“Agora sou eleitor de carteirinha do prefeito Isaac Carvalho”, afirma vereador Caffé do Oito

Caffé

Vereador Caffé do Oito (PROS) / Foto Waldiney Passos

Comemorando as conquistas no exercício do seu primeiro mandato na cidade de Juazeiro-BA,  o vereador Caffé do Oito (PROS), elogiou na manhã desta quinta-feira (14), ao participar do programa Bom Dia Vale da Rádio Jornal Petrolina, o trabalho realizado pelo prefeito Isaac Carvalho (PCdoB).

“Na primeira eleição eu não votei com Isaac, votei com Joseph Bandeira, na segunda eleição votei novamente com Joseph, por conta disso eu tive que voltar em Márcio Jundir, mas eu estou sim do lado, passo a passo, andando com Isaac e pode ter certeza eu sou um eleitor, passei a ser um eleitor de carteirinha de Isaac pelo que ele tem feito em Juazeiro e  em especial na minha comunidade”, pontuou Caffé.

O edil elencou as obras realizadas pela gestão municipal, principalmente em sua comunidade, como 4 quadras poliesportivas, iluminação e melhoria do acesso ao bairro João Paulo II, além da construção de 3 creches. Também destacou ter sido em atenção a indicação de sua autoria que a prefeitura realizou a revitalização do centro comercial de Juazeiro, incluindo a Praça do Passo Municipal e calçadão  da Rua Conselheiro Saraiva.

Caffé, no entanto, disse que seu trabalho não se resume a área urbana. “Eu costumo dizer o seguinte, o pessoal diz que sou vereador do 8, do João Paulo Segundo, mas eu sou vereador de Juazeiro, dos que votaram ou não votaram em mim. Então, nós temos uma Associação da Serra da Batateira, Associação da Agricultura Familiar, ela tinha de 5 a 6 anos de existência e nada tinha conseguido, quando eu assumir nós conseguimos a implantação do luz para todos, a primeira etapa foi concluída, agora conseguimos liberar a segunda, portanto, estamos trabalhando também no interior”, destacou.

Sobre o momento político por que passa o país defendeu uma ampla reforma política, mas, sobretudo, do judiciário que trata de forma diferenciada os pobres e os ricos (colarinhos branco).

Cunha não vê condições políticas para pacto proposto por Dilma

Eduardo Cunha 1

Eduardo Cunha: presidente Dilma Rousseff não compreende o processo de impeachment e perdeu oportuinidades de buscar soluções para o Brasil

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (13) no Salão Verde, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, comentou a ideia anunciada pela presidente Dilma Rousseff de fazer um “amplo pacto nacional”, inclusive com a oposição, caso o pedido de impeachment seja rejeitado pela Câmara no domingo (17).

“É contraditório falar em pacto e agredir. Dificilmente alguém que agride tem condições políticas de fazer pacto. Pacto pressupõe que você precisa ter condição política de debater com as pessoas”, disse Cunha. “Quando se vai para agressão, como se parece que vai, não se consegue fazer pacto. Dizer que é golpe e no outro dia querer sentar com os golpistas? É difícil essa retórica”, acrescentou.

Segundo ele, Dilma perdeu “várias oportunidades” de discutir soluções concretas para o País.

Cunha também criticou o fato de Dilma ter dito, em conversa com jornalistas, que seria preciso lutar no Senado pela rejeição do impeachment mesmo se o pedido fosse rejeitado pela Câmara (hipótese em que, na verdade, o assunto sequer chegaria ao Senado): “Ela parece que não compreende o processo, fala como se Câmara e Senado fossem juntos ao mesmo tempo”, disse o presidente.

Dilma: ‘Se ganhar, vou propor um pacto; se perder, sou carta fora do baralho’

dilma 6

Estadão Conteúdo – Em conversa com um grupo de jornalistas nesta quarta-feira, 13, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff disse estar confiante em uma vitória na Câmara contra o pedido de abertura de processo de impeachment. Caso isso aconteça, Dilma vai propor um amplo pacto nacional com todas as forças políticas, inclusive da oposição. Indagada se participaria de um pacto no caso de derrota, Dilma respondeu: “Se eu perder, sou carta fora do baralho”.

A presidente não deixou claro se a proposta de repactuação será apresentada após a votação do impeachment na Câmara ou no Senado

“Digo qual é o meu primeiro ato pós-votação na Câmara. A proposta de um pacto, de uma nova repactuação entre todas as forças políticas, sem vencidos e sem vencedores. Seja pós-Câmara mas também pós-Senado, sobretudo. No pós-Senado é que isso será mais efetivo”, disse Dilma. De acordo com a presidente, a proposta de repactuação vai se estender a oposição. “A oposição existe”, declarou.

Às vésperas da votação na Câmara que vai selar seu destino político, Dilma recebeu os jornalistas para uma conversa em seu gabinete que se estendeu por mais de duas horas entre o final da manhã e o início da tarde, na qual falou sobre suas expectativas para os próximos dias.

Aparentando tranquilidade e em vários momentos bom humor, Dilma se mostrou confiante no resultado da votação, a despeito das notícias negativas dos últimos dias, como a decisão do PP de desembarcar do governo.

Dilma disse que vai lutar até o fim pela manutenção do mandato em todas as instâncias possíveis e descartou fazer como o ex-presidente Fernando Collor, que renunciou depois de ser derrotado na Câmara, em 1992, e pouco antes de começar a ser julgado pelo Senado, no fim daquele ano.

 

Dilma diz que luta “até o último minuto”, fala em vencer e propor pacto

Dilma2

Dilma, no início da entrevista no Palácio do Planalto

A presidente Dilma Rousseff concedeu uma entrevista hoje (13.abr.2016) e disse que vai resistir “até o último minuto” ao processo de impeachment. Afirmou ter uma contabilidade que lhe daria a vitória na votação marcada para domingo. E que no dia seguinte, derrotando a proposta do impedimento, vai propor um “pacto” sem considerar “vencedores nem derrotados”.

Será “uma proposta de nova repactuação de todas as forças políticas sem ter vencidos nem vencedores. Não se faz pacto com ódio”. Convidaria a oposição? “Convido todos (…) Oposição existe”, responde Dilma.

No que consistiria a proposta? “Vou oferecer um processo de diálogo. Temos de olhar todos os lados do Brasil. Mas respeitar as conquistas já adquiridas”. Estariam presentes “trabalhadores e empresários. Todas as forças econômicas e as representadas nos movimentos sociais”.

A presidente fez questão de controlar suas declarações ao longo da entrevista para não admitir a possibilidade de derrota. Bem no final, voltou a falar sobre o pacto que pretende oferecer se barrar o impeachment no domingo. Foi confrontada então com a possibilidade de derrota e indagada se também se ofereceria para fazer um pacto. Nesse cenário Dilma disse que seria “carta fora do baralho”, mas deixando claro que não acredita nessa hipótese.

LEIA MAIS

Mais um partido desembarca do governo e isola ainda mais o Palácio do Planalto

DF - DILMA/PSD - POLÕTICA - A presidente Dilma Rousseff e o presidente do Partido Social Democr·tico (PSD), Gilberto Kassab, participam da convenÁ„o nacional da sigla que oficializou o apoio ‡ candidatura Dilma/Temer para as eleiÁıes presidenciais de 2014, no AuditÛrio Nereu Ramos da C‚mara dos Deputados, em BrasÌlia, nesta quarta- feira. 25/06/2014 - Foto: ANDR… DUSEK/ESTAD√O CONTE⁄DO

Kassab informa Dilma sobre decisão do PSD a favor do impeachment Foto: André Dusek

Agora foi a vez do PSD decidir pelo apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Após participar de reunião com deputados do partido na Câmara, o ministro das Cidades e criador da legenda, Gilberto Kassab, comunicou a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto que a maioria da bancada decidiu votar a favor do impeachment.

Há cerca de um mês Kassab já havia informado aos integrantes da cúpula do governo que iria liberar a bancada dos deputados para votarem de acordo com “a consciência” de cada um no processo de afastamento da petista.

Dos 36 deputados do partido, 26 já opinaram favoravelmente ao impeachment, 5 são contra, os demais estão indecisos. Depois do baque sofrido com a saída do PP o PSD era um dos principais focos de investimento do governo na tentativa de impedir que a oposição consiga os 342 votos necessários para levar o processo de impeachment ao Senado.

Segundo integrantes da cúpula do PSD ouvidos pela reportagem, apesar do sentimento de que o processo de impeachment deverá ser aprovado, ainda não se iniciaram conversas com o vice-presidente, Michel Temer, sobre uma possível composição num novo governo.

Com informações do Estadão.

Integrantes da Frente Brasil Popular criticam postura de socialistas

Postura de socialistas pró-impeachment é criticada pela Frente Brasil Popular

Postura de socialistas pró-impeachment é criticada pela Frente Brasil Popular

Alguns dos principais nomes do PSB regional – que já deram sinalização positiva para a realização do impeachment da presidente Dilma – foram alvos de duras críticas por membros da Frente Brasil Popular em Petrolina, na tarde desta terça (12). Durante entrevista ao blog Waldiney Passos, o militante político Omar ‘Baba’ Torres avaliou a postura do senador Fernando Bezerra Coelho. “Olha, conhecendo a história de vida de FBC, vejo que ele está onde tem vantagem. Já esteve em todos os lugares de sua conveniência. Não estranho porque é postura típica de alguém que não tem ideologia, mas sim, um projeto político pessoal. No anseio de consolidar isso vai para onde o vento sopra a favor. Ele já foi homem de confiança de Roberto Magalhaes, de Miguel Arraes, de Eduardo Campos, e é de confiança de quem lhe for conveniente”.

Outros socialistas com base eleitoral no município também foram criticados. “Gonzaga tem preocupação com o processo porque, de certa forma, ele vem de camadas mais simples e construiu uma história política em defesa desse povo. Mas um Fernando Filho que já vem da elite e é comprometido com ela, não tem preocupação de justificar nada. Gonzaga vive uma dubiedade porque foi colocado pela massa. O eleitorado de Gonzaga é, em sua maioria, beneficiado pelos programas sociais do governo”.

A avaliação de Omar Torres encontra ressonância em outro militante político, João Gondim. “Gonzaga Patriota é a favor impeachment, quer votar a favor, mas tem medo do resultado, de como vai explicar isso para seu eleitorado. A agenda desse pessoal que defende este processo é extremamente agressiva, visa sobretudo aniquilar as conquistas sociais”.

Marcos Moura, outro membro local da Frente Brasil Popular, reforça as colocações. “Na verdade, FBC e tantos outros que estão a favor deste processo contra a presidente Dilma, querem mesmo é salvar a própria pele, fugir da cadeia, porque devem à Justiça. Fernando tem seu mandato de senador, dois filhos deputados, sendo que um ele quer colocar para ser candidato a prefeito de Petrolina. São mandatos que vem do dinheiro, comprando cabos eleitorais, em cada esquina de cada cidade pequena, daqui até Recife. De onde vem esse dinheiro? A Lava Jato vai responder. Ele está com medo é disso. A Justiça está tentando descobrir de onde vem tanto dinheiro”, disparou.

PP e PRB anunciam apoio ao impeachment de Dilma

Deputados do PP

Dois partidos anunciaram nesta-terça-feira (12) apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, PP e PRB. Os deputados que compõem a bancada do PP na Câmara anunciaram o desembarque do partido da base aliada do governo federal. O anúncio foi feito menos de 24 horas depois da aprovação de parecer a favor da abertura do processo de afastamento da presidente.

A maioria dos deputados decidiu que o PP vai orientar seus integrantes para que votem pelo impedimento no plenário da Casa, com a ressalva de que irá respeitar quem optar por se posicionar contra o impeachment. No encontro de hoje, 34 deputados votaram a favor do afastamento de Dilma, 9 contra e 4 ficaram indecisos.

Após a saída do PMDB do governo de Dilma Rousseff, o PP se tornou o aliado com a maior bancada na Câmara, com 47 representantes, a quarta maior da Casa. O partido vinha sendo cortejado por Dilma com a oferta de mais espaço no governo em troca de apoio contra o afastamento da presidente.

O governo chegou a oferecer ao PP o Ministério da Saúde, que tem o maior orçamento da União, e a presidência da Caixa Econômica Federal, em uma tentativa de garantir votos contra o impedimento na votação no plenário da Câmara do pedido de abertura do processo.

Apesar da investida do governo, o PP se mostrou dividido na votação na comissão especial do impeachment: três membros –Paulo Maluf (SP), Júlio Lopes (RJ) e Jerônimo Goergen– votaram a favor do afastamento e dois –Aguinaldo Ribeiro e Roberto Britto (BA)– foram contrários.

Já o presidente do PRB, Marcos Pereira, informou que a decisão de apoiar o impeachment foi tomada após analisar em detalhes o processo, tanto o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), quanto a defesa feita pelo Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo. Também pesou na decisão os planos do partido para as eleições municipais deste ano. O partido terá candidatos em oito capitais, entre elas São Paulo, com Celso Russomanno, e Rio de Janeiro, com Marcelo Crivella.

Ministros do PMDB vão se afastar para votar contra o impeachment

Montagem-novos-ministros-pmdb_original

Os seis ministros peemedebistas que decidiram não deixar a Esplanada dos Ministérios, apesar da iniciativa do comando nacional do partido de pedir a expulsão deles da legenda, vão pedir licença de seus atuais postos para votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff no próximo domingo (17).

Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Marcelo Castro (Saúde) e Mauro Lopes (Aviação Civil) detêm mandatos na Câmara dos Deputados. Em discurso duro, Pansera afirmou que o processo de impeachment representa um “terceiro turno” da eleição presidencial de 2014. “Nós vamos resistir, vamos ganhar e queremos respeito ao terceiro turno, porque vamos ganhar no domingo na Câmara dos Deputados”, disse.

O ministro também fez uma provocação ao áudio divulgado pelo vicepresidente Michel Temer, no qual ele antecipou o discurso de uma eventual derrota do governo no plenário da Câmara dos Deputados. Ele lembrou que na gravação o vice­presidente diz que manterá programas sociais do atual governo federal, o que, segundo ele, demonstra que não há necessidade para um impeachment. “Eu votei na presidente e no vice-­presidente. Se é para manter os programas sociais e se não tem fato determinado, por que o impeachment? Qual o sentido do impeachment? Se não é a disputa da política pela política?”, disse

Juíza suspende nomeação de Aragão para o Ministério da Justiça

Eugenio-aragao-novo-ministro-da-justica-agencia-camara

Eugênio Aragão havia sido anunciado como ministro no dia 14 de março

A juíza Luciana Raques Tolentino de Moura, da 7ª Vara do Distrito Federal, suspendeu nesta terça-feira (12) a nomeação de Eugênio Aragão para o Ministério da Justiça. O fato de Aragão pertencer aos quadros do Ministério Público Federal é o que fundamenta a decisão da juíza federal substituta, que concedeu liminar suspendendo a posse.

De acordo com a juíza, “a posse [de Aragão] em outro cargo de confiança somente poderia se dar com a total desvinculação do MP, seja pela via da exoneração ou da aposentadoria, a fim de se preservar a independência da instituição Ministério Público pois certamente surgiriam situações de choque de interesses com as demais instituições republicanas, no que seus colegas procuradores se sentiriam constrangidos, para dizer o mínimo, em atuar contra pessoa que ao depois retornará para o MP. Tal situação não se adequa à lógica de pesos e contrapesos posta na Carta Política de 88”.

Luciana Raques Tolentino de Moura, na decisão, citou ainda que “o perigo de dano é evidente, pois o novo ministro nomeado encontra-se atuando plenamente, no que se evidencia ameaça à ordem constitucional estabelecida posta na independência do MP e vedações aos seus membros”.

LEIA MAIS

Bancada do PMDB toma presidência da Comissão de Justiça e Redação do vereador Pérsio Antunes

Com a saída dos vereadores Alvorlande Cruz (PMDB) e Ronaldo Silva (PSDB) da Câmara Municipal de Petrolina e as mudanças de partido por parte de alguns vereadores, a presidência da Casa Plínio Amorim foi obrigada a recompor as Comissões Permanentes em conformidade com o Regimento Interno.

A discussão para preenchimento dessas vagas gerou, no entanto, mais um desconforto entre os vereadores Pérsio Antunes (PV) e Edinaldo Lima (PMDB), líder da bancada da situação.

Em um primeiro momento ficou acordado que Pérsio continuaria presidente da Comissão de Justiça e Redação e Relator da Comissão de Finanças e Orçamento. Para surpresa de todos o presidente da Câmara Osório Siqueira (PSB), acatou o ofício assinado pelo líder do PMDB, vereador Ailton Guimarães, solicitando os cagas até então assumidas por Pérsio.

Assim, aceitando os argumentos do PMDB com base no artigo 33 do Regimento Interno da Casa, o vereador Elismar Gonçalves foi nomeado presidente da Comissão de Justiça e Redação e Ailton Guimarães relator da Comissão de Finanças e Orçamento.

Ao vereador Pérsio Antunes restou assumir a presidência da Comissão de Obras e Serviços Públicos e a Suplência da Comissão de Justiça e Redação.

Confira como ficaram as comissões com as últimas modificações:

 

Comissões permanentes

 

Frente Popular do Brasil realiza debate político-cultural nesta quinta (14), em Petrolina

Omar Baba Torres: "só o povo pode barrar esse movimento"

Omar Baba Torres: “só o povo pode barrar esse movimento”

O momento político vivenciado pelo Brasil atualmente é o principal mote de uma rodada de conversas, debates e apresentações culturais que acontecem nesta quinta (14), a partir das 19h, no auditório da Biblioteca do campus central da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Petrolina. Membros da Frente Popular do Brasil estiveram na tarde desta terça (12), na sede do Blog Waldiney Passos, falando sobre o ato político-cultural.

“Participamos da luta pela continuidade da democracia no Brasil. Entendemos que o impeachment, apesar de ser previsto constitucionalmente, da maneira como está sendo colocado, caracteriza-se um golpe. Não há nada contra Dilma, nada que ateste contra sua idoneidade. O que se vê hoje é um movimento político, os que estão orquestrando contra o governo, na verdade, apenas querem o poder”, pontua Omar ‘Baba’ Torres, um dos membros da Frente Popular.

 

Ex-senador Gim Argello é preso em Brasília na 28ª fase da Lava Jato

senador preso gym

O ex-senador Gim Argello foi preso preventivamente hoje (12), em Brasília, na 28º fase da Operação Lava Jato, sob suspeita de ter recebido propina em troca de sua atuação política em comissões parlamentares de inquérito que investigavam a Petrobras, informou o Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR).

Segundo o MPF-PR, a prisão do ex-senador foi autorizada após terem sido recolhidas provas de que ele recebeu R$ 5 milhões em propina da empreiteira UTC Engenharia, conforme depoimento do dirigente da empresa, Ricardo Pessoa, em delação premiada, à força-tarefa da Lava Jato.

LEIA MAIS

Vereador Zenildo Nunes denuncia uso com fins eleitoreiros de unidade móvel de saúde

Zenildo Nunes

O vereador Zenilso Nunes (PSB) denunciou na sessão desta terça-feira (12), que o prefeito Júlio Lossio (PMDB) estaria disponibilizando uma unidade de saúde do Instituto de Olhos, mas contratada pelo município, para alguns pré-candidatos. “É verdade, agora tá pegando a unidade, que é da prefeitura e paga com o imposto do povo da nossa cidade, entregando aos pré-candidatos dos bairros, como aconteceu sábado lá no Alto Cocar. Você sabe que um paciente para poder ser beneficiado com um exame de oftalmologista passa seis meses e até um ano, então ele pega essa unidade que é um contrato que ele tem com a prefeitura, entrega nas mãos dos pré-candidatos e não leva nem ao conhecimento do PSF do bairro, para poder fazer política e nós não vamos aceitar isso aqui na nossa cidade”, alertou.

Zenildo chamou, inclusive, a atenção da justiça para o caso que reputou ser gravíssimo. ” Quero chamar a atenção da justiça para poder tomar as devidas providências, inclusive, vou fazer um requerimento solicitando a presença do magistrado aqui juntamente com a secretária de Saúde para saber realmente de quem é a responsabilidade por entregar essas unidades”, ressaltou.

Silvio Costa acusa Temer de conspiração

silvio costa

Sob protestos de integrantes da comissão especial do impeachment, o deputado Silvio Costa (PTdoB-PE), que é vice-líder do governo, mostrou o áudio que o vice-presidente da República, Michel Temer, mandou a parlamentares do PMDB. A gravação foi publicada nesta tarde pelo jornal Folha de S. Paulo.

Costa chamou Temer de “o maior traidor do Brasil”. “Está dizendo que já está resolvido o voto, já está treinando o discurso de posse. Este é o homem que está tentando ser presidente”, criticou. “Quero mostrar ao Brasil o homem que está tentando, no próximo domingo, ser presidente do Brasil. É o maior conspirador, maior traidor do Brasil”, continuou.

Silvio Costa é um dos últimos lideres a discutir o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que recomenda a investigação da presidente Dilma por crime de responsabilidade em virtude da abertura de créditos suplementares via decreto presidencial, sem autorização do Congresso Nacional; e por adiar repasses para o custeio do Plano Safra, obrigando o Banco do Brasil a pagar benefícios sociais com recursos próprios – o que ficou conhecido como pedalada fiscal.

O vice-líder governista declarou que os deputados favoráveis ao impeachment serão considerados pela História como “algozes da democracia” e que agem tomados por ódio. “Essa é uma sessão que rasga a Constituição do País”, disparou. Ele reconheceu que a maioria da comissão deverá ser favorável ao prosseguimento do processo de impeachment.