Prefeitura de Juazeiro inicia instalação de nova torre de iluminação no Adauto Moraes

O Estádio Adauto Moraes já se encontra em processo de intervenção, com a execução de serviços de reforma voltados à adequação e ao reforço de sua infraestrutura. As ações são realizadas pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), responsável pela gestão do equipamento, em conjunto com a Secretaria de Obras Estruturantes (Soest).

Entre as ações em andamento, está a implantação de uma nova torre metálica, que irá atender às demandas operacionais do estádio, contribuindo para a melhoria das condições de uso do espaço esportivo. Além disso, também está sendo realizado o reforço estrutural das três torres metálicas já existentes, com o objetivo de ampliar a estabilidade, a segurança e o desempenho das estruturas.

As intervenções contemplam ainda a execução das instalações elétricas da nova torre metálica, seguindo todas as exigências técnicas aplicáveis. Paralelamente, está sendo feita a revisão completa dos sistemas elétricos das torres já instaladas, garantindo a verificação, adequação e regularização de seus componentes e condições de funcionamento.

As obras em curso têm como finalidade assegurar melhores condições de operacionalidade, segurança e confiabilidade às estruturas e aos sistemas associados do Estádio Adauto Moraes, reforçando o compromisso da gestão municipal com a manutenção e a qualificação dos equipamentos esportivos do município.

Ascom

Plano de Gerenciamento Costeiro avança em Juazeiro com instalação de boias no Rio São Francisco

A Secretaria de Meio Ambiente de Juazeiro (SEMA), deu início a uma nova etapa do Plano de Gerenciamento Costeiro com a instalação de boias de sinalização ao longo da margem do Rio São Francisco. A ação conta com o apoio da Marinha do Brasil e dos Bombeiros Civis do município. Nesta primeira fase, o boiamento foi implantado na área da Marinha, mas outros pontos estão previstos nas próximas etapas.

A instalação das boias tem o objetivo de garantir maior segurança aos banhistas e organizar o uso do espaço, separando a área destinada ao banho da circulação de embarcações. O índice de afogamentos no rio é considerado elevado, o que reforça a necessidade de medidas preventivas, além de ajudar a evitar acidentes envolvendo jet-skis, que frequentemente se aproximam da margem em alta velocidade, e embarcações. O boiamento também pode servir como apoio emergencial, permitindo que banhistas se segurem nas cordas ou boias até a chegada do socorro.

De acordo com a SEMA, o projeto será ampliado para outros pontos de grande movimentação, como a área dos caiaques, a Ilha do Fogo, a região da estátua do Nego d’Água e a Ilha do Rodeadouro, além de demais trechos que demandem reforço na sinalização.

O secretário de Meio Ambiente, Cláudio Fernandes, destacou a importância da iniciativa para a segurança da população. “O nosso objetivo é organizar a margem do Rio São Francisco e garantir mais tranquilidade para quem utiliza o espaço para lazer. O boiamento é uma medida preventiva fundamental, que delimita as áreas de banho, reduz o risco de acidentes com embarcações e ainda oferece um ponto de apoio em situações de emergência”, afirmou. A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à organização da orla e à promoção do bem-estar da população que frequenta a margem do rio, especialmente durante períodos de maior fluxo de visitantes.

Ascom

Compesa inicia instalação de complexo de energia solar para autoprodução de energia

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) deve se transformar em uma das maiores produtoras de energia solar de Pernambuco, sendo mais uma etapa para a transição energética no estado. Na última sexta-feira (22), foi lançada a pedra fundamental do Complexo Solar Colinas, em Garanhuns, no Agreste, pela governadora Raquel Lyra. Com o investimento de R$ 268 milhões, o projeto é resultado da Parceria Público-Privada junto às empresas Kroma Energia e Elétron Energy.

Com previsão de início de operação em maio de 2026, o complexo integra as Usinas Fotovoltaicas (UFVs) Colinas 1 e 2, que terão capacidade instalada de 104,18 MWp (megawatt-pico), com a produção de energia suficiente para garantir que, até 2026, 70% do consumo da Compesa venha de fontes renováveis.

De acordo com a Compesa, o desenvolvimento do projeto deve gerar cerca de dois mil empregos, sendo 800 diretos e 1.200 indiretos, em atividades como instalação, manutenção e serviços especializados. Durante o evento, Raquel Lyra destacou a importância da iniciativa. “Esse investimento aponta para a Compesa do futuro, uma companhia que vai precisar ser ágil, eficiente e que consiga produzir energia limpa, dialogando com o meio ambiente e a sustentabilidade”, disse.

Estrutura do Complexo Solar Colinas

O Complexo Colinas faz parte do Programa Garanhuns Solar e será formado por três usinas solares: Colinas I, II e III. Juntas, elas terão capacidade instalada de 130 MWp, com mais de 200 mil módulos fotovoltaicos e investimento superior a R$ 420 milhões. As estruturas serão instaladas em uma área de 175 hectares. As Colinas 1 e 2 englobam a segunda parte da Parceria Público-Privada entre Compesa, Kroma e Elétron. Segundo a Compesa, ainda resultado dessa parceria, foram iniciadas em 2024, as operações do Complexo São Pedro e Paulo, em Flores, município do Sertão de Pernambuco, com capacidade de 66 MWp.

O presidente da Compesa, Alex Campos, reforçou a importância do projeto para o estado. “Estamos falando de um ganho econômico e ambiental sem precedentes, que demonstra a importância desse modelo de negócio, onde o privado contribui para acelerar os investimentos públicos”, disse.

Além disso, o Complexo contará com uma inovação, o ajuste automático no ângulo dos painéis fotovoltaicos, otimizando a produção de energia, mesmo em condições climáticas adversas. A estrutura solar também utilizará o rastreador Vanguard 1P, certificado pela empresa internacional CPP Wind, com a tecnologia de rastreamento solar por inteligência artificial SuperTrack.

De acordo com o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, a iniciativa é fruto dos esforços do Governo do Estado para equilibrar as contas da companhia e assegurar a continuidade dos investimentos. “A Compesa caminha para a autoprodução de energia e hoje vemos o resultado do esforço realizado para equilibrar as contas da empresa e possibilitar os investimentos que apontam para esse futuro”, reforçou.

“O empreendimento é um marco para Pernambuco e para o Brasil e mostra como a boa gestão e a parceria entre governo e setor privado podem superar desafios e mostrar resultados concretos à população. O projeto reforça o papel do estado na transição energética do país”, disse o CEO da Kroma, Rodrigo Mello.

Diario de Pernambuco

CCR instala escultura de trio forrozeiro no Aeroporto de Petrolina

A CCR, responsável pela gestão do Aeroporto de Petrolina, celebra a pujança cultural da região do Vale do São Francisco com a instalação de uma nova escultura na área externa do terminal. A peça, que representa um trio forrozeiro, ícone do sertão nordestino, possui 3,8m de altura, foi produzida por Francisco Carmo Fernandes Assunção e promete se tornar um ponto de atração tanto para turistas quanto para os moradores.

A instalação da escultura ocorre em um momento especial para o aeroporto, que está passando por uma reforma com um investimento de R$ 56 milhões. Além de um aeroporto mais seguro, confortável e com mais eficiência operacional, os passageiros poderão, logo na chegada, se encantar com o monumento que simboliza a identidade cultural da região, conhecida por suas festas juninas e pelo amor ao forró.

A instalação visa não apenas embelezar o aeroporto, mas também conectar os viajantes à essência cultural da região desde o momento de sua chegada. “Estamos muito felizes em poder destacar a cultura local. O trio forrozeiro é um ícone da nossa tradição e do sertão nordestino. Acreditamos que irá enriquecer a experiência dos visitantes que chegam ou se despedem de Petrolina”, declarou Jamerson Vasconcelos, gerente do Aeroporto de Petrolina.

A CCR Aeroportos é uma divisão de negócios do Grupo CCR que opera 20 aeroportos em quatro países. No Brasil, administra 17 aeroportos: Curitiba, Bacacheri, Londrina e Foz do Iguaçu (PR); BH Airport e Pampulha (MG); Goiânia (GO); São Luís e Imperatriz (MA); Navegantes e Joinville (SC); Teresina (PI); Palmas (TO); Petrolina (PE); Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). No exterior, a empresa opera os aeroportos Juan Santamaria (Costa Rica), Quito (Equador) e Curaçao (Antilhas Holandesas). Em todas estas operações, a CCR Aeroportos movimenta cerca de 43 milhões de passageiros por ano.

Ascom