Pedro Caldas também poderá engrossar fila de pré-candidatos a prefeito de Petrolina

PEDRO CALDAS

O assessor do vereador Adalberto Bruno (PSL) e líder comunitário do bairro Vila Eulália em Petrolina (PE), Pedro Caldas, ultimamente tem procurado à imprensa cotidianamente, mas ele não quer trabalhar de radialista e tampouco jornalista de Blog, o sonho de Caldas vai muito além destas profissões, ele quer ser prefeito de Petrolina a partir das eleições de outubro.

De acordo com informações ventiladas nos bastidores da política petrolinense, neste sábado (27), o líder comunitário manifesta intenção de concorrer  ao cargo de prefeito da Califórnia sertaneja, pelo Partido Social Cristão (PSC), legenda que é filiado desde 2008. Tentamos contato por telefone com Caldas, mas não tivemos êxito.

Deputado escreve artigo sobre liquidação do patrimônio público em Petrolina

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O deputado estadual, Miguel Coelho (PSB), que figura como possível pré-candidato dos socialistas para disputar a cadeira do Palácio Guararapes em 2 de outubro desse ano, envio ao nosso Blog artigo em que pontua seu pensamento sobre a realidade de Petrolina no tocante a venda do patrimônio público. Confira o artigo na íntegra nas linhas que se seguem a baixo.

Quase todo gestor público procura deixar uma marca para ser lembrado no futuro: uma grande obra, um projeto transformador ou até um novo modo de governar. Em Petrolina, infelizmente, o rastro que ficará após oito anos de administração do atual prefeito é o do desmonte do patrimônio construído pela população ao longo de décadas.

Prestes a encerrar o mandato, o prefeito decide enviar à Câmara de Vereadores um volume de projetos para alienar terrenos e vender prédios públicos de Petrolina. No pacote estão a cessão do Estádio Paulo Coelho e do Ceape, a venda do matadouro público, além de uma polêmica permuta de lotes públicos por valores questionáveis.

Esse processo desenfreado de comercialização do patrimônio municipal segue uma estranha lógica de irresponsabilidade. Não há planejamento nem projetos concretos para embasar essas transferências. Para ceder o Estádio Paulo Coelho, por exemplo, o prefeito apresenta a construção de uma moderna arena. Mas cadê o projeto, os recursos e garantias?

Procedimento similar foi seguido para iniciar a demolição do Ceape. O prefeito afirma que o imóvel que abrigava centenas de permissionários será um moderno centro administrativo. Mais uma vez sem mostrar um projeto no papel nem qualquer segurança financeira.

O matadouro é outro caso de extrema irresponsabilidade. Após afirmar que não fecharia o estabelecimento, o prefeito muda de ideia ao perceber que não consegue garantir o funcionamento correto do espaço público. A ideia é mais uma vez se desfazer de um equipamento municipal para arrecadar dinheiro e evitar esforço administrativo. O que a população vê, no entanto, é a cidade ficar na dependência do abastecimento de carne via Juazeiro, há semanas, além do aumento do abate clandestino, agravando a situação.

Por fim, o prefeito ainda brinca mais uma vez com o sonho de famílias que desejam ver suas moradias regularizadas. Apresenta uma proposta de permuta de áreas públicas para ressarcimento de imóveis no valor de R$ 18 milhões. Sem este ressarcimento, bancado pela Prefeitura, não seria possível fazer a regularização fundiária. Mas é no mínimo estranho que esse tipo de projeto surja em ano eleitoral. Consta ainda que parte desses lotes não pode ser cedida pela Prefeitura por dois motivos. Primeiro porque alguns são patrimônio da União. Segundo, parte dos lotes está caracterizada como de utilidade pública, impedindo tal manobra.

Mas essa não é a primeira vez que o prefeito toma esse tipo de iniciativa às vésperas de eleição. Em 2012, prometeu doar mais de 1.500 títulos de regularização fundiária e não o fez até agora. O Ministério Público, por sinal, já recomendou que nenhum novo projeto de regularização seja votado na Câmara antes de o prefeito cumprir o que prometeu.

Ainda vale lembrar diversos leilões de bens públicos e a estranha doação do terreno do antigo Colégio Motiva para uma empresa instalar um call center. Mesmo sem qualquer garantia ou projeto, o repasse seria benéfico, pois garantiria a geração de 3.500 empregos e a construção de uma creche. O tempo passou e a empresa já não tem mais interesse em instalar call center muito menos construir uma creche. Mas o terreno continua cedido.

É lamentável assistir a mais uma tentativa de dilapidar o patrimônio da população. Preocupa também não saber o que foi feito com todo o dinheiro arrecadado nessas transações. Petrolina não pode virar um balcão de negócios. O que resta agora é mobilizar a população para pressionar e impedir que esses projetos sejam aprovados na Câmara.

Prefeitura de Petrolina pode ter contas de 2010 rejeitadas, recomenda TCE

Prefeitura_Municipal Petrolina

A Segunda Câmara do TCE emitiu, na última terça-feira (19), parecer prévio recomendando ao Legislativo Municipal de Petrolina, a rejeição das contas de governo da Prefeitura relativas ao exercício financeiro de 2010. O responsável pelo município no período foi o prefeito Júlio Lóssio de Macedo.

De acordo com o voto do relator do processo, conselheiro substituto Ricardo Rios, a prestação de contas (nº 1180075-6) apresentou falhas que não foram esclarecidas, mesmo após a análise da defesa do interessado. Os técnicos do TCE identificaram divergência entre o valor apurado da despesa total com pessoal e o apontado no Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do 3º quadrimestre apresentado pela prefeitura. Após os ajustes efetuados nos cálculos da Receita Corrente Líquida (RCL) municipal, a equipe de auditoria constatou que a administração comprometeu 52,87% da RCL com pessoal. Contudo, o município afirma, em seu site, que o percentual de comprometimento foi de 52,69% da RCL. Além disso, a prefeitura elaborou o Plano Municipal de Educação (PME) para vigorar entre 2006-2020, em desconformidade com a duração para esse instrumento de planejamento da educação, que deve abarcar um período de 10 anos.

Por fim, ficou constatado que, no exercício de 2010, a Prefeitura investiu apenas 22,77% da receita total proveniente de impostos no setor de ensino. A Constituição Federal determina, em seu artigo 212, que o percentual mínimo de aplicação seja de 25%. Por essas razões, foi emitido parecer prévio recomendando à Câmara Municipal a rejeição das contas do prefeito Júlio Lóssio. Também foram feitas recomendações ao gestor municipal para a não repetição de falhas encontradas na prestação de contas do exercício de 2010.

O voto do conselheiro substituto Ricardo Rios foi aprovado por unanimidade. A Sessão da Segunda Câmara foi dirigida pelo conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior. O Ministério Público de Contas esteve representado na ocasião pelo procurador Gilmar Lima.

Contas de governo – as contas de governo são o instrumento através do qual o chefe do Poder Executivo de qualquer dos entes da federação expressa os resultados da atuação governamental no exercício financeiro respectivo. Trata-se de contas globais que refletem a situação das finanças da unidade federativa, revelando o planejamento governamental, a gestão fiscal e previdenciária; demonstram os níveis de endividamento, o atendimento ou não aos limites de gasto mínimo e máximo previstos para a saúde, educação e com pessoal. (Fonte: blog do Nill Júnior).

“ Petrolina não pode ir fazer abate em Juazeiro, porque em Juazeiro a carne é resfriada”, afirma Ronaldo Cancão

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Durante as manifestações populares desta quarta-feira, 20, que interditaram por algum tempo a Avenida Guararapes no Centro de Petrolina, o ex-líder da bancada de oposição na Câmara Municipal, vereador Ronaldo Souza o Cancão, um dos coordenadores do movimento, atribui duras críticas à gestão municipal.

Em frente à prefeitura e com o carro de som em volume máximo, Cancão disse que o prefeito Julio Lossio fez um discurso equivocado quanto ao fechamento do matadouro em coletiva à imprensa no sábado (16) quando mencionou que o Ministério Público pede o fechamento do abatedouro.

 “Os marchantes de Petrolina não podem fazer abate em Juazeiro (BA), porque em Juazeiro a carne é resfriada, e a portaria do Ministério da Agricultura, diz que a carne deve sair com 7° graus de Juazeiro e chegar no balcão da feira em Petrolina com 2° graus. Como é que vai colocar um armazenamento de carne congelada na feira, se só existe 3 balcões frios na Feira de Areia Branca, mais 3 na Cohab Massangano e no João de Deus Nenhum? ”. Questionou o vereador.

Em outro ponto do seu discurso, Ronaldo disse ainda que a prefeitura tem condição para reformar o matadouro público de Petrolina, “ para recuperar o matadouro não vai R$ 800 mil reais, mas tem dinheiro para fazer um pátio de eventos, gastou R$ 1,2 milhão. O que Petrolina quer é respeito matadouro aberto”, finalizou.

Superintendente da Codevasf conversa com prefeito de Petrolina sobre o Velho Chico

Albuquerque e Lossio

Na tarde desta quarta-feira, 20, o superintendente da 3ª SR Codevasf Petrolina, Luciano Albuquerque, foi a prefeitura de Petrolina falar com o prefeito Julio Lossio sobre a revitalização das margens do Rio São Francisco.

De acordo com informações outros assuntos também estiveram em pauta, como os projetos de adutoras para áreas irrigadas e regularização fundiária.

Segundo a prefeitura ambas as ações serão desenvolvidas em uma ação conjunta entre o governo municipal e o governo federal. “Estaremos desenvolvendo ações em conjunto porque entendemos a importância de se somar forças para dar celeridade a processos que são urgentes para nossa cidade“, declarou Lossio.

Popular reclama da prefeitura de Petrolina por atraso de conclusão de obra no Alto do Cocar

Rua 21 Alto do Cocar

O marchante e petrolinense Creomildo de Souza no uso de seu papel cidadão reclama da prefeitura de Petrolina pelo atraso na obra de pavimentação da Rua 21, ou José Inácio Pereira, no bairro Alto do Cocar, zona oeste do município.

Segundo Souza, a obra que começou em outubro de 2015 estava prevista para ser inaugurada no dia 3 de janeiro desse ano, mas até agora nada, e o atraso da sua conclusão gera problemas não só no cotidiano dele como também na vida dos moradores locais.

Creomildo Alto do Cocar 1O prefeito tem que entender que aqui nessa rua mora crianças, idosos e todos sofrem na poeira. Além disso, nós moradores não podemos nem encostar os nossos carros e muitos estão pagando estacionamento privativo, o pior é que se adoecer uma pessoa! Espero que ele tenha mais atenção no serviço”, desabafou.

Em nota a prefeitura diz que obra está em andamento. O cronograma atrasou e já foi feito termo aditivo por mais três meses. A previsão de término da obra de pavimentação da Rua 21, José Inácio Pereira, do Alto do Cocar, é para o mês de abril de 2016.

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