Caso suspeito de metanol é descartado em Petrolina após análise laboratorial

Após análises laboratoriais realizadas na garrafa e nos copos utilizados pelas jovens do bairro Idalino Bezerra para o consumo de vodka, foi comprovado que não havia presença de metanol no conteúdo analisado. Dessa forma, a Prefeitura de Petrolina descarta a ocorrência de intoxicação por metanol no caso investigado.

Na última segunda-feira (23), a Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS) e a Secretaria de Saúde foram notificadas sobre um caso suspeito de intoxicação por metanol. A partir da notificação, todas as medidas sanitárias cabíveis passaram a ser adotadas de forma imediata.

A Vigilância Sanitária recolheu a garrafa consumida pelas jovens para análise e efetuou a retenção preventiva de lotes da mesma marca comercializada em um estabelecimento localizado no bairro Henrique Leite. Com a confirmação laboratorial de que não havia presença de metanol na bebida analisada, os produtos retidos foram devolvidos ao empreendimento.

A Prefeitura de Petrolina reforça que segue vigilante quanto à segurança sanitária e destaca a importância de acionar os órgãos competentes sempre que houver suspeita de irregularidades, garantindo a proteção da saúde da população.

Ascom

Prefeitura de Petrolina alerta para o volume de entulhos e restos de podas a serem colocados nos contêineres

A Prefeitura de Petrolina segue ampliando as ações de limpeza urbana e reforçando o serviço itinerante de apoio à coleta de resíduos por meio dos contêineres, conhecidos como “caixas azuis”. Nesses equipamentos, a população pode descartar móveis, eletrodomésticos, lixo doméstico, além de entulhos e restos de poda, sempre respeitando o volume máximo permitido, que é de até um metro cúbico (1 m³), que corresponde ao volume de uma caixa d’água, comum nas residências.

A Secretaria de Serviços Públicos, responsável pela manutenção e pelo recolhimento das caixas, informa que nesta semana, os equipamentos estão instalados na Rua 14, no bairro Jardim São Paulo, próximo ao campo de futebol e ao lado da quadra da escola; e na Rua da Liberdade, no bairro Dom Avelar.

A Secretaria orienta a população para que seja evitado o descarte irregular de resíduos em vias públicas. A prática, além de provocar impactos ambientais e riscos à saúde coletiva, pode resultar em penalidades previstas na legislação municipal. Casos de descarte irregular podem ser denunciados por meio do programa Petrolina + Limpa, pelo WhatsApp (87) 98146-6739

Ascom

Campanha quer aumentar descarte correto de remédios no Brasil

Uma campanha iniciada neste domingo (7) quer aumentar a quantidade de remédios descartados do jeito certo no Brasil. Esse é um hábito que já faz parte da rotina da servidora pública Lidiane Casco, moradora de Brasília. “Recentemente, em fevereiro, meu filho fez uma cirurgia e teve que tomar antibiótico. Os antibióticos, geralmente, não vêm na dosagem adequada para o tratamento. Tive que comprar dois vidros e sobrou quase a metade de um vidro, e precisei descartar. Fui na farmácia e levei”, conta.

Em 2023, foram descartados corretamente 600 toneladas de medicamentos sem uso, o dobro do ano anterior. O objetivo da Campanha “Não Usou, Descartou” é aumentar esses números. A farmacologista e incentivadoras da iniciativa, Soraya Smaili, explica que jogar remédio no lixo comum, no vaso sanitário ou na pia acaba poluindo o solo e as águas. “Nós já vemos grandes quantidades de alguns medicamentos que são encontrados nos reservatórios, nos locais de tratamento das águas, e também nos rios e mares”, ressalta.

Descarte correto
O descarte correto é levar os medicamentos usados para farmácias e outros pontos com coletor da logística reversa. No Brasil, são cerca de 4 mil pontos. Soraya Smaili informou que todas as cidades acima de 100 mil habitantes têm farmácias equipadas com local de coleta de remédios usados. Em algumas, cidades, os coletores estão instalados nas unidades básicas de saúde, ou seja, nos postos de saúde.

Além dos medicamentos, as embalagens em que são armazenados devem ser entregues às farmácias, como cartelas de pílulas e comprimidos, garrafas de xarope, inclusive os copinhos e seringas medidores. Só a caixa de papelão e o papel da bula podem ser jogados no lixo reciclável se a pessoa preferir.

Materiais cortantes ou pontiagudos, como agulhas, não devem ser levados para farmácias. Eles podem ser descartados nas unidades básicas de saúde, que têm os locais adequados para descarte.

Agência Brasil