Bebê é abandonado em Petrolina

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No final da tarde de ontem (1º) A Polícia Militar foi solicitada para atender uma solicitação de abandono de incapaz. O fato ocorreu no Projeto Senador Nilo Coelho – Núcleo C 03 em Petrolina, Sertão de Pernambuco.

Segundo informações do boletim de ocorrência da PM, a criança foi deixada na Rua do Canal. A polícia recebeu a informação que a mãe da criança, uma adolescente de 16 anos, estaria em outro núcleo, na Vila Aparecida também conhecido por Núcleo 12.

A mãe foi localizada e ela e o bebê encaminhados pelo Conselho Tutelar para o programa Anjo da Guarda.

OMS orienta que mães não deixem de amamentar filhos por medo da zika

Baby Breast Feeding --- Image by © Corbis

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que as mulheres nos países afetados pelo vírus da zika devem amamentar seus bebês normalmente. Segundo a OMS, não há prova de que o vírus possa infectar as crianças por meio da amamentação. O zika é tratado como uma emergência global, por causa de sua possível ligação com o aumento de casos de microcefalia no Brasil. Além disso, o vírus se dissemina rapidamente pelas Américas.

Em orientação divulgada nesta quinta-feira, a OMS afirma que, ainda que o vírus zika tenha sido detectado no leite materno de duas mães que tinham a doença, não há relatos de que a enfermidade seja transmitida aos bebês por meio da amamentação.

A entidade afirmou ainda que não houve casos de bebês que tenham sofrido de problemas neurológicos graves ou qualquer dano cerebral por terem sido infectados com zika após o nascimento.

Aborto de bebê com microcefalia chega ao Congresso

Microcefalia

O debate em torno do aborto em casos de microcefalia chegará hoje ao Congresso Nacional. Projeto de lei elaborado pelo deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) será apresentado na Câmara com objetivo de proibir a interrupção da gravidez se o feto for diagnosticado. É mais uma etapa de um debate que ganha corpo e divide opiniões.

O principal argumento para sustentar o projeto de lei, segundo o parlamentar, é a atual legislação, que caracteriza o aborto como crime exceto em casos de estupro, quando há risco de morte da gestante e quando o feto é anencéfalo. “Há uma tentativa de fazer uma seleção de seres humanos. É um erro do movimento feminista se aproveitar de uma epidemia para defender um princípio com o qual não comunga a maior parcela da sociedade. Lembra-me a seleção racial de Hitler”, disse o deputado, em referência a grupos que tentam pleitear junto ao Superior Tribunal Federal alterações nas regras de aborto.

O documento a ser entregue ao STF está sendo elaborado por ativistas, advogados e acadêmicos. “É uma ação de dois eixos. O primeiro, de garantia de políticas amplas de direitos sexuais e reprodutivos, incluindo acesso à testagem de zika vírus a todas as gestantes e, em caso de resultado positivo, encaminhamento a pré-natal de alto risco, caso a mulher deseje prosseguir com a gravidez, ou direito ao aborto legal. O segundo eixo é de políticas sociais focalizadas para a deficiência”, afirma a antropóloga, pesquisadora da Anis e professora da UnB, Debora Diniz.
Para o presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, ainda que houvesse alteração legislativa para permitir o aborto, haveria dúvidas sobre a constitucionalidade. Já a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil se posiciona contra.

Estima-se que no Brasil, anualmente, sejam registrados um milhão de abortos clandestinos. Para a conselheira do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco e especialista em bioética, Helena Carneiro Leão, o dado precisa ser considerado.

“As gestantes estão passando por uma tensão e podem entrar em pânico à procura de serviços clandestinos”, afirma, acrescentando que esse “é um tema novo que precisa ser debatido de forma ampla. Não dá mais para fingir que nada acontece, independentemente de crenças, ordenamento jurídico. É preciso analisar caso a caso, não temos como determinar o que é melhor para o outro. Há um princípio da autonomia, da liberdade, que é garantido com informação.”

O dia de hoje é de mudança para a técnica em nutrição Steffany Souza. Aos 21 anos, ela iniciará a jornada de ser mãe. A expectativa em ver o rosto de Evelyn vem acompanhada de um receio. Steffany teve sintomas de zika aos cinco meses e, mesmo diante do pré-natal sem suspeitas, guarda um leve temor. Informação foi determinante para ela decidir seguir com a gravidez. “Cheguei a ficar muito nervosa, mas meus médicos me acalmaram muito. Então, nunca pensei em abortar.”

Família pede doação de sangue para bebê atacado por pitbull

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É grave o estado de saúde do bebê de 10 meses atacado por um cão da raça pitibull no último sábado, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Nicollas Joab Ferreira da Silva – nome com qual a criança deu entrada no hospital – permanece na UTI pediátrica do Hospital da Restauração (HR), no Recife, onde já foi submetido a duas cirurgias. A família iniciou uma campanha pedindo doação de sangue.

Nicollas já foi submetido a duas cirurgias desde que foi internado. A primeira delas aconteceu no próprio sábado e a segunda no domingo. Novos procedimentos devem ser realizados, segundo a assessoria de imprensa do HR. Com o estado de saúde do bebê considerado delicado, amigos e familiares iniciaram uma campanha pedindo doação de sangue.

“Estamos desesperados. Só queremos que ele fique bem, precisamos de ajuda”, contou uma amiga da família, que não quis se identificar. Para doar, é necessário ir ao HR a partir das 8h ou comparecer ao Hemope e fazer a doação em nome de Nicollas Joab Ferreira da Silva. O sangue é tipo O-.

O bebê foi atacado dentro de sua própria casa. Ele estava com a irmã, de 13 anos, quando foi mordido pelo cachorro, que pertencia à família. O animal foi morto à pedradas pela população.
Depois de passar uma noite presa por abandono de incapaz, a mãe da criança, identificada como Karla, foi liberada. Em entrevista à TV Clube/Record, ela disse que não deseja o que está passando a nenhum inimigo. “Não consegui dormir. Eu parava e pensava se tinha realmente alguma culpa pelo que aconteceu com meu filho. Era pra eu estar no lugar dele. Mas eu sei que fui injustiçada. Eu deixei meu filho pequeno com minha outra filha porque eu precisava trabalhar pra sustentar eles”, contou.  (Diário de PE)

Bebê fica em estado grave após ataque de pitbull

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Reprodução / TV Globo – Vizinhos precisaram matar cão para salvar menino

Um bebê de 10 meses está em estado grave após ser atacado por um cachorro da raça pitbull. A criança passou por cinco horas de cirurgia e está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital da Restauração, em Pernambuco.

Apesar da gravidade do caso, os médicos falam que ele está estável. Ele foi ferido principalmente no rosto e pescoço.

O menino estava em casa com a irmã mais velha, de 13 anos, enquanto a mãe foi trabalhar. Ele teria acordado e descido da cama. Ele seguiu engatinhando em direção ao cachorro, que estava do lado de fora da casa preso. O animal, então, teria puxado o garoto.

A irmã do bebê estava dormindo e não percebeu o que estava acontecendo. Vizinhos notaram a situação e mataram o cachorro a pauladas e tijoladas, já que ele não queria soltar o menino.

O garoto foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A mãe do bebê foi presa por abandono de incapaz. Familiares dela disseram que ela não tinha com quem deixar os filhos e precisava trabalhar.

O pitbull era considerado manso e costumava brincar com crianças.

Hospital de Casa Nova solicita doações para recém-nascida abandonada

No domingo (27) uma criança que já está sendo chamada de Maria Júlia, foi encontrada dentro de uma caixa por trás do Estádio Municipal de Casa Nova (BA), no começo da noite.

O bebê está no hospital da cidade e será encaminhado ao Ministério Público por meio da Vara da Infância local onde deve ficar disposta para adoção, já que a mãe biológica da criança a abandonou a própria sorte.

Enquanto não aparece um novo lar para Maria Júlia, a direção do hospital solicita doações para a recém-nascida, que ainda está no hospital, sendo cuidada por uma equipe de médicos, enfermeiras e demais funcionários.

Ministério da Saúde revê critério para diagnóstico inicial de microcefalia

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O Ministério da Saúde mudou os critérios para o diagnóstico de microcefalia relacionada ao vírus Zika e adotou a medida de 32 centímetros como o ponto de partida para triagem e identificação de bebês não prematuros com possibilidade de ter a malformação no crânio.

Até então, estavam sendo considerados casos suspeitos aqueles em que a criança nascia com menos de 33 centímetros de perímetro cefálico, segundo o Ministério da Saúde, para incluir um número maior de bebês na investigação. Depois de ter o perímetro cefálico medido, para ter o diagnóstico confirmado, a criança precisa passar por outros exames.

Com a determinação, parte dos 1.248 casos considerados suspeitos de microcefalia podem ser descartados. O número atualizado de 2015 deve ser divulgado na próxima terça-feira.
Segundo a pasta, a medida segue recomendação da Organização Mundial da Saúde, que considera 32 centímetros a medida padrão mínima para a cabeça de recém nascidos não prematuros. O perímetro cefálico, medida da cabeça feita logo acima dos olhos, varia conforme a idade gestacional do bebê. Segundo o Ministério da Saúde, para a população brasileira, 33 centímetros é considerado normal.

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