
De acordo com a acusação, Lula “integrou um esquema que vendia a promessa”. (Foto: Arquivo)
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta sexta-feira (9) à Justiça o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o filho dele, Luiz Cláudio Lula da Silva, pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa no âmbito da Operação Zelotes, da Polícia Federal. De acordo com a acusação, Lula “integrou um esquema que vendia a promessa” de interferências no governo federal para beneficiar empresas.
De acordo com a denúncia, as investigações apuraram que Lula, seu filho, e os consultores Mauro Marcondes e Cristina Mautoni participaram de negociações irregulares no contrato de compra dos caças suecos Gripen e na prorrogação de incentivos fiscais em uma medida provisória para prorrogação de incentivos fiscais para montadoras de veículos. Segundo o MPF, Luís Cláudio recebeu R$ 2,5 milhões da empresa dos consultores.
A Operação Zelotes investigou a manipulação de processos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) – órgão colegiado do Ministério da Fazenda, última instância administrativa dos processos fiscais. É a ele que os contribuintes recorrem para contestar multas. De acordo com as investigações, empresas de advocacia e consultorias influenciavam e corrompiam integrantes do Carf. Dessa forma, manipularam trâmite e resultado de processos e julgamentos envolvendo empresas interessadas em anular ou diminuir os valores dos autos de infrações emitidos pela Receita Federal.




O nono card divulgado pela família de Beatriz, assassinada em dezembro do ano passado, na página do Facebook “Beatriz clama por justiça”, mostra o exato local onde aconteceu o crime. A postagem faz diversos questionamentos, como, por exemplo, o porquê de não haver rastros de sangue da garota, já que peritos afirmaram que ela foi morta em outro local.
O Chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Antônio Barros, anunciou, durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (9), que dois novos delegados reforçarão as investigações do Caso Beatriz. Gleide Ângelo e Alfredo Jorge passam a integra a equipe intitulada de força-tarefa para colaborar nas investigações e alcançar a solução do crime. Marceone Ferreira, delegado atual no caso, continua nas investigações.

O sexto card divulgado pela família de Beatriz, assassinada em dezembro do ano passado, questiona a participação do Colégio Maria Auxiliadora nas investigações do caso. A postagem diz ser “lastimável” a ver a escola denigrir o trabalho da polícia.
O quarto card divulgado pela família da garota Beatriz Mota faz um questionamento sobre um assunto que não havia sido divulgado: a reforma da sala de Ballet do Colégio Maria Auxiliadora.







