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A história rivalidade entre baianos e pernambucanos teve um capítulo histórico. Na grande decisão da Copa do Nordeste 2017, o Bahia bateu o Sport por 1×0, na Arena Fonte Nova, nesta quarta-feira (24), e conquistou o tricampeonato da competição se igualando ao próprio Leão. O Vitória continua sendo o maior vencedor, com quatro taças.
Com o resultado no jogo de ida em 1×1, o Tricolor de Aço marcou o gol do título ainda no primeiro tempo, aos 12 minutos, com Edigar Junio. Com o revés, o técnico Ney Franco foi demitido pela diretoria leonina, sendo bastante criticado pelos torcedores. O clube agora disputa “apenas” quatro competições.
Com a bola rolando, o Bahia dominou desde o começo. Empurrado pela sua torcida, o Tricolor de Aço empurrou o Sport, que mesmo com três zagueiros não conseguia segurar o quarteto matador armado por Guto Ferreira, com Régis, ex-Leão, sendo o grande maestro.
A primeira tentativa veio com o próprio Régis, que cabeceou com perigo. Mas, não demorou muito para a abertura do placar. Aos 12 minutos, Edigar Junio ficou mano a mano e driblou Durval, tocando com categoria por cima de Magrão, fazendo a torcida baiana explodir. O gol não fez o Leão acordar.










O empate em 0x0 com o Campinense, na Arena de Pernambuco, pela quarta rodada do Grupo A da Copa do Nordeste, deixou o Náutico em situação extremamente delicada na briga pela classificação à próxima fase do torneio.






A Copa do Nordeste, que hoje é uma das principais competições do país, não foi lembrada pela Confederação. A título de comparação, a final da Copa do Nordeste em 2015, disputada entre Ceará e Bahia, levou 63.399 torcedores pagantes, enquanto a decisão da Copa do Brasil entre Palmeiras e Santos levou apenas 39.660 torcedores ao estádio do Palmeiras. Ceará, Bahia e Santa Cruz tiveram, em 2015, uma média de público superior a de times como Fluminense, Vasco e Botafogo. Uma vaga da Libertadores para o vencedor da competição seria mais um motivo para o sucesso da Copa do Nordeste.

