 35% do total da Receita Corrente Líquida, ao invés de 1,5% da Receita Corrente Líquida, o percentual mínimo – para estas três regiões – deverá ser reduzido para 0,5%.

De acordo com a PEC, para quitar as dívidas vencidas ou a vencer, os estados e municípios deverão depositar mensalmente, e em conta especial, 1/12 do valor calculado percentualmente sobre as respectivas Receitas Correntes Líquidas, apuradas no segundo mês anterior à data de pagamento.

“Acredito que, agora, temos um texto adequado, ideal, importante, que responde à angústia e aos reclamos dos estados da federação brasileira. Estamos dando um passo importante para responder às marchas dos governadores e dos prefeitos (a Brasília) e mostrando que este Senado Federal está à altura do desafio e do tamanho da crise que o Brasil hoje vive”, destacou Fernando Bezerra.

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Ciro Gomes chama Cunha de irresponsável e canalha e pede paz a população no domingo

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Pré-candidato a presidência, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) defendeu nesta quinta-feira (14) que a presidente Dilma Rousseff (PT) não espere o resultado da votação do impeachment na Câmara Federal no próximo domingo (17) para mudar o modo de governar e fazer sinais à economia e ao povo brasileiro. O recado, em entrevista à Rádio Jornal, ocorre um dia depois de a presidente afirmar, em entrevista, que irá propor um pacto político no país se o impeachment foi derrotado.

Para Ciro Gomes, Dilma já poderia ter feito uma agenda econômica que independe do Congresso, atualizando o valor do Bolsa Família e retomando o programa de investimentos da Petrobras, por exemplo. “Hoje, tudo isso seria lido como um gesto de desespero para se salvar do impeachment”, lamentou, porém. “O problema da presidente é exatamente este. É um governo meio catatônico, sem inspiração, com uma equipe fraca”, se queixou.

“O presidencialismo tem muitos defeitos, mas ele tem uma virtude. É um poder tão exorbitante que ela pode mudar hoje. Ela não precisava esperar o domingo. Se ela sinalizasse para a economia,não digo que ela mudaria a situação do governo, mas ela mudaria as expectativas”, afirmou o pedetista.

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Dilma sanciona ‘pílula do câncer’ sem vetos

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A presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna. O produto, que ficou conhecido como ‘pílula do câncer’, poderá ser usado pelos pacientes, “por livre escolha”, desde que tenham laudo médico que comprove o diagnóstico e assinatura de termo de consentimento e responsabilidade dos próprios pacientes ou de seus representantes legais. O texto está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (14).

A decisão de sancionar a íntegra do texto que passou, em votação relâmpago, pelo Congresso em março traz um caráter político e não técnico ao ato de Dilma. Segundo o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, informou na terça-feira (12), a Casa Civil recomendou à presidente liberar o uso da fosfoetanolamina sintética antes do registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na tentativa de evitar qualquer ameaça de desgaste, e de perda de votos, às vésperas da votação do impeachment.

A sanção, portanto, não levou em consideração pareceres técnicos preparados pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Saúde, Ciência, Tecnologia e Inovação e também pela Anvisa e Advocacia-Geral da União. Todos sugeriam que a presidente vetasse integralmente o projeto. O principal argumento desses pareceres é que o composto poderia representar uma ameaça à saúde dos pacientes, abalar a imagem do controle sanitário do Brasil e, consequentemente, a imagem de produtos vendidos.

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