
Uma semana após o protesto contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) no Recife, o Jornal do Commercio obteve acesso a um documento da comunicação interno da Polícia Militar de Pernambuco, no qual é possível identificar de onde partiu a ordem de dispersão do protesto.
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Segundo apuração do JC, o documento é uma das principais provas da Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS) para entender o que houve. Vale lembrar que duas pessoas – que não participavam do ato – foram atingidas por disparos de bala de borracha nos olhos e ficaram cegas.
O documento em questão é destinado ao subcomandante do Batalhão de Choque, major Valdênio Corrêa Gondim Silva. Ele é assinado por um oficial da PM, cuja identidade está sendo preservada e descreve que uma ligação telefônica registrada às 10h20 do último dia 29.













Apesar de Marília Arraes (PT) despontar como bom nome nas eleições de 2022, o PT pode sim se aproximar o PSB. Tanto que o governo estadual já faz um “afago” nos petistas. Figuras ligadas ao senador Humberto Costa (PT) estão retomando os espaços no governo de Paulo Câmara (PSB), após romper com o PSB, em janeiro.


De volta a Petrolina, Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica Mota – informou através das redes sociais – que o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) não a recebeu na capital Recife. Mas ela teve uma reunião com o chefe da Casa Civil, que agendou uma reunião no dia 28 de maio, próxima sexta-feira.
O Governo de Pernambuco prorrogou, até 6 de junho, as medidas restritivas em vigência. A decisão tem como base os números preocupantes nas UTIs do estado. A iniciativa contempla todas as regiões do Estado, exceto a 2ª Macrorregião, no Agreste, que segue com um decreto específico.
