Carro fumacê percorre o circuito do Carnaval de Juazeiro

(Imagem ilustrativa)

O Carnaval de Juazeiro começa nesta sexta-feira (10) e para garantir que o Aedes Aegypti fique longe da folia Secretaria de Saúde de Juazeiro adotou uma medida preventiva. A partir de hoje (7) o carro fumacê começa a circular pelo o circuito do carnaval.

A ação deve acontecer durante uma semana e acontece em parceria com o Núcleo Regional Norte de Saúde, com o objetivo de combater o mosquito Aedes Aegypti, que transmite a dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

A Secretaria de Saúde ainda reforça que a população pode acionar a equipe de combate às endemias sempre que detectar uma situação de risco. O número de telefone para realizar este tipo de denúncia é: 074 9 9198 3057. O contato pode ser feito tanto por ligação, quanto por mensagem através do WhatsApp.

‘Sexta sem Aedes’: Campanha de conscientização contra a dengue chega ao bairro Dom Avelar, em Petrolina

(Foto: Divulgação/Ascom)

Para conscientizar e prevenir a população contra o mosquito da dengue, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde, estarão sexta-feira (03), no bairro Dom Avelar, em Petrolina. A campanha é um compromisso nacional, para combater o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika.

Em Petrolina, a campanha vai percorrer os bairros reforçando a responsabilidade que todo cidadão tem de combater o mosquito. Os agentes de endemias fazem buscas em residências e órgãos públicos para eliminar possíveis criadouros do mosquito. É realizado também um trabalho de educação, através de panfletos, orientando os moradores sobre a prevenção e os prejuízos que a picada do Aedes pode trazer para a saúde humana.

“Em menos de 10 minutos é possível fazer uma varredura em casa e acabar com os recipientes com água parada, ambiente propício para a reprodução do Aedes aegypti. Precisamos da ajuda de todos, cada um é responsável por combater o mosquito na sua casa e ainda alertar o vizinho”, destacou a gerente do setor de endemias, Aynoanne Barbosa.

Na sequência a campanha será bairros Cosme e Damião, Terras do Sul e São Gonçalo.

Municípios são obrigados a fazer levantamento de infestação por Aedes Aegypti

(Foto: Internet)

Resolução do Ministério da Saúde publicada hoje (27) no Diário Oficial da União torna obrigatória a realização de levantamento entomológico de infestação por Aedes aegypti em todos os municípios do país. O texto também estabelece que as informações sejam enviadas às secretarias estaduais de saúde e, posteriormente, ao Ministério da Saúde.

De acordo com a publicação, a decisão foi tomada levando em consideração os diversos condicionantes que permitem a manutenção de criadouros do mosquito, a cocirculação de quatro sorotipos da dengue no país e a existência de grande contingente populacional exposto previamente a infecções pelo vírus, aumentando o risco para ocorrência de epidemias com formas graves da doença e elevado número de óbitos.

A pasta também considerou a identificação de casos de febre chikungunya, com transmissão autóctone comprovada em alguns municípios e risco iminente de expansão, além do surto do vírus Zika e sua rápida dispersão para todas as regiões do país, provocando epidemias importantes acompanhadas de graves manifestações neurológicas em adultos e recém-nascidos.

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Dengue, zika e chikungunya mataram quase 800 pessoas em 2016 no Brasil

(Foto: Internet)

Pelo menos 794 pessoas morreram no Brasil em decorrência das três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. A maior parte das mortes, 629, foi provocada pela dengue. Os dados são do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, registados até 24 de dezembro de 2016.

Ao todo, foram notificados 1.496.282 casos prováveis de dengue no país, totalizando uma incidência 731 casos a cada 100 mil habitantes. Já em 2015, foram 1.677.013 casos prováveis. Segundo o boletim, mais 629 óbitos estão sendo investigados para serem confirmados ou descartados quanto ao vírus.

Em 2016, até a metade de dezembro, foram registrados 265.554 casos prováveis de febre chikungunya no país, com uma taxa de incidência de 129,9 casos para cada 100 mil habitantes. O número é cerca de seis vezes maior do que o de 2015, quando foram notificados 38.499 casos prováveis da doença. Ao todo, foram registrados no ano passado 159 óbitos pela doença, enquanto em 2015 foram 14.

Em 2016, até o meio de dezembro, foram registrados 214.193 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país (taxa de incidência de 104,8 casos/100 mil habitantes). Ao todo, foram confirmados laboratorialmente seis mortes por Zika. Em relação às gestantes, foram registrados 16.923 casos prováveis, sendo 10.820 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial. A notificação obrigatória de casos da doença pelo sistema de saúde passou a valer no começo de fevereiro de 2016.

Com um investimento de R$ 97,2 milhões o Brasil poderá ter vacina contra a dengue em 2019

(Foto: Ilustração)

O governo de São Paulo assinou hoje (3) com o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) acordo para liberação de R$ 97,2 milhões para construção da fábrica de vacinas contra a dengue. O valor cobre 31% do custo total do projeto do Instituto Butantã, orçado em R$ 305,5 milhões. A vacina poderá ser usada em larga escala em 2019. O produto passa agora por testes.

Foram instalados centros em 13 cidades de cinco regiões do país visando imunizar voluntários e avaliar a eficácia do produto. Até o momento, já foram aplicadas doses em 4 mil pessoas, das 17 mil que deverão participar dos testes. Essa é a última fase antes da vacina ser submetida à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo o diretor Instituto Butantã, Jorge Kalil, é possível que a vacina chegue à população em 2019.

“Eu acho difícil que ela esteja disponível já no ano que vem. Mas nós vamos trabalhar para que esteja. Mas talvez no outro verão possa estar disponível. Agora, depende de muitas coisas”, ressaltou.

Os recursos vão permitir a conclusão do novo prédio que terá capacidade de produzir até 30 milhões de doses por ano. O dinheiro, investido sem necessidade de retorno, possibilitará ainda a instalação de equipamentos, mobiliário e capacitação das equipes.

Com informações do EBC

Brasil poderá ter vacina contra a dengue em 2019

(Foto: Arquivo)

A vacina contra a dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantã, poderá ser usada em larga escala em 2019. O produto passa agora por testes. Foram instalados centros em 13 cidades de cinco regiões do país visando imunizar voluntários e avaliar a eficácia do produto. Até o momento, já foram aplicadas doses em 4 mil pessoas, das 17 mil que deverão participar dos testes.

Essa é a última fase antes da vacina ser submetida à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo o diretor Instituto Butantã, Jorge Kalil, é possível que a vacina chegue à população em 2019.

“Eu acho difícil que ela esteja disponível já no ano que vem. Mas nós vamos trabalhar para que esteja. Mas talvez no outro verão possa estar disponível. Agora, depende de muitas coisas”, ressaltou.

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Retrospectiva 2016: Combate ao Aedes aegypti é o maior desafio da saúde, afirma Ministro

“Cada cidadão é responsável pelo combate ao mosquito”(Foto: Internet)

Nesta segunda-feira (26), durante coletiva o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira atualmente. O ministro também reforçou as previsões do governo que apontam para um aumento de casos de infecção pelo vírus Chikungunya, em 2017.

Este ano, foram contabilizados 1,4 milhão de infecções por dengue e em 2015 o número de infecções foi ainda maior, 1,6 milhão.

“Temos que combater o mosquito. Esse é o grande desafio da saúde até que a gente consiga um controle adequado”, avaliou. Este ano, foram registrados 263 mil casos de febre chikungunya, contra 36 mil em 2015. “O mosquito pica, recebe o vírus e passa para outra pessoa. Como cresceu muito o número de pessoas que têm [o vírus], entendemos que haverá uma ampliação [de casos].”

 “Cada cidadão é responsável pelo combate ao mosquito. Não há força pública capaz de estar em todos os lugares eliminando os focos.”

Com informações do EBC

Novo teste pode ser a solução para o combate a zika, dengue e chikungunya

Novo teste deve auxiliar as ações de enfrentamento da situação de emergência sanitária causada pela zika, dengue e chikunguya. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) obteve o registro do Kit ZDC, o primeiro do país com autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que permite realizar o diagnóstico simultâneo para as três enfermidades.

O kit pode ser usado para o diagnóstico de cada um dos vírus separadamente e permite o diagnóstico na fase aguda da doença, quando os sintomas clínicos das três infecções se manifestam e necessitam de um diagnóstico laboratorial preciso e discriminatório.

A Fiocruz informou que os primeiros lotes para atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) já estão sendo produzidos. As entregas se darão conforme a demanda do Ministério da Saúde. Segundo a fundação, a produção e a nacionalização dos kits também poderá representar uma economia aos cofres públicos.

A aprovação da Anvisa para o registro do Kit ZDC foi publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira.

Com informações do O Globo

Trabalho de combate a muriçoca e a dengue prossegue em Juazeiro

As equipes técnicas trabalham com o fumacê das 18h às 20h30/Imagem ilustrativa

As equipes técnicas trabalham com o fumacê das 18h às 20h30/Imagem ilustrativa

Na luta contra o mosquito Aedes aegypti, a Secretaria Municipal de Saúde continua com a programação do carro fumacê em diversos bairros da cidade. É importante ressaltar que para ter eficácia, os moradores devem deixar suas janelas abertas durante a passagem do carro.

O carro fumacê passa diariamente de segunda a sábado, das 18h às 20h com o objetivo de garantir que Juazeiro permaneça longe de uma epidemia da dengue, como ocorreu em 2008, com mais de três mil casos registrados.

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Força tarefa intensifica combate ao mosquito da dengue em Juazeiro

Durante a ação, os agentes de endemias foram em casa em casa orientando à população para que recolham todo tipo de lixo com potencial de criadouro (Foto: divulgação)

Durante a ação, os agentes de endemias foram em casa em casa orientando à população para que recolham todo tipo de lixo com potencial de criadouro (Foto: divulgação)

A Prefeitura de Juazeiro realizou uma força-tarefa, através da Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Educação, Nasf e Necom em combate a criadouros do mosquito transmissor da dengue na manhã desta sexta-feira (25), a ação contou com visita  a residências da cidade para identificar possíveis focos de larvas do mosquito Aedes aegypti.

Durante a ação, os agentes de endemias foram em casa em casa orientando à população para que recolham todo tipo de lixo com potencial de criadouro de Aedes aegypti, além daquele tipo utensílios de grande porte que estejam jogados no quintal que não sirvam para ser reaproveitados e que possam se transformar em criadouro do mosquito.

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Dia D de combate a dengue será nesta sexta em Juazeiro

Combate a Dengue

A mobilização nacional contará com o apoio das escolas e as Unidades de Saúde que também realizarão ações de orientação e prevenção. (imagem de arquivo)

O dia 25 de novembro foi determinado pelo Governo Federal como o Dia Nacional de Combate ao mosquito Aedes aegypti. Nesse sentido, a Secretaria de Saúde de Juazeiro (BA) em parceria com a Secretaria de Educação, Nasf, Necom realizarão diversas atividades pela cidade em combate ao mosquito. O inseto é o vetor de transmissão da dengue, zika vírus e febre chikungunya.

As atividades do Dia D começam na sexta-feira (25), às 8h da manhã com uma caminhada da Avenida Adolfo Viana, com saída próximo ao edifício Topázio até a Praça da Misericórdia. O objetivo da força tarefa é chamar a atenção da comunidade para se prevenir contra o mosquito.

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João de Deus, Loteamento Bela Vista e Nova Vida são bairros de Petrolina com maior índice de infestação de Aedes aegypti

(Foto: Arquivo)

Os bairros com maior infestação do Aedes são João de Deus, Loteamento Bela Vista e Loteamento Nova Vida com 2,5% (Foto: Arquivo)

A Secretaria de Saúde de Petrolina (PE) realizou, entre os dias 31 e 04 de novembro, o 6ª Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2016. A pesquisa aponta 0,6% para infestação do mosquito transmissor, considerado de baixo risco. O índice se manteve em relação à pesquisa anterior.

Entre os bairros com maior infestação do Aedes são João de Deus, Loteamento Bela Vista e Loteamento Nova Vida com 2,5%, em seguida vêm as localidades do São Gonçalo, Jardim Petrópolis e Vila Chocolate com 1,4%.

“É fundamental que a população se mantenha vigilante dentro de suas casas e no seu bairro para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika”, alertou a secretária de Saúde, Mara Gonçalves.

Vacina contra dengue chega a Pernambuco; Valores assustam

(Foto: Ilustração)

Cada dose gire em torno de R$ 200 a R$ 300. (Foto: Ilustração)

As primeiras doses da vacina contra a dengue devem chegar nesta quarta-feira (3) a Pernambuco. O imunizante é o primeiro de prevenção à doença e é produzido pela empresa francesa Sanofi. A vacinação está disponível apenas na rede privada e o público-alvo compreende pessoas entre 9 e 45 anos de idade.

São necessárias três doses, em intervalos de seis meses, para garantir a eficácia da proteção completa. A expectativa é que o preço médio por cada dose gire em torno de R$ 200 a R$ 300 no Recife, segundo as clínicas locais. As instituições também indicam que como os frascos são multidoses (cada ampola tem cinco doses) e tem duração de seis horas depois de aberto, as imunizações devem ser agendadas por grupos de cinco pessoas.

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Descaso: esgoto toma conta da Avenida que dá acesso ao São Gonçalo; Perigo maior é proliferação do mosquito Aedes aegypti

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O odor liberado pelo esgoto incomoda bastante. (Foto: Lucas Passos)

Esse blog já havia noticiado o descaso com um esgoto estourado na Avenida do Alto da Boa Vista, que dá acesso também ao bairro São Gonçalo, o qual incomodava a vizinhança e criava um risco desnecessário à saúde das pessoas que moram perto do local.

Mais de um mês depois da denúncia, nenhuma atitude foi tomada e o local ficou ainda pior. Lixos têm sido acumulados no buraco que a água do esgoto causou e até colchões é possível encontrar. O odor liberado e, principalmente, o perigo à saúde incomoda os moradores da localidade que exigem uma resposta urgente dos responsáveis.

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Lixo tomou conta do local. (Foto: Lucas Passos)

Em uma época que se busca o combate ao mosquito Aedes aegypti e um dia após a Secretaria Estadual de Saúde (SES) emitir uma nota informando que só em 2016 já aconteceram 65 mortes por vírus transmitidos pelo mosquito é inaceitável a situação encontrada no local.

Segundo a SES, este ano já estão confirmados 24.064 casos de dengue, 18.737 de chicungunha e 147 de zika.

Mortes por dengue e chicungunha já chegam a 65 em Pernambuco e ultrapassam óbitos de 2015

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Mais da metade dos óbitos por dengue e chicungunha se concentram entre a população idosa, a partir dos 60 anos (Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem)

Em Pernambuco, já foram confirmados 65 óbitos por arboviroses este ano, sendo 34 com resultados laboratoriais positivos para dengue, 24 para chicungunha e 7 com exames que confirmam a presença de ambos os vírus. Até 30 de julho deste ano, o número de mortes confirmadas já é maior do que o total de todo o ano de 2015, quando foram confirmados 63 óbitos por arboviroses: 59 para dengue e 14 para chicungunha, segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Claudenice Pontes.

Os dados foram divulgados, na tarde desta terça­-feira (2), em boletim da SES. “Nos casos em que houve resultados positivos para ambas as doenças, precisamos avaliar se, juntas, dengue e chicungunha foram a causa básica dessas mortes a partir de uma investigação sobre os sintomas apresentados por esses pacientes”, esclarece Claudenice.

Mais da metade dos óbitos se concentram entre a população idosa, a partir dos 60 anos. Nessa faixa etária, foram confirmadas 38 mortes por arboviroses (15 para dengue, 19 para chicungunha e 4 para ambas as doenças), o que corresponde a 58,4% do total de óbitos. Outras 100 mortes nessa faixa etária estão em investigação.

Segundo a SES, este ano já estão confirmados 24.064 casos de dengue, 18.737 de chicungunha e 147 de zika. Entre os municípios pernambucanos que apresentam maior risco de adoecimento, estão São João (Agreste), Garanhuns (Agreste) e Jaqueira (Zona da Mata Sul).