Com condenação do Lula dólar opera em queda e Bovespa dispara

(Foto: Ilustrativa)

Nesta quinta-feira (12) o dólar ampliou a queda em relação ao real após a notícia sobre a condenação do ex-presidente e Luiz Inácio Lula da Silva. A Bovespa, que avançava 0,25% em torno de 13h15, passou a subir mais de 1% após às 14h horas, quando a informação foi divulgada.

Às 14h09, a moeda dos EUA caía 1,05%, cotada a R$ 3,2193 para venda. A Bovespa também reagiu à notícia sobre a condenação de Lula, passando a subir com mais força.

Com informações do G1

Com repatriação, entrada de dólares no país supera saída em US$ 8,7 bi

Somente em outubro, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 6,128 bilhões. (Foto: arquivo)

Somente em outubro, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 6,128 bilhões. (Foto: arquivo)

Mais dólares entraram no país do que saíram em outubro, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (9). O resultado positivo ficou em US$ 8,784 bilhões. Já nos três primeiros dias úteis de novembro, o resultado positivo foi revertido com mais saídas do que entradas em US$ 334 milhões.

De janeiro a 4 de outubro, o saldo é negativo: US$ 7,310 bilhões. Nesse período, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 43,727 bilhões. Já o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) teve saldo positivo de US$ 36,417 bilhões.

Somente em outubro, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 6,128 bilhões e o comercial em US$ 2,657 bilhões. O fluxo financeiro foi influenciado em outubro pela entrada de dólares para pagar multa e imposto da regularização de bens no exterior – é a Lei da Repatriação.

Dólar cai 3% e fecha a semana no menor nível em sete meses

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Depois de começar o dia em alta, a moeda norte-americana virou durante a tarde e fechou no menor nível em pouco mais de sete meses. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (1º) vendido a R$ 3,563, com queda de R$ 0,037 (-0,93%). A cotação está no valor mais baixo desde 27 de agosto de 2015 (R$ 3,553).

Durante a manhã, o dólar subiu levemente. Na máxima do dia, por volta das 10h40, chegou a R$ 3,62. A partir das 11h, a cotação começou a cair, atingindo R$ 3,542 na mínima do dia, às 13h. À tarde, o ritmo de queda diminuiu, mas a moeda estabilizou-se em torno de R$ 3,56. A divisa caiu 3,22% durante a semana e acumula queda de 9,76% no ano.

No mercado de ações, o dia foi de alta. Depois de cair 2,33% ontem (31), o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo subiu 1,01% e fechou o dia em 50.561 pontos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, tiveram desempenho misto. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 0,94%, para R$ 10,53. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) subiram 0,12%, para R$ 8,36.

Dólar fica abaixo de R$ 3,68 e Bolsa sobe

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O dólar segue em queda ante o real nesta quinta-feira (10), em meio ao otimismo dos investidores em relação a um eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff, e apesar da queda nos preços das commodities no mercado internacional. Os juros futuros também recuavam, enquanto o Ibovespa avançava, sustentado pelas ações do setor financeiro.

A moeda americana à vista perdia há pouco 0,92%, a R$ 3,6775, enquanto o dólar comercial recuava 0,54%, a R$ 3,6790.

O mesmo movimento é visto no mercado de juros futuros, apesar de a ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central ter sinalizado que não há espaço para cortes na taxa básica de juros. O contrato de DI para janeiro de 2017 caia de 13,890% para 13,785%, e o contrato de DI para janeiro de 2021 passava de 14,390% para 14,220%.

Bolsa

O Ibovespa avançava há pouco 0,91%, aos 49.106,57 pontos. As ações da Petrobras e da Vale caíam, acompanhando o recuo das commodities no mercado internacional.

O petróleo Brent, negociado em Londres, tinha queda de 2,12%, a US$ 40,20 o barril; nos EUA, o WTI perdia 1,59%, a US$ 37,68, depois de notícias de que os principais exportadores poderão não se reunir mais no próximo dia 20 para discutir o congelamento de produção. Uma adesão do Irã ao encontro ainda é uma incógnita.

Os papéis preferenciais da Petrobras recuavam 0,52% (a R$ 7,56), mas os ordinários ganhavam 0,41% (a R$ 9,60).

Vale PNA caía 2,57%, a R$ 10,60, e Vale ON recuava 2,55%, a R$ 14,13, reagindo à queda nos preços do minério na China pelo terceiro dia seguido.

No setor financeiro, Itaú Unibanco PN ganhava 3,33%; Bradesco PN, +2,03%; Banco do Brasil ON, +2,11% e BM&Bovespa ON, +2,30%. A exceção era Santander unit, que caía 1,00%.

Exterior

A queda nos preços do petróleo pressiona os índices acionários no exterior, apesar de o Banco Central Europeu (BCE) ter anunciado novos estímulos econômicos.

Nos EUA, o Dow Jones caía 0,12%, o S&P 500 avançava 0,07% e o Nasdaq, -0,14%. Na Europa, os sinais são divergentes: a Bolsa de Londres caía 0,57%, Paris sobe 0,06%; Frankfurt, -0,44%; Madri, +2,01%; e Milão, +1,50%.

Na Ásia, as Bolsas chinesas caíram cerca de 2% nesta quinta-feira, reagindo aos dados de aceleração da inflação acima do esperado.

Bolsa cai e dólar aproxima-se de R$ 4,05 um dia após país ter nota rebaixada

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No dia seguinte ao rebaixamento do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve uma pequena queda e a moeda norte-americana voltou a passar de R$ 4. O dólar comercial fechou esta quinta-feira (18) vendido a R$ 4,049, com alta de R$ 0,055 (1,38%). A cotação, no entanto, está menor que a de terça-feira (16), quando o dólar tinha fechado em R$ 4,071.

A cotação abriu em queda. Na mínima do dia, por volta das 9h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,98. A partir das 10h, a moeda começou a subir e voltou a ser vendida acima de R$ 4. O dólar caiu no início da tarde, mas aumentou novamente e fechou próximo da máxima do dia. A divisa acumula alta de 0,6% em fevereiro e de 2,56% neste ano.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de queda, após quatro altas seguidas. O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, caiu 0,42%, fechando em 41.457 pontos. Durante quase toda a sessão, o indicador operou em queda, mas próximo da estabilidade.

As ações da Petrobras, as mais negociadas, puxaram a queda depois de subirem quase 8% ontem (17). As ações ordinárias (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 2,06% nesta quinta-feira, para R$ 6,64. As ações preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) recuaram 1,92%, para R$ 4,59.

Nas últimas semanas, as commodities (bens primários com cotação internacional) têm caído fortemente por causa de dados que mostram a desaceleração da economia chinesa. No caso do petróleo, o problema é agravado pela resistência de países em reduzir a produção.

A retração da China, a segunda maior economia do planeta, prejudica países exportadores decommodities, como o Brasil, porque reduz a demanda global por matérias-primas e produtos agrícolas. Com as exportações mais baratas, menos dólares entram no mercado brasileiro, empurrando para cima a cotação da moeda norte-americana.

Além do cenário internacional, os negócios foram afetados pelo novo rebaixamento do Brasil pela S&P. Em nota, a agência informou que os desafios políticos e econômicos enfrentados pelo país persistem e que agora espera um processo mais longo de ajuste econômico, com prolongamento da recessão e correção mais lenta da política fiscal.

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