
Representantes da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) estiveram reunidos recentemente para discutir o encaminhamento e andamento das obras de esgotamento sanitário na área de atuação da Codevasf em Pernambuco.
A Codevasf diz que não é atribuição legal dela gerir sistemas de esgotamento e vai passar a gestão dos sistemas finalizados para a Compesa como uma das prioridades da Companhia em Pernambuco.
O engenheiro civil da Codevasf, Ricardo Lisboa, que está substituindo, temporariamente, o superintendente Luciano Albuquerque, afastado por licença médica, acredita que essa é uma ação essencial para o bom funcionamento dos sistemas.
“Esse assunto já vem sendo tratado pelo superintendente Luciano há algum tempo. Durante esta semana nós nos encontramos com representantes da Compesa para definir os termos do recebimento provisório por parte da Companhia Pernambucana de Saneamento. Os municípios onde nós já finalizamos as obras de esgotamento como Ouricuri, Granito, Cedro, Parnamirim, Santa Maria e Belém do São Francisco já vão iniciar esse processo de transferência para a Compesa nos próximos meses”, informou Ricardo.
Para agilizar o processo, foi estabelecida uma parceria entre a Compesa e a Codevasf e a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) para análise e liberação de operação dos sistemas, necessária para que haja a transferência de gestão dos sistemas. Já estão agendadas. As visitas da CPRH, Compesa e Codevasf aos municípios, para que seja realizada a análise,
Conforme as obras de implantação de sistemas de esgotamento sanitário que estão em andamento forem sendo finalizadas, os municípios passarão pelo mesmo processo de transferência de gestão.
















Segundo os moradores a Compesa já foi informada do problema, mas até a noite desta quinta-feira, 04, ainda não tinha comparecido ao local para reparar o dano.
Além de provocar o velho empurra-empurra entre Compesa e Prefeitura o rompimento do sistema da Estação D’agua Vitória gerou mais um impasse entre a empresa e a gestão municipal, agora a Agência Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Petrolina (AMMA) alega ter sido impedida de entrar na Estação para fazer uma fiscalização e a Compesa, por sua vez, nega através de nota ter agido dessa forma.


ETA da Compesa (ETA Vitória) –

Seria então essa a alternativa correta para que os investimentos realmente cheguem a Petrolina, cidade em que a empresa arrecada milhões e não realiza um serviço de qualidade, sobretudo, no que diz respeito a questão do esgotamento sanitário?