Maconha ganha reconhecimento da Anvisa como planta medicinal

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Pela primeira vez a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconhece o potencial terapêutico da planta in natura, a planta em questão é a Cannabis Sativa, maconha.  A resolução da Diretoria Colegiada (RDC), inclui a erva na Farmacopeia Brasileira e libera o uso da maconha para fins medicinais.

A Anvisa já tinha admitido, em janeiro de 2015, as propriedades terapêuticas do canabidiol (CBD). O produto, que ganhou notoriedade nacional no início de 2014, por seu poder de controlar convulsões em epilepsias de difícil controle. Em novembro de 2015, foi a vez de o THC ter sua prescrição permitida, desta vez por via judicial, graças a uma ação do Ministério Público do Distrito Federal. Agora, é a primeira vez que a Anvisa reconhece que a planta, o vegetal in natura, como se fuma, e não apenas seus componentes, tem potencial terapêutico.

Com informações do JC

Anvisa proíbe comercialização de um lote do molho de tomate Heinz

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A Anvisa determinou, nesta sexta-feira (12), o recolhimento do lote L.25 20:54 M3-1 do molho de tomate “com pedaços da marca”. A empresa foi notificada e vai recolher o produto de maneira voluntária.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), determinou a proibição e comercialização dos produtos do lote L25 20:54 M3 1 do molho de tomate tradicional com pedaços da empresa Heinz Brasil S/A.

A determinação ainda notifica a empresa, Heinz Brasil S/A para o recolhimento do estoque do produto existente no mercado brasileiro.

Embalagens de cigarro podem ganhar mensagens mais diretas

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As novas advertências propostas pela Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa), estão em consulta pública até o dia 26 de maio e propõe mensagens mais diretas para alertar sobre os malefícios do tabaco para a saúde.

“Você brocha e fica impotente consumindo esse produto” e “Você morre de câncer de pulmão e enfisema consumindo este produto” são algumas das novas advertências propostas. A mudança das embalagens e de regras sobre pontos de venda de cigarro estão em consulta pública até o dia 26 de maio.

Imagens fortes de problemas decorrentes do tabagismo vêm sendo utilizadas em maços de cigarro no Brasil desde 2001. Os nove modelos de advertência usados atualmente nos maços estão vigentes desde 2013 e incluem alertas como “Fumaça Tóxica”, “Impotência”, “Gangrena” e “Infarto”. Mas já foram utilizados dois outros grupos de imagens anteriormente.

Com informações do G1

Operação Carne Fraca: Anvisa interdita lote de linguiça calabresa por presença de bacteria

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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou um lote de linguiça calabresa da marca Frigosantos. O frigorífico é um dos investigados pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, deflagarada no último dia 17. A resolução da agência foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12).

Segundo a Anvisa, a interdição foi motivada por uma informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de que resultados laboratoriais mostraram que o lote citado tinha a presença da bactéria estafilococos.

O produto tem validade até o dia 30 de abril, mas a interdição do lote vale pelo prazo de 90 dias. Com a determinação da Anvisa, o produto está proibido de ser comercializado.

Fonte G1

Venda do energético D Dopamina Mindful Drink é suspensa

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O enérgico D Dopamina Mindful Drink 269 ml tiveram a fabricação, distribuição e comercialização suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (27).

Todos os lotes da bebida energética necessitam de avaliação sanitária, por conter tirosina. A bebida funciona a base de tirosina, taurina e cafeína.

Além da proibição, a agência determinou que a empresa Newage Indústria de Bebidas Ltda. promova o recolhimento do estoque existente no mercado dos produtos em questão.

Com informações do Portal Brasil

Anvisa proíbe anticoncepcional permanente no país por “risco máximo”

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu o anticoncepcional permanente Sistema Essure, registrado pela empresa Commed Produtos Hospitalares e fabricado pelo grupo Bayer.

De acordo com a agência, relatórios técnico-científicos concluíram que o contraceptivo pode provocar alterações no sangramento menstrual, gravidez indesejada, dor crônica, perfuração e migração do dispositivo, alergia e sensibilidade ou reações do tipo. O produto foi classificado como de risco máximo.

Com a resolução, a importação, o uso, a distribuição e a comercialização do anticoncepcional fica proibida em todo o território nacional.

Com informações da Exame

Consumidor: Anvisa proíbe venda de lote de extrato de tomate com pelo de roedor

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e a distribuição de um lote do extrato de tomate da marca Quero, fabricado pela Heinz Brasil, após laudo que constatou presença de pelo de roedor no produto. A proibição vale para todo o território nacional e está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (20).

De acordo com a Anvisa, o laudo “apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, pelo de roedor, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente”.

A punição é sobre o “lote L. 11 07:35 do produto extrato de tomate da marca Quero, produzido por Heinz Brasil S.A (CNPJ 50 955.707/0004-72), localizada na Rodovia GO 080 Km 26, Nerópolis-GO”. Pela decisão da Anvisa, a empresa deverá recolher todo o estoque do lote insatisfatório existente no mercado.

Com informações do NE10

Anvisa proíbe venda, uso e divulgação de produto para tratar artrose

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta sexta-feira (17) como medida de interesse sanitário, a proibição da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto Canela de Velho, que promete “a cura milagrosa da doença artrose”. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.

Segundo a Anvisa, o produto divulgado no site  não tem registro, notificação ou cadastro na agência. A empresa Mario Augusto de Souza (CNPJ: 11.659.016/0001-27) também não tem autorização de funcionamento na Anvisa.

O produto contém, em sua formulação, a planta Miconia albicans desidratada e triturada e, segundo a Anvisa, não é possível esclarecer qual é a parte da planta utilizada para a confecção do chá com indicações terapêutica.

Com informações da EBC

Anvisa proíbe venda de canela em pó com pelo de roedor

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Resoluções publicadas hoje (3) no Diário Oficial da União da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbem a distribuição e a comercialização de lotes de três marcas de canela em pó identificadas com pelo de roedor. Os produtos são os seguintes:

– Lote 3855 (válido até 23/08/2018) do produto Canela em pó – amido e açúcar, marca Fã, embalagem de 30g, distribuído por Junco-Indústria e Comércio Ltda.

– Lote 1607 (válido até 1/07/2018) do produto Canela em pó, marca Sacy, embalagem de 30g, fabricado pela empresa Indústria e Comércio de Temperos Sacy Ltda.

– Lote 01/06MP (válido até 12/04/2017) do produto Canela em pó da China, marca Pachá, embalagem de 30g, fabricado pela empresa Arcos Comércio Importação Ltda.

Segundo a Anvisa, todos os lotes apresentaram resultados insatisfatórios em pesquisas de matéria estranha macroscópica e microscópica devido à presença de fragmentos de inseto e/ou de pelo de roedor, matéria estranha indicativa de risco à saúde humana acima do limite de tolerância estabelecido.

O órgão determinou que as empresas promovam o recolhimento do estoque existente no mercado. As resoluções entram em vigor hoje.

Com informações do EBC

Lotes de Dipirona, Epocler e Biotônico são recolhidos por fabricante

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O laboratório Brainfarma irá recolher 119 lotes de 59 produtos por problemas operacionais, entre eles unidades de Biotônico Fontoura, Epocler, Doril, Maracugina e Polaramine.

A empresa notificou voluntariamente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre sobre o recolhimento por uma falha no processo de pesagem dos lotes, fabricados entre janeiro e março de 2016.

Com a notificação, a Anvisa suspendeu a comercialização destes lotes e os produtos a serem recolhidos representam 0,9% da produção da farmacêutica.

Segundo a Brainfarma, não há indicação que esses medicamentos possam causar efeitos adversos nos usuários. Veja a lista de medicamentos no site da Anvisa. Além dos lotes que serão recolhidos agora, a lista tem outros cinco que já não estavam em circulação.

Com informações do EBC

Laranja é o alimento com maior risco de contaminação por agrotóxico, diz Anvisa

(Imagem ilustrativa)

(Imagem ilustrativa)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta sexta-feira eo rlatório do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), que conclui que quase 99% das amostras dos alimentos analisados estão livres de resíduos de agrotóxicos que apresentam “risco agudo” para a saúde. O risco agudo está relacionado às intoxicações que podem ocorrer dentro de um período de 24 horas após o consumo do alimento que contenha resíduos.

Entre 2013 e 2015, o programa avaliou mais de 12 mil amostras de alimentos em todos os estados brasileiros, além do Distrito Federal. Foram avaliados cereais, leguminosas, frutas, hortaliças e raízes, totalizando 25 tipos de alimentos. O critério de escolha foi o fato dos itens representarem mais de 70% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira.

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Gasto com remédio sem aval da Anvisa cresce 220 vezes em cinco anos

(Foto: Internet)

Outra forma de ter acesso a drogas sem licença é entrar em programas de uso compassivo, modalidade que também cresce no País. (Foto: Internet)

O gasto do Ministério da Saúde com a compra de medicamentos sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cresceu 220 vezes nos últimos cinco anos e já representa metade de toda a despesa da pasta com remédios e tratamentos solicitados em ações judiciais.

No mês passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou julgamento que vai definir se o SUS (Sistema Único de Saúde) será obrigado a fornecer itens sem licença no país.

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Anvisa amplia lista de medicamentos considerados de baixo risco

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Com a nova versão, sobe para 112 o número de produtos com regras mais simples para obtenção de registro./ Foto: internet

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ampliou nesta terça-feira (16), a lista de produtos de saúde que, em virtude do baixo risco, são submetidos a regras menos rígidas para a obtenção e renovação de registro no País. A nova relação incluiu 37 produtos na lista de notificação simplificada, entre eles ácido fólico, sais para hidratação ou reidratação oral e sulfato ferroso.

O presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, afirma que a medida, além de facilitar o ingresso de novos produtos no mercado, permite que profissionais da agência concentrem seus esforços na análise de produtos considerados de maior risco. “É um recurso que trará maior agilidade na avaliação”, disse Barbosa.

Com a nova versão, sobe para 112 o número de produtos com regras mais simples para obtenção de registro na Anvisa. A nova regra da Anvisa prevê ainda que a lista seja revisada de forma periódica. A última atualização dessa relação havia sido feita em 2009.

Anvisa proíbe venda de lote de extrato de tomate com pelo de roedor

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A Anvisa determinou que a empresa promova o recolhimento de todo o estoque existente no mercado relativo ao lote do produto. A resolução entra em vigor hoje./ Foto:internet

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada hoje (18) no Diário Oficial da União, proíbe a distribuição e a comercialização do lote L06 (val.: 01/04/2017) do extrato de tomate marca Heinz, fabricado por Heinz Brasil S.A.

De acordo com o texto, laudo da Fundação Ezequiel Dias acusou pelo de roedor – classificado pela própria agência como matéria estranha indicativa de risco à saúde humana – acima do limite máximo de tolerância estabelecido pela legislação vigente.

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PSB entra com ação no STF contra proibição de homossexuais doarem sangue

A ação do PSB aponta que as regras impedem que cerca de 19 milhões de litros de sangue sejam doados anualmente/Imagem ilustrativa

A ação do PSB aponta que as regras impedem que cerca de 19 milhões de litros de sangue sejam doados anualmente/Imagem ilustrativa

Contra a portaria publicada este ano pelo Ministério da Saúde que proíbe a doação de sangue por homens homossexuais por um ano após a relação sexual, além de uma norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ratificando a decisão, o PSB entrou, nessa terça-feira (7), com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF). O partido alega que há “absurdo tratamento discriminatório por parte do poder público em função da orientação sexual”.

O presidente nacional da legenda, o pernambucano Carlos Siqueira, defende que a proibição aumenta a carência dos bancos de sangue – a ação do PSB aponta que as regras impedem que cerca de 19 milhões de litros de sangue sejam doados anualmente. “O poder público precisa estar atento e aprimorar o controle das amostras, sem apontar diferenças entre as pessoas”, afirma Siqueira.

Um dos argumentos do PSB é de que a legislação brasileira já prevê a exclusão por 12 meses de sangue de pessoas que tenham feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos, sem fazer distinção entre homossexuais ou heterossexuais.

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