
(Foto: Ilustração)
Em plena pandemia, mais de 40 merendeiras as quais atuam na rede estadual de ensino de Pernambuco deforma terceirizada estão cumprindo aviso prévio e em breve serão desligadas das suas funções. Em entrevista ao Blog nesta segunda-feira (8) o presidente do Sindicato Intermunicipal dos Empregados em Empresas de Asseio, Limpeza, Urbana, Locação de Mão de Obra, Administração de Imóveis, Condomínios de Edifícios Residenciais e Comerciais da Região do Sertão do Estado de Pernambuco (SIEMACO) detalhou a situação.
“Em todo esse tempo de vida profissional eu ainda não tinha visto uma situação dessa: os trabalhadores sendo avaliados por uma questão política. Qual é o político que indicou e se pode continuar [com o funcionário] indicado”, disse João Soares.
Orientação partiu de cima, afirma Sindicato
Segundo João, o SIEMACO já entrou em contato com a empresa. Porém, o que ouviu foi preocupante. “O primeiro passo foi entrar em contato com a empresa, eles disseram que estavam obedecendo uma relação fornecida pela Secretaria de Educação [do Estado]. Aqui em Petrolina foram 45, tem mais em Araripina e Salgueiro”, relatou.










O pesadelo continua. Novamente os funcionários da empresa KMS Serviços, terceirizada pelo IF-Sertão, de Petrolina, relatam atrasos nos salários. Agora eles esperam o pagamento referente a janeiro e fevereiro desse ano. Sem dinheiro, muitos estão passando dificuldades e inclusive tiveram o nome negativado por conta dos débitos não quitados.











