
Julio Lossio recorreu ao Ministério Público para intervir no conflito.
A celeuma instalada entre as equipes de transição de governo de Petrolina parece não ter fim. A querela começou desde que foram formadas as equipes que levantaram inúmeras questões para seguir com a transição do governo. Por não haver consenso, o prefeito Julio Lossio recorreu, na manhã desta quinta-feira (15), ao Ministério Público para intervir no conflito.
O coordenador da equipe do prefeito eleito Miguel Coelho, o advogado Diniz Eduardo Macedo, rebateu as críticas e ações tomadas pela equipe de Júlio e afirmou, em nota, que menos de 50% das informações solicitadas foram repassadas pela equipe de Lossio e que o atual prefeito tem “tumultuado” o processo de transição.
Confira a nota na íntegra:
“Em respeito ao povo de Petrolina, a equipe de transição de governo do prefeito eleito Miguel Coelho lamenta que o atual gestor da cidade, Julio Lóssio, venha dificultando e tumultuando o processo legal de coleta de informações sobre a Prefeitura. Desde o início, buscamos trabalhar de forma técnica, correta e seguindo rigorosamente as recomendações do Tribunal de Contas do Estado, pensando apenas no interesse da população e na continuidade dos serviços.
Apesar do discurso do prefeito Lóssio de estar garantindo a transição, a realidade que se mostra é a oposta. Menos de 50% dos dados solicitados foram liberados pela prefeitura. Não bastasse o volumoso quantitativo de ofícios sem resposta adequada, esta equipe de transição não teve sequer acesso a algumas obras de interesse da população. Além disso, o limitado material que nos é fornecido, quando chegou, foi fora dos prazos legais, retardando o processo e criando embaraços.



















O PSDB tem palanque e toda corte nacional tucana desembarcando em Petrolina para avances a candidatura de Guilherme Coelho na disputa pelo governo da cidade sertaneja. Em nome do pai, numa referência reivindicada por Guilherme que garante não dá trégua pelo espólio de seu pai, Osvaldo Coelho, o PSDB tem plano e tática em torno da logística e agenda social produzida com fins econômicos na visão de Osvaldo. E quer a militância emprestada a Júlio Lossio, de volta.