Copom reduz taxa Selic em 0,25 ponto e juros caem para 14,25% ao ano

Decisão do Banco Central diminui a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual e reforça postura de cautela diante do cenário econômico

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (17), reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 0,25 ponto percentual. Com a decisão, a taxa passa de 14,50% para 14,25% ao ano, dando continuidade ao ciclo de flexibilização da política monetária.

Esta é a terceira redução consecutiva promovida pelo Copom em 2026. Antes do início do ciclo de cortes, a Selic permaneceu em 15% ao ano por cinco reuniões seguidas, refletindo a estratégia do Banco Central para conter a inflação.

LEIA MAIS

Copom corta Selic para 14,5% ao ano em meio a incertezas no Oriente Médio

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão, tomada por unanimidade, marca o segundo corte consecutivo da taxa e confirma as expectativas que já haviam sido sinalizadas pelo mercado financeiro.

O movimento ocorre após um ciclo de aperto monetário iniciado em junho de 2025, período em que a Selic permaneceu em 15% ao ano, atingindo seu maior patamar em quase duas décadas.

LEIA MAIS

Mesmo sob tensão externa, Copom deve confirmar novo corte na Selic nesta quarta

Copom se reúne nesta quarta-feira para definir juro básico; decisão sai após as 18h

Mesmo sob a pressão dos riscos inflacionários globais e da crescente tensão geopolítica no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira com a expectativa de promover um novo ajuste na taxa básica de juros da economia.

Atualmente fixada em 14,75% ao ano, a Selic deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual pela maior parte das projeções do mercado financeiro, o que levaria o indicador para 14,5% ao ano. Se este cenário se confirmar, será a segunda queda consecutiva nos juros, consolidando um movimento de flexibilização cautelosa. A taxa Selic permanece como o principal instrumento da autoridade monetária para conter a inflação, cujo impacto é sentido de forma mais severa pela população de baixa renda, mas o cenário atual impõe desafios significativos.

LEIA MAIS

Mercado eleva previsão de inflação e juros, aponta Banco Central

O mercado financeiro voltou a revisar para cima as projeções de inflação e da taxa básica de juros para os próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central do Brasil.

A estimativa para a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, subiu para 4,80% em 2026, marcando a sexta alta consecutiva. Para 2027, a projeção também avançou, chegando a 3,99%. Os números seguem acima da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional.

LEIA MAIS

Copom reduz Selic para 14,75% ao ano após quase dois anos sem cortes

Banco Central do Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu, nesta quarta-feira (18), reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, para 14,75% ao ano. A medida marca o primeiro corte após um período prolongado de manutenção da taxa em patamar elevado.

A Selic estava fixada em 15% ao ano nas últimas reuniões, e a decisão já era esperada pelo mercado financeiro, diante de sinais de desaceleração inflacionária e expectativas de ajuste gradual na política monetária.

LEIA MAIS

Copom mantém Taxa Selic em 15% ao ano

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

Essa é a quinta reunião seguida em que o Copom mantém os juros básicos. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano.

LEIA MAIS

Copom mantém taxa Selic em 15% ao ano, como esperado pelo mercado financeiro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 10, manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, conforme previam 35 das 36 casas do mercado financeiro consultadas pelo Projeções Broadcast.

O resultado também veio em linha com a mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025, que permaneceu em 15% nas últimas 24 semanas.

LEIA MAIS

Governo prevê Selic a 13,11% ao ano no final de 2026, aponta Orçamento

O governo Lula enviou ao Congresso Nacional na sexta-feira (29) o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLOA) de 2026 com previsão de Selic em 13,11% ao final de 2026. Atualmente, a taxa está em 15% ao ano e o Banco Central (BC) ainda não sinalizou um ciclo de flexibilização monetária.

A taxa Selic, que compõe os juros no Brasil, é definida pelo BC por meio do Comitê de Política Monetária (Copom).

Confira as demais estimativas:

– 2026: 13,11% ao ano
– 2027: 10,09% ao ano
– 2028: 8,27% ao ano
– 2029: 7,27% ao ano

Os dados constam na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviada em abril.

Diario de Pernambuco

Mercado financeiro espera que taxa Selic fique em 14,25% ao ano

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,89% para 3,86%/Imagem ilustrativa

A expectativa de redução na taxa Selic acompanha uma estimativa de inflação menor no próximo ano. /Imagem ilustrativa

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam pela manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano, na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa  amanhã (19) e termina quarta-feira (20).

Mas até o final do ano, a expectativa é de redução da taxa básica. De acordo com as projeções, ao final de 2016 a Selic estará em 13,25% ao ano. Em 2017, a expectativa é de mais cortes na taxa Selic, que encerrá o período em 11% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

LEIA MAIS

Mercado considera que inflação fechará o ano em 7%

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,89% para 3,86%/Imagem ilustrativa

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,89% para 3,86%/Imagem ilustrativa

A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano voltou a ser elevada com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passando de 6,94% para 7%. Para 2017, a estimativa foi reduzida de 5,72% para 5,62%, no quinto ajuste consecutivo.

Os números são do Boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo Banco Central (BC). Ele traz projeções de instituições financeiras consultadas semanalmente sobre os principais indicadores da economia.

Mesmo com as reduções, os cálculos estão acima do centro da meta de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6%, em 2017.

Para a taxa básica de juros (Selic), um dos instrumentos do Banco Central para conter a inflação, a projeção das instituições financeiras, ao final de 2016, foi reduzida de 13,25% para 13% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa continua em 11,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

LEIA MAIS