Casa Nova na mira da vacinação contra a febre amarela; dia D será neste sábado

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Listado pelo Ministério da Saúde entre os municípios da Bahia que precisam de atenção quanto à febre amarela, Casa Nova, terá nesse sábado o Dia D de Vacinação.

Quem tem as informações e reitera o convite à população alvo é a Secretária de Saúde de Casa Nova: “A vacina é destinada a crianças a partir de 9 meses; a adultos com até 59 anos, 11 meses e 29 dias e a pessoas que farão viagens a áreas de risco ou para fora do País e que necessitam do certificado do certificado de vacinação. A vacina também pode ser aplicada em pessoas que nunca se vacinaram”.

“Vamos ter vacinas suficientes para a população que desejar. Estaremos com equipes nas unidades de saúde Jefferson e Euclides, localizados no Distrito de Santana do Sobrado, Vilas São José, Azul e Massú, no Centro de Saúde e nos postos de Pau a Pique e Bem Bom”.

“Quero lembrar que a vacina contra a febre amarela é vitalícia, ou seja, só se toma uma vez na vida. Então é necessário a carteira de vacinação” – esclarece Maria de Lourdes – “A vacina que vamos disponibilizar não é a fracionada, tem eficácia comprovada e haverá doses suficientes para todos”.

Municípios da Bahia que devem vacinar

O Ministério da Saúde dividiu os municípios brasileiros em três categorias quando à necessidade de vacina contra a febre amarela: Área com recomendação de vacina (ACRV); Área sem recomendação da vacina (ASRV) e Área com Recomendação Parcial de Vacinação (ACRP).

Na Bahia 160 municípios foram considerados ACRV, entre eles Casa Nova e Sento Sé na região e os restantes ASRV. Não há municípios na Bahia com ACRP.

“Estamos em área de fronteira e vulneráveis quanto à vinda de pessoas infectadas, por isso esse cuidado com a vacinação, mesmo que até agora não tenhamos nenhum caso detectado” – explica Maria de Lourdes – “Portanto, queremos insistir com a população para prevenir-se”.

Criança é novo caso suspeito de febre amarela em Pernambuco

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Uma criança de 3 anos de idade é o quinto caso notificado como suspeito de febre amarela no Estado. A menina é moradora do município do Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR) e esteve em São Paulo no último mês. A vigilância epidemiológica de Paulista informou que a criança viajou com a avó no dia 10 de janeiro e voltou dia 25. As duas ficaram hospedadas na casa de parentes no bairro de São Miguel, em São Paulo Capital.

Ela foi atendida neste domingo (04) no Hospital Maria Lucinda, no Recife, apresentando febre e dores de cabeça, abdominal e de garganta. A menina, que não é vacinada, foi liberada no próprio domingo após exames que atestaram um quadro de virose, segundo o superintendente de Vigilância em Saúde do Paulista, Fábio Diogo.

O gestor destacou que na época da viagem a capital paulista não estava elencada como área de risco. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) juntamente a cidade, segue investigando o caso. Além da criança, um outro paciente foi comunicado ao Estado, mas não atendeu a definição de caso do Ministério da Saúde.

Até o momento, dos quatro casos notificados anteriormente, dois foram descartados e dois (pai e filha moradores de Bezerros) estão aguardando os resultados laboratoriais. Todas as notificações foram de pessoas que tiveram passagens por áreas endêmicas como o estado de São Paulo. Como todos os casos são importados e não há qualquer evidência da circulação do vírus, Pernambuco continua fora da área de risco e sem necessidade de vacinação populacional.

Governo de Minas decreta situação de emergência em 94 cidades

O governo de Minas Gerais decretou neste sábado (20) situação de emergência de saúde pública em três regionais do estado por seis meses por causa da febre amarela. A medida abrange as unidades regionais de saúde dos municípios de Belo Horizonte, Itabira e Ponte Nova – 94 cidades no total.

O decreto assinado pelo governador Fernando Pimentel autoriza a adoção de medidas administrativas necessárias à contenção do surto, em especial a aquisição pública de insumos e materiais. Além disso, a medida assegura a contratação de serviços necessários ao atendimento da situação emergencial.

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Casos
Com o segundo período de monitoramento epidemiológico dos casos de febre amarela em Minas Gerais, de julho do ano passado até o início deste ano, foram confirmados no estado 22 casos da doença. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, destes, 15 evoluíram para óbito. Nesse período, foram descartados 40 casos suspeitos, e há 46 casos em investigação em 24 municípios.

Atualmente, a cobertura vacinal acumulada de febre amarela no estado de Minas Gerais está em torno de 82%. De acordo com informe epidemiológico divulgado na quarta-feira (17), estima-se que haja no estado pouco mais de 3 milhões de pessoas que ainda não foram vacinadas, especialmente na faixa etária de 15 a 59 anos, que também foi a mais acometida pela epidemia de febre amarela silvestre ocorrida em 2017.

Cidade de São Paulo registra duas mortes por reação à vacina da febre amarela

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Duas pessoas morreram na capital paulista por reação à vacina da febre amarela, segundo a secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Ao todo, seis mortes foram notificadas como supostas reações à vacina. Uma delas foi descartada, segundo a secretaria. Outras três ainda estão em investigação.

Nos dois casos confirmados, as mortes teriam ocorrido por alguma deficiência imunológica que não foi detectada durante a triagem. Um dos casos é de uma idosa de 76 anos, moradora de Ibiúna, que morreu no último dia 16, oito dias após receber a vacina. Ela foi à capital paulista se tratar da reação vacinal. A secretaria de Saúde não revelou a identidade da outra vítima.

Pessoas recém-vacinadas podem apresentar reações adversas. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados nos primeiros dias após a vacinação e podem durar entre 5 e 10 dias.

Mortes, no entanto, são raras: a secretaria estima que ocorra um caso a cada 500 mil vacinados. Na capital, 1,8 milhão de pessoas foram vacinadas (1,3 milhão somente na zona norte).

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Na avaliação do médico infectologista Artur Timerman, as mortes, se de fato tiverem sido causadas por reação à vacina, não são motivo para que as pessoas deixem de se vacinar.

“De forma alguma se contraindica a manutenção da vacinação de pessoas na cidade de São Paulo”, afirma. “O risco da doença é muito maior do que os riscos da vacina”.

Para o infectologista e professor da USP Esper Kallas, o número de mortes está dentro do esperado, em vista do grande número de pessoas vacinadas na capital paulista. “Não consigo ver uma situação diferente do que está acontecendo”, diz. “Todas as vezes que você vacina milhões de pessoas, isso pode acontecer. Por isso, há um cálculo de custo benefício da vacinação”.

“[A triagem] deveria ser um negócio mais criterioso? Deveria. Mas tem gente que omite informações, não fala o que está tomando”, afirma o pesquisador.

Não há registro de febre amarela silvestre contraída na cidade de São Paulo. Desde janeiro de 2017, 23 casos foram confirmados na cidade (com 12 mortes até o momento), todos importados de outros locais -10 casos vieram de MG, e outros 13 do interior de SP (um de Monte Alegre do Sul, oito de Mairiporã, três de Atibaia e um de Caieiras), segundo a secretaria municipal de Saúde.

Petrolina recebe novas doses da vacina contra a febre amarela e prefeitura reforça exigências sobre público-alvo

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Após ter as vacinas contra a febre amarela esgotadas em apenas dois dias, a Secretaria de Saúde de Petrolina recebeu, nesta quinta-feira (18), um novo lote da imunização.  Ao todo, foram repassadas 200 doses que estarão disponíveis para o público-alvo a partir desta sexta-feira (19), das 8h às 17h, na AME Policlínica, no centro da cidade.

A nova remessa chega em meio à grande demanda provocada pelo aumento no número de casos registrados da doença no país. Na primeira semana de janeiro, foram enviadas para Petrolina 200 doses da vacina que acabaram uma semana depois. Uma nova remessa foi solicitada no último dia 15 à Gerência Regional da Secretaria de Saúde de Pernambuco (VIII Geres), a qual disponibilizou 170 doses, que se esgotaram dois dias depois.

Com a chegada da nova remessa, a vacinação continua apenas para o público-alvo: crianças – a partir dos nove meses – que viajarão para regiões consideradas de risco, bem como adultos – até 59 anos – na mesma situação.

 CRITÉRIOS

O Ministério da Saúde adotou critérios mais rigorosos para a aplicação da vacina. Além da exigência de um comprovante da viagem (ticket, passagem, confirmação de voo ou hospedagem), quem viajar de carro também terá que comprovar, através do endereço completo, o destino final da viagem.

Segundo profissionais da área, as medidas visam direcionar as doses da vacina para as pessoas que realmente precisam. A vacina deve ser tomada, no mínimo, 10 dias antes da viagem para as áreas de risco.

Em 2017, a Secretaria de Saúde de Petrolina recebeu ao longo do ano uma média de 365 doses mensais da vacina contra a febre amarela, número suficiente para atender às necessidades do público-alvo. Petrolina é zona livre de risco da febre amarela e não há nenhum caso suspeito ou confirmado.

Vacinas contra febre amarela chegam a Petrolina para quem viajar para áreas de risco

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A Secretaria de Saúde de Petrolina recebeu, nessa quinta-feira (18), um novo lote de imunização contra a febre amarela, após as vacinas esgotarem em dois dias na cidade. Ao todo, foram repassadas 200 doses que estarão disponíveis para o público-alvo a partir desta sexta-feira (19), das 8h às 17h, na AME Policlínica, no centro da cidade.

“Após mais um pedido da prefeitura por meio da Secretaria da Saúde, a geres nos forneceu 200 doses de vacina contra a febre amarela. Estaremos ofertando à população nesta sexta-feira. Para facilitar ao cesso da população, mudamos o local de oferta da vacina. Agora será na AME Policlínica, próximo à Câmara de Vereadores”, disse Marlene Leandro, Secretária Executiva de Vigilância em Saúde.

Os registros da doença têm aumentado em todo o país e por isso a chegada da nova remessa do medicamento. Na primeira semana de janeiro, foram enviadas para Petrolina 200 doses da vacina que acabaram uma semana depois. Uma nova remessa foi solicitada no último dia 15 à Gerência Regional da Secretaria de Saúde de Pernambuco (VIII Geres), a qual disponibilizou 170 doses, que se esgotaram dois dias depois.

Com a chegada da nova remessa, a vacinação continua apenas para o público-alvo: crianças – a partir dos nove meses – que viajarão para regiões consideradas de risco, bem como adultos – até 59 anos – na mesma situação.

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Não há casos suspeitos de febre amarela em Petrolina, garante Secretaria de Saúde

Em entrevista ao Programa Super manhã, com Waldiney Passos, na Rádio Jornal Petrolina (PE), nesta quinta-feira (18) a coordenadora do Programa Imunização do Município, Alessandra Santos, garantiu que Petrolina é área livre da febre amarela.

Com a suspeita de dois casos da doença em turistas que vieram ao estado de Pernambuco, houve uma corrida aos postos de saúde de Petrolina e a vacina que protege contra a febre amarela esgotou esta semana. Já foi feito o pedido de um novo lote.

Mas segundo Alessandra, não há necessidade das pessoas se deslocarem até os postos de saúde para tomar a vacina. A vacinação está sendo feita pela Secretaria de Saúde de Petrolina, apenas para pessoas que irão viajar para áreas ou cidades onde existe recomendação de vacinação contra a doença. Mesmo assim é preciso comprovar a viagem com 10 dias de antecedência.

Alessandra frisou também que a cidade de Juazeiro (BA), vizinha a Petrolina, também é área livre da doença. Para saber quais são as cidades onde existe a recomendação para que as pessoas sejam vacinadas, deve-se procurar um posto de saúde ou acessar o site do Ministério da Saúde. Clique aqui para acessar.

Quem já tomou a vacina e pode comprovar, não precisa tomar uma dose reforço. A vacina é disponibilizada para pessoas com idade entre 9 meses e 59 anos de idade, que irão viajar. A vacina tem contraindicações. É preciso se informar antes de receber a dose.

A coordenadora explicou também que a febre amarela não é transmitida de pessoa para pessoa. Somente o mosquito pode transmitir a doença.

Sintomas

Os principais sintomas são: febre, dor de cabeça, calafrio, náuseas, vômito, dor no corpo, em alguns casos, sangramentos.

Quem tiver dúvidas pode ligar para a ouvidoria da Secretaria de Saúde de Pernambuco através do número 162 ou através do 136 do Ministério da Saúde.

Sem registro de casos, Prefeitura de Petrolina tranquiliza população sobre febre amarela

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Desde os primeiros dias de 2018, quando a mídia nacional começou a veicular notícias  sobre casos confirmados de febre amarela em São Paulo; Minas Gerais; Bahia e Rio de Janeiro, a procura pela vacina contra a doença aumentou em Petrolina, Pernambuco. Por conta disso, a Secretaria de Saúde do município tranquiliza a população. “Não temos nenhum caso de febre amarela em nosso município, e não somos considerados área de risco para o agravo”, esclarece Marlene Leandro, secretária executiva de Vigilância em Saúde.

O Ministério da Saúde vem realizando campanhas nos quatro estados com casos confirmados de febre amarela, seguindo a orientação da Organização Pan- americana de saúde (OPAS), que destacou em comunicado oficial: “Estados que não estão apresentando surto não devem conduzir campanhas de vacinação de febre amarela. A prioridade deve ser dada a populações suscetíveis”.

Em Petrolina, portanto, a vacinação continua apenas para os públicos-alvo recomendados, que são crianças a partir dos nove meses que viajarão para regiões consideradas de risco, bem como adultos na mesma situação.

“Quem for viajar para lugares de risco deve tomar a vacina 10 dias antes da viagem. Além disso, deve apresentar um comprovante de viagem, como passagem de avião ou ônibus. Esses cuidados são necessários para que as doses sejam direcionadas a quem realmente precisa” explica Marlene.

O município possui duas unidades de saúde de referência para vacinação contra febre amarela. A AME Amália Granja, localizada no bairro Vila Mocó, próximo ao Parque Josefa Coelho, e a AME Roza Maria Ribeiro, no bairro Gercino Coelho, próximo à Rodoviária.

Anvisa alerta: viajantes devem tomar dose padrão da vacina contra febre amarela

Quem pretende viajar para áreas que pedem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) precisa ficar atento à vacina de febre amarela. Segundo nota divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), “não será emitido CIVP, em hipótese alguma, para quem apresentar comprovante de vacinação com etiqueta referente à dose fracionada”.

Ao todo, 135 países no mundo exigem o comprovante de vacinação contra febre amarela para ingressar no país. Para conferir a lista completa de destinos que exigem o documento, basta fazer a consulta no site da Anvisa ou no da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Brasil, em função da grande procura pela vacina com o surgimento de novos casos da doença, o Ministério da Saúde anunciou o fracionamento da dose em 75 municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.

Isso significa aplicar uma quantidade menor da vacina para garantir a imunização de mais pessoas – ainda que o tempo de duração dessa proteção seja inferior.

Segundo a Anvisa, no entanto, quem tiver viagem marcada para um dos países que exigem comprovação da vacina precisa receber a dose padrão. Para isso, basta, de acordo com a agência, apresentar documentos que comprovem a viagem que pretendem realizar e solicitar a aplicação da dose integral.

ANTECEDÊNCIA

Para atingir a proteção esperada, as vacinas precisam ser aplicadas com antecedência que, segundo a Anvisa, pode variar entre 10 dias e seis semanas. “No caso da vacinação contra febre amarela, o não cumprimento do prazo de proteção pode impedir sua entrada em alguns países. Por isso, vacine-se com antecedência”, alerta a agência.

Quem já tomou a vacina, mas ainda não tem ou perdeu o certificado e pretende viajar para algum país que exija a comprovação pode conferir AQUI  como emitir o documento ou a segunda via.

Secretaria de Saúde oferece capacitação sobre vacinas para Profissionais de Atenção Básica

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Enfermeiros e técnicos de enfermagem da Atenção Básica de Petrolina participarão de capacitação em sala de vacina, entre os dias 11 e 19 de dezembro, promovida pela Secretaria de Saúde do município.

A atividade é voltada para a atualização de conhecimentos dos profissionais responsáveis pela aplicação de vacinas, com o objetivo de atender melhor à população.

Entre os temas que serão abordados no treinamento, estão os procedimentos básicos em imunizações; contraindicações gerais e falsas contraindicações; eventos adversos pós-vacinação e as eventuais mudanças no calendário de vacinação.

 De acordo com a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro, “as capacitações são feitas regularmente, como forma de atualizar os profissionais, e, com isso, ofertar um serviço de saúde cada vez melhor à população”, destaca.

Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina da doença, diz Anvisa

Para as pessoas que já tiveram dengue, a Anvisa avalia que o benefício do uso da vacina permanece favorável. (Foto: Ilustração)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou nesta quarta-feira (29) que o laboratório Sanofi-Aventis, fabricante da vacina da dengue, apresentou informações que sugerem que pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue podem desenvolver formas mais graves da doença caso tomem a vacina. A vacina Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações.

A suspeita do laboratório, apresentada nesta semana,  ainda não é conclusiva, mas, diante do problema, a recomendação da Anvisa é que a vacina não seja tomada por pessoas que nunca tiveram dengue.

Apesar de esclarecer que a vacina por si só não é capaz de desencadear um quadro grave da doença nem induzir ao aparecimento espontâneo da dengue – para isso, é preciso ser picado por um mosquito infectado -, existe a possibilidade de que pessoas soronegativas desenvolvam um quadro mais agudo de dengue caso sejam infectadas após terem recebido o medicamento.

A bula da vacina será atualizada enquanto a Anvisa avalia os dados completos dos estudos, que ainda serão apresentados pelo fabricante. A vacina da Sanofi, chamada Dengvaxia, é a única aprovada no Brasil. O produto é indicado para imunização contra os quatro subtipos do vírus. Para as pessoas que já tiveram dengue, a Anvisa avalia que o benefício do uso da vacina permanece favorável.

Por meio de um comunicado, a Anvisa esclareceu que “este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada”. A agência informou que, antes do registro, os efeitos da imunização foram estudados em mais de 40 mil pessoas em todo o mundo, e que as pesquisas seguiram os padrões estabelecidos por guias internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fonte Agência Brasil

Vacinação antirrábica para cães e gatos continua em Petrolina

(Foto: ASCOM)

A campanha anual de vacinação antirrábica em cães e gatos continua em Petrolina. O objetivo é interromper a transmissão da raiva na população animal, inviabilizando a possibilidade de contaminação do ser humano.

Os proprietários podem levar seus animais de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, até o Centro de Zoonoses, localizado na Avenida Jatobá do bairro Pedra do Bode, Nº 01, para receber a vacina. Animais a partir dos três meses de idade já podem receber a dose.

Na última quinta-feira (28), foi realizada uma ação em alusão ao Dia Mundial contra Raiva, no bairro Antônio Cassimiro. No total, foram vacinados 124 animais, sendo 80 cães e 44 gatos. A ação contou com a participação do 72º Batalhão de Infantaria Motorizado.

“Vamos continuar realizando mensalmente essas ações. Nosso objetivo orientar a comunidade sobre as medidas de prevenção da raiva, bem como alertar para os sinais e sintomas que ela pode apresentar”, destacou a coordenadora do Centro de Zoonoses, Graziella Correia.

Testes indicam que vacina contra zika pode prevenir a transmissão na gravidez

(Foto: Internet)

A vacina contra zika desenvolvida pelo Instituto Evandro Chagas (IEC) apresentou resultado positivo nos testes em camundongos e macacos. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22) pela revista Nature Communications, segundo a pasta.

A aplicação de uma única dose da vacina preveniu a transmissão da doença nos animais e, durante a gestação, o contágio dos filhotes. “É um dos mais avançados estudos para a oferta de uma futura vacina contra a doença para proteger mulheres e crianças da microcefalia e outras alterações neurológicas causadas pelo vírus”, informou o Ministério da Saúde.

Os testes pré-clínicos foram realizados simultaneamente no Instituto Nacional de Saúde (NIH), Universidade do Texas e Universidade Washington, dos Estados Unidos, todos parceiros da pesquisa. Os testes obtiveram sucesso em seu objetivo, que é impedir que o vírus zika cause microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central tanto nos camundongos quanto nos macacos. Já os testes em humanos devem ser realizados, a partir de 2019, na Fiocruz/Biomanginhos, no Rio de Janeiro.

Com informações do EBC

Vacina de HPV para homens e mulheres de 15 a 26 anos não será liberada em Juazeiro

A faixa etária para vacina de HPV Quadrivalente permanece de 09 a 14 anos para meninas e de 11 a 14 anos para meninos. (Foto: Ilustração)

A Secretaria de Saúde de Juazeiro (Sesau) informou nesta segunda-feira (21) que não vai seguir a medida temporária adotada pelo Ministério da Saúde (MS), relativa à ampliação da faixa etária da vacina de HPV Quadrivalente para homens e mulheres entre 15 e 26 anos.

Conforme a nota informativa nº 62 – SEI/2017, enviada pelo MS, a medida deve ser aplicada com objetivo de encerrar estoques que apresentam data de validade até o mês de setembro de 2017. Entretanto, em Juazeiro este lote já foi esgotado e as vacinas disponíveis são válidas até 21 de janeiro de 2018.

Dessa forma, a faixa etária para vacina de HPV Quadrivalente permanece de 09 a 14 anos para meninas e de 11 a 14 anos para meninos. Ela protege contra os quatro tipos de vírus do HPV mais comuns no Brasil, entre eles, o vírus causador do câncer no colo do útero. A vacina é administrada em duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.

Pesquisa de vacina contra zika recebe investimento de R$ 80 milhões

O comunicado foi feito durante uma visita nas instalações do Instituto Evandro Chagas (IEC), em Belém. (Foto: Internet)

O governo federal irá investir R$ 80 milhões para a conclusão de pesquisas relacionadas a vacina vírus da zika, é o que anunciou, nesta segunda-feira (31) o ministro da saúde Ricardo Barros.

As pesquisas estão sendo conduzidas no Pará pelo Instituto Evandro Chagas (IEC) que é vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS) e atua nas áreas de pesquisas biomédicas e na prestação de serviços em saúde pública.

“Estamos autorizando agora o financiamento da pesquisa clínica da vacina, portanto serão 5 anos ainda de trabalho e R$ 80 milhões de investimento que o governo irá autorizar, e teremos a partir daí a oportunidade de ofertar esta vacina para o mundo como uma pesquisa feita aqui, no Instituto Evandro Chagas”, disse o ministro.

Com informações do G1